Notas iniciais
Betado e revisado, qualquer erro, avisem.

Quando recebi aquela ligação de Lavi, eu estava em casa, no meu dia de folga. Brincando com meu gato... Gato esse que adotei quando vi como ele era parecido com Yuu... Pelo negro, olhos azuis bem escuros, arisco com qualquer outro, menos comigo. Carinhosamente tendo o nome de BaKanda.

Sou masoquista né?

Mas, quando Lavi me disse que Yuu estava com pneumonia e quase morrendo, eu entrei em desespero. Peguei meu carro e corri para a casa do moreno, apenas para presenciar o momento em que ele caia no chão, desmaiando.

Ele estava tão magro... Tão acabado que não foi difícil carrega-lo até o quarto.

Peguei um pano e uma vasilha com água, colocando sobre a testa dele, procurei os remédios, vendo que ele tinha comprado todos os necessários.

Mas eu estava tão aflito. Seu rosto estava pálido, com olheiras sob os olhos, até mesmo seu lindo cabelo preto estava tão sem vida... Meu moreno estava tão mal. E eu quis chorar quando, no momento em que ele acordou, ele pensou que eu fosse uma alucinação causada pelo remédio. Porém me mantive forte e irredutível quanto a ideia de que cuidaria dele, mesmo que negasse.

Preparei algo saudável e facilmente digerível para ele, que estava bem debilitado. E quando, no meio de nossa conversa ele disse que era para eu deixa-lo morrer, eu fiquei acabado, mas eu não podia deixa-lo saber que voltei aqui por causa dele, não podia. Então coloquei um anel fingindo ser uma aliança e disse que vim cuidar dele porque Lavi pediu.

Eu ainda tinha medo de me machucar.

E na hora do banho, quando o ouvi chorar tão desesperado, eu não pude impedir minhas próprias lágrimas. Ele estava sofrendo, eu sei.. Mas... Eu não podia fazer nada! Eu queria voltar para ele, mas eu hesitava. Eu tinha tanto medo!

Entrei em choque quando ouvi sua tosse, entrei correndo o vendo tossir, meu instinto protetor se aflorou, tirei-o da banheira, e quando ele perdeu a consciência, e disse que sentiu minha falta... Meu mundo ruiu.

Não querendo falar sobre isso, deixei quieto, cuidei dele e assim os dias foram se passando... E eu não pude deixar de notar que tinha várias fotos minhas espalhadas por todo o canto da casa. Fotos essas que eu nunca tinha visto na vida. Quando perguntei para ele, não esperei aquela resposta.

– Porque... Eu precisava de alguma coisa para não esquecer você. – Fiquei em choque, e com isso, deixei as panelas que estava guardando cair. – Está tudo bem?

– S-sim.. eu só... tropecei. – Notei que ele apareceu na porta, mas permaneci de costas, não podia deixa-lo ver meu rosto vermelho e nem as lágrimas que queriam cair.

– Tem certeza? – Ele insistiu.

– Cla-claro... – E então Yuu voltou para a sala. Mas eu não esperava pela continuação de seu discurso.

– Quando você foi embora... Minha vida perdeu totalmente o sentido. Infelizmente, demorei para perceber que você era a razão de eu seguir em frente. Ah, — Ele suspirou, e eu não pude mais me segurar, começando a chorar em silêncio – Seus sorrisos no final do dia eram o motivo de eu ir trabalhar todo dia de manhã tão bem. – Não o respondi, minha voz me denunciaria de tão embargada que ela sairia...

Durante o jantar fiquei quieto, e nas horas que se seguiram até a hora de dormir. Todavia, eu não pregava no sono, e quando este finalmente veio, eu sonhei... Não bem sonhei, foi algo como uma lembrança da época do colegial.

Yuu já tinha terminado a escola, e eu estava em meu ultimo ano, naquele dia era o White Day. Eu não esperava que Yuu devolvesse o chocolate que eu tinha dado pra ele no Valentine’s Day, mas fui totalmente surpreendido quando, na saída da escola, estava lá ele, meu lindo namorado chamando a atenção de toda a menina novata que não o conhecia, então, consequentemente, não sabia que ele era meu namorado. Ele sorriu para mim, se aproximou e então me entregou um buquê de rosas brancas e uma caixa de bombons. Eu sabia que meu rosto estava muito vermelho, mas não conseguia dizer nada, ainda mais com o beijo que ele havia me dado.

Quando acordei, notei que já chorava, e isso apenas se agravou com a dor no peito que senti. Não resisti e subi na cama de Yuu, deitando ao lado dele e agarrando em sua roupa, e quando, em meio ao sono, ele me abraçou, eu vi como eu sentia saudades. E isso me fez chorar copiosamente, mas ainda tentando fazer silêncio para que ele não acordasse.

Dias depois, eu não falei sobre o que aconteceu, e como eu sabia que Yuu não estava acordado, obviamente nem ele.

E então, para distrair minha mente e não permitir que Yuu fizesse esforço, eu fazia as tarefas de casa, e naquele dia eu estava estendendo roupa. E praguejei quando notei que o varal era alto. Maldito moreno...

Uma das roupas que estava sobre meus ombros caíram, então não tive alternativa a não ser pedir para Yuu pegar. Quando ele veio, pegou e ainda ofereceu para fazer isso no meu lugar, eu neguei. Eu sabia que ele queria rir! Ele sempre ria da minha altura! Ele colocou esse varal alto quando namorávamos, assim ele podia rir sempre que eu me matava para estender a roupa. Japonês desgraçado.

Mas eu fui pego de surpresa quando o banquinho tombou para o lado no momento que virei para olha-lo. Cai sobre seu corpo quando ele correu para me pegar.

Quando pensei em ralhar com ele por essa imprudência, desisti ao ver seu rosto tão perto... Seu rosto que estava recuperando os sinais de saúde, as orelhas estavam praticamente sumidas, seu lindos olhos negros pareciam tão brilhantes... E eu não pude negar o carinho que ele começou a fazer eu meu rosto. Eu sentia tanta saudade de sentir o calor do corpo dele...

Mas eu entrei em choque quando seus lábios se juntaram aos meus. Eu não esperava, fui totalmente pego de surpresa, e quando pensei em corresponder e até mesmo aprofunda-lo, a realidade caiu em meus ombros. Me afastei dele, sentindo meu rosto vermelho, não respondi quando ele pediu desculpas e correu.

Naquela noite, e nas seguintes, minha mente parecia lembrar de como era tê-lo sobre mim, me amando. E eu agradecia por acordar antes dele. Não queria que ele visse o estado que ele havia me deixado...

Tão logo os dias foram passando, até que Yuu não precisava mais de mim. Por isso, era hora de eu ir embora. Mas é claro, que antes de partir, fiz uma série de recomendações para ele, que precisava manter uma dieta boa, até mesmo para recuperar o peso perdido.

E quando olhei para ele, tive que ser muito forte para não corar ou me jogar em seus braços ao vê-lo sorrir olhando para mim.

– Entendeu Yuu? – Ele apenas afirmou.

E então, lentamente, saí pela porta carregando minha mala, mas antes, eu precisava ver se ele viria atrás de mim.

– Não vai... Pedir meu novo número?

– Não. – Qualquer fagulha de esperança fora esmagada. Ele realmente... Não viria atrás de mim. – Não sou merecedor de ter você de volta, mesmo que seja como um simples amigo. – Não entendi o que ele quis dizer com aquilo, e quando eu ia perguntar, senti Yuu acariciar meu cabelo, se aproximar e beijar minha testa, me deixando em completo choque. – Obrigado. Mesmo que não estivesse preocupado comigo, eu realmente agradeço por ter cuidado de mim, vou lembrar com muito carinho esses dias... Sei que não vai ter importância, e que pode parecer mentira, mas quero que saiba que eu ainda te amo. Espero que seja muito feliz com quem você estiver. – Bagunçando meus cabelos, ele sorriu, e entrou em sua casa.

Mas eu não fui embora naquele momento. Durante sabe-se lá quantos minutos eu permaneci parado, absorvendo tudo que ele dizia.

E não demorou para eu chorar copiosamente.

Ele me amava... Ele ainda me amava!

Isso fez meu coração bater tão rápido. Yuu só não corria atrás de mim porque não se achava merecedor, ele só não vinha porque achava que eu era comprometido!

Tirei a porcaria do anel, o jogando no chão, e, ainda chorando, deixei minhas malas na frente da porta sem me importar com isso, entrei e corri para o quarto do moreno, onde eu tinha a certeza que ele estava.

– Allen? O que- — O impedi de prosseguir sua fala quando me joguei em seus braços, beijando-o.

– SEU IDIOTA! – Eu continuava a chorar. – Eu te amo tanto, seu imbecil! Como pode esperar que eu vá embora depois de me dizer tudo aquilo? – Apertei seu corpo, afundando meu rosto em seu peitoral.- Idiota... Babaca... Panaca...

– O que...?

– É isso aí! Eu te amo ainda, seu retardado! E não, não tô com ninguém, aquele anel era uma mentira. Droga Yuu... – Caímos os dois no chão, mas eu ainda não o largava. – Eu pensava que nunca te perdoaria, e você me faz mudar de ideia. – Solucei. – Como acha que me senti quando você pediu para morrer, hein? Nunca mais faça isso! Idiota! – Bati em seu peito, mas ele não fazia nada, apenas me olhava como se não acreditasse no que eu disse. – Fale alguma coisa antes que eu mude de ideia e vá embora de novo!

Me surpreendendo totalmente, Yuu segurou meu rosto e me beijou. Nosso beijo era saudoso, desesperado, com gosto salgado por minhas lágrimas... Mas ainda sim, era o melhor.

Agarrei-me a ele, desejando que ele nunca mais me soltasse.

– Não me deixa de novo, Yuu... – Funguei, olhando-o nos olhos. – Eu não vou suportar isso de novo.

– Me desculpa... – Ele me abraçou apertado. – Prometo fazer diferente dessa vez. Por isso, me dê mais uma chance... Por favor.

– Eu dou... Meu japonês idiota. – Yuu riu, e me beijou mais uma vez.

–Yullen-

O quarto estava quente... Muito quente.

O que Yuu estava fazendo entre minhas pernas, estava me deixando ainda mais quente.

Depois de toda aquela cena de reconciliação, nossos corpos não se aguentaram e bem... Ali estávamos nós.

Yuu estava me enlouquecendo. Me deixando de quatro na cama, ele sugava e brincava com minha entrada usando sua língua, enquanto sua mão me masturbava de forma lenta.

– Yuu... Vai logo... – Gemi manhoso, eu precisava dele naquele instante.

Mas ele não parecia se importar, tirando a língua e substituindo-a por seus dedos, tocando em minha próstata de primeira.

– Você está tão apertado Allen... – Sussurrou em minha orelha, me fazendo gemer, rebolando em seus dedos.

– Eu não.. Ah! Me relacionei com ninguém depois de você...

– Nem eu... – Yuu me virou na cama, olhando-me com seus lindos olhos negros. – Eu não conseguia ter ninguém... Porque pra mim sempre existiu apenas você.

.. Ele queria me fazer chorar de novo?

Abracei-o apertado, enlaçando minhas pernas em sua cintura.

– Para mim, sempre foi você... Somente você... – Beijei seu ombro, gemendo extasiado ao senti-lo penetrar-me aos poucos.

Eu nunca imaginei que sentiria tanta saudade...

Disse para que se movesse e logo ele fez isso. Inicialmente com calma e aos poucos aumentando a velocidade e a força, me fazendo ir ao delírio, os movimentos certeiros, como se não fizesse três anos desde a ultima vez que fizemos amor, suas mãos que sabiam muito bem por onde passar...

Seu corpo sobre o meu, meus lábios chamando seu nome, seus olhos sobre mim... Nós dois unidos... Isso nunca pareceu tão certo.

Acariciei seu rosto, colocando seu cabelo atrás da orelha... Aquela cortina negra que me impedia de ver qualquer coisa que não fosse ele. Bem, como se eu fosse desviar o olhar daquela visão maravilhosa que eu estava tendo.

Seus olhos negros semicerrados e nublados em prazer, seus lábios levemente separados por onde ele respirava, as gotas de suor que desenhava seu rosto. Ah... Era a visão do paraíso.

– Eu te amo tanto Yuu... – Acariciei sua face, não conseguindo impedir o gemido alto quando ele acertou minha próstata com força.

– Quer que eu goze agora, é isso? – Mordeu uma de minhas pernas que ele colocou sobre seus ombros. Gemi novamente. – Você é uma tentação...

Esse maldito, eu nunca me aguentava quando ele dizia coisas como essa. E eu não consegui responder, ainda mais quando ele se curvou sobre meu corpo, beijando meu rosto e depois meus lábios.

– Você é minha perdição... – Lambeu minha boca. – Te amo tanto... Tanto... Allen... – Aquilo havia sido demais para mim, tanto que, depois de tanto tempo sem ele, não aguentei.

– Ahh! Yuu~~ — Agarrei-me em seus cabelos negros, gemendo seu nome e sentindo meu ápice sujar a nós dois. Poucos movimentos depois, Yuu veio dentro de mim, me abraçando apertado.

– Allen... Meu Allen...

Saindo de dentro de mim, Yuu rolou na cama, me puxando para ficar sobre seu corpo. Me abraçou protetoramente, e beijou a coroa de minha cabeça.

– Sabe... – Comecei. – Essa não é a melhor forma de mostrar que você está melhor... Você ainda está em recuperação. Fomos muito imprudentes.

– Ahh, quem se importa... Se eu ficar doente... É só eu achar meu médico que ele cuida de mim da forma que só ele sabe... – Mordeu o lóbulo de minha orelha, me deixando completamente vermelho com suas insinuações.

– Moreno idiota.. – Resmunguei, fazendo bico. – Meu moreno idiota. – Abracei seu pescoço possessivamente.

– Apenas seu.

–Yullen-

Cinco anos depois

A cama estava completamente macia e quente, e por essa razão eu não tinha a mínima vontade de levantar, mas tinha um porém.. Eu sentia falta de um corpo ao meu lado. Bufei ao notar que Yuu havia levantado mais cedo que eu.

Suspirei, procurando forças para sair da cama. Virei o rosto, encarando a foto que estava sobre o criado-mudo, e sorri... Muita coisa havia mudado esses cinco anos... E uma delas era...

– FELIZ ANIVERSÁRIO MAMÃE! – Olhei surpreso para a pequena criatura que vinha correndo e pulando na cama e me abraçando apertado, depois olhei para o moreno atrás dela, que carregava um bolo. – Eu e o papai que fizemos!

– Obrigado querida... – Beijei a testa de Hikaru, que sorriu e se sentou do lado, permitindo que Yuu se sentasse na ponta da cama.

– Parabéns, amor... – É, é isso mesmo o que vocês leram. Yuu, depois de nos resolvemos naquele dia, passou a me chamar de coisas como amor, meu anjo, e etc. Romântico, não? Eu ainda gamo toda vez que ele que chama assim. Me entregando o bolo com duas velas mostrando o número 31, beijando-me em um selinho.

– Eu to ficando velho... – Falei, assoprando as velhas.

– E continua lindo.

Corei. Esse cretino além da mania de me chamar dos nomes que citei, passou a me elogiar sempre que podia. Ah, e sobre a Hikaru me chamar de “mamãe”, é culpa dele também. Desde que a adotamos, quando ela tinha apenas um ano, Yuu enfiou na cabeça dela que eu era a mãe e ponto, então eu passei a desistir de tentar mudar isso, a menina seguia cegamente esse pai idiota.

– Concordo com o papai! – Hikaru se pronunciou, animada.- Mamãe é lindo sempre!

– Isso mesmo Hikaru! – Eles bateram as mãos, e eu apenas ri. Yuu havia mudado tanto... E para melhor. Tá, não vou mentir, ele era assim apenas conosco.

Com a faca que Yuu me entregou, cortei o bolo, fazendo o pedido de que minha vida continuasse maravilhosa como estava. Eu realmente não tinha do que reclamar... E pensando nisso, olhei a aliança dourada brilhando em minha mão esquerda. Sorri ainda mais com isso.

– Que tal irmos comer na cozinha? Se cair bolo na cama eu vou bater nos dois. – Entreguei o doce para Yuu, que se levantou. Hikaru fingiu-se com medo, e saiu correndo gritando pela casa.

– Kyaah! Mamãe é assustador! – Yuu e eu não pudemos deixar de rir.

Meu esposo – nem preciso dizer que amo chama-lo assim, né? – foi para a cozinha enquanto eu ia ao banheiro, lavei o rosto e escovei os dentes. Enquanto eu saia, senti PonPon – ele na verdade é meu gato, o BaKanda. Seria irônico deixar o nome do gato assim quando eu mesmo passei a carregar o sobrenome Kanda, então Hikaru o nomeou PonPon — se esfregar em minha perna e miar.

– PonPon! – Hikaru pegou-o o no colo. Minha filha amava esse gato.

– Vem Hikaru, papai já deve ter cortado o bolo...

– Bolo! – Correu para a cozinha, ainda tendo os gatos nos braços.

– Você vai escorregar Hikaru! – Suspirei ao ver que ela nem deu ouvidos. – Essa menina não toma jeito.

– Ela parece você quando mais novo... Não parava quieto. – Falou Yuu assim que entrei na cozinha. Infelizmente, eu não podia negar.

Acho que seria uma boa explicar como adotamos Hikaru... Bem, fazia um ano que Yuu e eu tínhamos nos casado, e sempre quisemos montar uma família, então, veio a calhar a adoção. E não imaginem a minha felicidade quando aprovaram a adoção mesmo nós dois sendo um casal homossexual! O processo de adoção não foi tão burocrático, então não demorou para termos aquela pequena menina em nossa casa, o foi nossa alegria. Demos seu nome de Hikaru, por ela ter sido a luz, o brilho que nos faltava, e veio a combinar completamente conforme ela foi crescendo e se mostrando essa menina animada e hiperativa. Todo dia era uma nova bagunça.

Claro, nem tudo na vida é um mar de rosas, Yuu e eu brigamos algumas vezes sim, mas é incrível como ele, mesmo algumas das vezes não sendo o culpado, vem pedir desculpas. E isso me deixava nas nuvens, ver que ele não quer me perder de novo. Porque eu mesmo não queria ficar mais longe dele. Nunca mais.

O café da manhã se passou, e depois ficamos deitados em minha cama e do Yuu a ver algum filme que passava na Tv. Yuu estava deitado, tendo-me entre suas pernas, e Hikaru estava confortável deitada em meu colo, sem largar o PonPon.

No meio do segundo filme, notei que Hikaru havia dormido, sorri vendo-a tão tranquila. Ela nunca conseguia ver mais de dois filmes sem acabar adormecendo, era incrível..

– Hikaru dormiu... Vou coloca-la na cama dela... – Sussurrei para Yuu, que me ajudou a pega-la e a deixa-la em seu quarto. Voltamos ao nosso, onde meu moreno me abraçou e me beijou.

– Eu já disse que amo você hoje? – Beijou meu pescoço, sussurrando em minha orelha.

– Não...

– Eu amo você... – Selou nossos lábios demoradamente.

– Eu também amo você. – Abracei-o apertado.

E se algum dia me perguntassem se me arrependo de ter perdoado Yuu, minha vida hoje em dia responde. Não. Meus dias eram sempre regados de amor e alegria, Hikaru era a animação em forma de criança, o que sempre fazia cada dia ser diferente, e melhor que o outro...

Eu tinha uma filha maravilhosa, e um esposo maravilhoso... Poderia ter coisa melhor?

Minha pergunta era respondida sempre que eu olhava a foto no criado-mudo... A foto em que tiramos no parque de diversão. Yuu carregava Hikaru em seus ombros, enquanto me abraçava pela cintura. Nós três sorriamos.

Eu realmente não podia estar mais feliz.

Notas finais
TCHARAN! Aqui está o último capítulo!! Foi bom enquanto durou ;A; Obrigado por comentarem na fic: Sweet Death (Minha moyashi), Bloody Tsuki, Yuppie, Lau Chan, MrSalvatore, lady michaelis, Futrika, Celyzinha, Enma Ai. E o que acharam? Matou a curiosidade sobre o anel do Allen? Haha Sim Sweet! Foi pegadinha minha hahahah Obrigada por me acompanharem em mais uma aventura Yullen! Dessa vez não tem cap novo nem da Desenhos ou Akai, mas, pensem assim, reviews me animam bastante pra escrever, então não se acanhem e mandem algo, já faz diferença pra mim! E é só. Até a próxima gente! 25.10.2014
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!