Eternamente Apaixonados
12 Capítulo Final - Um mundo livre de Volturi
Notas iniciais
[Bella]
Passavam três semanas... Já todos confiavam em mim... Uma noite, sai para caçar... Aro não ficou muito contente. Ele queria que eu caçasse humanos... Estive para lhe fazer um gesto obsceno, mas controlei-me. Não queria estragar tudo agora!
Isto aqui era uma seca. Eu brincava muito de luta com o Felix... Ele era porreiro... Estive a pensar, e acho que não o vou matar, a menos que ele tente lutar. Se ele o fizer, não passa de um monstro como Aro...
Até Caius parecia acreditar em mim... Falava muitas vezes comigo... Tentando encontrar informação sobre Jacob e os outros lobos...
Estava na minha terceira semana, e já não aguentava mais! Estava na hora! Mas tinha de arranjar uma maneira de reunir todos, no mesmo sítio... Como? Ah! Já sei! Vou dizer a Aro, que tenciono contar todas as informações que tenho, sobre os Cullen... Mas digo que faço questão de que TODA a guarda esteja presente. Isso... Depois, congelo-os a todos... E desfaço-os... Depois, é só queimar aquela torre toda. Sim! Ia ser fácil... Dirigi-me ao Salão Principal, onde Demitri e Félix estavam fazendo luta, só para animar Aro.
— Aro. — eu disse docemente em seu ouvido — tenho algumas informações para vocês, sobre os Cullen, mas faço questão que TODA a guarda esteja aqui...
Ele ficou gago.
— C...Co...Com...Com…Cer...Com…Cert...eza. — disse ele... E depois gritou — TODA A GUARDA, TODO MUNDO, SE JUNTE AQUI, AGORA!
Todo mundo chegou num ápice.
— Então todos? — perguntei a Aro e ele assentiu — então espero que tenham uma morte dolorosa.
Nem deu tempo de eles reagirem. Congelei-os e gargalhei.
Comecei por Alec, tirei-lhe a cabeça, e atirei para uma pequena fogueira que eu tinha feito com as tábuas do chão. Tirei-lhe os braços. Fui ter com Aro, e despedacei-o. Depois com Caius, e assim sucessivamente, já todos estavam queimados, menos Félix. Descongelei-o, para ver a sua reacção.
Ele ficou zonzo.
— Porque me descongelou? Me mata logo! — disse ele.
— Quer mesmo, a morte? — perguntei. — Agora, que já não à Volturi, ninguém para ler seus pensamentos, ninguém para lhe causar dor, e refiro-me a Jane, sim fui eu que a matei. Agora que já não à ninguém para te matar se você, mostrar estar a pensar em trai-los... Agora, se afunde em seus pensamentos, e veja, acha mesmo que queria isto? Acha mesmo que tudo o que os Volturi fizeram, ao longo de mais de três milénios, acha que era, correcto? Todo mundo merece segunda chance... Você quer mesmo ser, um monstro sem alma nem sentimentos? Deus te perdoará, se você fizer por isso... Eu não sou um monstro, e eu, estou-te dando uma segunda chance... Porque eu, não faço parte desta vida... Eu tenho uma família, pessoas pelas quais eu morrerei, e morreria... Eu tive direito a uma segunda chance... E sei, que todo mundo merece uma, e por isso estou-te dando uma a você? Você vai, ou não desperdiça-la? Escolha agora, e esmague o monstro que você foi!
— Você? Você acha mesmo que eu mereço uma segunda chance? Eu matei mais pessoas, do que você alguma vez poderá imaginar... Inclusive, eu tentei matar, a você, e a Edward... E à um ano! Eu estava lá, preparado para matar, assim que me dessem ordem! Acha mesmo que um monstro como eu, merece uma segunda chance? — perguntou Felix.
— Todo mundo merece uma segunda chance! — eu disse.
— Você faria isso? — perguntou.
— Claro! Como já disse, eu só matei, os que mataram, e que merecem! Você acha mesmo, que se, por exemplo, eu tivesse poupado Caius, ele partiria, e nunca mais mataria desnecessariamente? Eu não sou um monstro, todo mundo merece uma segunda chance! — eu repeti...
— Ok! — ele disse alegre — eu partirei! Iniciarei uma nova dieta! Nunca mais matarei! Vou encontrar alguém para mim! E vou, reaver, um pouco do meu humano, à muito, afundado entre o sangue e a morte!
— Adeus, Felix! — eu disse — espero voltar a ver-te.
Segui para de volta, ver a minha família...
Todos me receberam bem! Edward chamou-me e disse:
— Pensei que você tinha ido para a América do Sul, e não para a Europa!
Retirei meu escudo e disse-lhe por pensamento "Fui cumprir uma promessa! Os Volturi já não existem mais! Por favor, Carlisle não precisa saber o que eu fiz!"
Edward beijou-me e senti amada, como à muito não me sentia! Estava de volta a casa, a minha família. Para nunca mais sentir, aquele receio, de sair de perto de Nessie, por ter medo que os Volturi atacassem, não! Nunca mais!
Agora, eu me sentia feliz, e segura!
E é este... O nosso felizes para sempre.
*****FIM*****
Notas finais
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