Notas iniciais
[Juuh] Oi pessoas! Resolvi fazer um cap. narrado só pela Mary :)

POV Yasmin Mary

- Entendeu? – Alec perguntou.

- Não. – Respondi.

- Você pelo menos prestou atenção? – Ele respondeu com um sorriso no rosto.

- Não. – Respondi e retribui o sorriso.

- Só sabe falar não?

- Não. – Eu falei e comecei a rir.

- Mary você tem que prestar atenção na matéria. – Ele falou agora mais serio.

- Porquê não posso freqüentar a escola igual as crianças normais? – Eu perguntei.

- Porquê você é especial.

- Ser anormal agora é especial? – Eu perguntei.

- Mary, não achamos bom você ficar com tantos humanos por perto. – Ele falou.

- Mas Alec, eu saio na rua, vou em lojas, mercado, shopping, cinema e em outros lugares. La tem humanos, eu nunca ataquei nenhum. – Falei dando um sorriso de lado que não chegava a orelhas.

- Vou falar com a Suplicia, ok? – Ele falou e eu sorri de verdade.

- Obrigado Alec. – Falei e abracei ele.

- Não crie muitas esperanças Yary. – Eu me separei do abraço

- Alec! Não me chame desse apelido ridículo. Meu nome é Mary.

- Seu nome é Yasmin, seu segundo nome que é Mary. – Ele falou e eu mostrei a língua.

- Foco na lição de Matemática?? – Ele falou e eu bufei.

- Ta. – Eu falei e ele explicou tudo de novo o tal de Teorema de Pitágoras.

- Você entendeu? – Ele perguntou e eu assenti.

- Tudo bem, faça esses exercícios aqui, que eu vou falar com Suplicia. – Ele me falou passando uma listinha e sumiu pela porta da salinha de estudos.

Alguns minutos depois

Finalmente terminei essa coisa. – Pensei enquanto Alec entrava correndo. Eu olhei para ele com carinha de cachorro que caio da mudança. Não que eu goste de fazer cara de cachorro, meu tio Caius disse que lobos parecem cachorro, e disse que eles são fedorentos e pior disse que são inimigos dos vampiros.

Alec suspirou. O que me fez tremer. Logo depois ele sorriu.

- Ela deixou. – Mandei uma mensagem telepática para ele: Mas e meu pai? (N/A: O dom dela é quase igual o da Nessie, mas ela não precisa encostar nos outros)

- Ela falou com ele, e ele disse que antes é melhor fazer alguns testes. Amanhã você e Suplicia vão ao centro de Volterra, vão passar algumas horas nos pontos turísticos. – Eu sorri, adoro as coisas das lojinhas. – E então, terminou? – Eu assenti. – Que bom já acabou o tempo da aula, eu levantei, sai andando e tropecei nos meus próprios pés, se Alec não me segurasse eu caia de cara no chão.

- Minha mãe biológica devia ter dois pés esquerdos! – Eu falei me recompondo. Alec engoliu em seco o que eu falei. As vezes realmente penso que ele sabe quem são meus pais.

- Onde vai? – Meu melhor amigo perguntou.

- Que pergunta mais tola Alec! – Eu falei correndo até o elevador. Entrei e o palhaço do Demitri estava la. Apertei o ultimo botão.

- Oi princesa Volturi! – Demitri falou bagunçando meu cabelo.

- Demitri não sou princesa nenhuma. – Falei arrumando meu cabelo. Ele riu.

- Claro... Claro... – Ele falou e eu mostrei a língua, a porta do elevador subiu e ele desceu no andar da sala do trono. Logo chegou no meu andar e eu desci no terraço. Coloquei meu avental e comecei a regar as plantinhas. Comecei a murmurar uma melodia que ouvi em um dos meus sonhos esquisitos. Eu acabei de regar as plantinhas e resolvi escrever a melodia em meu caderno, logo depois fui até a sala de musica e comecei a tocar. (http://www.youtube.com/watch?v=-LXl4y6D-QI) Quando acabei de tocar senti a presença da Suplicia. Me virei para ela.

- Filha, que musica linda! – Ela exclamou.

- Eu ouvi em uns daqueles sonhos estranhos. – Ela sorriu. Minha mãe, na minha opinião, é a única que não sabe quem são meus pais.

- Toca de novo? – Ela falou sorrindo e eu levei meus dedos ao piano já recomeçando a tocar. Quando eu acabei, dei um beijo nela e fui para o meu quarto. Tomei um banho e coloquei uma roupa simples, uma que desse para mim dormir, mas que também desse para mim colocar um tênis e sair pelo castelo. Fiz dois rabinhos, encarei meus olhos verdes e sorri. (http://www.polyvore.com/mary/set?id=74178859)

Eu sai do meu quarto e fui andando até a cozinha, Suplicia adora cozinha, nunca teve um porquê, até a minha aparição.

- Mãe? – Falei entrando na cozinha, ela estava colocando a mesa e olhou para mim e sorriu. Eu me sentei para comer, não sou muito fã de comida, prefiro sangue, eu não mato humanos, já tentei tomar sangue animal igual aos Cullen – o Alec que me contou que eles tomam sangue animal – As vezes não tem que me leve para caçar, então eu tomo sangue humano, mas só as vezes, tipo de vez em nunca. Comi um bife a milanesa, salada de alface e tomate, e claro o que não pode faltar, meu suco de abacaxi com hortelã. Eu não ligo de comer coisas simples, mas se tiver meu suco de abacaxi com hortelã tudo melhora. Comi tudo e me levantei.

- Vou dar boa noite para meu pai. – Eu falei.

- Vou te esperar no seu quarto. – Ela respondeu. Fui para o andar da sala do trono. Fui correndo até a porta e parei nela, abriram para mim. Eu entrei na sala do trono e meu pai correu até o meio da sala. Eu caminhei graciosamente até ele, igual Heidi me ensinou.

- Vim dar boa noite. – Falei e abracei meu pai. – Todos os vampiros que já conheci descrevem meu pai como frio e calculista. Eu não acho, ele me da todo amor que pode, e ainda mais do que ele pode. – Se a pergunta de vocês é saber se Aro já me levou em algum julgamento, a resposta é sim. Eu já fui em três, o primeiro porque eu me escondi na mala dele, o segundo porquê eu implorei até não poder mais, e o terceiro ele me levou.

- Boa noite querida. — Meu pai falou. Eu dei um tchau para todos.

- Tchau princesinha. – Demitri falou, eu mostrei a língua para ele e sai da sala do trono rindo. Cheguei ao meus quarto e minha mãe estava na cadeira onde ela costuma ler para mim. Sim, eu aparento ter 12 anos e mesmo assim gosto que minha mãe leia para mim, certos hábitos nunca morrem. Estamos no ultimo capitulo de Orgulho e Preconceito. Tomara que eu não durma de novo.

Notas finais
[Juuh] Erá para ter ficado maior, mas eu tenho que dormir,a amanhã tem ensaio u.u