Eternal Flame O Inicío
55 Júlia e Milena
Notas iniciais
Eu abri meus olhos e estava mo meu quarto, com soro na veia, meu pai e minha mãe conversavam baixinho na porta que estava entre aberta. Eu fechei meus olhos para conseguir ouvir melhor. Abri minha boca e comecei a respirar por ela, para parecer que estou mesmo dormindo.
— Eu tinha direito de saber. — Minha mãe sussurrava. — Você sabia que ela é uma Cullen, você a roubou dos braços de sua família, e além de tudo isso, você mentiu para mim.
— Eu não menti, eu omiti. — Meu pai falou.
— Você não mentiu, mais ordenou que o Félix menti-se. — Minha mãe falava com a voz chorosa. — Eu a devolveria para a sua família.
— Devolveria o quê para quem? — Eu falei com a voz manhosa e sonolenta.
— Ninguém meu amor. — Minha mãe falou chegando perto de mim e acariciando meus cabelos.
— O quê aconteceu?
— Sua colega falou que você tropeçou e caiu na escada, seu colega te ajudou e ligou para eu ir te buscar. — Tropecei? Mas eu estava parada. — Filha tem uns colegas seu la na recepção, posso falar para subir? — Ela perguntou e eu assenti. Assim que ela saiu eu me levantei, me troquei rápido penteei meu cabelo e votei para cama. Adoro minha super velocidade, nem deu tempo do soro escorrer. Bateram na porta.
— Pode entrar. — Entrou, Júlia que estava literalmente colada na Milena, no Martins e no Ferraz. Assim que a Júlia me viu, veio correndo.
— Menina, que casinha! — Ela falou e eu comecei a rir. — Não é todo dia que conheço uma princesa.
— Não sou princesa! — Bufei e revirei os olhos.
— A claro, você mora em um palácio e é filha do rei e da rainha de Volterra. — Júlia falou.
— Deixa de implicar com a menina. — Martins falou.
— A garota caiu da escada e você aí implicando com ela. — Milena falou.
— Chega de brigas! — Eu falei. — Essa coisa no meu braço me incomoda. — Eu sorri. — Alguém pega aquela tampinha ali para minha por favor. — Ferraz pegou ela e me deu. — Obrigada.
— O quê vai fazer? — Ferraz perguntou.
— Me divertir com meus novos melhores amigos. — Eu tirei aquela coisa do meu braço e coloquei a tampinha depois coloquei o adesivinho no meu braço.
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— Não acredito que você me arrastou pro shopping! — Martins e Ferraz falaram ao mesmo tempo.
— Deixem de ser chato e vamos comer que eu estou varada de fome.
— Eu já disse que não trouxe dinheiro. — Os quatro falaram ao mesmo tempo.
— E eu já disse que é por minha conta. — Eu peguei o cartão da minha mãe e balancei. — Cartão de crédito sem limite.
— Sem limite? — Júlia falou e sua boca se abriu em um "O"
— Sim! Agora vamos comer. — Nós fomos comer no Mc Donald's.
— Isso tá bom. — Eu falei e eles riram.
— Droga me cortei com o papel do lanche. — Milena falou e eu senti o cheiro do seu sangue. Droga! Estou a uns 3 dias sem caçar. Eu respirei fundo, o quê só piorou, pois o cheiro entrou com mais precisão em mim.
— Droga! — Eu coloquei o cartão na mesa e levantei, fui até o banheiro e respirei fundo. E sai do banheiro.
— O quê aconteceu? — Martins falou.
— Não sei, me deu a mesma dor daquela hora que cai na escada. — Um telefone tocou e o Martins atendeu.
— Ela o quê? — Ele falou em desespero. — Vou aí agora. — Falou e desligou.
— O quê aconteceu? — Eu perguntei.
— Minha tia foi atropelada, tenho que ir pra lá. — Ele respondeu.
— Eu vou junto. — Ferraz falou.
— Gente meu motorista vai estar lá em baixo, fale para ele levar vocês e depois vim para cá. — Eles assentiram e desceram. — E então querem conhecer minha cidade? — Eu falei para elas que sorriram e assentiram. Nós saímos do shopping e eu comecei a mostrar os lugares para elas.
— Vamos ali? — Milena apontou para uma viela. Eu fui com elas, não tinha nada mas a hora que viramos para sair tinham dois vampiros na frente tampando a passagem. Eu entrei na frente delas duas.
— Que tal fazermos um lanchinho antes de visitarmos nossos amigos? — Um falou.
— Acho um ótima idéia, não sabemos se Aro vai ter algo para nós. — O outro falou.
— Quem são vocês? — Milena falou.
— O quê querem? — Júlia falou.
— Nós somos... — O primeiro falou mais eu interrompi.
— Vampiros. — Eu falei e fiz um ruído.
— Vai dar uma de Júlia e falar que vampiros existem? — Milena falou.
— Mais existem! — Júlia falou.
— Tanto existem que estamos aqui. — O segundo sorriu. — quero fazer meu lanchinho logo. — Ele ia chegar perto de mim, mas eu usei minha maior artimanha, chantagem.
— Acho que meu pai vai querer te matar se tomar meu sangue. — Eu falei. Ele se afastou um pouco.
— Quê? — O primeiro falou.
— Prazer, Yasmin Mary Volturi. — Eu falei e fiz um comprimento como os das princesas de contos de fadas.
— Volturi? — O segundo falou.
— Claro que não! Você é uma humana. Aro nunca deixaria nenhum vampiro adotar ninguém. — O primeiro falou.
— Realmente, mas... — Eu sorri. — Mas sou filha de Aro e Suplicia Volturi. Eu olhei para trás Júlia e Milena estavam duas estátuas.
— O quê vocês fizeram com minhas amigas? — Eu perguntei.
— Humanas. — Um deles falou. — A não ser que sejam como você.
— Sim elas são! — Eu menti e elas voltaram ao normal.
Vocês vão ter que fingir ser híbridas de humana com vampiro, assim igual a mim.
Elas deram um sorriso duro.
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Eu Milena e Júlia estávamos no meu quarto, elas vão dormir aqui para manter as aparências.
— Vampiros existem, isso é muito louco! — Júlia falava toda feliz.
— Muito louco mesmo, é pura loucura. — Milena falou.
— VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO! — Minha mãe gritou no corredor.
— São humanas, não podemos deixá-las vivas, não com elas sabendo do nosso segredo. — Meu pai respondeu.
— Vem comigo, eu sussurrei. — Levei elas até meu closet — que por sinal é gigante — escondi elas no fundo do meu closet, atrás de um monte de roupas. — Ninguém vai fazer mal a vocês. — Eu desliguei o ar condicionado do closet para não espalhar o cheiro delas e sai de la, tranquei a porta — não que fosse adiantar, são vampiros, com um empurrão eles quebram a porta. — fiquei na frente da porta já ouvindo os passos cada vez mais próximos.
— Aro não, por favor. — A voz da minha mãe estava chorosa. Ele entrou e deu de cara comigo.
— Cadê elas? — Ele perguntou, ele estava frio, nunca vi meu pai frio.
— Não vou falar, você não vai fazer mal as minhas amigas. — Eu falei com a voz fria também.
— Yasmin saia da minha frente. — Ele olhou para mim. Eu encarei seus olhos rubis.
— Não Aro, eu não vou sair. — Eu falei. Uma fumaça preta envolveu meu... Envolveu o Aro. — Obrigado. — Eu sorri para Alec. — Mãe tira as meninas de la e arruma nossas coisa, minha e sua e de Alec se ele quiser.
— Claro que quero. — Ele falou.
— Vou fazer uma coisa, para que de para fugirmos.
— Espera! — Júlia e Milena falaram juntas. — E nós?
— Bom vocês vão terão que ir conosco, não podemos deixar vocês, Aro vai querer matá-las. — Eu falei. Júlia sorriu e Milena suspirou.
Eu sai correndo pelos corredores. Parei na frente da do Demitri e bati na porta.
— Prince... — Antes de ele terminar de falar eu arranquei sua cabeça e a queimei, enquanto queimava eu sai correndo para o quarto da Jane e bati na porta.
— Oi lindinha, o que queres aqui? — Ela falou agachando.
— Jane vamos fugir, venha conosco. — Eu falei.
— Não posso largar Alec. — Ela falou.
— Ele também vai. — Ela sorriu e entrou, em 3segundos fez as malas e corremos para o meu quarto.
— Arranque a cabeça dele e deixe aqui para depois ele se regenerar. — Eu falei. — Iremos para Veneza, não vamos parar de estudar. — Todos assentiram. — Mãe mude a memória de todos, e coloquem como se Milena fosse irmã de Alec e Jane. A Júlia é minha prima. — Ela assentiu. — Todos peguem o dinheiro que tem guardado. — Eles assentiram novamente. — Mãe vamos para a casa de Veneza, aquela que Aro não sabe da existência. — Alec arrancou a cabeça dele, Jane pegou Milena e Alec Júlia e pulamos a janela.
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Eu abri meus olhos e estava em uma cama em um quarto muito lindo. Minha casa em Veneza.
- Bom dia priminha! — Uma Júlia saltitante entrou no meu quarto.
— Parece que estas feliz por não viver mais com sua família. — Ela deu um sorriso tristonho.
— Minha mãe trabalha 24h por dia, minha irmã mora no Brasil com seu marido e meu pai, só de me lembrar das coisas que fazia comigo, bem, já me da vontade de vomitar. — Ela suspirou. — Meu mundo sempre foi ligado a vampiros, eu tinha sonhos estranhos com criaturas bebedoras de sangue, e bem, comecei a pesquisar sobre isso, achei coisas sobre demônios bebedores de sangue, vampiros. – Ela me contava entretida. – Eu sempre tive sonhos com um vampiro loiro dos olhos dourados, um guerreiro, viveu na primeira guerra mundial. – Ela pegou no cabelo dela. – Meu cabelo é dessa cor por causa de uma moça que já apareceu nos meu sonhos, ela enganou ele, mas seu cabelo tinha essa belíssima cor.
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Obvio que essa parte não faz parte do capitulo, eu tenho o dever de colocar um foto da Júlia e da Milena, mas tem um porem só tenho foto da Júlia com a Bruna, mas a Júlia é a ruiva, ok?
Júlia é a ruiva: https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/150442_561802597170899_836850917_n.jpg
Milena: https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/554087_499347760083050_874751573_n.jpg
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