Eterna paixão.
9 O beijo.
Eu me relei na cama sem nenhum sono.
De tanto não conseguir dormir eu me levantei e desci as escadas. Eu o vi sentado com uma garrafa de álcool em sua mão direita e na outra um copo cheio.
E ele falava com ambos.
– Agora ela está lá, dormindo naquela cama e tendo uma boa noite de sono, sem se importar que seu marido esteja bebendo por sua causa.
Fiquei prestando atenção.
– Deveria devolve-la ao seu pai, mais com essa minha vontade de ver o seu rosto todos os dias, de saber que ela dorme perto de mim mais ao mesmo longe do meu corpo, isso me deixa confortável e a ideia de devolve-la vai embora. Disse ele ao copo.
– Elena não daí da minha cabeça, Seu sorriso, Sua doçura, a vontade de tê-la para mim todas as noites.
Ele respirou fundo.
– Mais ela me odeia e vai me odiar ainda mais quando souber da verdade sobre o pequeno Edgar. Disse ele.
Me aproximei.
– Que verdade? Perguntei.
Ele se assustou e se levantou.
– Nada. Disse ele se dirigindo a escada.
Subiu para o seu quarto e eu fui atrás.
– Sabe que eu vou descobrir, por que já não me conta. Disse o seguindo.
Ele se virou e me olhou profundamente.
– Estava escutando o que eu dizia? Perguntou.
– Sim, Eu desci as escadas por que estava sem sono. Disse.
Ele sorriu
– Então escutou o que eu disse de você?
– Sim, e agradeço por não me devolver so por que ainda...... Me interrompeu.
– Só por que ainda não é minha mulher? Só por que ainda é virgem? Perguntou sério e frio.
Me envergonhei.
– Sim. Abaixei a cabeça.
– Elena se fosse por mim eu estaria agora amando você. Disse ele acariciando meu rosto. — Mais tem nojo de mim. Disse ele.
– Não é de você e sim do lugar que frequenta as noites.
Ele aproximou seu rosto do meu.
– Se eu prometer aqui e agora que nunca entrarei naquele bordel e nunca dormirei com mulher alguma na minha cama, você deixará as coisas que eu quero que aconteça entre a gente, aconteça? Perguntou atento.
– Sim. Disse com a respiração ofegante.
Ele me beijou. Um beijo intenso e calmo. Eu deixei ele me beijar por dois motivos o primeiro que ele é o meu marido e segundo por que eu quero. Por Deus eu quero.
Fomos interrompido por Rosa. Quem poderia ser.
Me surpreendi quando a vi de camisola no corredor no meu quarto.
Ela sorriu para ele.
– Me pediu companhia essa noite patrão. Disse ela.
Eu olhei para ele horrorizada.
– Elena eu.....
Não deixei ele terminar.
– Você nunca me terá, e ela prova isso. Disse olhando para ambos com raiva.
Entrei em meu quarto e bati a porta. Fiquei escutando o que eles diziam.
– Por que apareceu agora? Perguntou Rodolfo.
– Por que me pediu. Disse ela.
– Sim, isso faz horas. Disse ele. — E você se negou para mim por causa do cansaço e de Edgar. Disse.
– Mais mudei de ideia, e queria fazer o senhor feliz, já que fiz todas as noites naquele bordel quando estAva solteiro e nessa casa quando estAva solteiro. Disse ela.
Foi as últimas coisas que escutei até ouvir a porta do seu quarto abrir e fechar.
Depois ele me pergunta se eu me entregarei a ele se o mesmo parace com isso.
Van os ficar cados pelo resto da vida sem saber como é amar um ao outro. Pelo menos morrerei casta e pura. Mais meu marido não.
O pior que com essas conversar de se entregar para ele meu corpo quer sentir O seu calor, quer sentir a sensação de ser amada por ele em cima da minha cama a noite toda.
Fale com o autor