Eterna paixão.

10 Briga e decisão.


Arthur veio me buscarem casa para passarmos juntos na Praça. Já que não estou fazendo nada aceitei.

Estamos agora rindo do que ele disse.

— Papai parece um cachorro domodo, ele nem se quer pensa em vir ao bordel. Sorriu.

— Que Bom que ele e a mamãe estão bem. Sorri.

— Pois é. Sorriu.

Bernardo apareceu logo em seguida.

— Elena, Arthur que prazer vê-los aqui. Sorriu.

Sorri.

— Até que enfim nos encontramos novamente. Disse.

— Pois é, como vai o casamento? Perguntou.

—Vai indo. Sorri.

— Imagino, ele não deve dar valor em você. Sorriu.

— No começo sim, Mais agora estamos até passeando juntos. Sorri.

Arthur se pronunciou.

— Podem me dar licença tenho que falar com um amigo. Disse já saindo.

Não quero ficar sozinha na Praça com Bernardo, todos vão comentar.

— Vamos sentar e esperar ele voltar? Perguntou.

— Claro.

Nos sentamos em um banco. Me sentei um pouco distante.

— Rodolfo tem sorte de ter você. Disse ele.

— Obrigada. Sorri.

— Ao mesmo tempo que é linda, você também tem uma doçura no olhar um sorriso meigo que encanta todos. Disse ele me olhando carinhosamente.

Engoli a seco.

— O-obrigada. Disse me afastando um pouco mais.

Eu estava meia desconfortável com aquilo. Sei que Rodolfo não tem respeito por mim e por isso vai ao bordel, Mais eu tenho que ter.

— Acho melhor eu ir. Disse me levantando.

Ele me segurou pela mão.

— Não vá, está bom a sua companhia em uma manhã maravilhosa. Sorriu.

Suspirei. Deveria ter me casado com um homem como Bernardo.

Olhei para o lado e vi Rodolfo sair de um automóvel.

— Atrapalho? Perguntou sério.

— Não. Disse soltando minha mão da de Bernardo. Ele viu

— Que bom, então vamos acho que já passeou de mais.

Bernardo disse:

— Mais ela está com o irmão e você não manda na hora que ela pode ou não passear. Disse.

Meu coração gelou.

— Como? Perguntou Rodolfo o desafiando com o olhar.

Temos que ir.

— Vamos Rodolfo, Bernardo avise ao meu irmão que fui embora com o meu marido. Disse sorrindo. — Tchau.

Entrei dentro daquele automóvel.

— É seu? Perguntei.

— Sim, acabei de comparar e vim busca-la para passear nele mais mudei de ideia. Disse bravo.

Eu sei do por que.

Mal entramos dentro de casa, e ele já começou.

— Não quero que fique sozinha com ele. Disse ordenando.

— Bernardo? Perguntei.

— Sim, quem mais poderia ser, Eu vejo como ele te olha. Disse. — Ele te deseja pelos olhos imagina se te tivesse. Disse ele.

Me ofendi.

— Se acha que vou me deitar com homens por ai como você faz com sua Rosa pode parar de se enganar, não sou como ela. Disse indo para a escada.

— Eu já lhe avisei, se te ver com ele sozinha mais uma vez eu.....

Me virei e fui até ele o encarando.

— O que vai fazer? Me devolver? Me bater?

Ele me olhou sério.

— Te deixarei de castigo nessa casa durante semanas, e se tentar me desobedecer serão meses.

— Engraçado que você pode conversar com mulheres e eu nem se quer posso dizer oi para o Bernardo, esse mundo tem um grande preconceito com as mulheres, qual é o problema deu conversar com ele na Praça?

Ele respirou fundo e aproximou seu rosto do meu.

— O problema é que você é minha mulher.

Eu o encarei.

— Até certo ponto. Disse.

Ele se afastou.

— Va para o seu quarto Elena, já chega disso. Disse ele pegando um copo de bebido.

Não disse nada. Subi para o meu quarto e bati a porta com raiva.

— Idiota, estúpido, miserável. Disse jogando coisas. — Eu odeio ele, odeio.

********

No meio da noite eu escutei algo lá em baixo. Desci para ver o que era.

Ele estava sentado no sofá com Rosa em seu colo. Ele beijava o seu pescoço com muito desejo e ela gemia com aquilo.

Fechei meus olhos e lágrimas escorreram.

Por que ele faz isso Deus? Quer sempre me humilhar na minha casa com ela.

Saí correndo para o meu quarto chorando muito. Entrei em meu quarto e me deitei em minha cama.

Ele entrou.

— Vai embora. Toquei um travesseiro. — Vai embora. Ordenei.

— Não vou. Disse ele se aproximando de mim.

Por que não fechei aquela porta?

Ele se sentou ao meu lado.

— Não se aproxime de mim. Disse me levantando.

Ele veio até mim e me segurou.

— Não relê a mão em mim. Disse.

— Relo quantas vezes eu quiser. Disse me chacoalhando. — Me desculpe pelo que viu.

Me soltei de com muita raiva. Fui para o outro lado do meu quarto.

— Por que sempre tem que me humilhar em minha casa? Por que tem sempre que fazer isso? É para me ferir? Para me mostrar que mesmo não sendo sua esposa você pode ter uma amante? Perguntei com raiva. — Responde.

Ele respirou fundo.

— Sim, para tudo isso menos te humilhar aqui dentro.

— Não é o que parece.

— Elena eu realmente sinto muito esta bem, eu não gosto de fazer essas coisas mais também não posso parar de fazer, Não tenho você em minha cama então tenho que ter outra. Disse subitamente.

— Você é um miserável. Disse enxugando as lágrimas. — Não quero mais ela dentro da minha casa. Disse.

— O que? Perguntou ele surpreso.

— É isso mesmo, ou ela sai ou eu saio, você decide. Disse.

— Está de brincadeira não é? Perguntou.

— Não, Rodolfo só vou perguntar uma vez, ela ou eu? Perguntei cruzando os braços.

Ele me olhou com muita raiva.

— Faça as suas coisas. Disse ele.

Eu não acreditei no que ele disse.

— Escolheu ela? Perguntei quase chorando.

— Você pediu para escolher, Eu escolhi. Disse ele. — Manhã pedirei para o seu irmão vir te buscar.

Ele saiu do quarto.

RODOLFO NARRANDO.

Por que ela faz essas coisas?

Por que ela me pediu para escolher?

Eu não a quero longe de mim mais também não posso deixar Rosa ir embora. Não com Edgar, Não com o meu filho.

Maldita hora que fui engravidar Rosa, Maldita hora que meu pai deixou aquela carta dizendo que eu tinha que me casar com Elena.

MALDITA HORA.

Agora tive que escolher a partida da minha esposa com muita raiva e dor.

Entrei em meu quarto e joguei a primeira coisa que vi pela frente.

Rosa entrou em meu quarto já tirando sua roupa.

— Posso tirar seu Express meu amor. Disse ela.

Rosa me ama, dez do primeiro dia que a tive no bordel ela nutriu um amor por mim incondicional.

O que eu também não posso contar para Elena. Ela odiaria mais Rosa se souber de toda a verdade.

Me aproximei dela e a vesti.

— Vai embora do meu quarto. Ordenei.

— Está assim só por causa dela, Rodolfo ela nem te ama, nem se deitou com você, Agora eu, Eu sim. Disse ela. — Eu te amo e se pedir me entrego a você todas as noites.

Abri a porta; peguei seu braço e a coloquei para fora.

— Eu disse vai embora do meu quarto.

Fechei a porta e me deitei na cama.

Com raiva de mim mesmo.

Ela vai embora e eu quem mandou. Ela vai para a casa dos pais dela e corre o risco de ser jogada na rua. Não posso deixar que isso aconteça.

Por conversar com o pai dela e replicar as coisas. Posso pedir para ele deixar Elena passar uns dias lá, Por a mesma estar sentindo falta da mãe.

Nao estou devolvendo Elena; só quero tentar reaolver as coisas. Mais só de imaginar ela longe de mim, e com aquele Bernardo a cobiçando me dá uma raiva.

Me dá um nervoso.
Me dá um ciúmes que não consegui controlar, igual de hoje cedo quando à vi com ele.

E o pior, Ele teve a ousadia de segurar a mão dela. A minha mão por direito.

Desgraçado. Odeio aquele garoto. Quem pensa que é para olhar para a minha Elena com cobiça e desejo.

Notas finais
Espero que goste. Esse capítulo não foi revisado. E pode ter erros como os outros capítulo. Me desculpe é que eu escrevo pelo celular. Beijosssss