Eterna paixão.

3 Último dia de solteira e provando o vestido.


Droga de vestido branco. Tinha que ficar largo na primeira provada. Agora tenho que vir aqui na costurei provar de novo esse vestido.

Minha mãe disse para trocar o meu guarda roupa inteiro já que amanhã vou ser uma mulher casada com um homem influente e muito rico.

Maravilha.

Não tenho nenhum problema com as minhas roupas. Foi a mesma coisa que disse a minha mãe a pouco.

– Eu sei que não tem problema com suas roupas. Disse ela encantada com um vestido rosado. — Mais tem que se vestir como uma mulher casada.

– Mamãe. Fui até ela deixando a costureira sozinha. — Rodolfo não reclamou das minhas roupas. Disse. — Não deveria se preocupar também.

Ela sorriu

– Quando eu me casei com o seu pai, Minha mãe fez a mesma coisa e eu odiei igual a você. Ela se sentou cansada. Suspirou colocando a mão em seu coração.

– O que foi? Perguntei me sentando ao seu lado.

– Acho que Não vou viver por muito tempo, não o suficiente para ver meus netinhos. Disse ela se abanando com um leque vermelho.

Netinhos está louca. Nunca vou ter filhos com aquele homem e até por que não vou deixar ele relar a mão em mim na noite de núpcias.

Vou ficar intaquita até morrer ele que vá ao bordel como sempre foi.

– Achei que estivesse passando mal. Disse preocupada.

– É só o calor dessa cidade. Sorriu. — É o nervosismo do seu casamento amanhã.

Me levantei

– Se eu não estou preocupada com o meu casamento a senhora não deveria também. Disse voltando para as mãos da costureira.

– Mais deveria. Disse mamãe brava. — Qualquer mãe deseja ver sua filha casando com um homem como aquele, as jovens dessa cidade como você estão com inveja, só de saber que você por estar casando com Rodolfo Sanches.

Retirei meus olhos.

Meus vestido ficou pronto depois de uma hora. Estou cansada.

Saindo da loja eu achava que íamos para a caroagem mais ele infelizmente apareceu.

As pessoas ficaram nos olhando.

– Sr. Rodolfo. Disse minha mae educada.

Não quero vê-lo agora. Vamos mamãe.

– Oi minha futura sogra e..... Ele me olhou e viu todas aquelas sacolas. — Nossa vai renovar seu guarda roupa futura esposa? Sorriu ele.

– Mamãe me obrigou. Sorri. — Como vai o Sr?

– Estou bem, acabei de provar meu terno e agora vou conversar com os meus amigos no bar do Manoel. Sorriu.

– Interesante. Sorri falsamente.

Não suporto ele.

– É vocês? Perguntou ele.

Respondi no lugar da minha mãe só para provoca-lo.

– Uma pessoa que pré preze vai para casa. Sorri. — E olha que tenho casa de amigas para ir. Sorri falsamente.

– É lá mesmo que eu tinha o compromisso. Me provocou.

– E depois pedem fidelidade as mulheres. Disse saindo com muita raiva.

Eu não vi por onde andava e me esbarrei em um homem.

– Srta. Elena?

Eu conhecia aquele rosto de algum lugar.

– Bernardo? A quanto tempo?

Sorrimos.

– Pois é acabei de chegar de viagem. Sorriu.

– Estava em Paris não é?

– Sim, terminei meus estudos. Sorriu.

– Criou jeito? Perguntei brincando.

– Sim, só não posso entrar em bordéis. Brincou.

– Então passa longe do bordel da Luzia. Sorri.

– Mais onde ia? Perguntou.

Mais a voz da minha mae respondeu.

– Para a caroagem. Disse ela. — Quem é você? Perguntou.

– Sou Bernardo um colega da sua filha de escola. Sorriu.

– É mamãe, ele estudou comigo na mesma escola, ele era amigo do Arthur também. Sorri.

– Arthur está aqui? Perguntou ele.

– Sim. Disse.

– Preciso vê-lo. Sorriu.

– Digo a ele que você voltou, mora na. Mesma casa?

A saca dele é grande e linda. Não é o Meo rico igual meu futuro marido mais da para uma mulher viver bem.

– Sim, Minha mãe me mataria se eu morasse em pensão.

Rimos.

Minha mãe estava desconfortavel.

– Vou indo Bernardo. Disse.

Ele beijou minha mão educadamente.

– Até mais Srta. Elena. Sorriu.

– Até. Sorri.

Subimos na caroagem e fomos para a fazendo.

– Não pode conversar com rapazes solteiros. Disse minha mae.

– Mãe só foi uma conversa. Disse.

– Você está noiva e vai se casar, tem que ter respeito com o seu marido.

– Mais meu futuro marido não tem por mim. Disse.

– Se comporte por favor. Pediu ela.

– Está bem, mais só foi uma conversa.

Eu guardei todos os meus vestidos novos e não joguei nenhum dos meus fora. Estavam bons e dava para usá-los.

*******

Coloquei um vestido Branco cheio de babados e desci as escadas.

Ele já estava lá embaixo mais ficou sério ao me ver.

– Sr. Rodolfo.

– Srta. Elena. Não beijou minha mão.

Mau educado.

Nos sentamos e o jantar foi servido. Rodolfo me encarava toda hora.

– Então filha, Rodolfo me disse que se encontraram na Praça hoje.

– Sim, mais foi quando sai da costureira. Sorri ao meu pai.

– Pois é. Disse Rodolfo com uma cara de provocador. — Ela ficou brava que eu tinha num compromisso no bordel e saiu sem dizer adeus. Disse.

– Fez isso? Perguntou meu pai bravo.

Olhei para Rodolfo que estava provocando com o olhar. Que raiva desse idiota.

– Eu... Me desculpe. Disse baixo.

– Desculpe minha filha. Disse meu pai.

– Não tem problema até por que ela encontrou um amigo e logo sorriu. Disse ele.

Vou matar esse idiota

– Quem era? Papai perguntou.

– Bernardo o amigo no Arthur.

Arthur me olhou.

– Ele voltou, sem vergonha achei que ia ficar em Paris com aquela mulheres lindas.

Minha mãe o repreendeu com o olhar.

Meu pai me olhou.

– Bernardo é um amigo do meu filho, um ótimo rapaz. Disse a Rodolfo. Mais depois me olhou. — Mais não deve falar com rapazes solteiro sozinha, ainda mais agora que está noiva e se casara amanhã. Disse ele bravo.

– Sim, papai.

O jantar inteiro fiquei triste e quieta. Não podia adivinha que Rodolfo diria aquilo para o meu pai.

Sentamos na sala e todos conversaram menos eu. A conversa era sobre netos, Minha mãe e suas conversas legais.

– Depende da sua filha. Disse Rodolfo me olhando.

– De mim? Perguntei.

– Sim. Disse ele. — Você quem escolhe se teremos filhos.

Respirei fundo.

" Não me deitarei com você, nunca". Pensei.

– Não podemos saber, pode vir a hora que Deus quiser. Disse.

Vamos mudar essa conversa vergonhosa para uma donzela?

Meu pai sorriu ao ver minha vergonha.

– Acho que devemos mudar o rumo dessa conversa, Minha filha está envergonhada. Disse ele. — Mais eu esperto ter um neto. Sorriu ele para mim.

– Sim papai.

Nunca verá a face do seu neto pai, Não terei. Vão falar com que não sou fértil e coisa e tal, mais não estou ligando.

Não vou me deitar com ele.

– Mais uma netinha também é bem vinda. Disse minha mae.

– Mamãe. Disse a repreendendo. — Vamos mudar o rumo dessa conversa.

– A filha, é legal falar sobre essas coisas, Não fique envergonha ainda temos que conversar sobre isso mais em particular. Sorriu.

Agora... estou vermelha.

Rodoldo me olhava sorrindo.

– Deve ser mesmo vergonhoso para você. Disse ele.

Foi compreensivo comigo. Bom começo.

– Pois é, ainda mais para uma donzela que não sabe nada sobre isso. Meu pai riu de mim.

Eu não gostei.

Saí dali correndo e fui para o meu quarto.

Eu achava que minha mãe viesse falar comigo.

– O que quer Rodolfo? Perguntei

– Vim pedir desculpas pela conversa. Sorriu.

Me sentei na cama.

– Quer entrar? P erguntei.

– entrar no quarto de uma donzela? Perguntou ele. — Não, quero ficar vivo até o casamento.

Rimos.

– A porta ficará aberta. Disse.

– Tá legal. Disse ele.

Se sentiu em minha frente.

– Me desculpa? Perguntou.

– Por mais que eu já tenha passado a vergonha, te desculpo sim. Sorri.

Ele ficou me olhando. Sua mão alcançou meu rosto e ele começou a acariciar.

Sua mão macia de quem nunca pegou no pesado na vida assim como eu.

– Ainda continua macia. Disse ele.

– O que? Perguntei distraída com sua mão.

– Sua pele, ainda continua macia. Disse ele. — Intocada e pura. Disse se aproximando de mim.

Ficamos nos olhando e nos admirando.

– Sua mão também é macia. Disse a ele.

– Não como a sua. Ele respirou fundo. — Seu corpo inteiro é macio, A espera de ser tocada.

Ele aproximou mais e mais. Eu deixava. Se meu pai nos pegar nesse clima.

Até que senti seus lábios sobre os meus.

Nós Nós beijamos profundamente.

Mais eu pensei no meu pai nos pegando.

– Me desculpe. Disse me levantando.

– Eu tenho que me desculpar. Disse ele.

– Se o meu pai pegar ele....

Meu pai surgiu na porta.

– Conversaram? Perguntou.

– Sim. Disse disfarçando. — Ele me pediu desculpa e eu aceitei por mais que tenha cido tarde. Sorri.

Meu pai sorriu.

– Acho que o Sr. Rodolfo tem que ir embora, Minha filha tem que dormir e vocês se verão mais depois de amanhã na mesma casa onde irão morar juntos.

Rodolfo sorriu para mim.

– Ate amanhã Srta. Elena. Beijou minha mão.

– Ate amanhã Sr. Rodolfo. Sorri.

Ele saiu do quarto e eu me deitei em minha cama.

Minha mãe logo veio.

– Como foi a conversar? Perguntou ela.

– Ele me pediu desculpas e eu aceitei e depois ele... Nós....

Ela sorriu.

– Se beijaram? Perguntou já sabendo a resposta.

– Sim. Disse lembrando. — Nem acredito que meu marido será o única homem a quem vou beijar. Disse.

– Quer beijar outros? Perguntou minha mae preocupada.

– Não. Me sentei. — Acho que vou dormir amanhã o dia vai ser cheio.

Ela respirou fundo.

– Temos que conversar sobre essa história de filhos.

Meu Deus.

– Eu já sei como funciona mae, quero dizer na teoria. Sorri. — senhora já me disse. Sorri.

– Tinha me esquecido.

Ela me beijou. Me esperou trocar de roupa e me cobriu.

– Sentirei sua falta nessa casa, assim como seu irmão e seu pai, mais Rodolfo irá cuidar bem de você. Sorriu triste.

– Eu virei vê-los. Disse sorrindo.

Ela fechou a porta.

O gosto do seu beijo ainda está na minha boca. Mais isso nao Quer dizer que eu gosto dele e nem que mude de ideia sobre me deitar com ele.

Mais o gosto é bom.

Notas finais
Espero que gostem. No próximo capítulo terá muita emoção.