Estrelas cadentes
3 Capítulo 2 - Último dia
Notas iniciais

Lily tirou três cópias da fotografia, uma para cada um de nós.
Quando saímos do Blackscoffee, Jack foi comigo até minha casa, precisávamos conversar... mais. Lily disse que também iria, só que ela logo percebeu do que se tratava. Me deu um último abraço e foi embora.
Peguei minha bicicleta e pedalei o mais devagar possível, Jack foi me acompanhou à pé.
“Porquê essa mudança tão rápida e repentina?”, ele perguntou olhando para o chão. Ele parecia mais sem jeito do que nunca.
“Não foi uma escolha que eu fiz, Jack. Não, melhor... não é uma questão de escolha. Essa questão não se responde com sim ou não... porque é uma questão de única resposta”
Ele acena a cabeça positivamente.
Comecei a observar a rua que estávamos andando. Tinha árvores no jardim de todos os moradores. Eu amava aquela cidade. Eu amava aquelas ruas tão bem planejadas, o modo que os jardins eram bem cuidados, a rua sempre com poucos carros passando, o céu tinha um azul mais intenso ( como se ele estivesse vivo lá em cima, apenas nos observando, com nossas vidas pacatas vivendo para morrer), as macieiras davam maças com um vermelho intenso como as da Branca de Neve.
Mas, o quê me deixava triste não eram nunca mais ver as ruas nem as macieiras da minha cidade, e sim deixar os meus amigos para trás. Eles sempre...
“Sei o quê está pensando”, Jack interrompe os meus pensamentos e enquanto falava ele sorria, só que não era um sorriso de felicidade: era de constrangimento, “Que você é a culpada, que está preocupada comigo e com a Lily. Não quero que fique com esse sentimento de culpa, ok?”
“ok”, falo baixo.
De repente ele aperta o freio da bicicleta me obrigando a parar.
“Estou falando sério. Eu preferia não ter entrado na sua vida se era pra te deixar depois com esse sentimento em você”, balancei a cabeça de modo afirmativo.
E eu o beijei.
Conheci Jack pelo fato dele ser primo de Lily. Como já disse, nos tornamos amigos. Mas eu comecei a sentir algo pelo Jack quando eu tinha quatorze anos. Ele já tinha dezesseis na época. Sempre rodeado de muitos amigos e... amiguinhas demais. As meninas da escola eram loucas por ele, porém ele nunca deu muita bola, porque ele seguia uma rotina rigorosa de estudos (nunca entendi isso muito bem). Nunca tive esperanças com o Jack, apesar dele ser meu amigo. Mas também eu só o via como um amigo... Até aquele dia...
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Era verão, e estávamos de férias na época. O Sr. e Sra. Mason (os pais da Lily) convidaram-me para ir junto. Nossa foi um paraíso... Não é todo dia que conseguimos viajar para Fernando de Noronha com a amiga né? Eu tinha quatorze anos na época então foi uma confusão para os meus pais deixarem eu ir. Tive que implorar e fazer mil e uma promessas para eles permitissem. Tive que ligar pra eles quatro vezes por dia todos os cinco dias que passei em Fernando de Noronha. Sem mencionar o meu pai que ficou ligando de hora em hora para o Sr. Mason, eu já estava morrendo de vergonha.
Meus pais foram me deixar no aeroporto e me deram uma lista de locais (como o hotel ou posto de segurança mais próximo) e números telefônicos de emergência. Fiquei completamente envergonhada quando Lily me contou que o Jack o sobrinho querido dos Mason iria junto descobrir que os Mason ia levar o sobrinho querido deles... Jack.
Fiquei na poltrona ao lado da janela, gosto de olhar o modo que as nuvens se movimentam quando passamos por elas. Jack ficou na poltrona do meio, e a Lily na da ponta. Porque não fiquei ao lado de Lily para passarmos a viagem toda conversando? Pelo fato de eu amar andar de avião na janela e... porque Lily só pode ir na poltrona da ponta que fica vizinha ao corredor. E porque? Lily tem labirintite. E por causa disso a viagem de ida foi meio que dramática, pelo fato de Lily ter enchido três sacos de vômito.
Bem... como já mencione, Lily tem labirintite, ou seja, ela começou a ficar tonta e enjoada. O seu ouvido começou a doer muito. Após ela colocar todo o seu lanche para fora , o Sr. Mason deu um remedinho para ela dormir o resto da viagem.
Comecei a ficar meio nervosa por estar sozinha na companhia de Jack e os pais da Lily estarem um pouco longe da nossa fileira. Ele puxava assunto sobre qualquer coisa, e eu respondia objetivamente tentando evitar o diálogo. Percebi que ele as vezes me observava e tentava ser discreto. Acho que ele ficou meio que constrangido e pediu licença para ir no banheiro.
Não conseguir deixar de olhar ele caminhando em direção ao toalete. Ele nessa época tinha dezesseis anos, e quando ele levantou percebi que umas meninas olharam e falavam entre si em meio a risadinhas. Fiquei com uma pontada de ciúmes. E me odiei por fazer o garoto fazer papel de otário. Foi nessa época que ele começou a pega corpo. O que me deixava surpresa e que quando a Lily estava junto comigo eu não tinha essa timidez que eu tinha quando estávamos a sós.
Enquanto observava o movimento das nuvens coloquei meus fones e assistir um clipe de uma banda famosa na época (que não lembro qual é). Percebi que ele estava voltando. Tirei imediatamente os fones. Porque seria muita falta de educação da minha parte escutar fone enquanto o menino fica imprensado entre mim e Lily em uma poltrona estreita de avião.
“Então, o que tem feito nas férias?”, ele fala em meio a um sorriso. Como eu poderia alcançar um cara daquele. Tipo, eu era uma pivete. Qual garoto de dezesseis iria se interessar por uma menininha de quatorze? Nenhum! Muito menos um cara como o Jack, simpático, lindo e educado.
“O mesmo de sempre, sabe”, eu falei fingindo ter pouco interesses.
“E qual é o seu mesmo de sempre?” , ele diz em um tom brincalhão.
“Sei lá tipo...”, parei pra pensar em algo que não soasse muito idiota, “Lendo, dormindo muito, comendo muito, patinando e de vez em quando indo para a biblioteca municipal”, falei entre risos. Esses risos era pra aliviar o meu nervosismo.
“Gosta de ir para a biblioteca?”, Jack até parecer meio surpreso quando ouviu falar a palavra Biblioteca Municipal.
“ Adoro! As vezes pego uns três livros que vou pra lá. Mas particularmente prefiro compra-los”
“Porque?”, ele pergunta em um tom nada simpático.
“As pessoas não cuidam muito bem dos livros. Escrevem sua opinião nas folhas e amassam, rasgam, escrevem em suas partes favoritas... como se o livro fossem delas e elas fossem as únicas que iriam ler.
“Entendi”, ele diz em um tom sarcástico que eu não gostei nada.
Corei quando ele sorriu, virei meu rosto imediatamente para a direção oposta à dele. Ouvi ele dar uma risadinha, fiquei chateada. Era óbvio que ele estava tirando saro da minha cara.
As vezes se deve deixar a falta de educação dominar. Peguei o meu celular e coloquei os fones, o mais alto que o celular permitia. Não ousei olhar para o lado nem sequer um segundo.
Mas valeu a pena não trocar nem uma palavra se quer com ele... porque tive tempo para reparar um pouquinho da beleza de FN. Fiquei encantada com as águas azuis. Parecia que tinha despejados mil quilos de corante azul no mar. O verde que cobria os picos eram tão estonteantes que comecei a ficar um pouco agitada na poltrona. Mal podia esperar pra sair do avião e cair direto naquele mar. Os pais da Lily estavam até cogitando fazermos aulas para nadar com os golfinhos!
Passamos exatamente uma hora e quarenta e cinco minutos para chegar em Fernando de Noronha, devido a turbulência chegamos apenas vinte minutos depois do previsto.
O Sr. Mason tentou acordar Lily, que reclamou em um tom sonolento. Foi preciso leva-la nos braços e dar um café forte no aeroporto para lhe acordar. O que dizer do aeroporto? Nada! Considero os aeroportos todos iguais lugares tristes! Mas depende da ocasião claro, se tipo você estiver embarcando para um paraíso com FN aí é um momento de alegria absoluta, mas se você estiver indo embora... aí é outra situação...
Após pegarmos todas as malas pegamos um táxi e fomos direto para o Resort. Lily não parava de reclamar que a sua cabeça estava doendo. Mas nem prestei atenção, porque eu estava no paraíso e só o que me importava era notar cada detalhe. Nenhum podia passar despercebido!
Quando o táxi parou em frente ao Resort íamos ficar, fiquei de boca aberta. Era um completo sonho! Eu nunca iria nem imaginar que iriamos ficar em um hotel cinco estrelas, muito menos sendo o... OCEAN PALACE BEACH RESORT & BUNGALOWS!
Eu até sabia que os Mason eram ricos, mas pagar cinco dias no OCEAN PALACE? Isso sim era estar transpirando dinheiro!
Pra tudo que era canto tinha piscina. Fiquei louca sem saber por onde começar e também com medo de me perder. Peguei um panfleto que tinha o mapa dos hotéis (hotéis eu digo porque não é apenas um prédio e sim dois!
E a melhor parte... ERA DE FRENTE AO MAR! No panfleto dizia que em menos de quinze minutos a pé você chega as águas mais calmas de Ponta Negra.
Bem o panfleto dizia que o resort possuía cinco restaurantes. Ok. Mas isso não importava eu queria era me tacar nas piscinas!
Tudo bem, se concentrar para ver as atividades. No piso de baixo tinha Cinco restaurantes (um buffet e quatro à la carte), academia (nem a pau eu ia pra academia tendo todo um resort desses para aproveitar!), e as piscinas calmas. Sob o deck da piscina encontra-se o SPA, o bar de praia e o restaurante japonês. À esquerda do prédio tem as quadras esportivas e o parquinho. Entre os dois prédios fica o parque aquático mais novo, e no canto direito, a ala de bangalôs. Ao todo ele tem dois complexos de piscinas (um calmo e outro com música e bar molhado). Tinha piscina de tudo que era formato. Piscina de correnteza, piscina de hidromassagem, piscina com cachoeira. Que Paraíso! Continuando... Na área de ginástica tem uma jacuzzi e área para pilates. A sala de massagens tinha uma linda vista para o mar e ficava debaixo do deck das piscinas calmas.
Era tanta coisa! Como aproveitar ao máximo um resort cinco estrelas e ainda aproveitar uma ilha maravilhosa? Em CINCO DIAS?
Enquanto o Sr. Mason confirmava nossa estagia no resort, fiquei apenas admirando a vista das piscinas.
“Você está tão calada”, Lily diz olhando intrigada pra mim.
“Só estava pensando por onde começar. Já viu esse panfleto? Aqui é gigante! Não vamos conseguir aproveitar por completo o resort nem a ilha” , falei chateada.
Dei o panfleto para ela examinar.
“Realmente aqui é enorme! Massagem? piscina com correnteza? SPA?”, ela parecia admirada, “Não esperava que esse Palace fosse tão grande assim. Olha só: Papai vai daqui a pouco sair para alugar um carro, então vamos subir colocar nossas roupas de banho e tipum nas piscinas ok?”
Concordei com ela. Logo após a confirmação da nossa hospedagem, subimos para nossos quartos. Entramos nas nossas acomodações. Parecia uma casa, me senti em casa... Só que muito melhor! Dentro da nossa acomodação tinha dois quartos (um pra mim e Lily e o outro quarto para o Sr. e Sra. Mason e Jack), em cada quarto tinha uma Tv LCD de 42 polegadas. Tinha vista panorâmica para o mar, nos banheiros (tinha dois banheiros) tinha banheira de hidromassagem, ar-condicionado (óbvio) e na sala de estar tinha uma mesa de refeições e três sofás. Era um completo luxo. Nunca tinha visto nada parecido.
Após uns cinco minutos explorando o que tinha na nossas acomodações, eu e Lily corremos para nosso quarto para nos trocar. Abri a mala e corri para o banheiro para trocar de roupa, enquanto Lily procurava o seu biquíni.
Eu tinha trazido seis biquínis (caso algum ficasse sujo, sou uma pessoa precavida), escolhi o rosinha com detalhes dourados para começar com sorte o dia. Já eram dez horas da manhã e eu não dava afim de jogar nem sequer um segundo fora.
Após vestir o biquíni fiquei esperando na sala de estar enquanto Lily se trocava.
Percebi que tudo era colocado de um modo harmonioso em todos os lugares. As cores combinavam entre si dando um leveza no local.
“Já vão pra piscina?”, Jack fala em meio a um sorriso e uma risadinha, “Você é rápida”.
“Você também vai para as piscinas?”, pergunto com um fio de esperança.
“Agora não. Vou primeiro aproveitar o mar ver se tenho sorte com as ondas. Piscina tem em todo lugar, mas esse mar é único”, fiquei com vergonha. Ele tinha razão...
“Você surfa?”, perguntei.
“Fiz umas aulas, e peguei o jeito. Mas também não sou um exemplo a se seguir”, me perguntei porque ele disse isso: Não sou um exemplo a se seguir, isso ficou na minha cabeça.
Após dizer isso, ele foi para o quarto.
“Bora?”, Lily sai do quarto correndo. Levanto do sofá e caminho em direção a porta, “Mãe, pai! Eu e a Amelia vamos descer viu?”, Lily grita, ela tem a voz tão fina que com esse gritinho doeu o meu tímpano.
A Sr. Mason diz que ok, e eu e Lily saímos correndo.
Quando chegamos em no andar de baixo decidimos por onde começar. O que fizemos a seguir é inútil contar: nadamos, comemos, conversamos enquanto mergulhávamos etc.
Quando estávamos sentadas tomando um bronzeado (tecnicamente só a Lily estava pegando um bronzeado já que eu tinha passado uma crosta de protetor solar fator 45) e bebendo coquetéis de fruta, vi o Jack passando em direção ao mar. Como ele estava gato com aquele calção de banho preto... O cabelo dele estava molhado, dando aquele ar angelical. Ele carregava uma prancha de surf do hotel. Nunca eu havia o visto sem blusa, então o ter visto daquele jeito me deixou mais envergonhada do que nunca. Nossa como eu sou estupida, não é nada demais. É só um garoto que é gatinho, unicamente isso. Para Amelia! Para de pensar no coitado do garoto dessa maneira. Ele é legal com você, seja legal pra ele também. Isso não é um favor, é um dever. Forcei-me a acreditar no que aquela voz me dizia.
Logo tirei o Jack da minha cabeça. Eu estava ali para curtir minhas férias e não ficar me sentindo culpa por ser mal educada com o menino.
Passamos o resto da manhã e a tarde inteira pulando de piscina em piscina, e claro comendo muitos doces. Quando eram dezoito horas voltamos para os nossas acomodações. O Sr. Mason já tinha alugado o carro, então o passeio do dia seguinte já estava garantido. O Sr. Mason já tinha ido diversas vezes até FN, então ele conhecia a ilha como a palma da sua mão.
Quando entramos nos nossos aposentos percebi que o Jack ainda não tinha voltado da praia, fui na varanda e tentei acha-lo no mar ou na areia, mas não tinha nenhum sinal dele. Dei de ombros e fui para o quarto. Isso não era da minha conta. O melhor que eu fazia era tomar um banho para logo após jantar.
Lily tomou banho primeiro. Aguardei ela sair do banheiro assistindo Tv. Agradeci aos céus pela Tv ter acesso ao Netflix! Só deu tempo de assistir dois episódios de friends. Me senti em casa quando assistir. Lembrei que tinha esquecido de ligar para os meus pais. Eles certamente já devem estar pirando passei seis horas sem dar notícias!
Liguei para o papai. Disse que estava tudo bem, mencionei mais uma vez para eles que o hotel era incrível e dei ênfase na parte da segurança (meu pai tinha medo de eu ser sequestrada). Meu pai brigou porque passei muito tempo sem dar notícia, disse para sempre andar perto dos Mason e para ter cuidado na praia e nunca ir a lugar nenhum sozinha. Lily já tinha saído do banho quando meu pai estava no meio da explicação de queimaduras de águas vivas. Avisei que tinha que ir, e meu pai disse que antes de dormir eu liga-se pra ele.
Corri para o banheiro, e fui o mais rápida possível. Mas é um pouco difícil com tanto cloro nos cabelos...
Vesti um vestidinho rodado cor de rosa baby. Eu e Lily combinamos com os pais dela de nos encontrar na sala de espera do restaurante francês. Quando chegamos na recepção do resort, chamei a Lily para a parte das piscinas para vermos como elas ficavam à noite. Mas isso era apenas uma justificativa para procurar o Jack. Não que eu me importasse, eu só queria saber o motivo de tanta demora. Percebi que ele não estava no parque aquático e desistir de procurar.
Voltamos para a recepção e levamos uma bronca por não ter esperado na recepção como havíamos combinado. Caminhamos em busca do restaurante, e eu já sabia que seria uma fila enorme para conseguirmos uma mesa, já que o resort estava lotado.
Até quê...
“Tio!”, escutamos a voz de Jack gritando no meio do hotel. Ele correu em nossa direção. Ainda estava com o calção de banho que estava mais cedo. “Foi mal Tio. Acabei perdendo a noção do tempo com a galera lá da praia. Vou subir e tomar um banho e encontro vocês. Vão para qual restaurante?”
“Tudo bem meu filho. Vamos para o Restaurante francês. Tome a chave do quarto”, o Sr. Mason entrega um molho de chaves douradas ao Jack.
“Valeu Tio. Te encontro lá.”, ele sai correndo com um sorriso de orelha à orelha.
Ele nem sequer olhou pra mim... Fiquei com ódio dele naquele momento.
Como eu podia não sentir nada por ele e mesmo assim me importar com o que ele faz com a vida dele? Porque eu ficava incomodada quando ele não me notava?
Eu odiava ele não me notar.
Odiava ser invisível para Jack Mason.
Abri meus olhos enquanto nos beijávamos e vi aqueles olhinhos fechados. E senti o meu coração se partir. Porque eu não suportava deixa-lo assim.
Eu o amava. E deixa-lo daquele jeito estava me matando.
Ele se afastou do beijo para mim observar. Ele começou a rir
“O quê foi seu bobo? Qual é a graça?”, falei rindo da reação dele.
“ Nenhum. Só estou feliz.”
“Feliz? Eu estou aponto de me mudar de cidade e você está feliz?”
“Não estou feliz por você estar indo embora”, ele diz em um tom ofendido, “Estou feliz por eu ter tido coragem de te conhecer. De eu ter tido a honra de ser agora o seu namorado”. Ele faz uma reverencia e se ajoelha.
Incrível como ele nunca parava de me surpreender. Igual aquele dia que eu jamais esquecerei...
Continua...
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