Notas iniciais
c:

Ela estava cansada de escrever sobre si mesma, só queria que os outros a compreendessem, mas isso parecia impossível agora. Taína estava sentada no chão, olhando para as folhas em branco em suas mãos, a caneta jogada de canto, a cabeça longe, com as lágrimas que corriam livremente por seu rosto de forma descuidada, manchando sua camisa branca e deixando os seus rastros em seu coração.

A garota secava seu rosto com as costas das mãos, mas nada adiantava, lagrimas continuavam a cair teimosamente enquanto ela nem mesmo sabia o motivo. Mas ela precisava daquilo, precisava se livrar deste peso que a cercava, precisava ser ela mesma novamente — se é que um dia já foi—, então ela chorava, chorava para se libertar. Mas essa liberdade nunca chegou a se concretizar.

Tai não sabia o que se passava em sua mente, quem dirá em seu coração, só sabia que tudo doía e em seu peito um agonia crescente surgia. Ela já não sabia o que era viver bem, sua estrela se apagara e a sua alma a deixara. Ela agora só existia. Vivendo uma vida triste, sem vida, era assim que a estrela da manhã seguia.

Notas finais
Então...?
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