Notas iniciais
Olá, Lembrando que algumas coisas serão alteradas para se encaixar no enredo da fic. Boa leitura!!!

Kimera me olhou e com um gesto mandou que me aproximasse.

O vampiro me avaliou.

— Você cresceu jovem Marcella.

— Somente Mar por favor — disse com um sorriso.

Marcus Volturi era tão belo quanto qualquer vampiro, mas a dor dele era tão profunda que apagava os traços de sua beleza na maior parte do tempo.

É era por isso que ficava feliz em poder ajuda- lo.

— Mar nosso amigo necessita de um novo feitiço. Seja rápida.

— Sim senhora.

Me retirei da presença do vampiro e de Kimera.

Meus irmãos me avaliaram, enquanto faziam sala para os gêmeos vampiros. Eu me limitei a sorrir e segui meu caminho para o quarto.

É mesmo não me apresentei, meu nome e Marcella Melin, mas todos me chamam de Mar.

Tenho 17 anos e sou uma bruxa, Kimera insiste em dizer que sou uma das mais poderosas dos últimos séculos, mas não ligo para isso.

Moro atualmente em Portugal com meus 2 irmãos. Todos somos adotados por Kimera, que é uma entidade vampiresca.

O feitiço pedido por Marcus era chamado Sonho Profundo, era algo bem complicado de se fazer para um vampiro, já que permitiria não só que ele dormisse, mas também que sonhasse com algo desejado.

Cada feitiço durava de acordo com seu uso, o ultimo que há vi feito para ele tinha um ano.

O problema do sonho profundo, para seres como Marcus era o risco de vício. Mas o Volturi apesar da dor, era sábio como ninguém.

Eu colocava o feitiço em anéis, quando ele fosse utilizar era só colocar, mas tinha que haver alguém de confiança para tira-lo.

Depois de minutos voltei a sala com o anel enfeitiçado e o entreguei o vampiro.

— Obrigado criança.

Sorri fazendo reverência e me retirei, deixando os dois velhinhos conversando.

Marcus era o único entre os três reis que sempre sabia nossa localização, já que Kimera confiava no vampiro.

O que não podemos dizer de Aro, que mais parecia uma criança mimada do que um rei.

Dias depois….

— Forks? — Meliodas disse fazendo Kimera o encarar.

— Sim.

Meliodas era um dos últimos Lycans, já que a guerra com os vampiros havia quase destruído a sua espécie.

O motivo de uma vampira abrigar um monstro de quatro patas, devorador de seres, em casa e tratar como filho? Ninguém sabe.

Mas Kimera amava Meliodas e quase ninguém sabia de sua condição, desde que éramos muito jovens me encarrego de trancar a fera dentro dele.

— Desculpe amor da minha vida, mas porque Forks? — Meliodas voltou a dizer ainda curioso.

— Quero me aproximar da híbrida Cullen.

— Aquela que nasceu a alguns anos? -Kalin perguntou.

Kimera assentiu com um sorriso assustador, a velha vampira era curiosa...acho que por isso era a sanguessuga mais velha do mundo.

Kalin meu outro irmão, um vampiro jovem e tão calmo que dava até sono olhou para Kimera.

— Eu tenho a impressão que vai sobrar para mim.

— Com certeza vai Kaka, quem mais pode impedir do bando Cullen de nos detectar na sua cidadezinha chuvosa? Agora vão fazer as malas, quero ver a nova hibrida que nasceu. – Kimera disse empolgada.

***

— Isso é sério? — Dissemos os três ao mesmo tempo olhando a casa onde passaríamos os próximos meses.

A casa era não só minúscula e malditamente colorida, mas era bem ao lado da casa do xerife, que por acaso era avô da garota de nome difícil.

Kimera sorriu como uma criança e pulando abriu a porta.

— Bem-vindos meus bebes a sua nova casa.

— Santo Alucard. – Eu e meus irmãos dissemos em uníssono.

Chovia, chovia e chovia, mais nada em longas dez horas desde a nossa chegada.

Bufei olhando a floresta pela janela. Sério, já havia viajado para todo canto, até para o Alasca...mas ali era tanto...

— Tédio.

Assim que disse isso a campainha tocou. Desci as escadas e como a única em casa abri a porta.

Charlie Swan, pai da vampira e avô da híbrida estava lá em sua roupa apertada de oficial. Havíamos investigado o que deu sobre a família, antes de mudarmos.

— Boa noite. – Disse sorrindo, ele parecia uma boa pessoa. – Quer entrar?

— Boa noite senhorita, não obrigado. É só que sou o xerife e seu vizinho, vim dar as boas-vindas. — Disse meio tímido. — É só você na casa?

— Ohh...obrigada. Não senhor, mas meus irmãos e minha prima saíram. Quer entrar?

Ele negou aparentemente vermelho.

— Só vim me colocar à disposição para qualquer coisa.

— Claro, obrigada.

Ele logo saiu correndo na chuva indo para casa

Olhando onde o homem estava pensei e percebi que não entendia a curiosidade de Kimera pela menina, já havíamos vistos coisas mais poderosas que uma meio humana, mas não iria me meter nas vontades da velha mulher.

Até porque ir contra Kimera era ir contra a mãe natureza.