Notas iniciais
Ola pessoas. como estão? vocês podem achar estranho (mas de novo o capitulo 1?) pois bem, eu vou explicar: eu havia postado o capitulo ontem, mas, sem querer, acabei excluindo ele. Ja que eu o exclui, acabei colocando mais uma cena (para quem leu vai notar a diferença). O começo vai ser assim: bem morno, pois não quero ação logo no primeiro capitulo. mas, depois esquenta. Então bora la. cap fresquinho. boa leitura. perdoem os erros, me avisem por favor.

Capitulo 1

Nunca sonhei em como seria meu futuro, na realidade, eu sempre me conformei em ter um emprego bom, onde pudesse ajudar meu marido e meus filhos, ou filho.

Tudo mudou quando conheci Edward. Ele é lindo. Olhos claros, cabelos acobreados. Nunca imaginei que ele teria olhos para mim. Uma típica garota sulista, que mal sai de casa e tem dois gatos. Mas, como a justiça das garotas nerds estava ao meu favor, ele se apaixonou por mim. Eu nada fiz para ele, foi apenas um mero acaso do destino. Todas as garotas do colégio se jogavam nele, e eu apenas dava risada, assistindo elas levarem um fora.

Nunca tentei nada. Na verdade, o nosso relacionamento era baseado em deveres escolares, já que nosso querido professor de biologia resolveu que ele seria meu parceiro de classe.

E desde então fazíamos nosso deveres juntos. O tempo foi passando, e o que era apenas uma simples amizade de classe, se tornou uma amizade fora de classe. Eu sempre ia à casa dele, e vice – versa.

Depois de um tempo, percebi que a coisa toda ia ficando mais séria. Edward não deixava outros garotos se aproximarem de mim, não gostava quando tinha que fazer dever com eles e até se meteu em uma briga, quando Mike inventou que havia me beijado e que eu não beijava bem. Nesse dia, ele me deu meu primeiro beijo. Foi meio esquisito, pois eu não esperava, mas foi bom.

Desde então nós estávamos juntos. Mas, nem tudo permaneceu um mar de rosas.

Sua mãe Esme começou a me odiar. Ela até gostava de mim, quando eu “não estava me insinuando para o seu filho” (Julgo pelas próprias palavras da minha querida sogrinha), mas, quando percebeu que a coisa estava séria, ela mudou. E foi a única. O resto da família apoio nosso namoro. Sua irmã Alice soltou fogos. E então a cobra saiu do ninho. Ela vivia dizendo que sua família havia abandonado ela e eles não enxergavam o ladra de filhos que tinham em sua casa. E que um dia eles iriam descobrir a minha farsa e blá blá blá.

Desde então declaramos guerra. Não preciso dizer que Edward odiou. Ele não apoiava a sua mãe, mas, também, não defendia ninguém, apenas assistia tudo. E o pior: toda vez que ela aprontava algo, ele era o único que não enxergava. Esse era seu defeito: mimado demais. Não aceitava que sua mãe era má. Simplesmente, achava que por birra nossa, jogávamos a culpa do destino uma na outra.

E para piorar a minha situação: ela tinha uma cumplice. Sua afilhada: Claire.

Claire era ruiva, alta, corpo de miss. Olhos verdes, iguais de Edward e sua família era parceira dos Cullens.

Eles tinham um negocio próprio: A companhia Cullens Softics interprises. Graças a isso, Edward tinha dinheiro para a próxima geração de seus futuros tataranetos.

O pai de Claire é sócio da empresa, o que para ela, significa ter Edward como prêmio. E é claro, que, com o apoio de Esme tudo fica mais fácil.

Lembro – me quando ela me humilhou pela primeira vez. Fez questão de me levar a uma típica reunião de garotas mimadas (Claire estava no meio) com os seus típicos pares, e eu era a única sozinha. Edward teve uma emergência no trabalho me deixando na mão (Esme sabia disso). Resultado: além de não me encaixar no lugar, eu fiquei sozinha, e ela ainda fez questão de espalhar para todo mundo que eu so estava com o seu filho por causa do dinheiro. Me fez comer coisas que eu nunca vi na vida, e para completar eu não sabia como me comportar para tal evento. Ela, é claro, se aproveitou da situação e começou a humilhar – me publicamente, dizendo que eu estava mal vestida, despenteada, maquiagem mal feita, não sabia o uso correto das regras de etiqueta e que eu nunca me encaixaria em sua família. Que para ficar com o seu filho, aquilo era o mínimo que eu deveria fazer. Todas começaram a rir. E como tudo que é ruim é pouco, ela começou a frisar as qualidades de Claire, e a vaca começou a se sentir.

Quando contei a Edward, ele não gostou, mas, não fez muito alarde. Ele disse: mamãe está apenas com medo de que você não se acostume com o estilo de vida dela. É claro que ela exagerou, mas, de uma chance a ela. E até hoje é assim.

Era um sábado, estava em minha casa, Edward estava com o meu pai na sala assistindo ao futebol, enquanto eu preparava o jantar. Segundo Edward, eu o cativei pela barriga.

– Já esta pronto? – Meu pai sempre tão paciente perguntou.

– Sim pai, já esta pronto. Podem vir à mesa.

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O jantar foi silencioso, como sempre. Meus pais comeram como se não tivéssemos ali, e Edward e eu nos comportamos como normalmente fazemos: mãos dadas, umas provocações aqui e ali, mas, é claro. Tudo dentro do limite. Meus pais agiam assim, mas, eu sabia que eles estavam de olho em nós.

Assim que terminamos, Edward se ofereceu para limpar a cozinha, enquanto eu secava e guardava.

– Eu recebi uma proposta de emprego em Nova York. Em uma editora. Nada de mais, mas, é dentro do esperado para meu curso.

– Nova York? Tipo a 3.026 milhas de distância de Forks?

– Edward! Estudamos em Dartmouth.

– Dartmouth é aqui ao lado. Nova York é do outro lado do pais. Você, por um acaso, não esta pensando em se mudar está? Quero dizer, largar tudo aqui e ir embora?

– Não. Ainda não. Eu pensei em conversar com você primeiro. Meus pais apoiaram, mas, depois dessa, deixa para lá.

Não falamos mais sobre isso. Edward terminou o que estava fazendo e foi para a sua casa.

Nós morávamos juntos na verdade. E só ficamos na casa de nossos pais no final de semana. Como era Sábado, ele ficou na minha. E no domingo seria a minha vez de ir para a dele. O que, é claro, não me deixava animada, por que isso significava ter que encarar a mãe dele. E a ultima coisa eu queria era ter que vê-la.

Além disso, a proposta de nova York era nada mais que um refugio de tudo. Como eu estava no ultimo semestre de literatura, provavelmente, eu só iria para lá no outono. Já com um emprego garantido, assim como Edward, já que uma das companhias de seu pai ficava lá.

Mas isso eu discutiria com ele pela frente, pois eu tinha um outro problema em vista: como contar a ele que eu estava grávida? Era algo que eu precisava pensar muito bem. Ele já declarou que adoraria ter um filho meu, mas, agora era cedo demais.

E essa proposta veio em boa hora.

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Domingo veio e com ele a chuva. Ótimo dia para ficar em casa, curtindo um filme com seu namorado. Mas, hoje não.

Cá estou indo para a casa da minha querida sogra (julgo bruxa das trevas). O que me consola é que, pelo menos Alice estará lá. Ela é a única que a verdade na situação. Ela não gosta de Claire e acha as atitudes de sua mãe infantis.

Ultimamente elas não tem se dado muito bem. Eu poderia achar legal, mas, ela é filha, querendo ou não. Sabia que não poderia contar muito com Edward, afinal, ele sempre fica entre o fogo cruzado.

Assim que chagamos, Carlisle veio nos receber. Carismático como sempre. E Esme esta logo atrás. Correu para os braços de seu filho, me ignorando como sempre.

– Ótima tarde para você também Esme.

Ela apenas me lançou um olhar raivoso.

– Edward, como você está? Oh deus, você parece tão magro, ela não tem te alimentando filho? Eu te disse para não fazer isso. Eu disse que isso não ia dar certo...

– Vamos parar ok! – Carlisle já advertiu a esposa, sabendo o que vinha por ai.

– Muito pelo contrario Esme, não só ele está comendo bem, como está comendo ainda melhor. – Sussurrei em seu ouvido. Sua reação foi engraçada. – Onde está Alice?

– Aqui!

Alice esta na escada, linda como sempre.

– Vamos para o meu quarto Bella. Quando o almoço estiver pronto eu aviso.

Assim que entramos em seu quarto (que, diga-se de passagem, era bem maior que o meu) simplesmente me joguei em sua cama. – Ahhhh! Peguei seu travesseiro e comecei a soca – lo – Odeio a sua mãe Ali. Simplesmente odeio- desculpa.

Ela riu, sentando – se ao meu lado, com o seu vestido curto florido, típico para a ocasião – Tudo bem. Não tem problema. Ela também não gosta de você, é obvio. Mas, por motivos absurdos. Quero dizer, só por que você não é de uma família importante, e não tem dinheiro gritando em sua conta bancaria, ela acha que você não é mulher para o meu irmão. Se o seu pai fosse sócio do meu, ela estaria falando outra coisa de você. Eu já tentei falar com ela, já tentei mudar a sua cabeça, mas, ela não muda. Até ameaçou deixar de ser a minha mãe caso eu continuasse a apoia – los.

Oh! Aquilo era ruim. Que tipo de mãe fala isso para o seu filho com base em um relacionamento de seu irmão? (resposta: Esme).

– Sinto muito Ali. Não quero causar brigas entre você e sua mãe. Já tentei pensar em um jeito para ela parar com a birra, mas, o único jeito seria deixando o seu irmão, e se eu fizer isso, estarei dando o gostinho de vitória aquela jararaca — opa! — Tapei a boca com a mão – foi mau. Não quis dizer isso. (Quis sim!)

– Bella. Não tem por que se desculpar. Ela quis assim, agora que aguente as consequências. Mas, agora diga – me, o que tanto lhe aflige. Quando você esta comigo no telefone, você disse que tinha algo para contar, o que é?

Levantei — me em um pulo. Sim, eu tinha algo para contar a ela, algo que eu preferiria contar a Edward primeiro, mas, simplesmente não sabia como e onde. – Bem. É que aconteceu algo e eu estou entrando em desespero. Não sei como falar isso.

– Simples: apenas diga.

Respirei bem fundo- Ok! La vai! Eu estou grávida.

Alice ficou branca, depois azul, e foi mudando de cor até voltar a sua cor original. Ela não piscava, e quando o fez ... – Ahhhh, eu vou ser pai... quero dizer tia.

Ela dava pulinhos no mesmo lugar. – Fale mais baixo, não quero que eles escutem. Tapei a sua boca. Quando ela se acalmou falou: Desculpe. Bem, é uma questão delicada. Esme vai ter um infarto, Carlisle ficara nervoso, mas, depois, aceitara numa boa e Edward ficara muito feliz, quem sabe com essa noticia ele não marque a data do casamento.

– Nos não estamos nem noivos Alice!

– Exatamente. Talvez ele tome vergonha na cara e te peça em casamento.

Nós rimos. Edward havia me dito que casamento só depois do termino da faculdade. E eu havia concordado.

– O ALMOÇO ESTÁ PRONTO – gritou Edward do alto da escada.

– Antes de irmos, preciso te avisar de algo. – Alice estava na minha frente com uma cara de poucos amigos.

– Fale.

– Mamãe convidou Claire para o almoço.

Merda! Merda! Merda! Mil vezes merda! Esse almoço não poderia ser melhor.

– Ó céus. Que o espetáculo comece. – Disse sem humor, e sabia que aquilo era verdade.

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O Almoço foi praticamente um espetáculo de circo. Enquanto eu comia, Esme aproveitava para trocar farpas. E é claro, ela havia convidado Claire para o almoço. Enquanto eu dava garfadas em minha lasanha, Claire se insinuava para Edward e ele fingia não estar prestado atenção, embora, as vezes, dava a impressão que ele estava ficando desconfortável com aquilo. E não parou por ai. Esme aproveitava a deixa para falar dos atributos de sua querida amiga.

Carlisle tentava ignorar. Alice tentava comer, embora também estivesse ficando nervosa com aquilo. E se não bastasse, ela planejava fazer uma festa para os empregados da empresa, apenas os empregados, filhos e esposas. Isso não me incluía, ou sim, se eu contar a Edward que estou grávida, ou se ele me pedir em casamento. Eu sei que Edward não iria sem mim. Ele já deixou isso bem claro. Onde eu for ele também vai.

– Claire disse que foi convidada para um jantar com os senadores. Se tudo correr bem, talvez ela faça parte da campanha do juiz Bill. Isso acarretaria muitos pontos a ela. Além disso, ela tem tudo. Um belo tom de voz e um corpo de dar inveja.

– Lá vem. – não me segurei.

– Esta se doendo Bella? Por quê? Porque eu tenho mais seios que você jamais terá na vida? Por que eu tenho mais corpo que você? Edward sabe do que eu estou falando – Edward se engasgou com a comida. Coitado, estava sendo usado por ela.

– Não liga para ela – sussurrei. Ele apenas assentiu.

– Além disso, eu daria belos filhos a ele. Coisa que você não conseguiria fazer. Eles nasceriam feios. Igual a mãe.

– Você esta começando a me irritar.

– Bella, não, por favor. – Edward me advertia. Ele sabia que quando uma briga começasse, nós não pararíamos até ver sangue no chão.

– Não? Como não? Elas sempre me provocam e você não faz nada. – sussurrei.

– Agora não. – Odeio quando ele simplesmente ignora os fatos.

Claire lançou o seu olhar venenoso. Ai vem.

– Estou mentindo? Até onde sei você não pode dar filhos a ele. Ou melhor, até pode, mas, com a sua condição é arriscado. Não é certeza se dará certo ou não. Você não pode garantir isso.

Era agora. Ou eu falava ou eu deixaria Claire ganhar.

– Não só posso dar filhos saudáveis a ele, como já garanti isso querida.

Todos pararam o estavam fazendo. Alice me olhava assustada e ao mesmo tempo animada, o resto pensava se eu tinha dito isso mesmo e Edward...

– Bella, você esta dizendo que...

– Sim. Eu estou grávida amor. Estou esperando um filho seu.

Foi então que ouvimos um barulho. Esme havia desmaiado.

Notas finais
Odeio o Edward, amo o Edward. não sei. ele é legal, mas, ser mimado e cego não da. E a Esme e a cobra da Claire? acho que as duas vão aprontar algo. Ja adianto que a partir dos próximos capítulos as coisas irão esquentar.