Estava Escrito - Cobrade
31 Capítulo 31 - Viagem
Notas iniciais
(Narração Jade)
Já haviam se passado alguns dias e finalmente já era sexta-feira, dia da viagem. Eu e Cobra ficaríamos no hotel até domingo.
Sai de casa e peguei um taxi, minha mãe achou que o destino seria a rodoviária, porém fui para um parque ali perto, onde encontrei meu vagabundo.
– que mala enorme dama, vai ficar quantas semanas lá? — Cobra disse me ajudando a colocar a minha mala dentro do carro.
– engraçadinho. Aqui tem tudo que uma dama precisa, sou bem preparada. — eu disse dando uma leve risada.
– coloca bem preparada nisso. — ele disse fechando o porta-malas. — vamos?
– vamos.
Entramos no carro e em menos de duas horas já estávamos no hotel fazenda. Lá era lindo, logo já no início avistei muitas plantas e flores, cavalos e pôneis faziam a alegria de adultos e crianças. Em uma enorme placa estava escrito todos os serviços do hotel.
– vagabundo nos vamos ficar em barraca? — eu disse olhando a área de camping.
– não minha dama, relaxa, eu aluguei um chalé só pra gente.
– ainda bem, não suporto barraca. — eu disse arrumando meu cabelo.
***
Já havíamos chegado no chalé, ele era encantador. Arrumamos nossas coisas e logo nos trocamos, Cobra iria me ensinar a andar a cavalo. E em seguida iríamos fazer uma trilha.
Foram duas horas frustrantes, duas horas que eu tentei ficar em cima do cavalo, mas que não deu muito certo. Admito, era bem mais difícil do que eu imaginava. Essas coisas deveriam vir com botão, volante, sinto de segurança, e com um assento mais confortável, lógico.
– vem Jade, a trilha é pra lá. — Cobra disse puxando minha mão.
– vagabundo e essa mochila tamanho família? Depois fala da minha mala. — disse em tom de deboche.
– Calma minha bailarina, mais tarde você saberá. — ele disse e logo pegamos a trilha.
Bom, em poucas palavras vou resumir essa maldita trilha: buraco, espinho, mosquito, barulho estranho, terra, cansaço, e medo. Mas confesso, no final compensou muito.
– confesso, esse lugar é lindo. — eu disse deslumbrada com aquela vista.
Estávamos no topo de um morro, e de lá podíamos ver as cachoeiras, o enorme tapete verde e as lindas flores, aquele maravilhoso céu azul. Era tudo perfeito.
– e está mais lindo agora com você aqui. — Cobra disse enquanto tirava algumas coisas de dentro da mochila.
– o que é isso vagabundo?
– uma toalha de mesa, e várias coisas gostosas pra gente comer.
– piquenique? — eu disse sorrindo.
– exatamente minha dama.
Arrumamos as coisas rapidamente e logo começamos a comer. No nosso piquenique havia sanduíche natural, bolo, algumas frutas, pudim, e um maravilhoso suco de laranja. Estava tudo incrível.
– estou feliz por estar aqui. — eu disse enquanto bebia o meu suco.
– eu também estou. Acho que nunca fiz um programa assim, sabe? Está sendo bem melhor do que eu imaginei.
– espero que esse seja apenas o primeiro de muitos programas.
– eu disse e logo coloquei minha cabeça em seu ombro.
– ainda virão muitos momentos incríveis minha dama, pode acreditar.
(Narração Cobra)
Já era noite, umas vinte horas. Eu e Jade já havíamos jantado e voltado para o chalé. Por causa da mata e do rio, a temperatura do hotel fazenda caia bastante durante a noite. E como eu e Jade éramos acostumados com temperaturas extremamente altas, a local temperatura de 17 graus era bastante incomoda. Fazendo-nos ficar enrolados em um cobertor de lã em frente a uma pequena lareira.
– eu nunca vi uma lareira aqui no Brasil. É até engraçado, parece que estou em um país europeu. — Jade disse juntando seu corpo ao meu.
– lareira pra mim era só em filme mesmo. — eu ri.
– nossa, ta muito frio vagabundo. — Jade disse enquanto passava suas mãos por suas pernas.
– que tal eu te esquentar? — eu disse jogando meu lerdo sorriso para ela.
– já está passando da hora caro lutador.
Jade estava sentada ao meu lado, arrumei seu corpo de modo que ela se deitasse e logo, suavemente me coloquei sobre ela.
– eu vou ficar com mais frio desse jeito. — ela disse um pouco sem graça.
– vai não, confia em mim.
Comecei depositando leves e molhados beijos no pescoço dela, que logo se intensificaram e viraram chupões. Jade estava gostando, eu podia sentir simplesmente pelo modo que ela agarrava minha camiseta.
Ela estava com uma delicada e linda camisola, aos poucos fui levantando esperando a reação de reprovação ou aprovação de Jade. Ela não reagiu, então a continuei a levantar e logo ela levantou os braços para que a camisola pudesse ser retirada totalmente.
Então voltei a depositar em seu pescoço fervorosos beijos e logo fui descendo, até chegar em seu seio. Ela estava de sutiã, um bem sexy por sinal. De cor preta e rendado, coloquei Minhas mãos atrás do corpo de Jade, e rapidamente consegui abrir a roupa íntima. A tirei e olhei nos olhos de minha dama, ela estava um pouco desconfortável, talvez medo ou insegurança, era normal.
Continuei com meus beijos, mas dessa vez não ao pescoço, e sim ao seio, junto aos beijos eu dava fortes mordidas, o que fazia com que Jade desse alguns gemidos.
Vendo que ela já estava excitada, fui descendo e depositando leves beijos em sua barriga, lentamente fui me aproximando de sua calcinha, já me preparando para tirá-la, até que Jade me interrompeu.
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