Estava Escrito - Cobrade

12 Capítulo 12 - Meu jogo, minhas regras


Notas iniciais
Ola amores, sei que prometi que esse capitulo iria sair ontem :/ mas por motivos pessoais não deu... mas ai esta, com apenas 24hrs de atraso kkk Espero que gostem, e não esqueçam de comentar. LEIA AS NOTAS FINAIS

Ok, vamos combinar que isso foi constrangedor. Eu fechei os olhos e posso apostar que fiz até um biquinho esperando o beijo daquele vagabundo e ele me deu um beijo no rosto? Maldita hora que falei que queria "brincar", agora ele estava levando isso a sério demais. Alguém fala para aquele vagabundo que segundo as regras quem faz "doce" sou eu?

Mas mesmo com o desapontamento de não ter beijado naquela boça gostosa feat. Sexy eu estava até satisfeita. À tarde tinha sido legal (mesmo com todas as provocações), acho que gostaria de repeti-la.

***

O final de semana passou rapidamente, e logo já era segunda feira, dia de ir para a Ribalta. Todos os anos a escola de artes e a academia de luta davam uma festa para os alunos se familiarizarem uns com os outros. E pela primeira vez eu participaria como aluna, e não como a intrusa filha da professora.

A festa todos os anos era temática. Lembro que ano retrasado havia sido anos 60, e ano passado circo, esse ano a fantasia era livre. Eu estava ansiosa pela festa, assim como todos os alunos da Ribalta e da academia.

– estou sentindo que essa festa vai garantir fortes emoções. — disse Lirio durante a aula de canto.

– não sei por que mas também estou sentindo isso. — Ruiva, uma colega da ribalta que estava perto de nós falou.

– hmmm, tomara. Fortes emoções é tudo que uma festa precisa. — eu disse batendo duas leves palminhas.

***

Assim que consegui um tempo livre dei uma leve fugida para ir ao QG. Chegando lá Cobra estava sentado mexendo em um computador.

– oi vagabundo. — eu disse jogando minha bolsa em cima da mesa do computador.

– oi minha dama, sentiu saudade?

– você não está com essa bola toda lutador. — mentira estava sim.

– o que te trás aqui então?

– está sabendo da festa que a Ribalta e a academia vão dar?

– sim, idai?

– idai que eu vou te esperar lá. — eu disse deslizando o dedo sob sua camiseta. Do peitoral ao umbigo. Cobra pegou minha mão e a deu um beijo.

– eu estarei lá minha bailarina linda.

Sorri de orelha a orelha com aquela frase. E Cobra vendo minha reação se levantou da cadeira com um sorriso ao rosto e se aproximou de mim. Agora sim o beijo sai, certeza, não é possível que esse vagabundou vai me deixar na mão. Cobra então aproximou seu rosto do meu e eu podia sentir sua respiração quente. Ele então se aproximou mais e mais até que deu um beijo em meu queixo, sim ele deu um beijo no meu queixo. Poxa vagabundo, de novo? Quer saber agora quem não quer beijar esse vagabundo sou eu. O jogo é meu, às regras são minhas, e agora a bola vai rolar segundo as minhas jogadas.

– beijinho no queixo? Que fofo, AMIGO. — falei com um sorriso irônico ao rosto.

– amigo?! — Cobra disse com uma cara de deboche.

– sim, por acaso você não pensou que eu quisesse algo a mais que isso, né vagabundo?

– imagina, sempre imaginei que nós seríamos bons amigos tomando chá das 16 horas e assistindo o jogo do Corinthians juntos. — ele disse com um sorriso irônico.

– que bom vagabundo, bom saber que nenhum de nós confundiu as coisas.

– então AMIGA, que tal eu te fazer uma massagem? Suas aulas parecem ser cansativas. Uma bailarina linda como essa não pode ficar com o pescocinho doendo.

– vou aceitar, até por que estou toda dolorida mesmo. — disse me sentando em cima da mesa.

Cobra então aproximou-se. Colocou suas mãos grandes e quentes sobre meus ombros os massageando, estava bom, muito bom pra falar a verdade. Fechei meus olhos e logo senti o seu hálito quente em meu pescoço.

– você é muito cheirosa minha dama. — ele disse e eu logo abri um sorriso.

Enquanto suas mãos estavam em meus braços realizando uma relaxante massagem o seu rosto continuava próximo ao meu pescoço. Até que senti seus lábios macios e quentes o encostá-lo. Delicadamente Cobra começou a depositar em meu pescoço uma sequência maravilhosa de beijos.

– quer que eu pare minha dama?

– você quem sabe vagabundo, está fazendo nem 'cosquinhas' mesmo. — lógico que isso era uma mentira. E Cobra sabia que era, bastava olhar para meu rosto ou para meus braços (estava toda arrepiada) que perceberia que eu estava completamente excitada.

Cobra então continuou, e sinceramente, minha vontade era de jogá-lo naquela mesa e beijá-lo intensamente.

– para vagabundo. Vai deixar marca. — eu disse assim que percebi que Cobra estava dando alguns chupões.

– é verdade. Desculpa. — ele disse se afastando e limpando o pouco de saliva que estava em meu pescoço.

***

Por mais que eu quisesse dizer a vocês que eu continuei ali no QG e que eu e o Cobra finalmente nos beijamos, não foi isso que aconteceu. Eu ainda tinha muitas aulas pra assistir, então apenas me despedi do meu vagabundo e fui para a Ribalta

Notas finais
Iai, oq acharam do capítulo? Até onde vai essa provocação hein? E essa "Amizade", vcs shippan? como ficariam no lugar dela recebendo beijos no pescoço by Cobreloa? 'o' DEIXEM NOS COMENTÁRIOS!!! O PRÓXIMO CAPÍTULO SAI ASSIM QUE A FIC ATINGIR 50 COMENTÁRIOS. (SÓ FALTA 6 COMENTÁRIOS)