Estarei Aqui
1 Capítulo 1 - one shot
Notas iniciais
A história é one-shot, mas ficou muito meiguinha!
PDV Carlisle
O dia havia amanhecido radiante. E pensar que ontem estavamos prestes a travar uma batalha com os Volturi, mas por sorte não aconteceu e eu e minha familia estavamos bem com nossa mais nova integrante, minha neta. Edward, Bella e Reneesme vieram ficar conosco. Havia apenas uma coisa que estava estranha, era Esme. Ontem a noite, quando nos depedimos de nossos filhos e nossa neta, Reneesme escorregou e Esme a segurou, sem querer minha neta tocou o rosto de minha esposa e desde então ela parecia estranha comigo, distante. O que será que ela viu? Mas ela estava tão bem quando deixamos o campo de neve e parecia tão bem quando nos beijamos. Ela apareceu na sala e comprimentou a todos, se virou para mim e alisou meu braço, então beijou minha bochecha e subiu. Eu a conhecia muito bem e sabia que ela me beijaria e ficaria abraçada a mim, ou seja, algo a incomodava. — Carlisle, poderia me ajudar a procurar um livro sobre Sherlock Holmes em seu escritório? — perguntou Edward, assenti e subimos, quando chegamos no escritório, ele se sentou no sofá. — eu sei o que ela tem. — me virei para olha-lo. — Ela quem? — me recostei na mesa. — A Esme. Eu sei que ela tem agido estranho ultimamente e isso tem lhe pertubado. — Ah claro. — Quando Reneesme caiu noite passada, ela acabou mostrando a Esme uma parte da visão da Alice. — Mas por que isso afetaria a Esme? — ele se levantou e veio até mim. — Poruque na visão da Alice... — ele suspirou. — você morreu. — Mas não morri, estou aqui, ao lado dela. — disse firme. — Ela se sente culpada por ter apoiado a ideia de travarmos uma batalha com Aro, sabendo, agora, que essa ideia teria custado sua vida. — o olhei surpreso, Esme se sentia culpada por eu ter morrido na visão de Alice? — sim. — ele respondeu a minha pergunta mental. — vai falar com ela. — assenti e fui em direção ao nosso quarto. Ela estava tirando as roupas do cesto e as colocando em cima da cama, pegou uma blusa minha e cheirou, fechando os olhos, ao sentir meu cheiro. Apoiei minhas mãos em sua cintura. Ela recostou a cabeça em meu peito, ainda abraçada a minha camisa. — Edward me contou porque você está assim. — disse virando-a para me olhar. — Você faz ideia de como eu me sinto sabendo que eu estava apoiando uma ideia que custaria sua vida? — um soluço saiu pela sua garganta, dando lugar a outros. — Você não sabia o que iria acontecer e mais, não foi essa ideia que me fez morrer na visão, Alice me contou que eu ataquei primeiro. — Só de imaginar que isso poderia acontecer, me doi tanto. — ela disse entre soluços. — Mas não aconteceu, eu estou aqui, pequena. — ela colocou a blusa na cama e sorriu. — A cena que Reneesme me mostrou foi horrivel, e poderia ter sido real, por culpa minha. — a apertei contra mim, ela se sentou na cama e me ajoelhei em frente a ela. — Esme, não foi sua culpa, e você quer para de pensar nisso? — ela me olhou triste. — pequena, salvamos nossa familia, nossos amigos e os lobos, não é você quem diz tudo acontece como deve ser? Então eu estou aqui, porque eu tenho que estar aqui, porque eu quero ficar com você. Para sempre. — Eu te amo muito, Carlisle. Meu anjinho da guarda "gostoso". — rimos, a beijei, alisei seu braço e desci até sua mão, separei nossos lábios, continuamos com nossa testas coladas. — Eu também amo você. Mamãe delicia. — ela riu e afagou meu cabelo. — Me ajuda a colocar essas roupas no closet? — O que eu não faço pela pessoa que eu mais amo no mundo? — Own, fofo. — ela me deu um selinho e estendi minha mão para que ela se levantasse. Começamos a arrumar as roupas, me virei e vi Esme na ponta dos pés tentando alcançar a prateleira de cima, sorri. Ela estava tão linda se esgueirando para conseguir ao menos tocar lá em cima. Me aproximei lentamente, a envolvi em meus braços e a levantei, a fazendo alcançar a prateleira. A coloquei no chão lentamente, ela se virou e me beijou. — Obrigada amor. — ela disse sorrindo. — De nada. — retribui o sorriso. Acabamos rapidamente. Fechei o closet. Esme abriu a porta, mas antes que pudesse sair, peguei sua mão e a puxei para mim, a beijei. — as crianças podem esperar. — Se é você quem tá dizendo...- ela trancou a porta e se deitou na cama.
Notas finais
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