Estações.

1 A Rosa De Vento.


Notas iniciais
Sujeito a mudanças.

Pobre Rosa,

A Minha querida,

LindA e tão formosa quanto qualquer,

Qualquer outra matéria brilhante desta terra.

Entre as tantas outras que um dia eu vislumbrei,

Você, pequena, não se fez diferente.

–

De pétala em pétala eu visitei seu olhares

Mergulhando em suas palavras.

Elas eram tão únicas, tão verdadeiras...

Elas eram tão únicas e tão verdadeiras

Como a primavera que tenho vivido desde sempre,

Como as folhas caídas em gramas,

Caídas e pisada pelos demais.

–

Minha Rosa, não mais minha

Minha nova vida morta,

Você, pequena, não se fez diferente das outras.

Vejo-a em pedaços, pétala por pétala de sua essência

Estes sendo levados pelo vento

Estes florescendo em um outro jardim;

Jardim de cacos de vidros e destroços ao meu ver.

–

Oh, mas que inocência a minha!!

Vendo seus restos, descobri que nunca houve,

Oh, nunca houve nenhuma raiz...

Nenhuma.

–

Continue ao vento minha lindA,

Não cesse, não pare nunca mais,

Você, Rosa da beleza dessas palavras.

Voe e continue assim

Voe para um alem infinito desconhecido

Voe e viva!

Viva com sua maldição!!

Notas finais
Espero que tenham gostado pessoal, quero suas criticas, por favor, pois é disso que nós, escritores e artistas, vivemos. Um abraço felino bem baforado.