Esse Cara não Me Deixa em Paz?
2 Capítulo 2
Notas iniciais
POV Apolo
Fiz uma burrada, meu pai vai me matar. Mas eu só estava pensando nela. Se eu tivesse soltado uma risada, ela não descobreria a verdade. Eu devo ir até a casa dela? Sim. Se não devo, eu vou mesmo.
Me teletransportei para a casa dela. Eu ouvi o chuveiro ligado, então resolvi esperar na sala. Depois de um tempo, ela apareceu, vestia um shorts branco e uma blusa rosa.
— O que você faz aqui? Como entrou na minha casa?
— Calma. Eu vim aqui para conversar. E os deuses podem se teletransportar para onde quiserem.
— Deuses. Dá para mim me acustumar com isso? E além do mais, eu poderia saber disso?
— Dependendo da situação, sim. — que ela não pergunte que situação
— Que situação? — sacola!
— Bom... se eu, tivesse um filho com você, eu poderia contar. Ou se você visse atraves da nevoa.
— Claro, já ouvi sua conversa. Nevoa?
— Ei! Essas não são minhas intenções com você. Eu quero conversar literalmente. Foi mancada minha deixar escapar que os deuses existem, e provavelmente meu pai vai me mandar pro tartaro. E nevoa é o veu que separa o mundo mágico do mortal, se não todos já teriam visto monstros por ai.
— Monstros? Tipo furias, o minotauro empousas? Eu agradeço por não ver atraves da nevoa!
— Sim, toda mitologia grega existe.
— E como é a sua vida lá na Grécia?
— Ah. Nós não moramos na Grécia. Isso é passado. Já estivemos em Roma, Inglaterra, aonde fosse o coração do ocidente, mas agora estamos morando aqui. Quer dizer, em Nova York (n/A eles estão em Los Angeles). O Olimpo fica no Empire State, 600° andar.
— 600° andar? Eu vou lá falar pro porteiro: Com licença, tenho uma audiencia com Zeus no 600° andar. — nessa eu não me aguentei e comecei a rir muito
— Se você falar que é uma semideusa, ele te deixa entrar. Você se passa fácil por uma filha de Afrodite.
— Obrigada? — ela perguntou em duvida se aquilo era um elogio
— Isso foi um elogio.
— Ah! Então, obrigado.
Nós ficamos conversando mais um pouco, quando não aguentei e a beijei. Ela não retribuiu, ao contrario, ela tentou me afastar, obviamente ela não conseguiu mas eu me afastei.
— Desulpa, eu não consegui me controlar.
— Deve dizer isso para todas não?
— Não. Elas não me rejeitam.
— Para tudo se tem uma primeira vez.
— Então tá. — o telefone tocou e Mandy foi atender
— Alô? Carlos? Não é melhor você não vir. É que eu vou sair. Não, eu não estou te traindo querido. Eu fico aqui. Tchau, beijos. — pera ai! Amor? Traindo? Para se trair precisa estar junto. Querido? — Apolo, por favor, vá embora.
— Por que? Quem era no telefone?
— Meu namorado. Eu disse para ele não vir aqui, mas conhcendo-o, ele vai vir aqui.
— Agora eu vou ficar.
— Por favor Apolo. Eu juro que amanhã eu faço o que você quiser!
— Amanhã eu venho te pegar as 9 horas da manhã. Você passa o dia comigo.
— Ok. Sem problemas. Agora vai. Tchau.
— Tchau. E não olhe.
— Não olhe o que?
— Quando me teletransporto, eu assumo minha verdadeira forma. Isso te tostaria.
— Atá. — ela disse e olhou para o lado com os olhos fechados, eu me aproveitei e dei um selinho nela
— Tchau. — eu voltei para o meu lugar de antes e fui para o Olimpo
Fui andando até o meu palácio, lá meu querido pai me esperava: F*UDEU!
Notas finais
Estrelas?
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