Essa bagunça chamada amor
1 Capítulo Unico.
Notas iniciais
Sim eu sei que tenho muitas fics para atualizar, mas meu tempo esta escasso, ainda mais um pouco doente, fica difícil estar presente.
Não vou prometer nada, mas vou tentar, pois escrever para vocês é uma das minhas paixões que não quero deixar morrer.
Boa leitura a todos, adoro vcs
Draco
Caminho pela sala outra vez cambaleando, só assim todos os meus sentidos realmente despertam, tudo vai voltando lentamente, o cheiro, a maciez de sua pele, o som da sua risada e principalmente a sua voz.
É, eu estou bêbado — mais uma vez -, mas nunca me pareceu tão real e nítido o som da voz dela agora.
É como vagar fora do meu próprio corpo, indo para uma data da qual eu vivi momentos felizes e também tão tristes, mas com ela.
Minha casa está um lixo, e sinceramente não tenho vontade de arruma-la, nem de pedir aos meus elfos que a limpem, tão pouco tenho forças para continuar a existir.
Olho a bagunça a minha volta, os elfos se escondem ao me verem, enquanto ando quase fazendo malabarismos com as pernas pela casa, sinto o gosto salgado das minhas lágrimas escorrerem em minha boca, e a confusão do meu coração só aumenta.
Eu não sei mais se estou a ouvindo, afinal de contas isso não é real, mas a dor de me iludir pensando que pode ser, é o que mais machuca. A esperança no meu peito de que ela vai optar por mim ainda permanece. Algo tolo, muito tolo... se a dois dias eu mesmo vi que não, não sou sua escolha.
A garrafa de whisky ainda está embaixo do meu braço, me agarro a ela absolutamente certo de que só assim vou ter o que quero, me embriagar e viver novamente a sensação de ter seus lábios nos meus. E também de não ligar para a dor...
Mais dois passos e perco o equilíbrio, caindo sobre uma pilha de livros, me causando um pouco de dor mas não comparada ao do coração, que parecia me sufocar por inteiro. Me ajeito entre os livros e fico ali mesmo, meus olhos mal se abrem direito, estão inchados de tanto chorar, tento me acalmar mas a cena da nossa última briga me vem à tona com força descomunal.
—Eu disse que estaria longe por um tempo, mas eu não desapareceria para sempre. Eu iria voltar!
Digo e ela me encara com raiva, seu rosto está perfeitamente maquiado, a deixando mais iluminada, porém não mais bonita. Mais bonita só quando está sem maquiagem e sorrindo para mim. Seu vestido branco, cravejados de pérolas e cristais, só a deixa mais digna de ser minha noiva, mas eu a apresentaria a qualquer pessoa como minha mesmo se ela usasse um pijama.
— Você desapareceu no meio da guerra, como o covarde que sempre foi e me deixou para trás com um filho seu no ventre, depois ficou um ano sem dar as caras e ainda esperava que eu fosse lhe receber de braços abertos disposta a te dar outra chance? Não mesmo Malfoy, eu não sou tola!
Vi a hora exata que a lágrima rolou por sua face, Potter se aproximou, mas ela o impediu de continuar apenas lhe lançando um olhar. Eu quis lhe consolar, mas sabia que ela deveria descontar sua raiva primeiro, se não, o perdão era a última coisa que eu receberia.
— Você sabia tão bem quanto eu, que ficar não era uma opção, nunca foi! Enquanto todos lutavam com varinhas, eu travei outra batalha me arriscando ao fazer magia negra para esconder o livro das almas, do Lord Voldemort, caso vocês não ganhassem a maldita guerra!
Não gritei, mas tentei explicar. Ela gargalhou, com as mãos ergueu o vestido para poder andar e chegar um pouco mais perto de mim, largando o vestido e usando uma das mãos, ela bateu no meu peito. Não doeu nem um pouco.
— E você precisou de um ano inteiro para fazer tudo isso? Ah me poupe desse seu papo cheio de charme e desculpas esfarrapadas, não sou uma colegial cheia de hormônios, pronta para cair na sua lábia outra vez! Vá embora daqui, não apareça mais em minha frente, se por um ano você não quis me ver, ou a seu filho, então agora sou eu que não te quero perto de nós!
Meus olhos se encheram de lágrimas, cai de joelhos a seus pés, toquei em suas pernas, pronto para implorar, mas usando um pouco de fora ela se afastou e se virou de costas para mim, suas lágrimas eram tão fortes quanto as minhas e Potter parecia transtornado nos olhando, sem saber como ajudar.
— Não faz isso comigo Hermione, tire tudo de mim. Minha casa, meu dinheiro, minha opção de escolher o que vestir... toda a magia que a em mim e até minha vida se assim desejar. Mas não me impeça de ver meu filho!
Ela se afastou mais ainda, chegando próximo da porta sem olhar para trás. Eu iria atrás, se não temesse seu sumiço. Ela nunca foi assim...
— Quem se afastou foi você Malfoy, foi escolha sua não participar das nossas vidas e agora por escolha minha, eu decido que não quero que venha a participar.
Ela saiu batendo a porta, Potter vem até mim um pouco sem jeito.
— Deixe que ela se acalme, tudo vai ficar bem quando ela pensar melhor. Você ainda vai participar da vida deles, só tenha paciência.
Diz me estendendo a mão e me ajuda a ficar de pé.
— Obrigado Potter, eu realmente tive que partir, mas não me dei conta que assim estava perdendo tantas coisas.
Falo encarando os olhos verdes do meu antigo rival e inimigo.
— As nossas atitudes costumam nos atingir drasticamente Malfoy, mas você faz a escolha em continuar errando ou mudar isto. Boa sorte!
Ele diz dando um tapa no meu ombro e partindo enquanto vejo tudo que mais amo escapar por minhas mãos.
Olho para o espelho grudado na parede, de frente para o local que estou, enxergo meus cabelos, roupa e rosto, tudo em perfeita negligencia.
Nunca Draco Malfoy ficou assim, jamais o sonserino mais cobiçado da escola, deixou sua aparência em desleixo. O rosto vermelho banhado em lágrimas, cheirando a bebida por mais de 12 horas...
Mas do que adiantava eu estar apresentável, com roupas alinhadas, sapatos lustrosos, inteiramente perfumado, o rosto perfeito, sem um olheira sequer, se quem eu queria poder mostrar tudo isso, estava casada agora mesmo e não é comigo.
Tateio com a mão o chão a procura da garrafa de whisky, assim que a encontro, a abro e de uma vez só, a tomo, ficando muito mais tonto que antes, sentindo o líquido me queimar por dentro, uma fisgada de dor se espalha sob minhas entranhas, me sinto em outro nível, quase como se conseguisse me desprender do corpo.
Agora minhas emoções estão tão banhadas pelo álcool que não consigo distinguir com clareza o que de fato é real, estou em um mundo de fantasias e nele eu ainda sou feliz.
— Eu amo você, Draco...
Ela sussurra, acariciando o meu cabelo, enquanto solta grunhidos de satisfação. Eu me agarrava mais nela, querendo apenas encontrar seus lábios, e quando os encontrei, nosso beijo pareceu durar uma eternidade. Tinha tudo o que sentíamos, principalmente amor...
Fecho os olhos, e lembranças de todas as nossas noites juntos, se misturam, agora vejo com nitidez, os beijos, carícias e toques. Ela sabia a hora certa em fazer cada coisa, sabia o modo certo de gemer meu nome, sabia como eu gostava... ela me conhecia. Eu a amava, eu a amava por ela ser ela mesma sem tentar me agradar como todas as outras faziam.
Seu cheiro invade meu sistema nervoso, como uma droga feita exatamente para mim, o aroma é tão denso que parece estar de fato ali.
Ouço passos, risos, conversas... imagens de nós dois brigando e se amando se misturam dentro de mim, era como reviver tudo em questões de segundos.
Sinto seu toque em meu rosto, sorrio chorando um pouco, quero me perder e me prender a isto o quanto for possível, respiro fundo desfrutando de tudo que posso enquanto o álcool está no meu sangue, a dor aumenta me queimando por completo, mas tudo que quero esta diante de mim, porque me preocupar com a dor, mesmo que ela esteja me corroendo,
— Abra os olhos Draco..
Escuto sua voz sussurrar, sorrio alegre entre as lágrimas.
— Oh amor, você está aqui!
Digo baixinho, a mim mesmo.
— Sim eu estou Draco..
A voz doce dela inunda meus ouvidos, com as mãos eu aperto o tecido da minha calça, a dor da saudade parece apertar meu coração, tanto quanto a dor em meu corpo esta me atingindo.
— Eu sei que você é só uma lembrança, mas quero dizer que a amo demais minha leõa...
Falo ainda de olhos fechados, tento dizer a mim mesmo que isto não é real. Que não está lá, mas mesmo se não fosse, eu nunca cansaria de dizer, que amo Hermione Granger.
— Oh abra os olhos Draco! Não sou só uma lembrança, eu estou aqui querido!
Ouvi a voz mais uma vez, meus delírios estão ficando cada vez piores e incontroláveis. Vinco o cenho e devagar vou abrindo os olhos.
— Merlin! É mesmo você?
Falo vendo Hermione de vestido cinza, sapatos baixos pretos e cachecol da cor dos sapatos, ela passa novamente a mão em meu rosto e eu prendo ela entre minha bochecha e o ombro. Eu gostaria de beijar cada canto de sua pele, queria ela toda para mim, queria sentir seu carinho nos meus cabelos...
— Sou eu sim Draco e não estou sozinha.
A escuto dizer olhando dentro dos meus olhos, os mesmos que eu costumava encarar por horas e horas ao fazermos amor.
— Quem veio com você?
Pergunto e ela se afasta indo até o sofá, que estava próximo, ela levantou um cesto pequeno cor de madeira e veio até mim, sentou-se a meu lado no chão, e de dentro do cesto ela tirou um lindo bebê com os cabelos loiros, grandes olhos cinzas e branco como a neve. As lágrimas caíram mais fortes. Eu sabia quem era aquele lindo bebê.
Chorei alto pegando nos braços o meu filho pela primeira vez, ele sorriu para mim, e eu me senti completo. Nenhum dentinho, pouco tempo de vida e já tinha o poder de me curar. Meu coração parecia ser alimentado com a visão dos meus amores.
— Eu vim para você querido, só para você.
Ela disse passando a mão nos meus cabelos.
— Porque fez isso?
Perguntei a vendo sorrir, a voz dela ecoava pela casa, tão doce e ilusória quanto minha mente conturbada estava, eu sabia disto, mas eu queria isto também.
— Porque você sempre vai ser minha primeira opção Draco! Eu o amo você.
Ela respondeu, acariciei a cabecinha do meu filho enquanto Hermione chegava sua cabeça mais próxima da minha. ficamos encarando nosso filho. Eu roubei um beijo. Ela correspondeu ao doce beijo, nos abraçamos quando cortamos os beijos e suspirei, me sentindo em casa ali no meio deles..
— Eu também amo você Hermione... sempre amei!
Digo a ela sentindo a dor sumir, ficando em paz no meio da minha família.
Hermione
Fui até a lancheria do ministério da magia e voltei em menos de 5 minutos, foi um novo recorde. Tomei um gole do meu café com leite e espantei as lembranças de Draco, pelo menos por meia hora preciso me concentrar em outra coisa, para poder ir mais tarde atrás dele. Sentei na cadeira macia de couro marrom e peguei uma ficha onde estava escrito todos os lugares que fui para experimentar vestidos de noiva.
— Oh meu Merlin Hermione! Eu sinto muito.
Harry diz entrando em minha sala numa velocidade assustadora. Levantei da cadeira no pulo.
— O que aconteceu? Algo haver com Scorpius?
Pergunto e ele me abraça forte, não o entendo só fico mais apreensiva, tinha vindo aqui no ministério da magia no sábado só para tratar do cancelamento do meu casamento, pois a aparição de Malfoy no dia da prova do meu vestido de noiva, mexeu demais comigo e não seria justo com Rony, eu ficar com ele por pena, ou para tentar substituir alguém.
Afasto Harry com força e o olho seria, ele sabe que eu quero uma explicação coerente, então me leva até o sofá me fazendo sentar, se ajoelha na minha frente e encara meus olhos.
— Fala logo, Harry. Se for algo com meu filho e você está atrasando eu corto as suas...
— Ontem a noite, os elfos da mansão Malfoy mandaram um aviso de suicídio. – Ele fala rápido.
Oh santo Godric!
Penso enchendo os olhos de lágrimas, meu coração para por alguns segundos e quando volta a bater eu fecho os olhos. Harry põe as mãos no meu rosto tentando fazer com que eu lhe encare. Eu abro os olhos sentindo as lágrimas se derramarem.
— Oh não! Não Harry, não!
Ele vem me abraçar e eu o afasto, começo a chorar alto, conforme a dor está agindo dentro de mim e a noticia da morte dele vai se tornando real.
— Ele estava bêbado Hermione, e se confundiu ao pegar uma garrafa de veneno e tomar achando que era wisky.
Harry ainda tentava me abraçar mas eu não queria ele, não queria ser acalmada, muito menos queria consolo. Eu queria Draco Malfoy. O meu loiro que só faz besteiras mas que sabe me tratar de uma forma única, entro em uma luta corporal com Harry que me agarra forte, em meio aos meus gritos e choro.
— Draco..
Gritei desesperada, não aceitando a realidade. Harry chorou ao me ver de um jeito que jamais achou que eu ficaria, ele me segurou firme me mantendo no lugar e em seus braços. Eu quis sumir da face da terra, e só voltar quando estivesse preparada para voltar. Para os amigos, conhecidos, meu filho... Meu filho, nosso filho... nosso bebê.
Solucei, apertando com as unhas o braço de Harry e mordi os lábios.
— Calma Mi, estou aqui, isso vai passar!
Urrei de ódio, um ódio de mim mesma, por deixar para procurar Malfoy só depois que eu devolvesse o dinheiro que Rony me emprestou para os preparativos do nosso casamento, essa mania besta de resolver cada problema de uma vez só me fez perder o que mais queria.
— Não!
Gritei sentindo a dor me rasgar, Harry me apertou mais forte em seus braços.
— Estou com voce Mi e não vou te deixar...
Harry fala me fazendo uma doce caricia nos cabelos, tentando me trazer paz.....a paz que jamais voltarei a ter.
— Draco...
Murmuro fechando os olhos e encosto a cabeça no ombro do meu amigo.
Dois meses depois...
— Mione... que caixa é essa?
Gina pergunta, ajudando a arrumar minhas coisas dentro da Mansão Malfoy, que Draco deixou para mim e Scorpius, que ficava a cada semana mais parecido com o pai. Todo manhoso, lindo e cheiroso.
— São presentes que eu ganhei das pessoas de Hogwarts.
Falo recolhendo os quadros das paredes, vendo os ancestrais de Draco fazerem cara feia para mim.
— Posso ver?
Ela pergunta sentando ao lado do chiqueiro de Scorpius com a caixa em mãos.
— Claro Gina..
Respondo sem ânimo algum, afinal perdi o único homem que amei na vida, e tudo isso por algo que jamais achei que fosse.....Burra!. Scorpius seria o mais prejudicado, nunca teria um pai para lhe ensinar a paquerar, jogar quadribol, montar em uma vassoura. Nunca, jamais eu me perdoaria.
— Isto é o que estou pensando que é?
Gina grita, me viro e a vejo segurando um colar dourado com uma pequenina ampulheta dentro de um círculo dourado também.
Meu coração palpitou depressa, corri ate ela, sem falar nada e tirei o vira tempo de suas mãos com pressa. Ela dizia que era perigoso, eu sabia dos riscos, li todos eles antes dos meus 13 anos, Minerva me lembrou todos... mas realmente não ligava para eles. Eu tentaria, e iria conseguir!
Coloquei o colar no pescoço e segurei o círculo, mesmo com as mãos trêmulas, eu o girei 62 vezes, sabia exatamente, onde queria estar.
Gina pegou meu filho no colo e me assistiu sumir de suas vistas, sorri para o meu garotão de olhos azuis e ofeguei, querendo o ter em meus braços, mas infelizmente não deu. Olhei em volta e vi a casa mudar, as coisas voavam ao meu redor, cada cadeira, quadro, mesa, livros, vasos, flores e outros pequenos objetos voltavam ao que eram antes.
Aos poucos a mansão ficou sombria, a casa estava uma sujeira enorme, parecia que não era limpa a anos, saindo do escritório onde me encontrava, comecei a andar pela casa, ela estava escura e deserta. Me causando lembranças frias e tristes.
Havia um cheiro muito forte no ambiente, ignorando tudo isso cheguei a sala, um barulho me fez virar, então eu o vi, andar cambaleando, totalmente o contrário do que sempre foi.
Ele perdeu o equilíbrio e caiu sobre uma pilha de livros, a garrafa que estava com ele caiu a seu lado, comecei a andar cautelosa, devagar olhando em volta e percebi que procuravam por sua garrafa, ao invés de pegar a que havia caído, ele pegou uma escura e algo em mim soou como um alarme.
— Draco!
Gritei alto o fazendo parar, ele me encarou e sorriu.
— Você é uma visão?
Caminhei rápido até ele e me ajoelhei a sua frente, abraçando-o forte. Depois de tantos meses sem o ver, sem ouvir sua voz, só viajando em lembranças, poder saber que estava vivo era o essencial.
— Não seu grande imbecil, eu sou real, carne e osso. Vim aqui para te resgatar.
Ele solta a garrafa e me abraça, percebendo que eu realmente estava ali e não era uma miragem fruto de sua imaginação. Ele quase me fez perder o equilibro já que estava sobre meus joelhos mas consegui me manter ali, abraçada a ele, sem jogar meu peso contra ele.
— Por Salazar Hermione é você! É você meu amor.
Diz cheirando meus cabelos, seguro seu rosto com as mãos e o beijo, sentindo suas lágrimas salgadas.
— É sou eu sim. Você é um completo idiota que não pode ficar cinco minutos sozinho sem fazer besteiras.
Falo e ele olha meu corpo, meu rosto e cabelos, sorri entre as lágrimas e volta a me beijar. Dessa vez ele me puxa, me fazendo deitar sobre si e ataca meus lábios. Eu cedi, tentando deixar o beijo comportado. Porém quem cortou o beijo foi ele.
— E nosso menino?
Ele pergunta me olhando fascinado.
— Está com Harry e Gina. Venha...vou cuidar de você!
Falo levantando, tento lhe colocar de pé mas ele cai quase me levando junto. Um pouco mais devagar e concentração é preciso para lhe levantar, e quando ele fica ereto, me puxa para perto. Colando nossos corpos. Eu sorri olhando nos seus olhos que pareciam um nó de tão confusos e fundos.
— Por que?
Pergunta com a voz arrastada de quem está bêbado.
— Por que eu nunca mais vou perder você Draco... nunca mais mesmo!
Falo o ajudando a andar, assim enquanto tento equilibrar nossos corpos, ao subir as escadas, percebo que eu amo tudo nele. Seu jeito, seus defeitos, acertos, imperfeições e perfeições, somos o complemento um do outro. Não existe Hermione Granger, a amiga do Potter, sem Draco Malfoy, o ex comensal.
Ele pode até não ser perfeito, mas eu também não era, mas tinha que admitir que minha vida não fazia sentindo nenhum sem essa bagunça toda que era ele, meu amado.....Draco Malfoy!
Fim
Notas finais
Serão bem vindos nos comentários, pois são eles que me incentivam a continuar....bjus
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