Notas iniciais
Oi!!!
Bem, tudo bem com vocês? Gostei bem deste capitulo mesmo sendo um tanto diferente de tudo que eu fiz...
Boa Leitura!

POV Annabeth


Enquanto dirigia para a Quinta Avenida, pensava em todo o tipo de experiência que já adquiri nesses anos de treinamento. Pensei nos conselhos de Dylan ao se despedir de mim, de Aghata e de todos os meus amigos do acampamento.

Quando estacionei o carro na esquina para a Quinta Avenida e saí dali, eu descobri o quão perdida estava. Olhei para um lado e para o outro, mas não havia nada de suspeito, coloquei meu boné no bolso e a adaga dentro da bainha, sem me importar com que os humanos percebessem, eles nunca percebem.

Olhei para frente e vi uma coisa mais que estranha, então eu semicerrei os olhos, e entendi exatamente o que era aquilo, era uma velha com uma nevoa verde saindo de seu manto, ela entrou no que parecia ser um estacionamento, e eu saí correndo, ignorando as buzinas e tudo mais e entrei dentro dali.

O lugar mais estranho que eu já vi na minha vida, apenas isso, não tinha nada além de uma poltrona no meio do lugar, e na sua frente um sofá vermelho de couro todo rasgado. Eu escutava goteiras de longe, mas ignorei. A velha se sentou e sorriu para mim, mas não tinha dentes. Estremeci.

–Que bom que me achou Filha da Sabedoria- Mordi o lábio inferior, então andei até ela.

–Você é a mulher que a minha mãe mandou para me ajudar? – Ela riu. Um riso de velha do mal.

Ela apontou para o sofá e eu me sentei, com a mão na bainha, ela tinha os olhos cinza e toda enrugada, ela retirou o manto e então cabelos brancos apareceram. Olhei novamente para ela, apesar das rugas preencherem seu rosto e da aparência de cansada, as semelhanças eram incontestáveis.

–Mãe?- Perguntei, querendo chorar. Ela parecia horrível. A mesma riu. Um riso sincero e agora parecia um riso até bonito.

–Sabia que você era diferente! –Ela disse – Quando apareço desta forma para os meus filhos, só para alguns, eles não acreditam ser a Deusa da Sabedoria, falam que sou uma enganadora, nenhum deles ultrapassa os orgulhos e reconhecem a própria mãe como uma velha fraca.

Pisquei, era meio estranho ver a minha mãe daquela forma, ainda mais porque eu tinha ido ao Olimpo alguns anos atrás e Atena parecia jovem e bonita.

–Porque... Porque você está assim? Porque você simplesmente não me ajudou lá no acampamento? – Ela riu de lado, agora olhando compadecida para mim.

–Eu não posso interferir no futuro dos meus filhos, se aparecesse como uma Deusa no acampamento, chamaria muita atenção – Ela se acomodou no sofá –Esta forma quase ninguém me reconhece, e realmente, é uma das minhas formas favoritas.

Engoli em seco, eu não queria bater um papo com a minha mãe agora, não quando tinha que fazer uma missão para achar o capitão, mesmo assim eu tive que sorrir e comentar:

–Os idosos são a forma mais sábia dos humanos, não é? – Perguntei, ela sorriu, e olhou para mim orgulhosa.

–Poucos sabem, mas o que te faz ser uma pessoa sábia não é o conhecimento das ciências, nem falar mais de uma língua, e sim a experiência de vida. Por mais que você saiba mais de mitos gregos que seu pai, ele ainda é mais sábio que você, por ser mais experiente e ter vivido mais coisas que você.

Assenti com a cabeça, ela se encurvou e olhou diretamente em meus olhos.

–Poucos tem o dom de ser sábio na sua idade- Ela disse- Mas você tem, porque é a minha filha mais poderosa. E eu tenho certeza que conseguirá ganhar esta guerra.

Sorri, meus olhos marejaram mesmo eu não querendo. Era meio complicado eu falar com a minha mãe e ainda mais ela me elogiar e pôr confiança em mim daquela maneira. Ela bateu as duas mãos magras em uma palma, sorrindo.

–Bom, vamos ao que interessa- Ela disse, então ela bateu a mão mais uma vez, e uma nevoa cinza cobriu o meu colo, pulei para trás de desespero. Não é todo dia que vem uma nevoa do nada e cobre você da cintura para baixo.

Mesmo assim a nevoa se dissipou e no meu colo um mapa velho e amarronzado se encontrava.

–Você é perita em estratégia em batalha- Atena disse enquanto eu estudava aquilo- Acho que sabe quando vê uma mapa de campo em batalha.

Fiz uma careta, mas que porra em grego era aquilo? Virei o mapa e depois desvirei, a única coisa que compreendi que aquilo era do exercito de Deuses Menores.

–Mas eu não consigo ler isto, o que significa? – Olhei para frente, mas não tinha mais nada ali, bufei, então quase pulei para trás novamente quando olhei para os lados, tinha um estacionamento de verdade ali!

E eu estava no meio do estacionamento sentada num sofá vermelho de couro lendo um mapa, pessoas passavam por ali me achando a louca do pedaço.

Enrolei o meu mapa e dei oi para as pessoas, então eu saí daquele lugar as pressas e voltei para o meu carro, onde eu tentei de todas as formas ler aquilo ali e não conseguia.

–Calma, calma- Disse para mim mesma- É um mapa de campo em batalha – Redisse o que minha mãe me falou. Um mapa de campo em batalha...

Claro! Um mapa de campo em batalha! Aquilo ali não me mostrava o lugar que eles estavam, mas sim o modo que eles iriam chegar ao campo do inimigo. Olhei novamente o mapa só que agora com outros olhos, consegui ler perfeitamente o grego antigo. Eles chegariam ao Olimpo vindo pelo Sul, e no acampamento do Oeste para o Leste.

Pisquei, eles tinham as estradas de terra e tudo mais, e o trajeto que eles iriam marchar até chegar onde queriam, acompanhei o trajeto do Olimpo que eles fizeram com a mão e cheguei ao bairro, Brooklyn. Ágil, peguei meu laptop e vi a rua no site de mapas que dava ali. Melrose St. Bingo!

Ri, minha mãe foi tão legal que além de me dar o lugar me deu também o trajeto que eles iriam percorrer. Deveria me lembrar de beija-la da última vez que a visse, mesmo se fosse uma velha enrugada.

Dirigi até lá e depois de algumas horas cheguei exatamente na Melrose St. Era uma rua abandonada e torta, cheia de prédios de 3 a 4 andares.

Fiquei escondida no carro, até onde sabia ali tinha vários Deuses Gregos Menores juntos prontos para me matar só que eu não sabia qual. Olhei para trás onde havia um cara com um capuz. Pisquei, me focalizando mais nele.

Eu já tinha visto aquele cara em algum lugar, então ele tirou o capuz quando chegou em frente a um prédio e meu coração falhou, aquele era Nico! Nico Di Ângelo! O Deus da Escuridão! Ele era o traidor.

Tive vontade de chorar, Nico foi o meu professor de esgrima durante anos e como assim ele era o traidor? Segurei o choro e coloquei o meu boné. Saindo do carro e o seguindo. Cheguei a poucos metros dele e ele olhou para trás, desconfiado. Olhei profundamente em seus olhos iguais a escuridão e quis bater nele, como ele poderia trair Percy daquela maneira?

Uma porta velha se abriu e eu quis desmaiar, ali estava Éris, a Deusa da Discórdia, e se ela é a recepcionista imagina o resto?

Eles começaram a falar algo sobre traição e eu me esgueirei por ela, entrando ali dentro. Meu coração deu um pulo, aquela era a concentração total. Nunca tinha visto tantos Deuses Gregos juntos em toda a minha vida, até a áurea do local era de puro poder. Mesmo assim, não pude deixar de sorrir ao ouvir a conversa de Nix e Esculápio.

–E aquele acampamento meio-sangue? Onde ela quer chegar nos levando para lá? – Dei um passo para trás. Ela? Então a capitã poderia ser uma mulher.

Voltei um passo para frente para saber o que Nix iria responder.

–Ela está sendo cautelosa, Esculápio. Lembra de Cronos? Dirigiu-se para o Olimpo sem medo, o acampamento meio-sangue o matou, com a ajuda daquele Deus miserável que adora aparecer. E agora, nós iremos matar cada meio-sangue antes de matar os Deuses, eles estarão simplesmente vulneráveis sem seus heroizinhos para os proteger.

Nix riu e Esculápio olhou diretamente em minha direção, em meus olhos,e eu achei que pronto, ele iria me pegar e me matar. Mas então ele voltou a conversar com Nix e eu suspirei me alivio.

O lugar em si era escuro e cheio de poltronas, mas eu andei até onde tinha um corrimão e tinha uma escadaria que dava para um lugar com uma luz amarelada, e vários Deuses Menores treinando. Olhei outra escadaria, para um andar de cima, e supôs que a capitã deveria estar lá. Subi cautelosamente e vi duas portas de cada lado, e uma no meio.

Claro que a do meio deveria ser a da capitã, olhei para trás e logo depois para frente, ali estava muito escuro, mas eu girei a maçaneta, quando girei, minha visão embaçou e eu desmaiei.

Às vezes eu acordava e via Nico me olhando curioso, claro, ele era o Deus da Escuridão! Poderia estar ali sem eu perceber. Dormi novamente.

Logo depois eu vi vários Deuses Gregos menores me olhando, com cautela e curiosidade, então dormi novamente.

Então eu estava dentro de uma sala, com uma poltrona virada para o lado contrário do meu, um cotovelo com uma jaqueta vermelha, e o meu boné encima da mesa de madeira da capitã com a jaqueta vermelha. Adormeci.

Quando acordei e assim fiquei, sem desmaiar novamente, estava num lugar completamente diferente ,dentro de uma jaula. Tudo escuro, mordi minha língua, como fui estupida!

–Nico?

–Sim, filha da Sabedoria?- Ele perguntou, se materializando na minha frente, só que fora da jaula. Olhei para ele com raiva.

–Como você pode nos trair, hein? O Percy é o seu amigo! Eu era a sua amiga! A Aghata... ela gostava de você! Você é realmente um Deus idiota!- Levantei-me e tentei o agarrar, mas ele sumiu, então ligou a luz.

Olhei para frente dele, estava com um jeans e uma blusa negra.

–A Aghata gostava de mim? – Ele perguntou, franzindo o cenho. Ri sarcástica.

–Gostava, não é? Porque quando descobrir que você é o traidor ela vai te odiar!- Seus olhos negros ficaram totalmente negros, sem a parte branca, e eu fiquei com medo. Ele veio para perto de mim.

–Você quer que eu te mate? Não me provoque!- Sua voz ecoou, senti uma pontada de medo mas então a porta atrás de mim foi aberta, de madeira e velha, todo aquele lugar parecia velho, com uma luz amarelada de interrogatório que eu não gostava nenhum pouco.

Surpreendi-me quando vi nada mais que Psiquê entrando no local, a Deusa das Almas e amante de Eros, que estava do nosso lado! Caramba, nem o cara que ama ela segue...

–Não vai matar ninguém – Ela disse, calma. Nico bufou e seus olhos voltaram ao normal. Psiquê sorriu –Alguma coisa? Uma novidade nova?

–Poucos mortos, apenas 10 na primeira batalha- Ele disse, e eu quis rir da cara dele, o mesmo estava completamente equivocado – Acho que deveríamos ir com calma, você sabe, não temos muitos Deuses Menores mais...

–Calado Nico, eu vou falar com a capitã. Acho que você tem razão, vamos dar uma pausa- Então ela saiu de lá junto com Nico.

Olhei as barras de ferro, elas pareciam enferrujadas. Levantei-me e olhei o cadeado que eles colocaram para mim, eletrônico, cheio de botão. Não seria tão fácil assim o abrir. Olhei envolta, nenhuma janela, nenhum buraco. Ao meu lado tinha uma tigela de água, olhei para o outro lado e então vi o que parecia ser um fio vermelho.

Sorri, então me agachei por ali, quebrei a parede que já parecia bem velha, e arranquei um fio vermelho e azul, com todo o cuidado para não tomar um choque. Minha ideia estava formada.

Peguei minha tigela de água e joguei no chão até a barra que tinha o cadeado, o molhando. Então respirei fundo, só me faltava morrer de choque elétrico.

Mesmo assim, com toda a rapidez coloquei os dois fios na poça de água, tomando um rápido choque. O condutor de energia foi pelo ferro com a água e até o cadeado, deixando-o completamente louco.

A luz dali deu simplesmente um apagão e o cadeado explodiu. Sorri e chutei a barra com medo de tomar choque. Tudo estava escuro, saí da sala e o corredor que eu me encontrava também estava.

Muitos barulhos, muitos Deuses Gritando. Segui meu extinto e coloquei a mão no corrimão, sorri. Então fui andando até que achei a escadaria e a subi com rapidez, agora no corredor de cima que estava claro. Olhei para a porta do meio ,agora eu não desmaiava.

Girei a maçaneta e entrei, era a sala que eu estava quando estava adormecida, com a poltrona no meio e tudo mais. Olhei meu boné e o peguei, colocando-o. Logo após isto ouvi gritos, uma mulher.

–Arrumem isto logo! – E então ela entrou dentro da sala e meu coração falhou, era a capitã, A CAPITÃ. A Deusa Menor com mais sede de vingança.

Nemesis parecia ter perdido a paciência ao ver que meu boné tinha sumido. Ela urrou e saiu dali. Fiquei sem saber o que fazer, então estudei o local em que eu me encontrava. Uma janela que dava para um telhado e logo depois para o meio da rua. Olhei para as paredes do outro lado. E em vermelho estava escrito ‘’ Os puxa sacos’’ .

Ri quando vi que a lista de Deuses Menores do nosso lado era maior do que eu imaginei, mas não deu tempo para eu tentar qualquer coisa porque Nemesis tinha voltado, ao lado dela Nico, Psiquê e Nix.

–Onde ela está? Onde ela foi parar? Porque ela estava aqui? E onde está o boné dela?- Psiquê parecia preocupada.

–Eu não sei, foi naquele momento que a luz acabou e eu acho que ela aproveitou e veio até aqui...

–Ela aproveitou? – Berrou Nemesis – Ela que fez a luz acabar sua burra! – Ela urrou novamente. Então olhou para Nico.

Pegou seu cigarro e jogou no chão.

–Você sabe porque ela estava aqui?

–Não mesmo –Nico disse –Mas deve ser porque estava querendo coletar informações sobre a guerra, essas coisas. Já deve ter ido embora.

E mais uma vez uma informação equivocada do idiota Di Ângelo. Nemesis assentiu.

–Você tem razão- IDIOTA! – Vamos fazer o seguinte, mudar completamente nossas rotas, nada de acampamento meio-sangue, vamos invadir o Olimpo direto.

–Mas Nemesis...

–Nada demais, Psique! E nós iremos começar o mais rápido possível, entenderam? Agora trabalhem.

Eles foram embora e ela se sentou na poltrona, massageando as têmporas. Tremula peguei a minha adaga e fui para atrás dela. A posicionei para cortar o seu pescoço.

Sorri e fiz o gesto para mata-la quando sua mão segurou meu pulso e me deu um Judo Flip me jogando no chão. Ela retirou meu boné e sorriu malvada. Seus cabelos negros curtos caindo por seu rosto.

–Você está me dando muito trabalho, Filha de Atena- Sua perna fincou com a minha com mais força – E eu vou te matar rápido, e fácil. Nada de discurso de vingança como a idiota da Diké fez. A minha vingança é feita em atos.

Então senti meu braço sendo cortado por inteiro, toda a minha pele ardendo por ali e doendo o máximo que pude. Ela olhou para minha cara de dor e sorriu, aproveitei e meti meu joelho no meio de suas pernas. Trocando as posições.

–Você não sabe de nada, Nemesis- Então peguei minha adaga e a joguei para acabar com seu coração , mas ela rolou de lado. Pegando sua adaga também. Levantei-me junto com ela e sua adaga foi em minha direção , mas eu interceptei com a minha própria adaga.

Ela fez força mas eu fiz de volta com o braço bom. Então ela me deu uma rasteirinha e me jogou na parede, me fazendo perder os sentidos. Seu cotovelo estava no meu pescoço, me fazendo perder o ar.

–Eu vou matar o Deus dos Heróis em pedacinhos, será o primeiro na minha lista de puxa saco. Se você quiser , vai poder ver direitinho lá do mundo inferior. – Ela riu- Ele não te ama queridinha, Deuses não amam ninguém a não ser eles próprios.

Uma raiva súbita subiu por mim e eu cuspi em sua cara, a fazendo piscar. Então dei um chute em seu peito e estava com tanta raiva que a joguei no chão. Como ele não me amava? Me sentia uma idiota na mão dos Deuses e descontei em Nemesis dando todos os socos possíveis em sua cara. Gritando enquanto seu rosto parecia deformado e ela sem reação.

–Ele me ama, sim! — Dei um último soco em seu nariz, ofegante. Ela tinha uma feição preocupada mas então me deu um chute na barriga, perdi totalmente o ar. Ela parecia mal com todos os socos que lhe dei mas mesmo assim subiu para cima de mim. Olhei para o lado e vi minha adaga. Ela pressionou minhas pernas.

–Então eu vou mata-la. Para vê-lo sofrer- Olhei para ela com raiva e ela me deu um tapa estalado na cara – Ninguém acaba com meu rosto deste jeito, sua peste.

Arredei meu corpo para o lado, mas ela pressionou com os joelhos.

–Boa sorte no próximo éon – Eu disse, então com a ponta dos dedos peguei minha adaga e cravei em seu coração. Ela parou totalmente, seus olhos congelados.

Olhei para ela sem entender o que estava acontecendo, quando ela simplesmente virou pó encima de mim. Tirei o pó e me levantei com dificuldade, quase não respirava, meu braço latejava e o golpe que eu sofri na barriga com Diké foi o mesmo com Nemesis.

Peguei meu boné e o limpei. Então a porta foi aberta estrondosamente. Nix e Psique e Nico estavam ali. Eles olharam atordoados para o que sobrava de pó dourado.

–Sua capitã foi morta! – Eu disse. Então pulei a janela, rolando o telhado e caindo no asfalto quente. Saí mancando até o carro e olhei para trás, nenhum dos Deuses Menores me seguiram o que era estranho.

Abri a porta do meu carro e acelerei, o mais longe dali possível. Cheguei a parte mais movimentada da cidade e arregalei os olhos ao ver a data, dia 23 de Julho, eu tinha dormido por 7 dias! Já que saí do acampamento no dia 16.

Acelerei mais o carro, o máximo que pude e quando menos esperei estava na estrada de terra do acampamento. Cheguei na entrada e estacionei meu carro. Peguei o mapa e saí mancando até que não consegui e rolei a colina. Gemi, parecia que meus ossos estavam quebrados, meu braço ardia mais do que o aceitável e a boca do meu estomago não parecia que dava fluxo ao ar.

Levantei-me e quase caí de novo ao ouvir o grito de Aghata, Dylan ao seu lado, e de uma hora para outra vários campistas.

–A gente achou que você tinha morrido! Como você passa 7 dias fora?

–Fui dopada. – Respondi, como se ainda estivesse dopada.

Entrei na Casa Grande, Dylan segurando um dos meus ombros e Aghata do outro, o loiro chutou a porta da sala de Percy, onde tinha Quiron em sua cadeira de rodas.

–Você chegou... – Falou Quiron, aliviado.

–E aquela coisa que eu disse de tomar cuidado? – Disse uma voz rouca, eu olhei para a poltrona e quando vi Percy, sabia que as coisas estavam bem diferentes.

–Perseu?


Notas finais
E aí? Gostaram? O que aconteceu com o Percyito?? Bem, várias coisas importantes para falar aqui.
Primeiro: Alguém está com saudades do hentai?? =P Saudades serão matadas no próximo capitulo.
Segundo: Estou com uma fic nova gente!! Sério, leiam lá o primeiro capitulo de mais um percabeth alternativo por favor *---* Aqui o link: http://fanfiction.com.br/historia/322440/Nossa_Historia_De_Amor.
E terceiro e último aviso: Olha, o numero de leitor fantasma dessa fic está batendo recordes! Sério, não cai o dedo deixar review não e faz muito bem para o ego da autora (que nem tem o ego tão elevado assim). Mesmo assim, vai ter uma quantidade ai de reviews para eu postar o próximo, ok?
Beijos e até o próximo!!