Notas iniciais
E cá estamos com mais um capítulo! É um capítulo meio elíptico, mas como diz o título, hoje será revelada para Connor uma informação muito importante, e acho que vocês têm uma ideia de qual é. Boa leitura! :)

— Está tudo resolvido, Connor! Consegui um navio que poderá te levar de volta a Achilles. Ele zarpará amanhã à tarde, e então você estará livre — anunciou Samuel Adams na manhã seguinte. Ele estava sentado em uma poltrona e lendo um jornal, enquanto Surry lhe trazia uma xícara de chá.

— Ótimo. — Eu respondi, sentando em uma poltrona à frente. — Muito obrigado.

— Por nada. Aliás, tenho novidades sobre o tiroteio de ontem.

— Tem?

— De acordo com a Gazeta de Boston, tudo começou com uma pequena discussão entre um soldado chamado White e um rapaz de nome Garrick. Consegue acreditar, Connor, que um simples mal-entendido tenha levado àquele massacre? — Ele continuou falando enquanto lia o jornal. — Aparentemente, Garrick queria cobrar o dinheiro que um oficial estava devendo, mas ele garantiu que já havia pagado e nem se importou com o garoto. O soldado White, no entanto, tomou as mágoas do oficial e disse a Garrick para ter mais respeito. Após alguns xingamentos, o soldado golpeou a cabeça do rapaz com uma coronhada de mosquete. Isso irritou as pessoas em volta, uma coisa levou à outra e... — Adams tirou seus olhos do jornal. — Bem, o resto você já sabe. Alguém, supostamente um civil, disparou uma arma de fogo, levando os soldados a retaliarem nos cidadãos. Três homens morreram na hora e outros oito ficaram feridos. Ou melhor, sete, já que um deles faleceu hoje cedo.

Ouvi com atenção, assentindo. E pensar que tudo aquilo, aquelas quatro mortes, não teriam acontecido se não fosse pelos atiradores enviados pelos Templários de Haytham... Se aquele homem fora capaz de causar o caos na multidão apenas para seus objetivos pessoais e para incriminar os soldados... O que mais ele não faria se quisesse pôr as mãos no solo sagrado de minha aldeia? E, para piorar, os atiradores do dia anterior me pareceram estranhamente familiares...

— Mas o que mais eu teria a dizer sobre esse... massacre? — prosseguiu Adams, fechando o jornal e confortando-se na poltrona. — É isso o que acontece quando hospedamos tropas militares dentro dos muros da cidade. Dê a um exército autoridade para “supervisionar” e, devo dizer, reprimir os cidadãos, e é óbvio que mais cedo ou mais tarde isso fugirá ao seu controle. Devemos avisar a eles que a guerra já acabou faz tempo? Eu reafirmo: a presença do exército aqui é uma afronta do Rei George à liberdade dos cidadãos bostonianos. Nós não nos contentamos com as leis injustas e protestamos; o rei, em vez de ouvir a voz do povo, prefere mandar o exército para calá-lo. Percebe o quanto os colonos são reprimidos, Connor?

— De fato. — Eu comentei. — O povo tem o direito de se revoltar.

— Exatamente. — Samuel abriu o jornal novamente. — E nos revoltaremos enquanto homens bons como Crispus Attucks morrerem sem motivo. Lembra-se do homem de que Cyrus estava falando antes de conversarmos com ele? Estava falando de Crispus. O jornal diz que ele era o que mais fervorosamente incitava a multidão, e que ele discursava tão bem que ninguém conseguia discordar dele. Relataram inclusive que ele estava armado e pronto para enfrentar os guardas se necessário... o que não aconteceu, pois ele foi morto logo na primeira onda de tiros. Mesmo um estivador humilde conseguiu fazer sua voz ser ouvida, e os lagostas se livram dele sem pestanejar. O povo já o considera um herói! E pensar que ele era apenas um trabalhador mestiço, descendente de escravos negros e índios wampanoag... Gosto de ver como o sentimento da luta por justiça é comum a todas as raças.

Ao ouvir Samuel dizer isso, fitei Surry com um suspiro.

No dia seguinte, embarquei num pequeno navio mercante e, em poucos dias, eu estava de volta à Fazenda Davenport. Achilles, de dentro da mansão, provavelmente me vira desembarcando, pois, quando abri a porta destrancada da casa, encontrei o velho em seu quarto, arrumando as peças do jogo de tabuleiro que costumávamos jogar em uma pequena mesa no centro do aposento.

— Ora, bem-vindo de volta, Radôn—Oh, quero dizer, Connor! — Ele disse. — Eu sabia que estaria vivo! Uma partida de fanorona?

— Você me largou em Boston! — respondi, rude.

— O treinamento que fizemos aqui é muito bom, mas a experiência é com certeza a melhor professora de todas. Agora você com certeza sabe o que esperar se se meter em encrenca por aí. E eu não te larguei em Boston, fui generoso em mandar Samuel para te ajudar.

— Que generosidade — rebati, irônico. — Mas e quanto aos Templários? O Grão-Mestre, Haytham?

— Foi-se com o vento, creio eu.

— Nós temos que ir atrás dele! Inocentes morreram no tiroteio que eles provocaram!

— E nós iremos atrás dele... depois que a casa for reformada; o que levará um tempo, já que você não comprou madeira suficiente.

— A madeira estava escassa no fornecedor do mercado. Mas nós vamos ficar aqui parados? Enquanto Haytham está por aí tramando sabe-se lá o quê?

— Paciência, Connor. — O velho dissertou, austero. — O que você fará quando o encontrar? Se o encontrar? Você é um garoto com poucos meses de treinamento, ele é um homem totalmente amadurecido que aperfeiçoou suas habilidades ao longo de décadas inteiras.

Ele se acalmou e olhou para baixo, sério. Sua postura era quase triste.

— Além do mais... creio que há algo sobre Haytham que ainda não tive a oportunidade de te contar.

Ele hesitou e me fitou. Atentei-me para ouvir o que quer que ele tivesse a dizer, mas logo em seguida a conversa foi interrompida por gritos que vinham do lado de fora da casa.

Ei! Alguém? Ajudem, por favor!

Ficamos surpresos. Nunca havíamos recebido visitas.

— Mas quem diabos...? — Achilles perguntou.

Olhamos pela janela. Quem estava gritando e correndo pela escadaria que levava à mansão era um homem grande, com uma barba ruiva e roupas rústicas.

— Eu vou ajudá-lo. — Eu falei.

— Connor, você nem conhec...

Abri a janela e pulei para fora, para tentar falar com o homem. Ao me ver, ele exclamou com um sotaque forte:

— Você, rapaz, por favor! Me ajude! Ele vai morrer!

— Ele quem?

— Não há tempo para explicar! Siga-me!

O homem começou a correr para os bosques, e eu o segui. Em um minuto, havíamos chegado ao rio que corria pela baía. Abaixo de uma ponte, a correnteza levava um tronco de árvore, onde se segurava um outro homem ruivo, porém mais magro. Ele tentava gritar, mas aparentemente não conseguia. Ele provavelmente estava paralisado por hipotermia devido à baixa temperatura da água.

— Oh, não! Ele acabou de passar pela ponte! — disse o homem de antes. — Você tem que salvá-lo ou ele vai se afogar!

De fato, pois eu sabia aonde aquela correnteza iria levá-lo: direto a uma catarata, e, se ele caísse... Eu tinha que salvá-lo, mas isso seria difícil: com a água congelante daquele fim de inverno, eu provavelmente iria ficar paralisado junto com o homem se nadasse por muito tempo. Pus-me a correr pela margem e pelas pedras fixas espalhadas pelo rio. Tentei me aproximar, ainda na parte rasa do rio, para alcançá-lo, mas a correnteza que arrastava o tronco e o homem acabava me superando em velocidade.

Por sorte o tronco foi de encontro a uma fenda entre duas pedras, onde ficou preso por alguns segundos. Tentei usar isso como vantagem para alcançá-lo, e inicialmente consegui. Me aproximei com cuidado e, assim que o fiz, tentei falar com o homem:

— Senhor, você está bem?

Em resposta ele balbuciou:

— So... corro!

Pus meu pé em cima do tronco e estendi minha mão para o homem em pânico, mas, ao que ele tentou me alcançar, o tronco se moveu e voltou à corrente do rio. Nesse processo, fui jogado na água fria — e também na correnteza. Perdido no meio do rio, não tive opção a não ser me agarrar no tronco também, junto com o homem. A essa altura, a catarata estava cada vez mais próxima.

— Oh, merda. — Ele xingou, ao me ver. — Agora nós dois vamos morrer!

— Não vamos não! — respondi, reunindo minhas forças e tentando não encher meus pulmões de água. — Largue o tronco!

— Mas isso é... — Ele tossiu, com água na garganta. — ...loucura. Não conseguiremos chegar à margem.

— Conseguiremos sim. Apenas confie em mim.

Não vendo muita escolha, o homem soltou o tronco, e eu também. Segurei seu abdome e comecei a nadar até a margem esquerda do rio, resistindo ao frio o máximo que pude. Quase não acreditei quando chegamos à terra, ambos vivos e respirando. Levantei-me e comecei a tomar ar, mas o homem se deitou no chão. Nesse momento, o sujeito que pedira por ajuda minutos antes chegou correndo para perto de nós, suspirando aliviado ao ver seu colega vivo. O homem deitado balbuciou algumas palavras malformadas, e o outro disse:

— O que esse cabeça-de-vento está querendo dizer é que ele é eternamente grato a você, rapaz.

— Quem você está chamando de... cabeça-de-vento? — ofegou o outro, irritado.

Você. Porque é isso que você é!

— Quem são vocês? — perguntei.

— Oh, me desculpe. Meu nome é Godfrey e este paspalho aqui se chama Terry.

— Connor. O que estavam fazendo com esse tronco?

— É um dos perigos de ser lenhador. Montamos acampamento não muito longe daqui, e estamos procurando madeira. Nós pretendíamos nos estabelecer neste bosque.

— Lenhadores? Infelizmente, Godfrey, essas terras já têm um dono, e eu não sei se ele permitirá que vocês cortem as árvores daqui.

— Ah... Entendo. Desculpe, senhor, mas nós vimos umas casinhas por aqui e pensamos que o lugar estava abandonado.

Então eu me lembrei. Lembrei que a Fazenda Davenport já havia sido grande e rica. Aquelas casinhas já haviam sido habitadas. E, se aqueles lenhadores queriam morar aqui, não havia porque não começar a revitalizar a propriedade. Achilles com certeza não concordaria, mas ele queria reformar a mansão, não é mesmo? E, se a loja de Boston não tinha madeira para nos fornecer, Terry e Godfrey o fariam. Se Achilles ouvisse a razão, não poderia dizer ‘não’ a essa proposta.

— Não. — disse Achilles, rígido.

Nós quatro estávamos de pé em frente à mansão, e tanto eu quanto os lenhadores ficamos tristes ao ouvir essa notícia. Eu e Terry continuávamos ensopados e com frio, embora Godfrey tivesse arranjado um cobertor para cada.

— Mas por quê? — perguntou Terry.

— Vocês sabem onde estão nesse momento? — Achilles vociferou. — Estão na Fazenda Davenport! E eu sou Achilles Davenport! Essas terras são minhas, e se vocês querem cortar lenha, arranjem outro bosque para parasitar!

— Você nem usa essas árvores pra nada! — Terry retrucou.

— Cala a boca, Terry! — rebateu Godfrey, dando um tapa na nuca do amigo.

— Eu já dei meu veredito, cavalheiros, quer aceitem isso ou não. Então saiam daqui o mais cedo possível!

Eu intervim:

— Mas eles não vão parasitar, Achilles, eles vão... contribuir. Cortarão a madeira e usarão a maior parte para o negócio deles. E uma parte considerável ficará com você, como um imposto. Assim, nós podemos usar essa madeira para reformar a mansão... ou vende-la em Boston para investir o dinheiro na reforma da Fazenda! Os mercadores no Faneuil Hall não estavam com madeira em falta? Eles com certeza se interessarão pelos produtos de Godfrey e Terry.

— Senhor Davenport, prometemos que somos lenhadores honestos! — falou Godfrey. — Nos dê uma chance.

Achilles os fitou, e pensou por um momento. Terry fazia uma expressão zombeteira de cachorrinho pidão, que não parecia muito efetiva.

— Achilles... — comentei. — Não se lembra dos velhos tempos? Você sempre ressaltou o quanto a sua fazenda era próspera nos anos da Guerra. Por que não trazê-la de volta aos seus dias de glória?

— Certo! — proferiu Achilles, enfim. — Mas se vocês dois causarem problemas de qualquer tipo, eu mesmo os expulsarei. Connor, você cuidará de estabelecer os dois aqui.

— Haha! — exclamou Terry.

— Muito obrigado, senhor. Vamos voltar ao nosso acampamento e arrumar nossas coisas.

— Que seja. Connor, venha comigo para a casa. Ainda não tivemos nossa conversa.

Mais uma vez, eu e o velho estávamos no porão da mansão. O antigo manto de Assassino dele continuava exposto, imponente. Sentávamos em duas cadeiras bem em frente à parede onde os cinco quadros dos líderes Templários estavam pendurados: Church, Johnson e Pitcairn; acima deles estava o pária Charles Lee; e, ainda mais acima, Haytham Kenway.

— O que quer me contar, Achilles?

Ele suspirou.

— É sobre sua mãe, na verdade.

Ao ouvir essas palavras, a primeira imagem que veio à minha mente foi o rosto desesperado de minha mãe enquanto morria no desastre causado por Charles Lee. Ainda hoje lembro-me de ter visto a morte iminente em seus olhos negros. Levei a mão ao meu pescoço e observei o meu colar de presas de lobo: ele estava sempre lá, como minha única lembrança dela.

— Sei que este é um assunto delicado, mas é algo que preciso te dizer.

Limpei a lágrima que escorria por minha bochecha, e falei:

— Prossiga.

Achilles se preparou e tornou a falar:

— Como eu já lhe disse, Ziio lutou algumas vezes ao lado dos Assassinos durante a Guerra. Era talvez a única de seu vilarejo que queria ativamente tomar partido no conflito. Se não me engano, ela foi muito malvista entre o seu povo por esse mesmo motivo. Mas ela desapareceu depois de um tempo. Apenas ouvi notícias dela alguns anos depois, quando descobri os boatos. São boatos que surgiram em 1755, e que apenas se intensificaram quando você nasceu. Ou melhor, se confirmaram.

Ao que o velho fez uma pausa, eu lhe perguntei:

— E... que boatos seriam esses?

— Ah, sim. Na época eu ouvi que sua mãe havia tido um romance com um homem branco... Um homem branco bem específico. Nunca me importei com essas histórias, e acreditar nelas não me faria diferença. Mas elas voltaram à minha mente no dia em que você me contou que era filho de Ziio, e... desde então isso não saiu da minha cabeça.

— Você... E o que você quer dizer com isso?

— Eu quero dizer... que antes eu tinha minhas suspeitas, mas agora eu tenho certeza. Certeza de que sei quem é seu pai, Connor.

Aquilo me pegou de surpresa. Arregalei os olhos, em um crescente êxtase.

— Mas então... Você o conhece? Ele está vivo? Onde ele está?

— Ah, Connor... — O velho suspirou. — Sim, infelizmente eu o conheço e sim, ele está bem vivo. Encontrá-lo, no entanto, será particularmente difícil.

— Não pode ser tanto assim. — Eu exclamei, feliz. — Quem é ele, afinal?

Observei conforme Achilles levantava seu braço e, cabisbaixo, apontava para a parede. Para o topo dela, para ser mais exato. Seu dedo indicador, em riste, indicava um dos quadros pendurados. O de Haytham Kenway.

Embasbacado, não consegui proferir palavra alguma. Meio minuto se passou até Achilles comentar:

— Lembro que tínhamos pistas de que Haytham conheceu sua mãe por um bom tempo. Ao que tudo indica, eles tiveram um romance na época. Sim, aceite esse fato. Melhor do que negá-lo.

— Mas... — Eu balbuciei, enfim. — Como você pode ter certeza depois de todo esse tempo?

— Ah, a semelhança entre vocês, na aparência e no temperamento, é nítida. Isso ficou claro para mim quando o vimos em Boston; você é uma versão mais jovem e morena dele. Mesmas feições, mesmo olhar determinado...

— Você... Você mencionou o sentido aquilino algumas semanas atrás. Meu pai tem ele?

— De todos os adversários com quem tive o prazer, ou o desprazer, de lutar, Haytham foi um dos mais ferozes. Eu o vi de perto e pude ver a aptidão que ele levava para o sexto sentido. De acordo com os nossos registros, o pai dele já possuía essa habilidade. Ele a passou para Haytham, que a passou para... você. — Achilles completou, olhando para mim. Ele levantou-se da cadeira apoiado na bengala.

— Ele... Ele sabe que eu existo?

— Duvido.

— Não pode ser. Não. Isso quer dizer que...

Achilles pôs suas mãos em meus ombros.

— Isso não quer dizer nada, Connor. Lembre-se daquilo que o Credo mais preza: você é um ser pensante, livre e dono do próprio destino. O sangue e o legado de seu pai não vão significar nada se você não deixar. Você herdou apenas o melhor dele: você tem confiança e paixão. Hoje mais cedo você quis me convencer a permitir que aqueles lenhadores se estabelecessem na Fazenda, já pensando em como isso iria nos beneficiar a longo prazo. Assim como Haytham, seus olhos estão no futuro. Mas não se preocupe: o coração dele é frio, e eu não acho que você compartilhe disso. Pois se você tem algo que ele não tem, é caráter.

Aquilo me deixou dividido.

— Obrigado, Achilles. Mas ainda estou espantado. Se eu vou me tornar um Assassino... terei que enfrentar meu próprio pai.

Achilles largou meus ombros e se afastou.

— Se acalme. — Ele falou, repreensivo. — Você é jovem e ainda nem faz parte da Irmandade. Levará bastante tempo até enfrentar Haytham, se você sequer precisar enfrentá-lo. E, mesmo que o faça... Eu confio que você tomará a decisão correta. — Houve uma pausa. — Entendido?

— Eu... creio que sim.

— Ótimo. — O velho prosseguiu, caminhando em direção à escada para o térreo. — Te darei tempo para digerir a informação. E depois, vá falar com os novos inquilinos que você me arranjou. Assegure-se de que eles não farão besteira, sim?

Notas finais
(Esse capítulo ia se chamar 'De Volta à Fazenda', mas mudei de última hora agora no dia 23 porque convenhamos que 'Revelações' é bem mais impactante. Tem até um jogo com esse nome :v ) (Conversinha semanal) Hoje eu finalmente terminei minha maratona de Assassin's Creed. Aleluia! Só precisei de aproximadamente 100 horas pra terminar tudo do 1 ao Rogue. Ai, agora acho que é melhor eu botar a vida em ordem (o ano letivo tá logo ali) e voltar a focar nas fics. Bom Carnaval a todos e até semana que vem! :)