Esposa de Mentirinha
13 Teenage Dream
Notas iniciais
POV EMMA
Não queria pensar, não quando Regina estava a minha frente tão linda, com nossas mão entrelaçadas. Se ela não gostasse, poderia afirmar que não estava bem ou qualquer coisa que fosse, agora precisava sentir seus lábios novamente sobre os meus.
– Posso? – perguntei quando enfim tive coragem, sem nunca me afastar e deixar de observar seus lábios chamativos pela pequena cicatriz, que os deixavam mais convidativos que o comum.
Quando os senti sobre os meus, meu coração saltou sobre o peito em disparada, me fazendo sorrir para junto dos lábios macios de Regina. Soltei uma de minhas mãos entrelaçadas a ela e a repousei sobre o rosto delicado, acariciando os detalhes já tão conhecidos, agora de uma nova perspectiva a qual só pude sonhar, mas neste momento, o gosto único de Regina me fez ter certeza que não poderia ser um sonho.
Engacei minhas mãos em seus cabelos maiores do que o habitual e a puxei para o meu colo, sem se importar se estava indo rápido demais com aquilo que era tão delicado, nem ela estava se importando muito, pois de tudo que conhecia sobre Regina, sabia que seus pensamentos a impediam de fazer tantas coisas quanto minhas mágoas me impediam.
Desci meus lábios pela pele exposta de seu pescoço, buscando saciar minha vontade louca por aquela mulher, deixei mordidas por toda a extensão dele, fazendo a morena em meus braços erguer o pescoço me dando total acesso e liberdade, me deixando experimentar cada ponto, me dando o que tanto sonhei nas noites que passava a observando ao invés de dormindo.
– Me peça para parar agora, porque se for adiante não terei mais controle. – Sussurrei quando minhas mãos adentraram pela camisa do Bom Jovi que tinha desde meus 16 anos e que ela adorava vestir, e meus lábios dava pequenas mordidas na ponta de sua orelha.
– Eu não posso pedir algo que não quero. – Confidenciou entre gemidos, levando suas mãos para o meu pescoço, e cravando suas unhas nele, me fazendo soltar uma exclamação de êxtase. – Quero você, quero ser sua. Não quero que pare. – Regina sussurrou perto de meus lábios, os tomando para si, quando achou que as palavras não eram o suficiente para confirmar seu ponto.
Minhas mãos deixaram de serem contidas e buscavam marcar cada detalhe e contorno do corpo tão conhecido por meus olhos, mas não por meus dedos e agora eles passeavam sem se importar, decorando cada lugar que a dava prazer, que a fazia se arrepiar. Era como um sonho ouvir a entrega daquela mulher para mim, sempre tinha imposto ao meu coração que ela sempre seria apenas minha melhor amiga, mas agora quando a respiração ofegante de Regina entrava em contato com minha pele sensível, me mostrava que jamais poderia ser apenas a melhor amiga dela.
Meu corpo a amava, meu coração a amava e eu? Sem dúvidas a amava e não poderia mais um segundo ficar sem minhas mãos, boca e corpo longe do dela.
Com calma tirei a blusa que era duas vezes maior que ela, analisando o sutiã meia taça vermelho que cobria a minha visão do paraíso. – Você é tão linda. – Sussurrei e logo observei os cabelos de Regina cair sobre seu rosto e as bochechas tomarem uma cor avermelhada. Sentia-me encantada pela forma doce e ingênua que ela conseguia agir, mesmo sabendo de tudo o que ela tinha passado. Com uma delicadeza que nunca tinha possuído antes a deitei na areia fofa da praia apreciando a visão da perfeição que aquela mulher era.
Seus cabelos caíram espalhados pela areia, seus olhos nunca saiam dos meus, me fazendo sorrir e deitar-me sobre ela beijando o vale entre seus seios. Deliciando-me com os gemidos baixos direcionados apenas a mim abri o feixe do sutiã e me maravilhei com a visão de seus seios, firmes e duros especialmente para mim. Corri meus lábios por entre eles deleitando-me com o gosto único de maças e amêndoas que só Regina possuía.
– Emma, por favor. – o pedido suplicante, me fez sorrir e abrir minha boca sobre o bico dos seios rosados da morena e os chupar arrancando suspiros e algumas palavras desconectam que me fizeram continuar descendo meus lábios por toda a extensão do abdômen sempre beijando ou mordendo aonde sentia vontade de provar o gosto único e apenas meu de Regina.
Puxei a calça que atrapalhava minha visão deixando-a completamente nua, observei cada detalhe, guardei cada machucado. Nunca a tinha visto daquela forma, mas sem dívidas era a mulher mais bela que tive o prazer de por meus olhos, uma deusa grega e sem merecer fui abençoada com a dádiva dar-lhe amor.
Beijei a cicatriz minúscula de sua cesárea e desci meus lábios em uma linha imaginária até o seu centro, já tão pronto para mim, pressionei meus lábios sobre ele, em uma tentativa de torturá-la.
– Emms. – A voz rouca me fez sorrir e passar a minha língua provando o gosto que tanto imaginei que fazia teorias em minha cabeça. Era totalmente diferente do que um dia pensei ele tinha um gosto muito melhor e mais viciante do que jamais poderia sonhar. – Não me torture. – E com aquele pedido, não pude mais me controlar, invadi seu interior buscando saciar meu desejo insano.
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