Esperança
1 Um mundo debaixo do mundo
Notas iniciais
Chamo-me Carolyn Grywn, tenho 16 anos, estudo ainda. Moro em New York, com minha mae (Annabeth), minha irmã (Vicky), e meu padrasto (Madison).
Sou morena, tenho olhos castanhos, sou um pouco baixa e sou branquinha.
Eu e minha irmã sempre fomos diferentes, muito diferente, ela tem 2 anos a mais que eu. E digamos e mais interessada em roupas do que estudos, mas sempre teve muita facilidade em tirar notas boas. E eu sou uma sonhadora, leio muitos livros, e as vezes confundo realidade com ficção.
Seria mais legal e divertido vivermos na ficção, do que no mundo real, um saco, não é?
Estou sempre a procura de aventura, mentira, estou sempre trancada no meu quarto, estudando, lendo, escutando musica, desenhando. Mas não saio do meu quarto.
E agora temos essa excursão no meio da mata, vamos passar 3 dias la, vai ser um saco!
Estava arrumando minhas coisas para irmos. Minha irmã estava animada, ótimo, ia ser um saco. Iriam as patricinhas, os idiotas e tudo mais.
Ainda bem que iria ter um guia e nada de professores.
Faltava meia hora para irmos para essa grandiosa expedição e eu fui me arrumar.
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Depois fomos, coloquei meu fone de ouvido e fiquei escutando a viagem toda de ônibus. Eles não paravam de gritar e fazer bagunça era um saco.
Depois de uma longa viagem chegamos ao lugar, era cheio de insetos todos ficavam se batendo tentando matar os bichinhos. E eu só ficava rindo.
Passamos por cachoeiras, trilhas, animais. O nosso guia era bem engraçado. E ele disse para nos descansarmos em cima de uma pedra enorme enquanto ele fazia o numero 1.
Ficamos conversando, e do nada o chão começa a tremer a pedra que estávamos todos em cima cedeu.
Caímos em um buraco fundo, e paramos em cima de uma pequena facha de terra. A pedra subiu de volta para seu lugar, todos começaram a gritar.
O lugar era lindo, mas não tinha céu, a jura? Estávamos debaixo da terra e ia ter céu, meu Deus minha cabeça. Mas em fim, tinha dois escorregadores enormes, aqueles parecidos com parques aquáticos para você cair na piscina.
Logo a baixo tinha uma extensão de terra de mais ou menos 10 metros por 9 metros que flutuava imóvel na agua. Pois é o lugar era cheio de agua, por todo o lado.
Naquela terra que flutuava na agua tinha uma palácio antigo, muito antigo, feito de pedra. E uma pequena parte dele estava quebrado, por que tinha caído uma pedra enorme encima.
Do lado direito da terra tinha agua e uma portinha fechada, que dividia outra parte do território. E tinha uns pilar gregos que estavam sobre a agua, em pé. Parados, mas eram um pouco distantes um do outro.
Por incrível que parece ali não era escuro, a luz tinha uma cor amarronzada. A agua era transparente, mas ficava marrom por causa do chão, que era de barro.
Logo depois a terra onde pisávamos cedeu e caímos todos ao mesmo tempo no tubo do lado direito. Quase nos matamos e por fim caímos naquela terra onde tinha o palácio.
Todos nós nos machucamos, minha irmã arranhou todo o seu braço direito. Ygor (meu colega) arranhou sua cara, e assim vai. Eu arranhei toda a minha perna do lado direito, e fui arrastada metros longe e quase cai na agua do lado onde tinha os pilares gregos.
Todos começaram a gritar desesperado e saíram do palácio 5 pessoas de la de dentro. Todos correram para perto de uma parede de vidro, acho, e ficaram se amontoando para se proteger daquelas pessoas, mas elas não pareciam ofensivos.
Era 2 meninos, que pareciam ter minha idade. Um era moreno com os cabelos de lado, olhos verdes e pele pálida. O outro era um menino loiro, de olhos azuis e também pálido.
Tinha um bebezinho, que parecia ter só 4 meses de idade, e estava no colo de uma mulher, que parecia ter idade da minha mae entre os 40, 42 anos.
E um homem de cabelos brancos já de idade.
-Quem são vocês? –perguntou um dos meus colegas
-Humanos ora. –disse o senhor
A mulher falou em grego e só eu intendi. Ela disse “Estamos presos aqui, e quem são vocês?”.
Falei em grego “Somos estudantes de New York, e caímos aqui do nada”.
O menino moreno me olhou com cara “o que ela disse?”.
-Eu sou Heitor, e esse é Luca, estamos presos aqui. –disse Heitor
As meninas começaram a gritar desesperadas.
-CALEM A BOCA!
Todos ficaram em silencio.
-Não somos pessoas más, somos iguais a vocês. –disse Luca
-Vocês não são aléns. –disse Ygor
-Claro que não. –disse o senhor e riu. –Eu sou Robson.
-Ah.
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