Espelhos (Percabeth)

7 Capítulo 6 - Chase x Jackson


Notas iniciais
Oieee! Quem quer me matar levanta a mão! Bom, eu sei que essa é a hora que todo mundo levanta a mão, mASSS, eu tenho meus motivos e prometo explicar tudinho nas notas finais. E aí, quem já tá de férias? Eu já tô, isso significa mais capítulos durante a semana e não só no domingo! Aeee! Porém isso só vai acontecer se vocês deixarem reviews. Por falar nisso, eu só recebi 3 reviews no comentário anterior. Poxaaa gente. :( Mas enfim, eu gostaria de agradecer a Danielle, que me deu a ideia pra escrever o capítulo. Amor, eu juro que se você não tivesse mandado o review esse capítulo não saia. hahahah Aproveitem o capítulo, ele tem umas algumas surpresas. E leiam as notas finais ok? bjao.

Já que seria totalmente estranho andar na rua com uma adaga em mãos – ou o que quer que os mortais vejam –, Annabeth escondia a mesma na blusa. Levantou a camiseta, puxando a faca, sem nem passar pela sua cabeça a ideia de usar o arco.

Respirou fundo antes de se jogar em cima do Minotauro.

Com a faca em mãos, atacava-o. Porém, o monstro parecia ser esperto. Desviava-se e a atacava, mostrando seus enormes chifres brancos com pontas amarronzadas.

A mente da filha de Atena procurava desesperadamente uma estratégia, mas apesar de sua movimentação inicial e de seu peso, o monstro desviava-se com rapidez.

“Eu tenho que pensar em algo” repetia em pensamento várias vezes.

Matthew e Bobby tentavam a todo custo entrar na briga, mas uma careta ameaçadora de Annabeth os fez ficar no mesmo lugar.

Annie deu dois passos para trás e varreu a rua rapidamente com os olhos, tentando desesperadamente achar algo que a ajudasse, não encontrando nada.

Deu mais alguns passos para trás, tentando atacar o Minotauro com a adaga, mas ele não parecia ter medo. Arrastava-se até Annabeth como um fantasma.

Algo deu errado, no fim. De tanto ir pra trás, Annabeth sentiu um muro atrás de si e percebeu que fora encurralada, sem contar que estava muito distante de seus irmãos.

Arregalou os olhos e agindo sem pensar, pendeu o corpo para frente e tentou espetar o monstro, que se desviou no último segundo.

O Minotauro já estava com o corpo enorme sobre Annabeth. Fez um som estranho, um tipo de mugido, como uma risada e cravou as unhas no braço direito de Annabeth, fazendo-a gritar de dor e fechar os olhos.

Matthew e Bobby corriam e já estavam quase alcançando o monstro quando algo aconteceu. O monstro urrou. O som parecia ser de dor. Annabeth abriu os olhos e viu que no meio da barriga do monstro havia um algo que parecia ser um chifre. Olhou rapidamente para cima e viu que os dois estavam lá, intactos.

Então percebeu que não era um chifre. Era a ponta de uma lâmina.

Em questão de segundos, o monstro explodiu em uma nuvem de fumaça, o que por um instante, chocou Annabeth.

Depois de respirar fundo mais uma vez, correu os olhos procurando seus irmãos, achando que fora eles quem a tinha ajudado. Achou-os a poucos metros dela. No entanto, eles estavam tão pasmos quanto ela.

Correu mais uma vez os olhos pela rua até achá-lo parado e ofegante. Ela nunca imaginaria. Parado, ofegante, com a espada em mãos e a poucos metros dela, estava ELE. Perseu Jackson.

Mas o quê? Que diabos! Tudo bem, ela estava aliviada por vê-lo matar o monstro, porém esperava que fosse um dos seus irmãos. Nunca imaginaria que ele se daria ao trabalho de ajudá-la.

Mas ele o fez.

E mesmo surpresa e tentando entender o motivo de ele estar ali, ela estava feliz. No fundo, estava.

Mas nunca admitiria isso. Orgulho era seu defeito fatal.

– Obrigada. – Foi o máximo que conseguiu.

– Só isso? – Ele a olhou.

– Só isso o que? – Perguntou sem entender.

– Só um “obrigada”? Eu salvei sua vida! – Jackson parecia indignado.

– O que quer que eu diga? Já agradeci! – Annabeth retrucou.

Matthew e Bobby se aproximaram.

– ANNABETH! – gritaram em coro. – Você está bem?

– Estou ótima. – Respondeu de imediato. – Eu acho. – falou, e se lembrou de seu braço.

– Ih, olha isso. Tá horrível. – Bobby falou.

– Nossa, obrigada Bobby. – Disse sarcástica.

De fato, Annabeth estava horrível. O cabelo estava despenteado, as roupas sujas, o braço com arranhões, que pareciam – e eram – profundos.

– Chase’s. – Percy falou com desgosto na voz.

– Jackson. – Matthew falou sem emoção. – Estava quase agradecendo pelo tempo que ficamos sem vê-lo.

– Não são os únicos. – Jackson respondeu. – Agradeci a Zeus hoje pela manhã, mas ele jogou essa praga na minha vida.

Trovões soaram no céu ensolarado da tarde de sábado.

– Perdeu seu tempo matando o Minotauro porque quis. Ninguém o obrigou a isso. – Bobby disse com a voz ácida.

– Achei que isso ia me render alguns pontos com Zeus e Atena. Não que eu precise, é claro. – O moreno disse com um sorriso zombeteiro.

Matthew praguejou.

– Não gosto de sua presença, Jackson. Não confio em você. – Matthew disse. – E não confiarei até que me prove o contrário.

– Então vai morrer esperando. Não devo nada a você. – O moreno retrucou.

– Graças a Zeus. – Matthew rosnou.

– Matthew! – Annabeth o repreendeu.

– O quê?

– Já chega né?

– Mas Annie...

– Mas nada! – Disse ameaçadora, enquanto Bobby permanecia sabiamente em silêncio. – E Jackson... Obrigada. Estou realmente agradecida. Você salvou a minha vida.

– Disponha, Annabeth. E ah, eu não esqueci. Temos muita coisa para esclarecer.

Annabeth rolou os olhos.

– Eu também não esqueci. E teremos muito tempo para fazer isso, certo? Pelo que eu me lembro, estudamos na mesma sala.

Percy deu de ombros.

– É, acho que sim.

Annie deu um mínimo sorriso.

– Precisamos ir. Eu estou horrível. – Ela disse e riu. Jackson também riu, concordando.

– Com certeza está. Mas eu também preciso ir. A gente se vê. – Percy disse e se foi.

Annabeth respirou fundo antes de se virar para seus irmãos.

– Annabeth Chase, o que foi isso? – Bobby disse.

– Convenhamos Bobby, não seria agradável ficar brigando com um cara que salvou a minha vida né? – Disse enquanto guardava a adaga e dava meia-volta, indo pra casa.

– Você não precisava dele. Nós íamos te ajudar.

– Bobby, colabora tá? Eu também esperava que VOCÊS me ajudassem, mas se ele apareceu, eu não posso fazer nada além de agradecer. – Ela respondeu.

– Você sabe quem ele é?

– Perseu Jackson, estuda na minha sala e provavelmente um filho de Poseidon, que é rival de nossa mãe, Atena. É, acho que sei quem ele é.

– Exatamente! – Matthew se intrometeu. – Poseidon é rival de Atena.

– E o que isso tem a ver? Eu não liguei pra ele pedindo que ele me salvasse. – Ela retrucou.

Matthew e Bobby a olharam indignados.

– Não adianta fazer essa cara. Também não é minha culpa se vocês foram mais lerdos que ele. – Ela disse risonha. – Agora vamos. Eu quero ir pra casa tomar um banho, fazer um curativo nesse corte que está ardendo e me deixando louca e voltar pra sorveteria.

– O quê? – Seus irmãos perguntaram indignados. – Depois de tudo que passamos hoje você ainda quer sorvete?

– Claro que sim. – Ela disse como se fosse óbvio.

Notas finais
Oi de novo! Bem, aí está! Espero que tenham gostado. E como eu prometi lá em cima, vou explicar a minha demorinha básica de duas semanas, hehe. Bom, na primeira semana é que eu ainda não estava de férias e estava fazendo simulado, portanto, não dava pra postar. E no domingo passado, ah genteeee, final da Copa das Confederações! Brasil x Espanha! Eu já disse aqui que eu amo futebol. Acham mesmo que eu não ia ver o jogo? hahaah A propósito, fomos campeões! Tetracampeões! E mais, acabamos com essa coisa da Espanha não perder a três anos. Bah! Amo a Espanha, mas sinceramente? Não troco o Brasil por nada! E gente, eu não queria meeesmo ter que fazer isso, mas me ajudem tá? Eu vou pedir míseros quatro comentários pra postar o próximo capítulo. Eu até já comecei a escrever. Indiquem pros amigos, sei lá. Só sei que é chato quebrar a cabeça pra escrever e só 3 pessoas comentarem. Me respondam uma coisa, vocês leem esse troço? KKK Enfim, é isso. beijo. ♥ Teeh xx