Espelhos Da Alma
6 Capítulo 6 - Edward Cullen
Notas iniciais
Capitulo foi betado pela mascote. Brigada amore ♥
O capitulo de hoje é com o POV do Edward, já que vocês ficaram revoltadas com ele. :)
Espero que gostem, comentem..
Boa leitura..
Edward Cullen
Porra!! Em que merda eu fui me enfiar? Ah claro no meio das pernas de Irina! O que mais eu poderia fazer?
Essa garota simplesmente não sai da minha cabeça desde o dia em que a vi na lanchonete, mas eu achei que ela era casada ou tinha algum namorado, já que estava grávida. E PORRA ela é apenas uma criança carregando outra. Não me aproximei dela por esse motivo, já que assim que entrei naquela lanchonete e eu a vi foi como se estivesse me perdido naquele mar de chocolates. Eles me enfeitiçaram. Ela me parecia tão doce, e tão... Tão frágil.
Eu não sou um tarado por menininhas, e ainda mais grávidas, mas aquela garota conseguiu mexer comigo de uma forma inexplicável. Depois da ligação que recebi da diretora da escolinha de Mellory me dizendo que Irina não havia ido buscar minha filha e nem mandado alguém para fazer o mesmo, fiquei extremamente irritado, sai da lanchonete sem nem olhar pra ela outra vez e fui pegar minha princesa.
Irina já esta extrapolando, me irritando, não sei como algum dia fui apaixonado por ela. Estava cego que nem vi a cobra que estava colocando dentro de casa.
Me casei com Irina cinco meses depois que a conheci, estava apaixonado e ela acabou ficando grávida, o que acelerou nosso casamento. Eu sei, fui um tremendo filho da puta por não ter usado camisinha. Mas isso não interferiu em nada, fiquei muito feliz ao saber que seria pai. Meu pai me esculachou quando ficou sabendo, dizendo o quanto eu era irresponsável e jovem demais; eu não me importei, recebia a bronca mais me casei. Com o passar dos meses Irina começou a reclamar do quanto estava gorda e horrorosa, eu dizia que ela estava maravilhosa, mas ela me chamava de mentiroso e eu ainda tinha que ir dormir no quarto de hospedes. E como é que eu iria acabar com a minha ereção? Eu ainda sentia desejo por ela, mas Irina não me deixou toca-la durante a gravidez alegando que estava muito feia. Minha mulher corria de mim como o diabo corre cruz, o jeito era me aliviar no banho, como um fudido de um adolescente; eu não iria traí-la, ela não merecia, estava assim por conta dos hormônios da gravidez.
Quando Mellory nasceu, céus! Não tenho palavras para descrever o que senti; ela me trouxe esperanças, o meu amor por ela parecia que havia triplicado. Mellory era tão pequena, perfeita, loira com seus lindos olhos verdes e sua pele branquinha, quase transparente, como eu disse, perfeita. Minha filha era uma bebê calma, tinha suas manhas, e fora isso ela era quietinha. Irina ficou insuportavelmente mais irritante, tinha ciúmes de mim com a nossa filha, estava sempre gritando. O crescimento de Mel foi assim, até que quando minha filha fez quatro anos eu não aguentei mais.
Cheguei em casa exausto, meu dia tinha sido de cão, fiquei preso mais de uma hora no transito e ainda não havia almoçado. Conclusão, estava puto da vida e com uma maldita fome, e quando chego em casa me deparo com Irina batendo em minha bebê de apenas quatro anos. Seu choro era tão sofrido que meus olhos ficaram marejados, sem pensar larguei minha jaqueta e minha bolsa no chão da sala, e corri ao socorro de minha filha. Irina a colocou em suas pernas e tinha abaixado sua calça para bater em minha bebê. Controlei-me ao máximo para não bater em Irina.
– IRINA!! — sim eu berrei, assustando as duas, Irina ficou branca assim que me viu e largou minha filha que correu para meu colo onde a peguei sem pestanejar.
– Papai! Meu pa...paizinho!- Mel soluçava e levei todo o cuidado para não apertar seu bumbum aonde esta vermelho pelos tapas.
– Estou aqui meu anjo! Papai já chegou.- beijei seus cabelos loiros e a abracei forte, sentindo seus soluços diminuir.
– Tá doendo papai. — ela fungou entre seu soluço.
– Já vai sarar meu amor. O papai está aqui com você. — beijei sua bochecha.
Antes de subir com ela ainda em meus braços, me virei para Irina que parecia petrificada no lugar.
– Me espere aqui, temos que conversar. — ela ia falar, mas a calei. — Você passou dos limites Irina. Vou dar um banho na Mell e você. — apontei para ela. — Me espere.
Depois de dar um banho em meu anjo e passar uma pomada para dor em seu bumbum, coloquei sua fralda. Sim, ela ainda usava apenas para dormir, só por precaução, assim ela não faria na cama. Não demorou muito e ela já dormia, ainda choramingando, dizendo que estava doendo.
– Durma com os anjos, bebê. — murmurei e beijei sua testa.
Sai de seu quarto e fui para o meu tomar um banho e esfriar a cabeça ou ia acabar fazendo uma besteira. Coloquei minha calça do pijama e desci.
Irina ainda estava no lugar de antes. Passei por ela e fui para a cozinha, parecia que minha fome havia duplicado. Esquentei a janta que Lupe havia deixado para mim, e depois de saciado fui atrás de Irina.
– Irina! — creio que ela se assustou, pois pulou e levou uma de suas mãos ao peito, tentando acalma-lo.
– Sim Edward. — ela ainda me enfrenta. Bufei irritado.
– Como você pode fazer isso? Ela é apenas um bebê! – disse. Estava ficando com raiva outra vez, ver minha bebezinha com seu bumbum todo vermelho por ter apanhado é de partir o coração.
– Não! Ela já entende o que falamos e já passou da hora daquela pirralha parar de usar fraudas.
– Então você teve a ousadia de bater em Mellory por conta disso?- ignorei o seu comentário sobre a própria filha.
– Edward ela fez xixi em um dos meus sapatos!- falou aumentando a voz, e uma risada estranha saiu de meus lábios. É hoje que eu a mato.
– Sério Irina? Se você fosse uma mãe mais carinhosa e presente, ou talvez ensinasse você mesma ela a usar o banheiro, ela não teria feito nas calças...e ..- ela me cortou gritando.
– Você me ouviu Edward? Ela fez xixi em um dos meus sapatos. E não nas calças, sabe por quê? Porque ela abaixou a calça e agachou para fazer exatamente o seu xixi em meus sapatos. — Olhei pra ela incrédulo e comecei a rir, na verdade eu estava gargalhando. Irina me olhou com raiva explicita.
– Esta achando graça? Continue, ela também fez xixi em seus sapato importado.- meu sorriso morreu, não se for o sapato que estou pensando. Inferno Mellory, pensei angustiado. Esses sapato havia sido o último presente de meu avô antes de falecer, sempre foi um exemplo para mim assim como meu pai.
– Fez de propósito não é? Mellory não faria isso. — deu de ombros. Ah Irina não me teste, pensei ainda a encarando.
– Me desculpa Ok? Ela me tira do serio, mas eu prometo que não irei mais fazer isso, amanhã mesmo pedirei desculpas a ela. — falou e foi se aproximando mais.
– É claro que irá pedir desculpas a ela Irina. Porra você é mãe dela, deve protegê-la e não bater.
– Eu sei, eu sei, mas... Eu vou me redimir, não farei mais isso. Eu a amo Edward, mas Mellory é tão mimada. — ela já estava se esfregando em mim, mais não estava no clima. Semana passada todinha eu me rastejei atrás dela para fazermos sexo, mas ela sempre aparecia com uma desculpa.
– Irina! Não! — eu fui firme.
– Mas eu estou com saudades Ed, vem. — ela tentou me estimular, mas a impedi antes de cometer uma loucura maior ainda e me afundar nela.
– Não! Vou dormir no quarto de hospedes. — dei as costas pra ela, que estava em choque e me tranquei em outro quarto.
Irina é uma mulher linda, mas estava me cansando de jogo de gato e rato. O mês havia se passado tranquilo, eu estava tendo um dialogo descente com Irina, ela pediu desculpas para a filha, que encheu a mãe de beijos, minha bebê é sempre tão carinhosa. E Irina não bateu mais, e eu cuidei para que isso não acontecesse, a babá ficava colada em Mellory e longe de sua mãe desnaturada. Mas não estava mais dando certo, eu tentei salvar nosso casamento fracassado, só que cansei. Eu já estava decidido iria pedir o divorcio. Marquei de almoçar com Irina em um restaurante perto de sua empresa, mas ela já estava mais de uma hora atrasada e ela sabe que odeio atrasos, então fui atrás dela na empresa. Como a mesa de sua secretaria estava vazia e eu sou o marido de sua chefe, não me importei. Dando de ombros entro na sala e para estático, fico realmente sem reação vendo a cena na minha frente. Irina estava totalmente pelada e de quarto sobre a sua mesa com um homem a segurando e metendo nela com força. Sai do meu torpor e berrei.
– IRINA!!!
Os dois se assustam com meu berro e Irina se encolhe quando me vê, e tenta se cobrir, o sujeito que estava comendo minha mulher apenas se limitou a subir as calças, fechar o ziper e sair de fininho, não me importei com ele, minha conversa era com a vadia da minha mulher.
– Edward, querido. Não é o que você está pensando!- Claro que ela iria tentar me fazer de idiota.
– Oh! Não? Então me diga Irina, o que é que eu estou pensando?- peço com cinismo na voz.
– Querido, isso não significou nada...
– O que isso significou então? Eu não sou bom o suficiente Irina? Era por isso que andava me evitando? — Ela se aproximou depois de colocar seu vestido.
– Não é bem assim baby, você sabe que eu te amo!- tentou me tocar, mas me afastei antes.
– Não ama! Você não vale nada Irina! Agora eu vejo a vadia que você é!
– Edward, por favor, vamos conversar. Eu juro que isso nunca mais vai acontecer.
– Mas é claro que isso nunca mais vai acontecer! Acabou Irina!
– Edward... — eu a cortei.
– ACABOU VADIA!!!! Eu quero você fora da minha casa ainda hoje, ou melhor, não precisa nem aparecer. Lupe vai fazer suas malas e vou pedir para o motorista deixar aonde você vai ficar.
– VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO! — ela grita.
– Não só posso como estou fazendo. E espere o contado do meu advogado, o divorcio sairá em breve!- me viro para sair, mas paro ao ouvir o que ela diz.
– Mellory irá comigo!- avanço em sua direção e seguro seu cabelo loiro com força.
– NÃO! Mellory ficará comigo, não irei discutir com você sobre isso! — a solto e ela se desequilibra.
– Ela é minha filha, tem que ficar comigo!
– Minha filha não ficará com uma vadia que bate em crianças. Não irei mais discutir, ela fica comigo e você vai sumir de nossas vidas. — ela solta uma risada macabra.
– Irei pedir a guarda de Mellory e você nunca, me ouviu NUNCA mais irá vê-la outra vez. — tremo só de pensar nisso, mas continuo firme.
– Irina! Não queria brigar comigo, você sabe que perderá. Vou ter o prazer de ver você perder, por não ser uma boa mãe e esposa.
– Você não tem provas Edward, acredite em mim, conseguirei a guarda daquela pirralha e a levarei para bem longe de você. — me virei outra vez e sai.
Vadia, ela não irá conseguir, lutarei com todas as minhas forças, mas Mallory ficará comigo. Eu realmente acreditei que a amava. E tudo não passou de uma farsa. Luto pela guarda de Mellory há quatro meses, Irina fica com ela apenas aos sábados, já que a guarda provisória eu ganhei, mas ela não desistiu.
Sai do meu pensamento com o telefone tocando, era Rosalie, minha irmã mais nova, não atendi. Ligaria pra ela depois, Rose sabe ser insistente e me conhece como ninguém, minha irmã nunca gostou de Irina, e ficou feliz com o divorcio.
Irina, seu nome me fez lembrar da burrada que cometi. Caralho, não acredito que cai em sua lábia, e porra eu estava duro só de pensar em Isabella com aquela saia preta. Eu preciso para de pensar nela, ela será minha ruína. Não sei o que sinto por ela, Rose diz que estou apaixonado, e eu não quero me apaixonar, só que Isabella é tão doce, linda. Fico duro só de pensar em suas pernas torneadas e cintura fina, seus quadris avantajados. Seus seios são pequenos, mas que parece caber perfeitamente em minhas mãos. Porra, acabei de foder com Irina para esquecer Isabella. Só que Irina não é Isabella, os cabelos não era a cor que eu aprendi a adorar, o cheiro de Irina não era o mesmo de Isabella. Isabella cheira a morangos, e eu adoro morangos. Eu realmente acreditei que trepando com Irina eu conseguiria esquecer aquela garota linda que saiu da sua mesa com um olhar triste assim que me viu, eu tentei falar com ela, pedir desculpas, mas eu não consegui. Fui um fraco, por não assumir de vez o que sinto por ela.
[...]
Depois do ocorrido com Irina em minha sala, Isabella nem sequer me olha direito, sinto falta do seu contato visual. De ver seus lindos olhos chocolates me olhando, ou das suas bochechas coradas. Burro, é isso que sou. Mas irei conquistar sua confiança, ou não me chamo Edward Cullen.
Notas finais
Comentem e me digam o que acharam do cap. :)
bjs e até o próximo cap ♥
N/B Pati: Oks, momento eu aqui mó cara de taxo! O.O
Só eu amo POVs Edward? AAAAAAAHHHHH QUE CARA LINDOOOO! Tipo, AAAAHHH um homem completo né? Sexy, hot, gostoso, lindo, maravilho, pai amoroso, um filho da p**a gostoso, mas um idiota também ¬¬ Homem é bicho ruim né? Arg! Tá que ele fez isso pra da uma esquecida na vacaranha da Irina, mas num podia ser sozinho? Tipo, no banheiro do escritório, só ele e a mão dele? kkkkkkkkk
E AAAAHHH QUEM QUER MATAR ESSA VACARANHAAAAAA!! Oh bicha ruim véi! Essa ai nem galinha gostaria de ter parido u.u kkkk
#Irinassinato O/
Capitulo mais que fodastico gentee! Quem tava com raiva do Edward (margon é tu mesmo u.u) teve a chance de conhece-lo um pouco né? Agora sabemos que o nosso Ed num pegou a vacaranha só por pena ^^ kkkk
Comentem e recomendeeem! Uma autora feliz, significa capitulos mais rápidos *o*
Beijokas pra oces ^^
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