Escuridão
6 Lokesh
Notas iniciais
Oiiiiiiiiii gente linda que eu amo. Agora entre mais dois personagens que eu gosto de um e não sou fã do outro mas eles vão causar muito ainda.
Capítulo 5
Eu estava em uma sala verde escura, o chão era surpreendentemente preto, tão preto que era possível me ver na mensidão escura do lugar. Respirei fundo inalando um leve aroma de morango que a casa inalava, me senti em casa novamente.– Hermione? — ouvi Lokesh disser surpreso por minha repentina aparição. Ele se encotrava sentado em uma poltrona de couro preta, seu olhar gélido passou a ser caloroso assim que meus olhos encontraram o seus. Sua face indiferente foi rapidamente substituída por preocupação assim que viu o estado deplorável que eu me encontrava. Rapidamente ele andou até mim, segurou meu rosto com as mãos frias e examinou cada centímetro dele.– Quem fez Isso? — sua voz era furiosa, como se tivessem quebrado uma relíquia raríssima de ante de seus olhos sem que ele pudesse mecher um músculo para impedir.– Estou...tão fraca, meus pulsos estão ardendo muito — falei com lágrimas. Meu corpo ardia como se a pele estivesse derretendo como uma vela, meus pulsos pareciam estar sendo cortados profundamente, era pior que a tortura que sofri nas mãos de Belatrix. Abracei Lokesh e chorei toda dor que meu corpo sentia, apertei meus braços envolta dele de uma forma desesperada, Lokesh me salvou tantas vezes do sentimento ruim, apertei seu corpo com mais força, tentei encotrar milha luz. Suas mãos acariciavam meu cabelo enquanto ele dizia para mim me acalmar, que tudo ficaria bem.– Você precisa dormir...prometo que estara melhor pela manhã — ele disse me guiando até uma porta de prata com detalhes em ouro. Me despedi dele e entrei no meu quarto.– Finalmente em casa — suspirei contendo um gemido de dor. Caminhei pelo piso de mármore branco até o guarda-roupa azul Royal de onde tirei uma camisola de seda negra. Entrei no banheiro e enchi a banheira com água morna com sais de flores. Entrei e encostei a cabeça, fechei os olhos e relaxei apreciando o barulho das corujas...o barulho de casa. Desde que eu havia conhecido Lokesh ele se tornou como um pai para mim, em pouco tempo eu havia virado sua "protegida", derepente eu morava com ele e tinha total acesso a qualquer coisa, era respeitada como sua filha e era cortejada por muitos...mas o único homem que eu dava atenção era Draco, pelo simples fato de ele ser quase como um irmão para mim. Depois do banho, vesti minha camisola, me deitei na cama azul e me cobri. Olhei para a janela onde era visível o céu estrelado lá fora, lentamente fechei os olhos me deixando vencer pelo sono. Acordei com o cantar dos pássaros, abri os olhos e rolei da forma que eu pudesse olhar o teto. Eu podia ouvir passos apressados e a foz enfurecida de Lokesh.– Hermi — Draco me chamou entrando no quarto.– porque toda essa gritaria? — perguntei me sentando na cama. Meu corpo parecia leve, como se nada tivesse acontecido antes.– Lokesh está furioso...ele sabe quem fez isso com você. Lokesh conhece Ren, são inimigos e nossa missão será embreve — Draco disse calmo.– Lokesh não é um monstro — sussurrei para mim mesma.– Mas também não é santo- Draco disse rindo.– Para de rir — falei dando uma travisseirada em seu rosto.– Não devia ter feito isso- ele disse pegando outro travesseiro. Tentei atacar de novo mas seu reflexo desviou e ele deu uma travisseirada na minha cabeça, tentei prender ele mas antes que eu me desse conta, ele me prendia na cama, seu corpo por cima de mim me imobilizava, suas mãos seguravam meus pulsos mas sem força.– Ganhei — ele disse sorrindo vitorioso.– Não atrapalho? — ouvi a voz de Lokesh perguntar. Ele olhava a cena desconfortável da porta. Sorri vermelha, Draco me soltou e eu sentei na cama.– algum problema? — perguntei me recuperando mas ainda sim vermelha.– A missão terá início amanhã — ele disse Sério.– okay...quanto tempo de duração? — perguntei engolindo em seco.– Não sei, quero que vejam o futuro e voltem — ele disse ainda na mesma posição fria.– Sim...vou preparar as coisa para mim e Draco- falei afirmando com a cabeça.– Precisarei de Draco aqui...você irá com Filipe — ele disse. Como assim não vou com Draco? Ele só pode estar louco. Eu e Draco sempre fomos em todas as Missões juntos e agora eu vou ter que ir com o Filipe, aquele garoto é músculo puro, dotado de inteligência e frieza, embora fosse um bom saudado eu não quero ele, quero o Draco.– Okay — falei brava. Lokesh se despediu com um aceno e se retirou com Draco. Olhei para o quarto mau iluminado pela luz do sol, levantei bufando e comecei a arrumar uma bolsa com feitiço indetectável de expansão, coloquei bastante roupa e livros, separei um calça mulsgo, uma blusa branca de manga comprida, botas de caminhada, o medalhão e meu colar de tigre. Passei a manhã arrumando as coisas, comida, roupa e água, Filipe cuidou das armas que nós dois usariamos.– Preparada? — ouvi a voz rouca de Filipe na porta da biblioteca.– Sim — coloquei o livro na mesa ao lado e lavantei para cumprimentar meu mais novo parceiro de viajem.
Filipe tinha cabelos pretos e os olhos mais negros que a escuridão, era forte mas não exageradamente, seu rosto era frio ou sarcástico (isso me tirava do sério), sua postura de Príncipe era impecável, sua pele era tão branca que parecia fragiu mas nada se compara a altura, acho que tinha 1,85.– Você vai ficar com arco e flecha — falou me entregando um arco de prata com detalhes em ouro e as flechas de metal reforçado.– obrigado — falei pegando o arco e as flechas. Lokesh me ensinou a lutar tanto usando os poderes como luta a corpo. Eu era péssima mas logo virei uma das melhores só perdia para Filipe, que sempre se gabou por ser melhor que a protegida do seu mestre. Filipe tinha 23 anos era três anos mais velho que eu, fazia sucesso com as garotas, era um bom comandante, excelente estrategista. Eu vi Filipe em ação apenas duas vezes, uma quando eu ele e Draco lutavamos na batalha de Hogwarts...pois é Filipe era bruxo, um excelente Corvino. A segunda vez foi quando eu o vi treinando o novo exército de Lokesh, ele treinava com maestria e elegância mas seus ataques não deixavam de ser violentos por isso.– vamos — ele disse me puxando para fora da biblioteca. A noite cai serenamente, a lua minguante brilhava mais que nunca, o vento fraquinho quase não dando para ser sentido. Ele segurou minha mão e juntos aparatamos. Senti frio e gelo por toda parte, minha pele tremia enquanto o frio me consumia.– Neve? Fala sério — ouvi Filipe resmungar. Senti uma coisa quente me envolver, abri os olhos e encarei Filipe que prendia uma capa vermelha e peluda em torno do meu corpo.– Isso vai aquece-la — ele disse terminando de colocar a capa em mim.– para que lado devemos ir? — perguntei olhando a neve cair com violência impedindo de ver qual quer coisa a minha volta.– Não sei...talvez por aqui -ele disse apontando para o lado.– como você pode ter certeza? — perguntei levantando a sobrancelha.– Não sei...só tenho, agora vamos antes que eu perca a paciência — ele disse mostrando o ar frio dele que apesar de tudo conseguia ser mais gelado que a neve que nos cercava. Befeui e segui seus paços entre aquela tempestade que eu mau sabia que acabaria em desastre.
Notas finais
Oque acham do Filipe? Me inspirei em alguém que eu conheço...ele não é incrível? COMENTEM
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