Notas iniciais
Olá meus/minhas lindos(as), como vão? Aqui está outro capítulo.

POV EMMA-

Estou a caminho de casa quando vejo Killian saindo da delegacia, ótima hora para assustá-lo:

— Olá.

— PQP Swan — Ri — tá 3x2 pra você! Ainda vai ter troca.

— Cuidado, estou grávida, não posso ser assustada, mas posso assustar.

— Merda. Mas queria te contar uma novidade, como eu sou o meu próprio patrão, me dei umas férias prolongadas e quero aproveitá-las com você na delegacia.

— Sério? Ia ser ótimo, tem certeza de que quer trabalhar comigo e com meu pai?

— Seu pai?

— É! Ele ta trabalhando comigo na delegacia. Ele e minha mãe chegaram tem dois dias.

— Mesmo com seu pai, eu ainda quero te ajudar lá, quero descobrir quem pôde ter matado Graham.

— Bom, então nos vemos amanhã, beijos.

— Vou sonhar com esses beijos.

— Engraçadinho, pode sonhar mesmo, porque só vai acontecer em sonhos.

— Vamos ver — ouvi ele dizendo baixinho, mas fingi não ter escutado.

POV KILLIAN-

Emma ainda vai ver que sou o cara certo para ela, vou ajudá-la a cuidar de seu bebê, de Henry e de nossos futuros filhos, além de ajudá-la com a gravidez e na delegacia! Nós ainda vamos acabar juntos. Vou para casa e vejo ela indo para a sua.

Estou passando pela prefeitura até que vejo Regina brigando com Zelena, tento escutar algo:

— Sua vagabunda! — Regina grita — como você pôde fazer isso?

Sem querer piso em um galho

— Quem tá aí — ouço Zelena perguntando.

Me escondo no arbusto ao lado e quando elas voltam a atenção na conversa, saio correndo.

— Emma, preciso conversar com você urgentemente.

— Que foi Killian?

— Vem para a minha casa, sabe onde é?

— Sei, você me disse que é a maior casa da cidade, para variar, estava sendo convencido.

— Tá, tá, elogios para depois, vem logo e cuidado.

15 minutos depois.....

Escuto a campainha e saio correndo para atender

— Olá, por quê me chamou aqui a essa hora? Sem segundas intenções né?

— Mesmo se eu tivesse, você está gravida, olha eu escutei a Regina gritando com Zelena e escutei ela perguntando assim: "como você pôde fazer isso?" E antes da morte de Graham, escutei Zelena e Gold conversando, e ele a perguntou algo sobre ela ter certeza de que queria fazer isso, e não sei o que seria "isso".

— Você acha que Zelena seria capaz de matar Graham? Regina me disse que ela era ex dele.

— Sim, era, e ele terminou com ela e ela não gostou nadinha. Além de que ela é malvada por natureza, e ela junto ao Gold é demais, ele também é malvado, e muito.

— Amanhã podemos investigar isso. — concordei com a cabeça — bom, melhor eu ir antes de cair aquela chuva.

— Tarde demais, love, olha pela janela — ela olha e fala — parece que não tem como eu ir embora.

— Que triste — falei ironicamente — então fique aqui.

— Você tá tão triste com isso né? Okay eu fico, melhor eu ligar pros meus pais para falar que vou passar a noite aqui. Mãe, avisa pro papai que vou passar a noite na casa de Killian por causa da chuva, beijos.

— Ainda são 18:00, podemos ver um filme, que tal? Posso fazer pipoca também.

— Pode ser, mas eu escolho o filme.

Vamos para a cozinha fazer a pipoca:

— Quer pipoca de que sabor? Tem de bacon, normal e de manteiga.

— Prefiro de Bacon.

— De bacon então, e como você não pode tomar álcool, vou fazer um suco de laranja, pode ser?

— Claro, e que homem prendando! Já pode casar.

— Sim! Com você de preferência.

— Pra não deixar o clima tenso, quem sabe né?

Fomos para a sala de cinema e pergunto:

— Qual filme você quer ver?

— Sempre ao seu lado.

— Me disseram que esse filme é bem triste.

— Me disseram também, mas quero ver se você consegue ver o filme sem chorar.

— Apostado então.

Começamos a ver o filme, Emma deita no meu ombro depois de um tempo, chega no fim do filme e confesso que é bem triste, mas não chorei por estar muito feliz por Emma ter dormido em meus braços. É a melhor coisa que poderia ter acontecido hoje (além de uma outra é claro).

A pego no colo e a levo para o meu quarto, afinal ela merece o melhor que posso oferecer, a deito na cama e a cubro, e vou para o quarto de hóspedes.

No outro dia de manhã:

Acordo, deve ser umas 7 da manhã, levanto, troco de roupa, tomo um banho, escovo os dentes e vou fazer um café da manhã para mim e para Emma, chego na cozinha e a vejo fazendo umas panquecas:

— Bom dia love.

— Que susto, Killy.

— Killy?

— É como irei te chamar daqui pra frente, tá empatado de novo.

— Desculpa, não quis te assustar.

— Tudo bem, e obrigada por ter me levado para o seu quarto e não ter se aproveitado da situação, conquistou ainda mais a minha confiança.

— Isso significa muito pra mim, você sabe que a quero muito, né?

— Sei, quem sabe um dia você não me conquista?

— Poisé, mas tá com um cheiro excelente.

— Obrigada! Sou uma mulher prendada.

— Emma, você vai morar com seus pais até quando o bebê nascer? Você deveria achar um lugar longe de seus pais.

— Por que? Tá me chamando para morar aqui?

— Se quiser...... Mas, deixa, não vamos tocar nesse assunto.

— Okay, então, vamos comer?

— Bora.

Depois de comermos

— Vamos para a delegacia? Vou te apresentar a meu pai. Você vai adorar ele — ela falou irônicamente.

— Vish! To até imaginando, ele deve ser um pai bem ciumento, né?

— E muito.

Chegamos na delegacia e entramos:

— Pai, tá aí?

— Filha! Oi! Como você tá? Quem é Killian?

— Eu.

— Ah, você e minha filha....?

— Não! — Emma gritou.

— Quem dera, senhor!

— Killian fica quieto — Emma sussurrou para mim — Melhor irmos ao trabalho né? Pai, Killian vai trabalhar aqui agora tá? Ele era melhor amigo de Graham e pode ajudar, já temos uma suspeita: Zelena, irmã da prefeita, que é mãe adotiva do meu filho.

— Você achou Henry?

— Sim, e vou tê-lo de volta.

— Espero que sim, filha. Então? Vamos atrás da Zelena?

— Vamos.

Notas finais
O que acharam? Até o próximo capítulo.