Escrevendo O Destino
12 11. Fraqueza em minha fé
Notas iniciais
Obrigada a todos os desejos de melhoras! Meu braço já tá melhor, ainda vou ter que fazer muita fisioterapia, mas acho que agora consigo retomar o ritmo (quase) normal de postagens!
Tou respondendo todos os reviews antigos! Uma hora eu alcanço vcs ^^
No capítulo de hoje, a Mônica canta esta música: http://www.youtube.com/watch?v=h6_gJQk7l40&feature=player_embedded
Dica: preparem os lencinhos! rsrsrs
Boa leitura!
Capítulo 11
Fraqueza em minha fé
Mais alguns dias se passaram, e agora faltavam nove dias pra minha viagem. Quanto mais o dia da partida se aproximava, mais eu estava convencido de que devia resolver minha relação com a Mônica antes de ir embora. Ela, por outro lado, estava cada vez mais relutante, dizendo que era pro meu bem. Mas eu não ia facilitar a vida dela em me negar o que eu queria.
Era sexta à noite, e Mônica estava no meu quarto novamente. O clima começava a esquentar entre nós.
– Esta noite você vai me dizer sim, linda – eu sussurrei, beijando seu pescoço.
– DC… eu não posso namorar você… quantas vezes vou ter que te dizer isso?
– Até você mudar a resposta e dizer que sim – respondi, mordendo o lóbulo da orelha dela. Ela não resistia a essa manobra.
Ela suspirou, e me empurrou de leve.
– Eu já tô cansada das suas provocações. Vou te mostrar como eu me sinto quando você me atiça e não vai até o fim.
– Cai dentro. Eu não tenho medo de você.
O olhar dela ficou provocativo.
– Você não devia ter dito isso.
Ela se sentou em cima da minha barriga, e pegou ao lado da cama o lençol que ela usava como corda pra subir pela janela.
– Mô… o que você vai fazer?
– Hoje você não toca em mim. Eu toco em você.
Agora sim eu fiquei com medo. Se ela fizesse isso, meu autocontrole, mantido à custa de muito esforço, iria por água abaixo, e eu entregaria a ela o que ela queria sem ter o que eu queria de volta.
– Esse não é o nosso trato, Mônica.
– Relaxa, DC – disse ela enquanto amarrava minhas mãos na cabeceira da cama. – Eu não vou tirar sua virgindade à força. Só vou brincar com você um pouquinho, do mesmo jeito que você brinca comigo faz tempo.
Eu pensei em argumentar que aquilo não era justo, mas era justo sim. Eu a provoquei inúmeras vezes. Pelo menos, eu podia tentar contrariar:
– Mas… eu não quero.
Sem tirar os olhos dos meus, ela levou as mãos pra trás e me acariciou por cima da minha calça de moletom.
– Quer sim. Seu corpo não mente pra mim.
Eu tava perdido. Arruinado. Se eu já quase enlouqueci com o toque dela durante dois segundos, imagina então quando ela fizesse o serviço completo. Eu não tinha nenhuma chance de sobrevivência.
Ela se levantou e abriu meu guarda-roupa. Deu uma olhada geral, e pegou uma gravata.
– Isso aqui vai servir…
Ó céus! O que ela tava tramando?
Ela se sentou sobre mim novamente, e me vendou com a gravata.
– Mô… eu nunca te amarrei nem te vendei. Isso não é justo – agora eu podia usar esse argumento.
– Se quiser, quando eu acabar aqui, a gente troca. Você me amarra. Isto é, se você conseguir.
Bem feito, Do Contra. Foi se apaixonar pela menina mais forte do mundo, agora aguenta.
De olhos vendados, senti ela engatinhando por cima de mim. Ela beijou e mordeu minha boca, e depois foi descendo os beijos pelo meu pescoço e tórax, até chegar no meu umbigo.
Eu já mencionei que eu tô perdido e arruinado?
– Mô… eu…
Ela não me deixou terminar de falar. Suas mãos seguraram e puxaram minha calça e minha cueca de uma só vez. Eu estava completamente nu.
Nenhuma menina, até hoje, tinha me visto sem roupa. Senti meu rosto queimar de vergonha. E o fato de eu nem poder ver a expressão no rosto dela só aumentava meu embaraço.
Ela me tocou com as duas mãos, com força, e então ela…
Minha nossa.
Deixei escapar um gemido alto.
Eu não consigo descrever em palavras o que eu senti naquele momento.
– Eu senti tanta saudade do seu gosto, DC.
Ela disse que sentiu saudade? Claro que não. Isso não faz sentido nenhum. Acho que, de tão excitado, estou ouvindo coisas.
Não muito tempo depois, o prazer que eu sentia era tão forte, tão brutal, que o jeito mais apropriado de descrever seria dizer que ela arrancou de mim um orgasmo que eu nem sabia que era capaz de ter. Eu não gemi; eu gritei. Devo ter acordado a casa toda.
Senti ela engatinhando por cima de mim de novo, e beijando minha boca de um jeito completamente diferente do que eu tava acostumado. Era muito mais agressivo, muito mais quente.
Ela tirou a venda dos meus olhos. No rosto dela, uma expressão de menina levada, contente com o sucesso da travessura. Talvez essa visão fosse ainda mais linda do que ela dormindo.
Demorei um tempo até conseguir perguntar:
– Onde você aprendeu a fazer isso?
– Tem coisas que é melhor não saber, Do Contra.
Me arrependi imediatamente de ter perguntado. Agora eu podia visualizar ela fazendo isso com outra pessoa. Com o Cebola. Senti um ciúme incontrolável.
Acho que ela percebeu o que eu tava pensando, porque logo ela completou:
– Eu nunca fiz isso com mais ninguém além de você.
Talvez as mulheres nascessem sabendo fazer essas coisas. Talvez elas ensinassem umas às outras. Talvez elas assistissem filmes. Ela tinha razão: tem coisas que é melhor não saber.
– Me saí bem? – ela perguntou, ainda com o olhar de menina sapeca.
– Você foi perfeita. Até demais – respondi, enquanto ela desamarrava minhas mãos.
Ela ficou intrigada com minha resposta.
– Como assim, “até demais”?
Com as mãos enfim livres, abracei-a e beijei sua testa.
– Até demais, porque agora eu sei que eu jamais vou conseguir ficar longe de você, linda. Eu não vou conseguir ir embora.
Ela ficou séria de repente, e me olhou nos olhos.
– Você tá falando sério?
– Claro que sim. Eu não ia brincar com uma coisa dessas.
– Do Contra, você tem que ir pro Japão.
– A única coisa que eu tenho que fazer nesta vida é ser feliz do seu lado, Mônica.
– A gente conversa sobre isso amanhã, DC. Preciso dormir agora.
– Dormir? A gente não vai continuar o que a gente tava fazendo?
– Não. Pra você aprender como é provocar e parar no meio. Hoje foi só um trailer do filmão que você tá perdendo.
Ela usou minhas palavras contra mim. Mas só de pensar que isso tinha sido o “trailer”, eu fiquei excitado imediatamente. Tentei convencê-la:
– Essa não é uma batalha justa. Suas armas de sedução são muito mais poderosas. É como se a gente estivesse numa guerra, e eu tivesse um estilingue e você, uma metralhadora.
Ela me olhou nos olhos, fez uma expressão de discordância, e por fim enterrou o rosto no meu peito, se aconchegando pra dormir.
– Você que pensa, DC. Suas armas são muito mais poderosas do que você julga.
Quando acordei, ela já não estava mais lá. Ela costumava me acordar pra se despedir, depois daquela primeira noite em que ela saiu sem avisar e me deixou devastado. Mas, dessa vez, ela tinha deixado um bilhete no criado-mudo.
Está tudo escrito.
Você só precisa ler nas entrelinhas.
Bom dia.
Eu não fazia ideia do que ela tava falando, e ainda assim não pude evitar um sorriso.
Desci as escadas, procurando minha mãe. Ela tava na cozinha, terminando de preparar o café.
– Bom dia, mãe – dei-lhe um beijo na bochecha.
– Bom dia, filho. Dormiu bem?
– Maravilhosamente. Cadê o pai e o Nimbus?
– Ah… eles foram… comprar umas coisas. Daqui a pouco eles voltam.
– Ótimo. Preciso conversar com você a sós.
– Opa… lá vem! O que o senhor aprontou dessa vez?
Eu não sabia por onde começar.
– Então, mãe… se você tivesse uma oportunidade de ir estudar fora, mas você descobrisse que o amor da sua vida te corresponde, às vésperas da sua viagem, o que você faria?
Ela me olhou com uma expressão de choque.
– Você tá me dizendo que quer desistir do intercâmbio, DC?!
– Eu não sei, mãe. Eu tô muito confuso.
– Eu sabia que esse seu envolvimento com a Mônica agora não ia dar certo.
Ouvir minha mãe dizer aquelas palavras me machucou muito. Justo ela, que devia ser a pessoa que mais torce pela minha felicidade, não podia querer me ver longe da Mônica. De todas as pessoas no mundo, ela tinha que me compreender.
– Mãe… isso não é paixonite adolescente. Você sabe que não. Eu não sou como seu outro filho. Ou como qualquer outro menino de 15 anos. Você já devia saber disso.
– Eu sei disso, meu filho. Mas faltam só oito dias pra sua viagem. Se você desistir agora, você talvez não tenha outra oportunidade igual na vida.
– E se eu desistir da Mônica agora, eu posso nunca mais ter outra chance com ela, mãe. E se você tivesse que escolher entre meu pai e uma oportunidade profissional?
Ela ficou pensativa, antes de me responder.
– Na verdade, eu já passei por algo parecido. Quando seus avós voltaram pro Japão, eu tinha acabado de conhecer seu pai. Não foi fácil pra mim enfrentar meus pais, ainda mais com a rigidez das famílias japonesas com as mulheres. Mas eu resolvi ficar.
– Eu não sabia disso.
– Pois foi assim.
– E você se arrepende?
Ela sorriu.
– Nem por um minuto sequer.
– Então você me entende, não é?
– Acho que entendo, filho. Mas, quando eu decidi ficar, eu já era bem mais velha que você. Tenho medo de você, tão jovem, ter já um compromisso tão sério assim. Você acha que a Mônica faria o mesmo por você? Ela estaria disposta a fazer o mesmo sacrifício que você vai fazer por ela?
Essa era uma pergunta difícil. Eu não tinha certeza. Por mais que eu achasse que a Mônica sentia algo por mim, às vezes ela era tão enigmática, tão evasiva, que era difícil saber ao certo.
– Eu não sei, mãe. Eu preciso conversar com ela ainda.
– Então faça isso antes de decidir qualquer coisa. Mas precisa ser logo.
– Hoje mesmo eu vou falar com ela, mãe.
Ela me abraçou e me deu um beijo na testa.
– Meu filhote tá crescendo… eu fico emocionada com isso.
Eu a abracei de volta, pensando comigo mesmo que eu já estava decidido. Eu não iria pro Japão. Mas eu precisava conversar sério com a Mônica antes. Minha decisão estava tomada, e não tinha mais volta. Eu ficaria e seria feliz ao lado do meu amor.
Quando terminei de tomar café, subi pro meu quarto de novo, pegando o celular. Será que a Mônica já tava acordada? Liguei pra ela. O telefone chamou até cair no correio de voz. Liguei de novo, e mais uma vez ela não atendeu. Mandei uma mensagem:
Oi, linda. Quando acordar, me liga.
Preciso falar urgente com vc.
Até a hora do almoço, nenhuma resposta dela. Liguei de novo, e, desta vez, o celular tava desligado. Comecei a ficar preocupado. Liguei na casa dela, e dona Luísa me disse que ela tinha saído cedo com a Magali, e que não sabia quando ela ia voltar.
Liguei no celular da Magali. Ela também não atendeu.
Eu não tinha com que me preocupar. Decerto, estavam tendo um momento de meninas, fofocando sobre a noite passada. Não era nada de mais.
Tentei estudar um pouco, mas eu já não tinha motivação pra estudar japonês, afinal eu não iria viajar mesmo. Fiquei ensaiando, na minha cabeça, o que eu diria pra Mônica, e pensando na resposta dela. E se ela não gostasse? E se ela dissesse que não? E se eu ficasse, e mesmo assim ela não aceitasse meu pedido de namoro? O nervosismo tomou conta de mim.
Às seis da tarde, ela respondeu minha mensagem:
Tou na casa da Marina.
Passa aqui pra gente conversar.
Não era o que eu queria. Eu precisava conversar com ela a sós. Mas achei melhor ir lá pessoalmente. Quando ela olhasse nos meus olhos, me levaria a sério e viria pra cá comigo pra conversarmos direito.
Eu queria impressionar ela, então eu tomei um longo banho, arrumei o cabelo com mais cuidado do que de costume, passei um bom perfume, e escolhi uma roupa diferente. Uma camisa branca com calça jeans e sapatos sociais. Olhei no espelho e aprovei o resultado.
A Marina morava apenas dois quarteirões acima, então cheguei lá rápido. Toquei a campainha, e Marina abriu a porta. Atrás dela, uma escuridão total.
– Oi, Ma…
– Oi, DC! Entra!
Quando pus os pés dentro da casa, as luzes se acenderam, e um grupo de pessoas amontoadas na sala gritaram e bateram palmas. Acima deles, uma faixa que dizia “Festa de bota-fora do DC”.
Uma festa surpresa. Por essa eu não esperava.
A turma toda tava ali. Deviam ter quase cem pessoas. Até o Ângelo marcou presença.
Todos vieram falar comigo, um por um, me abraçar e me desejar boa sorte. Eu não queria arruinar a festa pra eles, então aceitava de bom grado os desejos de boa viagem. Em outra oportunidade eu explicaria pra todo mundo que eu não iria me mudar mais.
No meio da multidão, eu procurava pela Mônica, mas não a via em nenhum lugar. De repente, um som começa do lado de fora da casa. Marina faz um gesto pra que todos se dirijam à área de lazer.
Perto da piscina, havia um pequeno palco, e a banda TMJ tocando com Xaveco na bateria. Mônica cantava uma música qualquer, sem parecer muito concentrada. Ela estava linda. Eu não conseguia tirar meus olhos dela. Precisava falar com ela logo, contar pra ela da minha decisão.
Me aproximei do palco pra olhar ela mais de perto. Ela não olhava pra mim de volta. O olhar dela tava distante. Ela parecia triste com alguma coisa.
Senti um aperto no peito. Tive um mau pressentimento.
Terminada a música, Magali pega o microfone:
– Boa noite, pessoal! Sejam bem-vindos à festa de despedida do Do Contra! A banda TMJ, com sua nova formação, vai tocar algumas músicas especialmente pra você, DC! A noite é sua!
Eles tocaram a música I’ll Be There For You, dos Rembrandts, que ficou ótima. Depois, Mônica foi pro fundo do palco, bebeu um pouco de água e voltou pro microfone, mas se posicionou de costas pro público.
Cebola anunciou:
– Essa música foi especialmente escolhida por nossa diva, a Mônica, pra cantarmos pela primeira vez esta noite! Manda ver, Mô!
A música começou. Era uma música muito bonita, mas triste.
Mônica começou a cantar, ainda de costas, e todos ficamos hipnotizados pela voz dela. Ela tinha evoluído muito como cantora. Eu estava impressionado e orgulhoso.
Antes do segundo refrão, ela finalmente tomou coragem de se virar de frente pro público, e me olhou direto nos olhos.
I said I didn't come here to leave you
Eu disse que não vim aqui para te abandonar
I didn't come here to lose
Eu não vim aqui para perder
I didn't come here believing I would ever be away from you
Eu não vim aqui acreditando que algum dia eu estaria longe de você
I didn't come here to find out there's a weakness in my faith
Eu não vim aqui para descobrir que há uma fraqueza em minha fé
I was brought here by the power of love
Fui trazida aqui pelo poder do amor
Sem desviar os olhos de mim, ela deixou escapar uma lágrima.
That was just a moment in time
Aquele foi só um momento no tempo
One we'll never forget
Um que nunca esqueceremos
One we can't leave behind
Que não podemos deixar para trás
Cause when there was doubt
Porque, quando houver dúvida
You'll remember I said
Você se lembrará do que eu disse:
I didn't come here believing I would ever be away from you
Eu não vim aqui acreditando que algum dia eu estaria longe de você
I didn't come here to find out there's a weakness in my faith
Eu não vim aqui para descobrir que há uma fraqueza em minha fé
I was brought here by the power of love
Fui trazida aqui pelo poder do amor
Eu estava profundamente emocionado. Ela cantou pra mim. Ela, incapaz de abrir seu coração na intimidade, me fez essa declaração de amor em público. Eu estava em êxtase, e não podia esperar mais pra conversar com ela.
Sorri pra ela, mas ela não retribuiu. Ela desviou o olhar, e saiu do palco. Aplausos efusivos vieram da multidão. Cebola, notando que ela não estava bem, falou ao microfone:
– Pessoal, agora vamos fazer um pequeno intervalo, mas já voltamos!
Cebola foi atrás de Mônica. Jeremias assumiu o posto de DJ, e a pista de dança começou a ferver. O restante da banda se juntou à plateia pra dançar.
Entrei na casa, procurando pela Mô. Encontrei ela e Cebola na cozinha. Cebola entregou um copo d’água a ela, pra que ela se acalmasse. Eu não sei por que, mas eu não interrompi. Permaneci escondido atrás da porta entreaberta.
– O que você tem, Mô?
– Nada, Cê. Eu só fiquei emocionada com a música.
– Todo mundo ficou emocionado com essa música. Você foi maravilhosa.
Ela levantou o olhar pra ele, e sorriu.
– Obrigada.
– Mais do que dominar a técnica vocal, hoje você tava realmente inspirada. Se eu não te conhecesse bem, diria que você cantou essa música pro DC.
Ela baixou o olhar e não respondeu.
– Você e o Do Contra estão tendo alguma coisa, Mônica?
Ela respirou fundo.
– Não. Ele é só um amigo.
Senti como se tivesse levado uma facada no peito.
– Ele não significa nada pra você?
Ela ficou calada e pensativa.
– Eu tô preocupado contigo, Mô. Não vem dizer que ficou emocionada com a música. O dia inteiro você tá assim, triste, distante.
– É que… acho que, se eu explicasse, você não entenderia, Cê.
– Você sabe que pode contar comigo, não sabe?
– Sei, sim. Só me promete uma coisa, Cê. Que você vai ficar do meu lado. Eu preciso muito de você.
– Prometo, Mô. Eu vou estar sempre aqui pra você.
Eles se abraçaram. Cebola segurou o queixo dela, e se aproximou pra um beijo. Ela não impediu. Ao contrário, ela correspondeu.
Foi neste exato momento que meu mundo começou a ruir.
Notas finais
O que acharam do momento "hot" deles?
O que vcs acham que o DC deve fazer diante do flagra? Perdoar? Rodar a baiana? Partir pra briga?
Comentem!!
Spoiler do próximo capítulo: barraco à vista! rsrsrs
Beijos a todos =*
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