Escrava do destino

1 Capítulo 1 - Prefácio


Notas iniciais
Olá, está é uma história baseada na leitura e vivência da escritora (eu), possuindo referências de livros, animes, séries e filmes, além disso, apenas os nomes de alguns personagens foram inspirados ou retirados de algumas obras.

Desejo uma boa leitura e de antemão, peço desculpas por algum erro ortográfico, aceito críticas e sugestões.

O mundo como todos sabem foi criado, escrito e detalhado nas escrituras sagradas, mas nesta história o mundo foi criado por duas divindades, um do bem e um do mal. O do bem, responsável pela criação e principalmente pela terra, onde resolveu criar os humanos, já o mal, responsável pela destruição e por todas as coisas ruins existentes, para que equilibrasse a balança de tudo e todas as coisas.

No entanto, o criador do bem após falhar com os humanos e mandar um dilúvio destruindo tudo sem sobrar nada a não ser a terra, dessa vez criou mais uma vez os humanos e cada um tinha poderes – controladores dos quatro elementos universais: água, terra, fogo e vento — e dons que poderiam ser originados e treinados advindos dos quatros elementos, como cura, telepatia, flutuação e outros. Tudo isso para que agilizassem na remodelação da terra. O criador do mal com inveja da inovação, criou seres com poderes obscuros, seres perversos, monstros somente vistos em pesadelos, seres com poderes de controlar os mortos e espíritos.

O criador do bem, por mais que tivesse destruído a outra geração, permitiu mais uma vez que estes tivessem o livre arbítrio, assim como ele não gostaria de ser controlado por outro, provavelmente sua criação também não gostaria de ser uma marionete, dando assim, a opção de escolher seguir o caminho do bem e o caminho do mal. Passaram-se décadas e séculos, e mais uma vez a segunda criação dos humanos levou o mundo a destruição. Os que escolheram o caminho do mal, entraram em contato com o criador do mal, abrindo portas de outras dimensões e assim houve uma invasão na terra. Uma guerra jamais antes vista, entre a luz e a escuridão. O criador do bem possuía uma legião de anjos poderosos, possuíam poderes mais fortes do que os humanos, tinham asas, eram guerreiros preparados para servir e proteger o seu criador.

Com tanto sofrimento na terra, o criador do bem ordenou que uma legião de anjos descessem a terra para lutar ao lado dos humanos, como consequência, suas asas foram perdidas, além disso, foi ordenado que um humano liderasse os anjos, recebendo o título de Rei ou Rainha dos anjos, seria uma pessoa de bom coração e digna a dar a vida nessa batalha e como brinde ao cargo, seria controladora de dois elementos em vez de só um.

Para que a guerra acabasse, a Rainha dos Anjos e o rei das florestas se sacrificaram usando até sua última gota de poder na guerra. E antes que partissem, uma profecia foi anunciada pelo rei e rainha, e o criador ordenou que desejassem um único pedido, e eles desejaram a extinção de todos os poderes, fazendo com que os humanos esquecessem que um dia possuíram poderes e dons, e assim foi feito. Iniciou-se uma nova história como está escrita nas escrituras sagradas, chamada de período normal. E o período que foi destruído, chamado de período em branco.

Se passaram centenas de anos, séculos e a terra viveu em paz novamente, sem magia, sem dons, sem nada. O mal em forma de guerras humanas, doenças, violência sempre existiu, assim como o bem. Uma balança equilibrada e o livre arbítrio presente. Após a profecia ser anunciada, quatro anjos ficaram vagando na terra, eles não manifestavam seus poderes, viviam como humanos mudando de lugares e lugares, não interferiam em nada. Até uma certa noite...