Escolhidos Pelo Destino

4 Um Beijo Como Resposta


Notas iniciais
BOA LEITURA E BJKAS!

Capítulo 4

–Acorda temos que ir. –Falou Joaquim me balançando.

Ele estava com trajes ricos, mas usava uma capa negra que cobria o seu rosto.

–Está bem, estou acordado.

–Ótimo, vista isso. –Disse ele jogando trajes parecidos com os deles em cima de mim. –A Isa já está esperando com os cavalos lá em baixo, ela pediu que você levasse a sua espada já que ela só tem duas.

–Está bem.

Levantei-me, pedi para Joaquim sair do quarto e vi que ele já havia arrumado as minhas coisas em uma mochila, me vesti rapidamente, peguei a bolsa e desci com o Joaquim, quando chegamos lá em baixo vi que a Isabelle estava com um vestido azul, mas que ficava na altura dos joelhos, ela usava botas e uma capa, reclamou por eu ter demorado, mas eu disse que ainda estava cedo, ela retrucou falando que seria melhor que chegássemos o mais cedo possível, então subi em um dos cavalos acomodei a mochila em uma bolsa que estava na lateral do cavalo, fomos para a estrada e esperamos entardecer que seria o horário que o Duque passaria por lá.

A estrada ficou deserta enquanto isso, mas quando ouvimos um barulho de carruagem logo nos aprontamos, Joaquim, eu e Isabelle colocamos pólvora nas armas e assim que a carruagem passou, eu atirei nas rodas, Isabelle em uma guarda e Joaquim no cocheiro.

Os outros quatro guardas se viraram rapidamente, colocaram pólvora nas armas e atiraram e por sorte só rasgou um pouco do vestido da Isabelle que por mais que ela fosse bonita ficava ainda mais linda com raiva.

–Seus desgraçados! –Ela se levantou e jogou uma lamina no pescoço de um guarda. –Agora sobraram três. Eu pego o da direita, Joaquim você pega o do meio e o outro é com você Isaac.

Eu e o Joaquim seguimos as ordens da Isa, mas parece que ou eu estava um pouco enferrujado na esgrima ou aquele guarda era muito bom, em vez de armas ele e os outros agora estavam usando espadas agora.

–Isto está parecendo uma brincadeira. –Disse o guarda com um ar de deboche e quando fui retrucar ele aproveitou a minha distração e me deu um chute que fez com que eu caísse. –Realmente você é uma criança.

Eu não estava preparado para morrer eu não podia morrer, eu não podia morrer, então pensei rápido e me lembrei de minha faca que estava no meu cinto por precaução.

Rapidamente tirei a faca do meu cinto e a joguei no coração do homem.

–Não sou criança e não se deve subestimar o oponente.

Vi que a Isa e seu irmão já estavam com o Duque Horácio eu queria perguntar muita coisa para ele.

–Porque matou minha mãe? Quem é meu pai? Qual o seu plano contra a Princesa? –Falei me aproximando do Duque.

–Ela sabia de mais. –Rosnou o Duque. –Seu pai como você tem uma cicatriz no braço e é o homem mais poderoso da França.

–O Rei Felipe! –Exclamou Isabelle.

–Pelo visto não é tão burra quanto pensei mocinha e meu plano com a Princesa era muito simples, envenená-la. –Ele falou aquilo sorrindo e eu não me controlei e enfiei a espada na sua barriga e fui apertando para que ele sentisse pelo menos um pouco da dor que eu estava sentindo, e só tirei quando vi que ele estava morto, abracei Isabelle e chorei, mas acho que acabei dormindo, pois quando abri os olhos estava escuro.

–Boa noite Rei. –Disse Isa eufórica.

Estávamos no mesmo lugar, eu os apressei então pouco tempo depois chegamos a Paris de frente ao castelo, a Isa entrou primeiro e chamou a princesa que veio radiante com a notícia e também por ver que o Joaquim estava conosco.

–A Isabelle te contou? –Perguntei, pois ela não aparecia confusa em de repente ter um irmão.

–Só que mataram o Duque, tem mais?

–Eu sou seu irmão. –Respondi lembrando as palavras do Duque.

–Mostre-me seu braço. –Falou ela puxando a manga da minha camisa. –Não acredito é você! –Ela me abraçou forte e chorou, logo depois entrei no castelo e conheci minha verdadeira mãe, e como era homem teria que assumir o trono já que o meu pai tinha morrido há um mês, aproveitamos que a festa da Vitória já estava montada e só precisamos escolher a noiva e a minha roupa, e quanto à parte da noiva eu me virei para a Isa e perguntei:

–Casa comigo? –Ela não respondeu só me beijou. Foi um beijo calmo, mas ao mesmo tempo desesperado. Suave, mas ao mesmo tempo feroz. Um beijo que ao mesmo tempo dizia: Eu te amo! E eu preciso de você!

E aproveitando o clima o Joaquim fez a mesma pergunta à Vitória que disse sim então decidimos fazer um casamento duplo apesar de não ser apropriado e a Isabelle usaria o segundo vestido da minha irmã, isso mesmo a Vitória tinha mandado confeccionar dois vestidos, mulheres...

Notas finais
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