Escolha Perfeita
1 Capítulo 1
Notas iniciais
ESPERO QUE APROVEITEM BJSSSSSSSSSSSS
Capitulo um
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Muitos anos depois das Terceira guerra mundial, que quase acabou com o planeta e quem o habitava; foram reescritas novas leis, Na qual a pessoas foram trancadas em uma prisão. Onde lá seria estudada e viraria uma maquina exterminadora. Existem livros secretos que não podem ser lidos por conter biografias de grandes músicos e artistas.
“Vivemos em um mundo que qualquer tipo de arte e um insulto e desacato para os governantes, você é ancestral da pessoa que criou essa lei e você não pode desonrar sua família Phandora, se eles disseram que é errado é errado, respeite. Abaixe a cabeça e obedeça.”
Repito para mim mesma todo dia, mas isso não me deixa bem, não sei se é o certo. Meus pais todos os Dias dizem e repetem que é errado, não consigo acreditar que alguém da minha família foi capaz de tanto.
Esses Dias minha cidade está o caos, meu tio Alec está vindo. Ele será o futuro rei da Dinamarca, é a “coisa mais chata desse mundo todo.” Não é meu tio de verdade, mas é de coração. Ele será um bom rei, o problema é que irá concordar com essas leis.
Meus pais o conheceram há um tempo, meu pai falou que ele era bem pequenino quando o viram, ele e meu irmão mais velho Josh são bem amigos, ele ia a minha casa quando jovem, não que ele seja velho. Eu tinha apenas dois anos, e acostumei a chamá-lo de tio. Hoje tenho dezesseis e ele vinte e quatro.
Como meus pais são o braço direito dos pais do tio Alec, temos uma vida boa e somos considerados “ricos”, mas não me importo com isso.
Neste momento estou lendo um livro que a professora mandou. O livro fala de Como a musica é errada, e que é um pecado, aqui fala de casos horrendos de pessoas que foram torturadas por ouvirem musica.
Eu sempre tive curiosidade de ouvir musica, de saber Como é sentir cada nota e tom. Sentir a musica Como se eu a tivesse cantando.
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Escuto uma pequena batida Na porta, e sei que é Ally.
— Entre! – Fecho o livro e sento-me corretamente.
— Senhorita, seu pai lhe chama.
— Sem senhorita Ally, só Phandora, por favor. – sorrio
— Tudo bem senh... Phandora. — Ela sai do quarto e vou ate o escritório de meu pai.
Ele é um homem maravilhoso, se chama Void Blach quarenta e dois anos, estatura mediana, cabelos um pouco grisalho, olhos preto.
— Oi papai, queria falar comigo? – Sento-me a sua frente.
— Sim, irei fazer uma viagem com sua mãe, quero que fique na casa do Alec, tudo bem? – Sorri com carinho.
— Claro papai, tio Alec é legal.
— Então ande princesa, vá se arrumar. Ira daqui à uma hora. – lavanto-me, beijo sua bochecha e saio.
Vou à procura de mamãe, ela estava lendo um livro na biblioteca.
— Oi mãe. – Beijo o topo de sua cabeça.
— Oi minha Linda, seu pai já falou com você?
— Sim mamãe.
— Então ande meu amor, vá vestir-se.
Vou ao meu quarto, visto um vestido azul, calço uma sapatilha e desço as escadas. Sento-me no sofá e espero meus pais.
—Phandora, o carro chegou. – diz meu pai.
— Tudo bem. – Levanto-me e os dois me acompanham ate o carro.
— Ate logo meu bem, nós Te amamos. – Minha mãe me abraça, e em seguida meu pai.
— Também amo vocês. – Entro e o motorista da à partida. Não conheço a casa/palácio do Alec, nunca nem cheguei perto, já que não saio de casa, nem para estudar. Minhas aulas são particulares. Estava presa em meus pensamentos que nem vi que já havíamos chegado.
— Senhorita Blach, seja bem vinda. – diz um senhor de mais ou menos sessenta e quatro anos. – chamo-me Francis, sou o mordomo.
— Oi Francis, e me chame de Phandora, odeio formalidade. – sorrio.
— Tudo bem. – ri. – levaremos suas malas ate seu quarto.
— Há, não precisa. Eu mesma levo, é só me dizer onde é o quarto. – pego as duas malas.
— Me acompanhe. – o sigo. Subindo as escadas a direita era o meu quarto.
Fui ate o quarto entrei e joguei as malas de qualquer jeito.
— O que será que tem pra fazer nesse lugar? – levanto e olho na janela.
Um belo jardim a vista da janela, do meu quarto por enquanto. Decido ir ate a cozinha. Abro a geladeira.
—Suco!- pego a jarra deposito-a na bancada e pego um copo. Deposito um pouco de suco no copo, guardo a jarra e subo na bancada.
— Você não cresce mesmo não é. – diz uma voz. Viro-me e vejo tio Alec.
— Tio Alec! – pulo da bancada e o abraço.
— Oi princesa. – ele envolve seus braços ao redor de minha cintura.
— Senti saudade de você. — falo e pego meu suco.
— Eu também juba. – ele abre a geladeira e pega uma torta de frango. – quer torta? – sorri maroto. É claro que eu quero torta de frango, minha favorita, e outra, eu amo comida.
— Sim. – sorrio. Ele ri da minha cara de maníaca das tortas de frango.
— Toma maníaca.
— Essa doeu. – boto a mão no coração dramaticamente.
— Eu vou casar. – ele muda rapidamente de assunto.
— QUE? NÃO! JURA?- grito entusiasmada.
— Sim. – ele suspira.
— Não parece feliz. – sento ao seu lado na mesa.
— E realmente estou. Eu nem sou apaixonado por ela. Nem mesmo a conheço. – passa as mãos no cabelo. Ele faz isso quando está nervoso.
— Mas quem sabe ela não seja legal, e vocês se apaixonem?
— Duvido muito, a garota e filha de George Luke III
—Serio? Poxa Tio Alec, bom posso-te da um conselho de sobrinha/amiga? – sorrio.
— Sempre.
— Não a julgue antes de conhecer, quem sabe você tem sorte e ela é uma garota legal. Vocês podem se dar bem, e você pode amá-la. Então te digo apenas para esperar, tudo no seu tempo. O melhor amigo do homem é a espera. O que tiver de ser será. Quando a moça chegar, seja gentil com ela, seja atencioso, demonstre que quer tentar, que está disposto a amá-la, pretejá-la e ser fiel em todos os sentidos, não a traia nem em pensamento. Seja você, engraçado, espontâneo, chato. Mas seja você, não o que desejam que você seja. Você será o futuro rei da Dinamarca, então seja um rei sábio, seu povo espera isso de você. Eu espero isso de você. – ele ouve tudo atentamente. – Saiba que o respeito não só por ser mais velho. – ele ri. – Mas também, porque sei e sempre soube o homem que você é, essa pessoa maravilhosa aqui- aponto pro seu coração. – De bom coração, que está disposto a ajudar, que salva garotinhas de cachorros bravos. –falo e ele automaticamente ri lembrando-se do dia que um cachorro correu atrás de mim. — Esse é você, e eu espero que não mude nunca, porque não é bonito só por fora, mas sim por dentro. — Alec sabia que era bonito, e não precisava que ninguém o dissesse isso. — Que tem caráter, beleza um dia vai embora, mais o caráter fica. Seja você, e ame a sua futura esposa. Porque ela precisara do seu amor, e ela vai precisar de você. Tudo bem?
— Você não é mais minha garotinha Juba, você cresceu, amadureceu, e eu fico muito feliz por isso. E eu prometo a você que irei amar minha esposa, irei ser um bom rei. – ele beija minha testa.
— Tio, qual o nome dela? – ele já estava saindo pela porta. Ele vira para mim e sorri.
— Diana. – sorri e sai.
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Estava no quarto, deitada na cama, terminando de ler o livro. Quando batem na porta.
— Oi Tio Alec.
— Olá princesa. Minha mãe acabou de informar-me que Diana chega amanha, creio que queira conhecê-la?
— Claro. – sorrio.
— Então quando ela chegar virei chamá-la amanha.
— Tudo bem.
— Boa noite Juba, durma bem e tenha bons sonhos. – beija o topo da minha cabeça.
— Boa noite tio Alec. – sorrio e fecho a porta. Vou ate a cama e minutos depois estou dormindo.
“Tenha bons sonhos”
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