Escola de sangue
12 Epílogo - em revisão
Dona Sônia havia matado Jeniffer e seu próprio filho Denis, apenas para se livrar da culpa de ter feito algo errado. Ela destruirá famílias, destruirá esperança, destruiu tudo que havia sagrado dentro do coração de cada um. Sônica confessou seus crimes em 03 de Fevereiro de 2016 às 03:40 da madrugada, um dia após a morte da Ana Cleia e foi condenada há 100 anos de prisão na solitária, excluída do mundo. Dizem que na prisão ela chama o nome do filho falecido toda vez três vezes à noite, ela ainda tem esperança que ele volte um dia...
Gabriel foi liberado da Fundação Casa e teve toda suas queimas retiradas e um grande pedido de desculpas da polícia de São Paulo, dos detetives Breno e Bruno e dos policiais Rodrigo e Marcelo...
Eduardo teve que pena de um mês na Fundação Casa e também de fazer alguns servições comunitários, nunca mais falou com seus amigos e abandonou a escola, agora estuda em casa solitário e seu pai perdeu a fé que um dia ele possa se socializar novamente...
Denis e Jeniffer foram dados como mortos mesmo depois de nunca terem encontrado o corpo deles ou nada do tipo, as famílias recebem indenizações do Estado altas e se sustentam dela...
A família de Ygor continua recebendo indenização do Estado, mas em pouca quantia e mesmo assim a mãe continua trabalhando. Ygor nunca mais falou ou com Gabriel ou com Eduardo, ou com qualquer outra pessoa. Ele fica mudo o tempo todo e não diz nada, foi dado como em estado Zombie, ele recebe tratamento do governo, que não é eficaz, e conta com a ajuda da mãe de Eduardo que doa para a família uma cesta básica a cada mês...
A família de Ana Cleia queria tudo resolvido e conseguiu, o marido de Ana Cleia nunca mais se casou novamente e o criou o filho do casal sozinho com a ajuda de ninguém, tudo esta tranquila, tudo mudou na manhã de 04 de Fevereiro de 2016 um roubo ao cemitério resultou na perdição do corpo de Ana Cleia. Duas semanas depois o cartão de Ana Cleia, a qual só ela sabia a senha, foi usado para comprar uma passagem direto para Paris, mas não apenas uma e sim 3, dois adolescentes e um adulto...
***
Em algum lugar em Paris na passagem de vistos para emigrantes...
— Próximo, por favor? — diz a balconista portuguesa.
— Olá, dois adolescentes e uma adulta. — diz uma mulher negra com óculos com dois adolescentes.
— Sim, confirmações dos nomes? — pediu a balconista.
— Denis Lucas e Jeniffer Amorim — respondeu a mulher.
— E o da senhora?
— Ana. Ana Clark.
FIM
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