Notas iniciais
Demorei foi muito não é? Não me matem. Eu tinha desistido da fanfic, mas agora voltei. Perdoe os erros ortográficos

Kiba vai sem direção a Amora, a mesma chega perto da margem do rio e faz um biquinho. Samanta fecha o punho com odeio daquela sereia. Kiba também faz um biquinho, e quando esta pra tocar os lábios de Amora Samanta se descontrola. Samanta puxa Kiba por um feitiço que das suas mãos saem cordas, as cordas ficam presas em Kiba e Samanta o puxa de volta.

– Qualquer coisa menos isso!

Amora pareceu irritada com isso, mas logo em seus lábios brotaram um sorriso malicioso. Samanta não entendeu o porquê ela fez isso.

– Eu gosto de mudar um pouco as coisas, de provar coisas novas.

– Não entendi...

– Pensei comigo rosada, se eu não beijar o Kiba quem mais eu vou beijar por aqui?

Samanta olhou chocada... Ela era doida ou só fingia?

– Você é doida? Eu não vou te beijar! Esta me estranhando? Eu não sou desse time não!

– Então vou ficar com Kiba e ele vai ter que me amar.

Aquilo já era golpe baixo. Samanta estava sem saída, literalmente. Ela fechou os olhos e respirou fundo.

– Esta bem, mas quero que tire isso que fez com o Kiba. Ele parece um zumbi! E eu quero a sua palavra, documento, qualquer coisa que prove que não vai me enganar.

– Esta bem, faço tudo que disse com uma condição!

Xxx

Samanta anda pela floresta como uma fera, destruindo tudo que ela vê pela frente como se tivesse culpa do ocorrido. A floresta era fechada, vez ou outra se ouvia um barulho estranho de dar arrepios na espinha. Mas Samanta não parecia se importar, ela andava e fazia barulhos como se lá fosse apenas um lugar qualquer. Sereia estúpida. Claro que ela pensaria alguma coisa para não ter que beija-la. Para conseguir o contrato era muito simples, Samanta precisava buscar uma coisa em uma caverna, a Sereia Amora explicou tudo pra ela, esta coisa era guardada e protegida por um monstro de duas cabeças. Apesar de tudo Samanta não pareceu abalada, queria se livra logo daquela séria, achar sua avó e Sakura e se mandar de lá.

Finamente a Rosada chegou ao local onde se localizava a caverna do mostro, rapidamente ela fez um feitiço de invisibilidade. Porém teria que tomar cuidado, pois o feitiço a tornava invisível, mas qualquer barulho que a mesma fizesse poderia denunciar sua localização. E assim ela entrou, estava muito escuro não dava pra enxergar um palmo à frente e isso a deixava frustrada. Andava no escuro sem saber pra onde ir, até que avistou uma luz logo a frente e foi em sua direção. Lá ela quase cai pra traz com o que viu, um Ogro enorme, mais ou menos uns 6 metros de altura, e como se já não fosse suficiente ele tinha duas cabeças que ficavam constantemente discutindo coisas banais e sem sentido algum para a rosada.

A caverna era enorme, tinha um tronco grande que Samanta deduziu que foi o Ogro (ou Ogros) que levou pra lá, o tronco servia como assento para ele. No meio da caverna tinha uma fogueira e o Ogro tinha espetado em um galho algum tipo de animal e segurava em direção ao fogo como se estivesse esquentando marshmallow em um acampamento. Samanta ficou com medo.

– Eu preciso ser forte para salvar Kiba — Ela disse pra se mesma tomando coragem para o que viria se ela cometesse algum erro.

Mesmo invisível ela sentia medo, como se sentisse que ele estava a observando. As duas cabeças tinham personalidades diferentes, a da direita parecia meio mongoloide e não tinha um pingo de moral com a cabeça da direita, ela parecia mais atenta e esperta. Samanta foi se escorando na parede enquanto via a criatura abocanhar o animal espetado, o saboreando. E lá estava! A coisa que a sereia vadia havia lhe pedido, uma pequena flor que parecia uma garotinha, ela tinha uma feição tão pura que Samanta teve dó por ela estar com aquele Ogro.

– Ainda estou com fome! — Berrou o Ogro da esquerda chamando a atenção da rosada — Temos mais comida?

– Ah cale a boca seu imbecil! — O da direita se pronunciou com certa ignorância lhe dando um tapa logo em seguida — Temos mais comida sim, mas não pense que irei te dar!

Samanta ignorou aquele ser e procurou prestar atenção na pequena flor que ela tinha que pegar, a rosada sentia medo e queria sair o mais rápido possível daquele lugar repugnante. Havia troncos, ossos e restos de comida em seu caminho, impedindo de chegar na pequena flor. Samanta respirou fundo e começou a passar pelos obstáculos um de cada vez sem fazer nenhum barulho sequer. Samanta ouviu um grito vindo de onde estava o Obro, um grito família a fazendo gelar e parar, se virou para traz e viu a pior coisa que esperava e ficou aflita e em desespero. Sua prima Sakura estava na mão de do Obro, o mesmo tinha pegado um ganho bem grosso e ia espeta-la, ela seria a próxima a ser devorada.

– Não, por favor. — Sakura falava em desespero.

– Cale a boca, não discutimos com nossa comida — A cabeça da direita falou.

Samanta não sabia o que fazer e como agir. Não podia deixar Sakura ser devora, seria o fim do mundo pra ela. A rosada agiu por impulso desfazendo o feitiço da invisibilidade e gritando bem alto um não desesperada em meio a lágrimas.

– Olha só que temos aqui, esse é nosso dia de sorte — A cabeça da esquerda se pronunciou.

– Vocês não vão tocar em um fio de cabelo de Sakura, nem por cima do meu cadáver! — Samanta disse confiante.

– Samanta! — Sakura gritou de felicidade em revê-la, mas ficou receosa com o que o mostro que a segurava poderia fazer com ela.

O Obro deixou Sakura amarrada no chão próximo à fogueira e foi tentar capturar Samanta, a mesma saiu correndo em desespero e o mostro estava quase em seu alcance. A garota dos olhos mel pronunciou palavras magicas lançando um feitiço de paralisia que não duraria mais que alguns minutos. A rosada foi em direção à outra rosada a desamarrando e as duas deram um abraço caloroso como se não se viam há séculos.

– Onde esta a vovó? — Perguntou Samanta sentindo que a mesma não estava lá.

– Não esta aqui. Eu e vovó estávamos procurando você quando nos deparamos com um ciclope, ele queria fazer sopa de nos, corremos como se não houvesse amanhã... O que iria se tornar realidade se ele nos alcançasse. No fim eu e vovó acabamos em um local sem saída em saída, porem vovó foi rápida lançando um feitiço nele que o jogou longe. Mas para o nosso azar atraiu a atenção desses Obro de duas cabeças que conseguiu me capturar e deixou vovó feriada para traz dizendo que velhos já tinham passado do prazo de validade. — Ao contar a historia lágrimas caiam do seu rosto e ela soluçava — Vamos sair logo daqui antes que seu feitiço acabe.

– Não posso Sakura, tenho que pegar aquela flor — Samanta apontou para a mesma. — Depois te conto tudo.

– Vai demorar de mais — Sakura disse receosa

– Eu preciso! — Samanta deu as costas, porem Sakura segurou seu braço.

– Será mais fácil com isso — Ao dizer isso Sakura puxa de traz dela uma vassoura.

– Minha vassoura! — Samanta disse com muita animação e felicidade. — Obrigada, como conseguiu encontra-la?

– Depois te conto. — Agora vai que quero sair logo aqui.

Samanta passou os obstáculos sem dificuldade voando em sua vassoura, arrancou a pequena flor da terra e voltou a encontro de Sakura, a mesma subia na vassoura de Samanta e as duas foram em direção ao lago onde estava Kiba e a sereia vadia Amora. No caminho, Samanta contou o que havia acontecido com ela, e Sakura contou que achou a vassoura de Samanta por acaso.

Notas finais
Me perdoem de novo por ter desistido da fanfic