Error: Circulos Inferna

1 Capítulo 1 - O Circulo de Marcosius


"Já faz dez dias desde que eu nasci, chamam-me de ''Error'', um ser especial e falho criado por ''Deus'', eu me pergunto todos os dias, enquanto me batem, e abrem meu corpo imortal, retirando meus orgãos que se regeneram em questão de segundos. ''Quem é Deus? Se ele é alguém bom porque sofro tanto?''. Mas um dia se passa, fui nomeado de Lucian, os outros dozes me chamam apenas de Lu, ainda mesmo que novo, tendo apenas o corpo de uma criança de cabelo negros e olhos arroxeados, eu não entendo, não consigo entender o quê é esse meu aperto no coração. Por que os outros ''Doze'' não são mal-tratados como eu? Por que não estão presos como eu? Por quê seus orgãos não são retirados deles, ainda acordados enquanto gritam de agônia e uma dor insurportável como eu? Por que eu e não eles? Por que eles e não eu? "

"Hoje, faz 150 dias que eu nasci, meu corpo já se parece com um adolêscende de 16 anos. Agora me chamam de Lucian Crowlie, meu atual ''pai'', se que posso chamar assim, meu querido e amado criador, Marcosius Crowlie, a única pessoa que não me maltratou neste lugar cheio de tubos e frascos que chamam de labóratorio. Porém quando Marcosius sai, eu sou encarçerado novamente, preso a correntes enferrujadas enquanto grito o nome do meu amado criador, a única pessoa que já me pergunto ''Tudo bem? Você não sente dor?'', meu ''pai'', meu amado ''pai'' e criador. Eu só quero ver seu sorriso novamente.''

''Já fazem mais de 1578 dias desde que nasci, agora meu corpo é de um adulto de aproximadamente 24 anos, Marcosius me ensinou a ler, me ensinou sobre religião, me ensinou sobre sentimentos. Ele me ensina sobre tudo e sobre todos, percebo que ele é o único que não me maltrata neste local, além do mais tenho apresentado estranhos poderes, além de minha imortalidade carnal. Consigo manipular meu próprio sangue com facilidade, porém sinto-me fraco quando uso isto. Marcosius chama isto de anêmia.''

''É o fim, decidi escapar. Me libertei de minhas correntes e corri até o lado de fora do laboratorio, por onde eu passava, eu deixara um rastro de destruição em massa, corpos mutilados, eu até mesmo acabei comendo um deles e me senti maravilhado, o gosta da carne humana, aquele doce e macio sabor. Me fez feliz, igual quando estou com Marcosius, ou quando ele ainda estava vivo. Após sair do local percebo em sí, estou cercado. Varias pessoas de pretos apontam canos longos e pretos que atiram uma espécie de ''magia'' que mata pessoas. Marcosius me ensinou sobre isso, eles chamam de armas de fogo. Quando percebo Marcosius estaria caído no chão, com seu corpo mutilado porém ainda vivo, enquanto gritavam para mim: ''Renda-se filho maldito! Caia no chão e deixaremos ele viver.''. Que pena, não entendi essas palavras e resisti no momento. Em um piscar de olhos. Vejo o sangue de Marcosius aos meus pés, haviam atirado nele. ''Marcosius! Marcosius! Pai!'', eu gritava em desespero e implorava que ele se meche-se, e implorei, e implorei, e implorei sem fim, eu gritava pedindo ajuda ao tal ''Deus'' que Marcosius me ensinou. Naquele momento. Naquele estado. Com o corpo inérte de Marcosius aos meus pés. Eu perdi minha sanidade. Comecei a rir e rir sem parar. Alguns corpos dos homens de preto começavam a explodir, enquanto seu sangue e orgãos acumulavam-se ao meu redor, flutuando e atacando os outros como projéteis, enquanto eu ria e ria, e minha sanidade iria baixando e baixando em uma velocidade extrema. Naquele momento eu perdi minha sanidade, naquele momento eu era...''

Continua...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.