Erotic Blood
1 One-shot.
Notas iniciais
Eu não queria postar a fic agora porque ela ainda não tem capa, tá toda feiona sem, mas essa Syn nunca entra no msn pra me passar a capa linda (como todas as que ela faz ♥) que ela fez, então... ;; Tive que postar agora porque 2 pessoas já me pediram, então aproveitem, queridos! ♥
AVISO: A fic é uma PWP, tem estupro, violência e bichisse, uma típica AyaxTei -q Estejam avisados.
Agora sim, ENJOY IT!
Avistei meu alvo andando sombria e majestosamente no meio da noite. Havia acabado de acordar. Estava vagando sozinho, sedento por sangue como nenhum outro humano poderia ficar.
Isso porque ele não era um humano.
Seus caninos eram mais afiados que o natural, sua pele era mais gélida, seus olhos eram mais profundos. Em seus dedos, havia garras ao invés de unhas. E eram por essas garras que eu estava ali, vigiando-o por diversas semanas.
Fui mandado diretamente pelo Príncipe do 7º Círculo do Inferno para investigar o motivo de tantas almas estarem adentrando os domínios infernais, advindas de uma região tão remota, à leste da Alemanha.
O motivo era aquele vampiro sem controle e irracional, que matava sem dó os foras da lei. Ele parecia ter um senso de justiça distorcida, que não fazia muito sentido nos dias atuais. Matar para julgar. Quem ele pensava que era para julgar uma alma?
Como se eu me importasse, eram apenas mais almas para eu torturar.
Seu nome é Teito Klein, acabou de sair da adolescência e possui um belo corpo. Realmente belo. Cada detalhe, principalmente seus olhos verdes escuros. Nunca me esquecerei o dia em que eu olhei diretamente para eles...
- O que lhe leva a pensar – começara, com sua voz terrivelmente sensual, aproximando-se de mim – Que pode retalhar essa alma assim?
- 7 homicídios e 1 suicídio – falei –, é isso o que me motiva – respondi, sem me intimidar com seu tom altivo. Ele não passava de um vampirinho que tinha uma noção desviada do certo e do errado.
Ele me olhou com seus olhos faiscando, aqueles terríveis olhos verdes que me fizeram desejar assim que os vi.
- Não é isso que lhe motiva, Teito Klein? – perguntei-lhe, sem conter um leve repuxar de lábios. Por um momento, seu olhar ficou surpreso, mas voltou sua atenção para a alma do pobre pai de família preso às minhas garras, já que não era problema para nenhum de nós dois ver as almas que ainda não partiram para o próximo mundo — Céu ou Inferno.
- Eu deveria ter imaginado, demônio – falou, com certa arrogância na voz – O clima realmente ficou mais áspero nos últimos dias.
- Desculpe lhe atrapalhar em seu julgamento com a minha presença – falei, com certo sarcasmo.
- Não atrapalhou – disse – Não preciso de um clima certo para mandar a alma desses traidores para o Inferno.
- Continue fazendo seu trabalho, Teito Klein – falei e me aproximei de seu rosto pálido, segurando seu queixo com certa brutalidade – Mas lembre-se de que só estará facilitando minha vida no Inferno, uma vez que terei mais almas para torturar.
Ele apenas me olhou com raiva e me deixou partir, cada um indo para o lado oposto, deixando friamente a alma para apodrecer no fogo do Inferno.
Alguns dias se passaram depois desse incidente. Continuei a observar seu julgamento, cada dia mais fascinado com suas atitudes arredias, porém convictas de que era o certo.
Era estranho admitir que eu queria aquele corpo para mim.
Queria tomá-lo com força e luxúria, machucá-lo com meu poder e me impor sobre ele o mais rápido possível. Aquele corpo já era meu e nem mesmo ele poderia dizer o contrário.
- General Ayanami – falei alto e em bom som, pousando com minhas incríveis asas negras em sua janela de hotel. Seu olhar caiu confuso sobre mim até que o brilho de reconhecimento lhe veio.
- O que eu tenho com isso?
- É esse o nome que quero que grite enquanto eu estiver te possuindo – terminei já entrando em seu quarto e o segurando os braços com meu corpo, enquanto tapava sua boca com as mãos. Voei dali para bem longe, para uma floresta escura e sinistramente silenciosa. Parei em cima de uma clareira e o joguei contra o chão frio daquela noite de outono.
- Qual é o seu problema?!
- Acredite, Teito Klein, essa noite não sou eu quem está com problemas – sorri diabolicamente e imobilizei suas pernas com meus joelhos, prendi seus braços acima de sua cabeça e o beijei com força, sem me importar em ser delicado.
Ele tentou se soltar, mas seus gemidos desesperados contra minha boca só me excitavam ainda mais. Mordi com força seus lábios, esperando provar daquele sangue misturado com tanta maldade e retirar parte de suas forças para tornar meu trabalho mais fácil.
Logo surtiu efeito. Com poucas gotas de sangue em meus lábios, ele parou de se debater e me olhou com raiva. Sorri de forma sádica e chupei seu lábio inferior, extraindo as últimas gotas de energia.
Rapidamente desci para seu pescoço, distribuindo lambidas e chupões, sentindo suas veias pulsarem contra minha língua, imaginando se eu poderia mais tarde dilacerar aquilo. Era tentador matar aquele vampiro.
Rasguei sua blusa social com pressa, me fazendo ter passagem livre para seus mamilos. Assim que toquei um deles com os lábios, pude ouvir um gemido contido e uma leve tremida no corpo abaixo de mim.
- Então, você gosta disso?
Enquanto lambia um, acariciava o outro com os dedos. Senti o volume em sua calça aumentar e aquilo me fez pulsar. Ele gostava daquilo que eu fazia.
Mordi com força seu mamilo e ele soltou um gemido alto, levantando sua perna para roçar seu membro em minha coxa. Aquilo me excitou muito mais do que qualquer visão erótica que eu poderia ter.
Agarrei sua nádega e o forcei contra minha coxa, fazendo movimentos de vai e vem enquanto chupava seu pescoço, me controlando para não cravar as garras ali e chupar seu sangue.
- Pa-pare – pediu entre um gemido e outro, mas eu apenas apertei suas nádegas em resposta – Pare com isso...
- Por quê? – perguntei, lambi seu lábio cinicamente – Você está gostando – apertei seu membro desperto como uma prova.
- Isso é... vergonhoso... e é... covardia – falou, virando o rosto assim que tentei beijá-lo, talvez para arrancar mais sangue e fazê-lo parar de renunciar. Ou apenas para fazê-lo ficar quieto e me deixar satisfazer.
- Covardia? Devia ter pensado nisso antes de virar vampiro – falei frio – Que ponto fraco patético.
- Não tire... – pediu, virando o rosto para longe de meus caninos afiados — ...meu sangue!
- Se me deixar fazer isso agora – comecei, deixando propositalmente a voz mais sensual, fazendo um carinho erótico em seu membro por cima da calça social – Poderá provar meu sangue depois.
Imediatamente, ele parou de lutar e me olhou num misto de incredulidade, excitação e raiva.
Provar o sangue de um demônio era o maior privilégio que um vampiro poderia pensar em ter. Como mais sujo o sangue, melhor a refeição, o sangue de um demônio era a perfeição pra um vampiro.
Sorri com sua rendição e novamente voltei minha atenção aos seus mamilos acesos, iria enrolá-lo, já que ele não pediria nunca para que eu descesse.
Ele ainda continha os gemidos, não queria se entregar totalmente à mim. O mordi com força, com raiva. Por que ele simplesmente não colaborava e fazia daquilo bom para ambos?
Toquei sua ereção por dentro da calça e comecei a masturbá-lo lentamente, enquanto tentava capturar seus lábios. Sem muita paciência, segurei seu queixo com a outra mão e o fiz me beijar, um querendo ser mais violento que o outro. Se ele soubesse o quanto aquilo me excitava, porque, querendo ou não, ele me correspondia.
Ele mordeu minha língua e até mesmo suspirou com idéia de sentir meu sangue, mas fiz a ferida cicatrizar no mesmo instante.
– Quem dita as regras aqui sou eu, Teito Klein – falei, levemente irritado com sua ação. Ele se encolheu e novamente conteve um gemido quando eu fiz um movimento mais forte em seu membro.
Sentindo meu corpo esquentar, tirei minha farda de General, ficando apenas com uma regata. Teito agarrou minha blusa na região da minha cintura, me trazendo para mais perto. Sorri em vitória e resolvi tirar sua calça logo de uma vez, já que esta estava dificultando meu trabalho.
Vi seu membro desperto e separei-me de seus lábios, olhando com luxúria para aquela região. Sem me conter, me posicionei entre suas pernas e as abri, passando meu dedo por sua entrada, que pulsou uma vez, fazendo Teito conter um suspiro.
- Não t-toque aí – pediu, sua voz falhamente autoritária. Penetrei meu dedo e ele gritou de dor – Falei para não tocar! – apenas respondi à sua exclamação revirando meu dedo em seu interior, me divertindo com seus gritos agoniados.
– Não vai me impedir... – falei, sem realmente me importar com seus pedidos desesperados. Penetrei um segundo dedo e fiz movimentos em tesoura. Não, eu não queria prepará-lo antes, aquilo era tortura mesmo.
Ele gritava cada vez mais alto, talvez exagerando um pouco porque não podia ser aquela dor toda. Saco, detesto gente escandalosa.
– Fique quieto, Klein! – gritei contra ele, que apenas gritou um “não” em resposta. Me irritei e tirei meus dedos de dentro dele.
Abri suas pernas com brutalidade e o puxei para mais perto, abaixando e abocanhando seu membro inocente.
Comecei com movimentos lentos, mas não tinha paciência para aquilo, então logo estava freneticamente chupando-o.
Ele agarrou meus cabelos, tentando me impedir, me puxando para cima. Mas o ignorei e continuei o que estava fazendo, ouvindo conter seus gemidos. Segundos depois, ele ainda agarrava em meus cabelos, mas dessa vez me empurrando para ir mais rápido. Ele apoiou-se em seus braços, ficando erguido e tendo uma boa visão do que eu estava fazendo. Sem me conter, lhe lancei um olhar provocante e carregado de desejo, que o fez corar e deitar-se novamente, jogando a cabeça para trás no mesmo instante em que chegou ao ápice.
Sorri sádico em sua direção, que broxou ao ver minha expressão. Dessa vez, gritar não adiantaria nada.
Abaixei minhas calças até os joelhos e me apoiei neles, ficando de frente para Teito. Segurei suas coxas firmemente e o penetrei com força, arrancando-lhe um grito sofrido. Me deliciei com aquilo, era ótimo saber que eu o estava fazendo sentir dor enquanto eu sentia o mais puro dos prazeres.
Não tive dó em estocá-lo fortemente, afinal, aquele rapaz não era alguém digno de piedade.
- Por que...? – perguntou debilmente, com os olhos marejados.
- Você responderia isso para suas vítimas?
Ele me olhou longamente e não soube decifrar o que estava pensando. Estava mais interessado no sangue escorrendo por onde eu me adentrava.
Me abaixei e segurei seus cabelos, fazendo-o me beijar a força novamente. Ele não resistiu. Sorri com aquilo e resolvi fazer-lhe um agrado. Ainda segurando fortemente seus cabelos, o direcionei para meu pescoço e só tive tempo de notar seus olhos dobrando de tamanho.
Logo, senti uma mordida forte e desesperada em minhas veias. Mas não doía. Longe disso, aquilo me dava um prazer inimaginável. Dizem que mordidas de vampiros são extremamente eróticas, e eu pude confirmar isso naquela hora.
Seus olhos ficaram mais e mais sedentos, drenando meu sangue com força. Eu não ligava, não era como se eu fosse morrer mesmo. Quase gozei no instante em que notei que ele também se movimentava contra meu quadril, fazendo as estocadas irem mais fundas e rápidas.
Com o ritmo acelerado, ele soltou-se de meu pescoço e se concentrou na penetração, jogando a cabeça para trás e me dando uma visão esplendida de seus caninos afiados escorrendo sangue, descendo por seu queixo e pescoço.
Lambi aquela parte de seu corpo e lhe arranquei gemidos ainda mais altos, chupando seu pescoço e mordendo. Ele soltou um grito alto e lânguido, liberando seu prazer em meu abdome. Com seu interior comprimido e mais apertado, logo liberei meu prazer em seu interior também.
Caí ao seu lado, ofegando de prazer. Ele sentou-se e me olhou felinamente. Senti um calafrio de puro prazer em meu corpo e logo me excitei novamente.
Com o rosto vermelho de sangue novo pulsando em suas veias, ele ficou de joelhos na minha frente e eu sentei para entender o que ele queria. Ele abaixou meu corpo cuidadosamente com suas mãos e eu fiquei apoiado nos braços, o olhando sem entender.
Nunca pensei que meu sangue pudesse despertar os desejos eróticos de um vampiro psicopata.
Sem que eu assimilasse mais coisa, ele abocanhou meu membro com sua boca pequena e me arrancou um gemido alto, por eu não estar esperando aquilo. Era quente, prazeroso. Ele fazia aquilo enquanto me lançava alguns olhares que, de tão negros de prazer, me fazia pulsar ainda mais. Sua boca era ágil, sabia os pontos certos, como fazer. Estava sendo incrível.
Até que ele parou e o olhei confuso, apenas para notar um sorriso malicioso rondando seu rosto. Ele, ainda de joelhos, foi para o meu lado e colocou uma perna de cada lado de meu corpo, virado de costas, me dando uma visão perfeita de suas costas e nádegas.
E então, se abaixou e continuou fazendo o que havia parado. Notei sua intenção e ficamos na posição mais erótica de todas, com ele me chupando e eu chupando-o igualmente.
Ele prestava atenção nos dois serviços, movimentando seu quadril contra minha boca, mas sem deixar que os movimentos que fazia ficassem menos prazerosos.
Me senti um tanto quanto submisso, o que me incomodou bastante, mas ele não me deixava respirar e muito menos pensar. Passou as mãos nos meus escrotos, ainda úmidos pelo sêmen anterior, e deixou os resquícios em meu membro, para abocanhá-lo novamente depois.
Soltei um gemido abafado, sentindo que apenas um fio de cabelo me separava do ápice e, então, liberei toda minha semente em sua boca, que engoliu tudo e riu, embriagado de prazer.
Ele apoiou as mãos no chão e fez movimento circulares com o quadril e, poucos instantes depois, estava ejaculando em minha boca também. Não engoli por puro orgulho, mas ele pouco se importou com isso.
Ficou de joelhos novamente à minha frente e apenas me esperou sentar para atacar meus lábios. O correspondi na mesma intensidade, logo tomando o controle do beijo e fazendo-o beijar como eu queria.
Segurei sua nuca e mordi seus lábios, arrancando uns filetes de sangue. Seus movimentos foram ficando mais submissos, o que me deixou um tanto contente, mas apenas até deixarem de ser submissos para serem hesitantes.
Continuei a beijá-lo no mesmo ritmo, mas ele ficou cada vez mais... Argh, irritante! Novamente essa babaquice de ter medo? Agora pra transar eu preciso ficar “reabastecendo” seu corpo com meu sangue?
- Acho que já terminamos por hoje, Klein – falei, com certo tom de irritação na voz. Me soltei dele e coloquei minhas roupas enquanto ele ficava me encarando com uma expressão confusa.
- Vai ficar aí? Coloque logo suas roupas – mandei e logo fui obedecido, o que inflou meu ego. Nos aprontamos e ficamos de frente um para o outro.
- Me leve para casa.
- Você tem pernas, pode ir sozinho.
- Foi você quem me seqüestrou e me estuprou, me leve para casa – pediu em tom altivo, voltando a ser o menininho irritante, agora que estava vestido.
Bufei em indignação e o segurei por trás, pela cintura, alçando vôo. Ele abriu os braços infantilmente enquanto sentia a noite passar por si. Não o culpei, eu era exatamente daquele jeito quando voei pelas primeiras vezes, mas não contive uma exclamação de deboche, o que o fez olhar para mim por cima dos ombros.
Quando ia perguntar o que ele queria, ele se virou irresponsavelmente em meus braços, quase me fazendo derrubá-lo, e ficou de frente para mim. Não disse nada, apenas ficou me encarando com aqueles olhos verdes que já invadiram meus sonhos muitas vezes. Isso não era algo romântico, meus sonhos costumavam ser muito violentos.
Logo cheguei à janela de seu quarto de hotel e o deixei na janela. Nos olhamos por uns segundos, sem saber o que fazer. Eu não queria ir embora, pra falar a verdade. Talvez ter outra noite como aquela com ele, talvez apenas abusar dele de alguma outra forma.
Ele soltou-se de meus braços e pulou para dentro do quarto e me olhou como se pedisse para que eu ficasse. Não, que eu ficasse não. Mas para que eu voltasse.
E, se ele queria que eu voltasse, eu voltaria.
Notas finais
Deixem reviews, onegaishimasu!
E pra quem lê You Smile, I Smile (merchan -qqqq), vou postar ainda hoje, desculpem o atraso!
Até mais~
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