Eros
30 Tentação
Notas iniciais
pois é u.u
hoje estou meio que de mau humor (porque conversei muito na sala e a professora deu mol rala na gente além de me deixar um tempo na sala depois que todo mundo foi embora)
então meu humor está péeessimo ^^ tão péssimo que vou cabular minha capoeira hoje (?) ksaoskoaksa
como eu disse, há alguns que gostam de Mello seme e outros que preferem Mello uke, então já que meu objetivo é agradar a todos... espero que gostem né :)
Enjooooy
Dirigi meio apreensivo. Não que eu não estivesse animado por tê-lo completamente invulnerável ali ao meu lado, mas sim pelo fato de eu querer fazer dele... Meu passivo.
Claro, com certeza ele não concordaria e não tenho dúvidas de que fique zangado, muito zangado depois... Mas ah! É uma tentação...
Fazê-lo meu, só meu. Em todos os aspectos.
Mas por outro lado isso é tão errado, afinal... Eu o amo, por isso não queria lhe fazer nenhum mal. Ah caramba! O que eu faço?!
Parei o carro em frente a um depósito meio isolado do centro da cidade. Olhei para o banco de trás e lá estava Matt, esparramado e adormecido. Parecia tão inocente quanto uma criança, a única diferença é que era uma criança embriagada...
Desci do carro e me sentei no capô, pensativo.
– Ah, é melhor deixar isso pra lá... – Falei convicto. Parece que toda a graça e diversão haviam desaparecido, parece que todo o dinheiro com a bebida foi em vão.
– M-Mello? – Senti o carro chacoalhar de leve e a voz embargada me chamar. Olhei para trás, pelo vidro dianteiro e vi Matt sentado no meio do banco, esfregando os olhos com uma expressão sonolenta. Andei até a porta detrás e a abri, vendo o ruivo me encarar.
– Está melhor? – Perguntei com um sentimento de culpa.
– Não. – Disse num bico. Percebi que ainda estava meio... Bêbado. – Minha cabeça ta girando e doendo. –
– Quer ir pra casa agora? –
– De jeito nenhum... Não vai ser legal se a Lana me ver assim... Vai falar que estou tomando vergonha na cara e me tornando ‘uma pessoa de verdade’... Como ela. –
– Sei como é... – Fiquei imaginando a cena por uns instantes e percebi que o melhor era esperar ele se sentir melhor antes de voltar.
– Mas sério... Eu não devia ter exagerado e... –
– Desculpe. – Cortei-o... Minha consciência estava meio que, muito pesada sabe?
– Pelo que? –
– Por deixar você beber demais. – Ficou me encarando, então... Deu uma gargalhada estranha.
– Eu bebi porque quis, senão eu não tinha feito. – Continuou me encarando enquanto acariciava a nuca. – Estava pensando o que? Que só bebi demais por sua causa? Tsk. –
– Não entendi... – Como assim? Por minha causa?
– Eu não sou idiota Mello! Sei muito bem que você estava com péssimas intenções... Mas mesmo sabendo disso, eu não conseguia imaginar que no fim você me faria alguma coisa. – Corei envergonhado. – Afinal, você não tem coragem de fazer ‘aquilo’ com o ruivão aqui... Porque você me ama. – Disse sarcasticamente, só que por algum motivo me pareceu sério.
A última frase pareceu sincera.
Mesmo que ele estivesse mais pra cá do que pra lá.
Era sério.
– Agora seu castigo vai ser ir à farmácia e me trazer alguma coisa pra parar essa minha dor de cabeça. – Não liguei pra sua reclamação. Entrei no carro fechando a porta a seguir, deitando-o no banco, ficando por cima. Pousei meus lábios nos seus, gemendo ao sentir seu joelho se movimentar e tocar meu membro.
– Fraco. – Sorriu de leve ao ouvir meu grunhido.
O calei com outro beijo, mais forte, sentindo o gosto da sua boca, roçando minha língua na sua. Matt ergueu-se, me levantando junto e abrindo o zíper do meu colete, parando pra observar meu corpo. Se eu pudesse descrever melhor diria que estava me comendo com os olhos.
Retirou sua blusa assim que arrancou meu colete completamente, jogou-se sobre o meu corpo e mordeu meu maxilar, subindo até meu ouvido com beijos e outras mordidas.
– Já passou da hora de você desistir de me fazer seu. Não acha? –
– N-nã... Awn. – Então outro gemido. Senti seus dedos brincando com um de meus mamilos, apertando, deixando-os mais eriçados. – Ah Matt! –
Agora sua boca descia para onde sua mão atuava, fazendo com que esta também descesse. Lentamente a colocou dentro da minha calça sobre o pano da roupa intima, pressionando o local, massageando de uma forma extremamente provocante, até que retirou sua mão e com ela desabotoou a peça, retirando ela assim como o resto da minha roupa.
Fez o mesmo com a sua, jogando-as no banco da frente. Como estava por cima de mim tive uma imagem privilegiada do seu corpo alvo e magro.
Nu.
Como esse garoto é lindo...
Seus beijos foram descendo, marcavam meu tórax com chupões e outras mordidas sem esquecer-se de nenhum pedacinho da minha pele até chegar ao lugar mais ‘interessante’. Suas mãos seguraram a base do meu membro, fazendo alguns movimentos de sobe e desce que se intensificavam a cada segundo, até que me desmanchei em suas mãos, sujando-as com meu sêmen.
Levou os dedos até a boca limpando-os com a língua o que me proporcionava agora uma nova ereção... Afê, ele consegue me excitar tão fácil...
Agora tomava minha boca com um beijo calmo, intenso... Eu me sentia extasiado, completamente fora de órbita... Meu corpo se esquentava novamente e o seu já totalmente tenso clamava por atenção.
– Matt... – Chamei cessando o beijo. – Sabe o que me faria desistir da minha idéia agora? – Me entreolhou.
– O que? – Disse um pouco ofegante assim como eu. Com o indicador em seu queixo aproximei seu rosto do meu novamente, sussurrando em seu ouvido.
Ele corou.
Então concordou com a cabeça.
Afastou seu corpo sentando do outro lado com as costas apoiadas na porta. Olhou fixamente para mim agora ainda mais vermelho. Com as pontas dos dedos no pescoço foi descendo pela clavícula, peito, barriga... Até chegar ao próprio membro.
Tocou-o soltando um breve gemido, estava completamente ereto e precisando de alivio. Provavelmente não se excitaria tanto se estivesse sozinho, mas só pelo fato de estar sendo observado enquanto se toca... Sem dúvida alguma o deixa inerte.
Envolveu seu membro com uma das mãos, masturbando-o. Seus grunhidos se alternavam com alguns suspiros, vez ou outra ele me chamava com a voz baixa e manhosa...
Que imagem...
Daqui a pouco eu perco a cabeça e...
– Mell... – Dessa vez abreviou com a voz ainda mais baixa. – Aqui... – Apontou para o próprio membro. — Vem! Por favor... Faz pra mim... –
Me aproximei devagar, deixando meu rosto bem próximo do seu... Sua respiração estava lenta e pesada, sua mão havia parado com os movimentos e assim soltou um pequeno gemido de reprovação.
Levei minha mão até a sua, movimentando-a junto a minha sobre o membro ereto. Seus gemidos se tornaram mais altos e sua respiração agora acelerava.
Antes que chegasse ao ápice parei de movimentar nossas mãos. Afinal, a diversão não podia terminar logo agora.
– Mello. – Chamou-me num tom pervertido. – Eu quero... –
– O-o que? –
– Ser seu. – OH! Só pode ser brincadeira... Mas bem, vou considerar que ele está bêbado e não sabe do que está falando...
– Calma Matt... Você... -
– Eu quero Mell... Mell... Vem... Por favor! – Pedia insistentemente voltando com os movimentos das mãos. Seus olhos serrados, sua boca entreaberta e ofegante... Suas mãos atuando rapidamente da base a ponta de seu membro...
Eu sou um ser humano... Um muito fraco de certo.
Rapidamente me aproximei, beijando seu pescoço e mordendo o lóbulo de sua orelha.
– Tem certeza? – Consentiu.
Levei meus dedos até a sua boca, os quais rejeitou.
– Matt? –
– Eu não preciso disso. – Me olhou agora com uma expressão pervertida. – Desse jeito não tem graça... – Só de ouvir essas palavras do Matt... Do MATT! Eu já quase tive um orgasmo.
Desde quando aquele garotinho se tornou ‘isso’? Acho que foi somente pela bebida, e só... Ele vai continuar o mesmo quando voltar ao normal.
Separei um pouco suas pernas, entrelaçando-as no meu quadril na mesma proporção que trouxe o seu para mais perto. Ele me encarava com os olhos distantes e ao mesmo tempo excitados. Eu não devia estar fazendo isso já que ele não está sóbrio, mas como foi ele quem me provocou...
Rocei meu membro na sua entrada vendo-o gemer, sem demora comecei a penetrá-lo lentamente.
– AH! – Gritou... Eu sabia que mais cedo ou mais tarde desistiria.
– É melhor eu parar... –
– Não! – Grunhiu alto. – Não pare... – Continuei. Forcei mais meu membro para dentro do seu corpo até um filete de sangue descer por suas nádegas. Matt então empurrou seu quadril, envolvendo meu membro completamente dentro de si.
– AH MELLO! – Esperei algum tempo e logo ele já se movia contra mim, gemendo propositalmente, tentando mostrar que ‘estava bem’.
Dei a primeira estocada, ele grunhia a cada movimento meu, arfava e pedia por mais.
Desci meu tronco e o beijei sofregamente, parando rapidamente já que o ar parecia ainda mais escasso... Em algumas estocadas percebi que começava a tocar-lhe a próstata, pois seus gemidos mais altos o denunciavam. Toquei diversas vezes naquele mesmo lugar e logo ele pareceu estar em seu limite.
– MELLO! – Urrou, gozando. Em seguida me derramei em sua entrada, aliviado.
Retirei meu membro dele quando os espasmos pareciam ter desaparecido completamente. Sentando no banco deixei Matt deitado, ofegante.
– Matt... –
– O que foi? – Falou entre pausas.
– Eu te amo. – Mesmo cansado sorriu docemente, vi seus lábios se movendo minimamente. Então adormeceu.
Eu sei, não tem como não ter percebido...
Aquele breve sorriso e o sussurro quis dizer o mesmo.
Notas finais
sim, está ai Dal ♥ espero que tenha gostado xD
e tenho outra novidade, A MICH-CHAN VOLTOU AO NYAH! COM SUAS FICS LINDAS E PHODASTICAS!!!
vamos torcer pra ela voltar a escrever a sua fic antiga que é ótima ♥ heh
Desculpem se o capitulo ficou menor, é que eu queria postar só o lemon u.u
Espero que o capitulo tenha ficado do agrado da maioria pelo menos .-.
E outra.. próximo capitulo pov Lana... heheee
Muuuito obrigada por ler ~
Fale com o autor