Eros

22 Nostalgia


Notas iniciais
TADAIMAAA!!!!!!!! ~capota~
bom, Nako está aqui com um novo capitulo, mais cedo ^^
sim... era pra postar amanhã (na verdade era pra postar domingo!!!!!!) MAS, eu tenho meus motivos pra começar a postar os capitulos com um espaço de tempo mais curto...
É UMA NOTICIA BOA E RUIM... depende do ponto de vista.
sim, meus amores... Eros chegou ao seu fim! CALMA! NÃO NESSE CAPITULO!
a Nako está escrevendo o penultimo capitulo u.u pois bem.
Eu estava postando um cap a cada semana pq MORRO de medo de ir postando, postando, postando e do nada ver que não tem mais capitulos escritos, então agora que já ta no fim, vou postar rapidinho pra vcs, até pq, EU TO ENROLANDO PRACARAMBA! então é isso...
Logo logo eu posto o próximo, quando eu ganhar minhas reviews, pra ser mais exata xD
hehe
Enjooooy


Lentamente abri meus olhos. Estava calor, eu sentia o ambiente cada vez mais quente... Pude ver uma janela aberta, ainda estava claro e o sol de uma tarde entrava por ela. Aquele quarto estava uma bagunça, uma bem semelhante a do quarto de tia Lana... Estou em casa?

Não.

– Acordou. Até que enfim garoto... – Disse Mello abrindo a porta do quarto e entrando com a toalha amarrada na cintura, tapando dali até os joelhos.

– O que eu... – Tentei perguntar o motivo de eu estar ali já que não me lembrava muito bem... Talvez por causa do sono que ainda sentia e que não me deixava raciocinar direito.

– O que você está fazendo aqui? – Tirou as palavras da minha boca. – Você veio conhecer minha casa... Meu quarto... – A cada palavra sua voz me soava mais, pervertida.

– Eu vim conhe...? – E antes de terminar me veio na cabeça o que tinha acontecido antes...

Eu tenho que comprovar...

Eu. Nu na cama. Cama com um cheiro suspeito. QUARTO do Mello. Mello de toalha. MATT O QUE VOCÊ FEZ?!!!!

Tenho certeza que meu rosto ficou vermelho... Aquelas cenas que me vieram a mente me fizeram sentir a maior vergonha do mundo, que só não foi maior porque eu havia ficado por... Cima.

Pelo menos eu fui o menininho né? Tia Lana sentiria orgulho.

Nossa...

– Sim Matt... Você veio conhecer meu quarto... Mas daí você quis apreciar algo mais e acabou nesse estado. – Apontou para o meu corpo totalmente despido. – E também me deixou neste estado. – Deu uma leve batida no traseiro fazendo uma careta estranha, parecida com a de dor.

Nossa... Fala sério... Eu to mesmo tendo uma conversa dessas com Mello? Com O Mello?

– Mas deixe isso pra lá. Levanta daí e vai tomar um banho ou apenas se vestir caso se contentar com meu cheiro em você. – Sorriu malicioso. Ah, imbecil!

– Vou tomar um banho... É melhor. – Disse meio indiferente. Na verdade ainda não conseguia acreditar no que eu tinha feito, então pensei se seria melhor refletir no chuveiro – já que é o lugar perfeito pra isso.

Sob aquela maravilhosa água quente tentei relacionar as coisas... Sim, eu vim à casa de Mello com ele no carro, viemos da casa do Near... Near... Casa branca... Garoto branco... Policia... OH DROGA!

Desliguei a ducha e me enrolei na toalha em um tempo recorde... Sai do banheiro e andei pelo corredor até seu quarto abrindo a porta sem breve aviso, flagrando um loiro com três barras de chocolate inteiras na boca.

– Ãn? – O encarei confuso e logo as retirou da boca, disfarçando... Ah, deixe esse detalhe estranho pra lá. – Mello! Preciso conversar com você, é algo importante! – Fui até a beira da cama onde estava sentado no chão e me acomodei sobre o colchão já arrumado por ele.

– Sobre o que? Minha ida pra sua casa? –

– Não... Sobre Nea... – Não terminei a frase, pois só no momento quando mencionei o albino Mello fechou imediatamente a cara. –... O que foi? –

– Não gosto daquele garoto. – Disse seco, com desprezo. – Ele me enoja. – Cara... Quando é que vão me dizer o que aconteceu entre esses dois?

Ah, que seja... Se eu quiser saber de algo terei de ser paciente, BEM paciente.

– Por quê? –

– Oras... Ele me denunciou a policia! Quem faria isso?!! – Ué... Qualquer um que souber que você é praticamente um bandido vagabundo.

– Eu sei, eu sei... Foi desumano. – Tentei parecer comovido e por incrível que pareça funcionou. – Mas me diga... Porque ele o denunciou? – Eu me sinto interrogando estrategicamente uma pessoa.

– E-ei Matt... Porque você... – Certo... Eu sou um imbecil, completo! -... Está com a mão próxima ao meu rosto como se segurasse um microfone? – Sem dúvidas.

– Err... Por nada não... Força do habito. –

– Ótimo... Vou terminar de estocar minha bolsa com os chocolates... – Minha chance de descobrir a verdade foi por água a baixo... Maldição.

Mas eu ainda não desisti! Com certeza descobrirei.

Eu peguei –cacei- minhas roupas naquele quarto/zona e as vesti... Mello já trajava aquelas suas roupas de COURO habitual e terminava de pegar seus últimos pertences. Os chocolates. Que ocupavam mais lugar em suas coisas do que as próprias... Coisas.

– Vamos então? – Chamou-me carregando nas costas uma mala, fazendo sinal para eu pegar a caixa que ficou no meio do quarto... POR QUE EU SEMPRE TENHO QUE CARREGAR AS CAIXAS?!!!

Ele visou pela última vez o cômodo antes de fechar a porta e seguir para a escada logo depois de mim que já estava lá embaixo o esperando. Aquele velho estava lá, ainda com o jornal nas mãos e dessa vez nem mesmo me encarou, como se não estivesse surpreso pela minha presença.

Mello desceu as escadas, quase tropeçou numa madeira solta e quando já no fim, indo para a porta, parou.

Senti um clima estranho... Opa.

O loiro encarou o velho, o velho encarou o loiro. Ficaram assim por alguns segundos como se não precisassem dizer uma palavra, pois seus olhares já esclareciam tudo.

– Até mais Mihael. – Disse o velh... Mihael?!! Como assim?!!

Olhei para o loiro que pareceu meio constrangido, mas não preparado pra me dar uma explicação. Então somente andou em pesado passos até a porta e saiu por esta.

– A-até! – Me despedi do senhor que sorriu novamente pra mim. Retribui, saindo pela porta e a fechando.

Mello já estava sentado no carro, somente me esperando...

Abri a porta e joguei a caixa no banco de trás. Fui para o da frente e me sentei, calado, esperando que dissesse algo.

– É meu nome. –

– Entendi... –

–... — O silencio...

– Você aceita? – Esticou o braço me oferecendo um pedaço de chocolate.

– Não, obrigado. –

–... — E de novo. Continuamos imóveis no carro.

– Vamos. – Ligou o carro e deu a ré, quase atropelando um cachorro que passava na calçada.

OBS: Na calçada do outro lado da rua. Como pode?

Acelerou naquela vontade que só ele utilizava e assim chegamos em casa. Menos de 50 segundos...

Parou o carro na porta e continuamos ali, mas dessa vez tínhamos algo a falar. Algo importante para mim, e inútil para ele.

– Sua tia... – Falou referindo-se a minha suposta briga com Lana. – O que vai fazer? –

– Simplesmente entrar em casa e ficar na minha... – Terminando a frase suspirei, abri a porta e fui até a entrada sendo seguido por Mello que dessa vez trazia a mala e a caixa –que não era grande- junto a si. Não toquei a campainha nem nada, eu morava ali e não tinha essa necessidade. Entrei, pedi para Deus e todos os santos que Lana não estivesse sã e sim bêbada em algum canto onde não me percebesse chegando.

– MAAAIL!!! – Correu da cozinha para onde eu estava, pulando em meu pescoço quase me fazendo cair. Percebi o olhar assustado de Mello que já dizia tudo: ‘’ Nossa... Que reconciliação calorosa’’... Sim... Foi o que pensou. – Você demorou muito! Onde estava? –

– Estava na casa do... –

– MELLO!!! – Pulou então sobre o loiro que não teve a mesma sorte que eu e caiu com tia Lana, a mala e a caixa. Bem feito. – Já trouxe suas coisas?! – Fitou as coisas que ele trazia, deduzindo ser seus pertences.

– S-sim... – Disse com dificuldade por causa daquele peso em seu corpo. – Por... Favor... Saia... –

– Ah! – Lana saiu de cima dele, ajudando-o a se levantar pegando a mala em seguida. – Bem! Vamos arrumar suas coisas no quarto. –

Sem dúvida... Ela estava mais animada que nós dois juntos e... Uma torcida de football inteira.

Foram os dois escada acima carregando as muambas do loiro que se hospedaria em meu quarto. Que saco... Logo agora que eu estava me acostumando a ter um cômodo só pra mim vem um loiro compartilhar dessa minha felicidade.

Afê...

Queria aproveitar pelo menos esse momento de paz quando Mello e Lana não estão me enchendo o saco. Peguei então meu game e sentei nos degraus da entrada, ao lado da estatua do anão nu. Era um lugar perfeito pra relaxar -tirando o fato do maldito estar me observando.

Enquanto jogava Need for Speed, me lembrava que foi ali naquele mesmo lugar que eu tinha visto Mello pela primeira vez, sorri com esses pensamentos... Era divertido imaginar que se eu voltasse no tempo jamais imaginaria que o piloto daquele velho carro preto um dia viria morar sob o mesmo teto que eu e dormir sob as mesmas cobertas também.

E que seriamos mais do que somente parceiros de quarto.

– Ei Mail! – Tia Lana gritou lá de cima pela janela do meu quarto. – Venha cá ajudar! Tenho tarefas pra vocês! – Oh sim... Me esqueci que eu e Mello somos seus novo empregadinhos...

– Já vou! – Gritei.

Só espero que não seja algo complicado...

Entrei em casa, subi as escadas sem nenhum pingo de entusiasmo, afinal... Quem nesse mundo pode estar animado no meu lugar? NINGUÉM!

Fui até o meu quarto onde Lana gritava com Mello... Não estavam brigando... Lana só estava extravasando... Estranhamente.

– MELLO! VOCÊ TEM LINDOS CABELOS LOIROS!!!! – O pior de tudo é que ela gritava de um modo escandaloso e até parecia que estava xingando Mello.

– Cara... Como ela é estranha. – Disse o loiro me encarando quando entrei no cômodo. – Ela tem problema? –

– Não, acho que não... – Sentei-me na beirada da cama, esperando que ela ditasse a tal tarefa. – Anda Lana... O que você quer? –

– Bem... Já arrumamos as coisas do Mello em seu quarto, ótimo... – E...?

– O que isso tem a ver? – Perguntou o chocólatra.

– Nada, não tem nada a ver... Eu só estava avisando mesmo. – PUTA MERDA! – Ah sim... Me lembrei! – Caramba! Ela tinha se esquecido da tarefa?!!

Como pode existir uma mulher assim?

– Quero que comprem umas bebidas pra mim... – Oh God!

Quem tem um revolver?

Notas finais
Gostaram? ta, eu sei... foi um mini mini mini capitulo, e nem teve nada de interessante nele... (não mereço reviews Y.Y) MAAAAAAAAAAAAAAAAS... levem em consideração que vo postar o próximo rapido ò_ó
Vamos as novidades u.u
PRÓXIMO CAPITULO UM POV NEAR!! *assovia* quem vai gostar? quem vai gostar?
UEEE ~ninguém~
AAAAAH, mais uma coisa... a Nagato-chan quase arrancou meus pulmões por não colocar nas notas finais a fic dela xD kkk' eu sempre esqueço... mas eu me lembrei O.O por incrivel que pareça...
então ai vai.
https://www.fanfiction.com.br/historia/202240/Sera_Que..._
A fic é realmente MUITO BOA! espero que todos vocês possam tirar um tempinho e ler sim? ^^ comentem!
e quanto a one da Nako, obrigada a vocês que leram *-*-*-*-* he
Kissus e até o próximo ♥