Eros

5 Cabeçuda


Notas iniciais
OE *---------------*
putz! eu amo vocês ♥
(não estou bebada)
é sério.... eu disse que postaria só quando completasse 40 reviews certinho... e passou *O* passou antes de quarta feira *O*
então eu recompenso (ou não) vocês com o capitulo 5 ♥ ♥
hehee ~
Bem vindo(a) aqueles recém chegados gostosos !
e vocês que já estavam aqui... GANHAM UM ABRAÇO BEM GOSTOSO DA NA... DO MELLO U.U
UHU !!
Enjoy ~

Os dias foram passando, eu ainda ia à casa de Near quase todos os dias. Lá Lawliet sempre me oferecia bolos e doces, o que sempre me fez voltar... Tia Lana ainda estava desempregada, mais sobrevivia com a pensão do ex-marido. Ela não comprou comida até hoje, e isso me preocupa, DO QUE ELA VIVE? BEBIDAS E SALGADINHOS? A escola continua a mesma coisa até hoje, com exceção do careca que agora comprou uma peruca, e da professora morena que trocou o papel enorme por gráficos. Os alunos continuam os animais de sempre, mais como sou bem... Sociável, fiz amizade com algumas garotas que de fato eram até bonitinhas. Ah, sabe como é né?

Hoje é sábado! Melhor dia que existe... O dia em que podemos ficar o tempo todo moscando em casa, ou andando por ai. O sol brilha, fervendo os telhados e a cabeça dos garis, coitados... Trabalham até no fim de semana. Mais não importa! O dia está maravilhoso, e NADA consegue estragá-lo.

– M-a-t-t... – Grunhiu tia Lana. – Faça massagem nos meus pés! – Suplicava de forma manhosa, a tá que eu faria massagem em seus pés, tenho mais o que fazer.

– Porque não levanta desse sofá e vai tomar um ar fresco em vez de cerveja? – Bronqueei. Ela realmente precisa conhecer o mundo lá fora, e não só as noitadas.

– Eu tenho alergia a dia e ar fresco! – Se levantou cambaleando. – É você que está precisando conhecer o calor da noite... –

– Não obrigado... Eu ainda sou menor de idade e procuro levar uma vida descente. – O MEU tipo de descente...

– Afê garoto! – Foi até a cozinha e abriu a geladeira, parou de frente a ela procurando alguma coisa que eu já conseguia até imaginar o que era. – Onde está àquela garrafa de... –

– Olha só! – Chamei sua atenção. – Que tal um acordo? –

– Acordo do que pivete? – Pivete? Eu tenho 17 anos pô!

– ukrum... – Aqueci a garganta. – Se você for comigo dar uma volta, sentir o vento, aproveitar o sábado... Eu vou com você pra... Noitada. – Bem... É o que posso fazer pra tirá-la de casa.

– Da um tempo! Eu tenho mais o que fazer... – Esse ‘mais o que fazer’ inclui beber, fumar, assistir TV e comer porcarias. Sem dúvidas.

Não demorou muito para convencê-la, foi só dizer que na praça tinha um carrinho de cachorro quente que ela logo concordou. E lá estava... Eu e tia Lana, plena 10hrs 30min da manhã de sábado perambulando no centro da cidade. E é incrível o nível de infantilidade dessa mulher... A cada 10 segundos colocava o pé na minha frente ou chutava a sola do meu sapato quando andava. Lembrando também que a cada fusca azul que via, esmurrava meu antebraço, que agora está dolorido pra caramba.

Isso tudo era só no caminho... Imagina durante todo o tempo que passaríamos juntos? Não sei nem de onde tirei tanta disposição pra arriscar minha vida assim.

– Ô babaca... – Me chamou ‘carinhosamente’.

– Fala. – Suspirei. Tomara que não tenha chamado só pra colocar mais um apelido idiota em mim.

– Você fez amizades na escola não fez? – Deixa eu ver... Acredito que sim... Posso dizer que o alien é meu amigo não é?

– S-sim... O que você tem com isso? – Me deu um pequeno empurrão, acho que foi por causa da resposta do mesmo nível que lhe dei.

– Por nada Jeegue. – Ah! Como imaginava... Ela TINHA que fazer mais um trocadilho tosco sobre meu nome. É por isso que eu o odeio. – É que faz um tempo que você volta mais tarde da escola... Então podia ser que você estava se drogando num beco, mais fico feliz em saber que está com amigos. – Que lindo!

– Q-que bom que pensa assim tia Lana... –

– Tia não! – Disse na mesma voz manhosa de sempre.

Quando já havíamos caminhado por um bom tempo, avistei a bendita praça.

– Olha só! – Cutuquei seu braço. – Chegamos. – Apontei para o local. Era grande e com um enorme número de árvores. No centro dela tinha uma fonte com pedras e plantas artificiais.

Tive que segurá-la pelo pulso, pé, cabelo para que não pulasse dentro d’água... Só não consegui evitar que ela fosse até a grama entre os arbustos pra... Brincar com aquelas coisas que jorram água pra todo lado. A única coisa que podia fazer era sentar num dos bancos e observar aquela criança de 26 anos hiperativa. Eu diria que era uma cena bem... Perturbadora ou chocante. O que salvou meu dia foram àquelas garotas andando de patins. Ah! Como eram gosto... Lindas! Seria pedir de mais falar com alguma delas? Pior que era. Com essa minha cara de drogado e esses óculos de piscina na cabeça qualquer uma sentiria medo.

– Ei! Jeevazinho! – E com uma louca como Lana gritando coisas assim pra mim, só ira afastá-las ainda mais.

– Que foi?! – Gritei irritado me virando para encará-la.

– Já que estamos de folga, queria visitar alguém hoje. – Se aproximou.

– Tudo bem... –

– Então... Me empresta ai o seu celular. – Intimou-me, esticando a mão esperando que eu lhe desse o pobre objeto.

– Pra que? Pra esconder ou coisa assim? – Bem provável.

– Não seu imbecil! Pra ver se meu amigo está em casa. – Ah tá. Entreguei o aparelho. Ela discou alguns números e o colocou no ouvido. Espero que não gaste todo meu crédito!

– Alô? Lawliet? – Lawliet? Ela está ligando para o cara dos doces? Pensei que tivessem se visto apenas algumas vezes como ele mesmo disse... – Aham... Sim, sim. Tudo bem! – Trocaram mais algumas palavras desconexas que pareciam até um enigma para desvendar, e depois de uns 15 minutos e todo meu dinheiro no lixo, desligaram.

– Vamos? –

– Aonde? – Preciso saber pra onde iria me arrastar.

– A casa do Lawliet. – Nem mesmo esperou minha aprovação.

Fomos para a casa do Lawliet. Eu já tinha concordado em ir com ela... Mas a cabeçuda fez questão de ir de mãos (involuntariamente) dadas comigo.

Ela queria me fazer passar vergonha?

Vergonha nada! Tia Lana é ‘tia’, mais é um mulherão saca?

Enfim chegamos àquela casa branca. Ela nem se deu ao trabalho de tocar a campainha, foi logo invadindo a residência.

– Ow! – Gritou de modo desengonçado, esperando que alguém viesse recebê-la.

Detalhe: Ainda segurava minha mão. Eu já estava quase estapeando aquela perua!

– Porra Lawliet! Cadê você?! – Olha a boca!

Continuou tendo seu ataque de alteração de voz e pronunciamento de palavrões absurdos, até que do alto da escada surgiu aquela figura pálida, magra e torta.

– Estranho... Não ouvi a campainha tocar. – Pois um semblante sarcástico na cara. – Ah! Oi Matt! Não sabia que precisava de ‘ajuda’ pra caminhar pela cidade. – Falou, debochando da minha situação.

Observação: AINDA ESTAVA DE MÃOS DADAS POR QUÊ?!!

– Nada disso! – Tentei inutilmente me ‘explicar’, desenlaçando aquela mão da minha.

– E então, Lana Jeevas. O que quer mesmo? – Senti o tom irônico na voz dele. Será que estava acontecendo alguma coisa ali, e só eu não sabia?

– Você... Sabe muito bem... – A voz dela saiu afiada. Em passos firmes seguiu até a escada, subindo-a, indo de encontro a Lawliet, segurando-o pelo colarinho da camisa branca, amarrotando ainda mais a peça.

– Não vai resolver nada desse jeito. – O QUE TA ACONTECENDO PÔ?!

– E-ei... – Pronunciei, precisava de uma ‘explicação’ né? – O que houve com vocês? – Viraram para mim, e como esperado... Me comeram com aqueles olhares assassinos. QUE MEDO!

– Fica fora disso Mail! – Disse Lana.

– É Matt! MATT!!! –

– Vocês dois! – Gritou uma voz rouca que me soava meio familiar. – Parem já com essa infantilidade! – Sim... BEM familiar.

– Raito? – Falamos os três juntos, em coro.

Quando o esquisitão apareceu aqui? O que veio fazer? Por que os dois idiotas ficaram tão surpresos quando ele surgiu? Que confusão!

– Você continua com isso Lana? Onde está aquela mulher descente?! – Ué?? O japa conhece a tia? E... MULHER DESCENTE?

Só pode ser piada.

Estranhei o momento em que Yagami apareceu, porque a expressão dela mudou completamente, e agora já não tentava mais estrangular aquele futuro diabético, e até havia o soltado. Permaneceu um tempo de cabeça baixa, parecia abatida, e estava bem claro que dessa vez não era por causa do álcool.

– L-Lana? – Sussurrei baixo, duvido muito que alguém tenha ouvido.

– Mail! – Ela chamou. – Vamos para casa. – Desceu as escadas e novamente foi me puxando, dessa vez para fora.

– Lana? – Disse na intenção de perguntar: E ai? Vai contar o que aconteceu? – E ai? Vai me contar o que foi que aconteceu? – É.

– Isso não é assunto de criança. – Só faltava essa.

Acho que a criança aqui não sou eu.

– Por um acaso um cara de 17 anos é criança? –

– É sim. E é daquelas que ainda usam fraldas. – Consegue me zoar até numa hora dessas em que parecia mais melancólica do que nunca.

Andávamos em passos largos e rápidos. Parece que quer chegar logo em casa... E parece que é só pra beber mais.

– O Yagami está envolvido não é? Ele e Lawliet. – Tenho quase certeza disso.

– Sim, estão. – Pausou. – Mesmo assim não é da sua conta. – Parece que vou ter de descobrir sozinho...

É ISSO! ME LEMBREI!

Near mora junto ao senhor formigão, ele deve saber de alguma coisa.

– Você ainda vai querer ir pra noitada? – Já estávamos quase em casa, precisava mudar de assunto e sair daquele clima pesado.

– Não. – NOSSA! SÉRIO MESMO? – Não mais... –

Estranho, agora era eu quem estava animado, e dessa vez arrastaria a malandra. Sabe quando você tem a intuição de que deve fazer algo? Pois é. Eu preciso sair hoje à noite.


Notas finais
É isso aii... continua daquele jeitinho... 10 reviews... capitulo novo ♥
Leitores fantasmas... APAREÇAM!
amo vocês sabiam??
(agora eu estou bebada)
hohoo'
alguém aqui brinca de fusca azul? *levanta a mão sozinha*
Ah sim... o 'formigão' foi SIM, por causa de Todo Mundo Odeia o Chris ^^
e algum comentário sobre a intuição do Mail? hm... Lembrem-se que intuição é coisa séria xD
Kissos a vocêis !
Atéee ~
vão lá agora ler aquela fic mais phodona que vocês estão ansiosos pra saber da história!
:*
(nossa)