Eros
32 Afinal...
Notas iniciais
kasokaoksa' gomen por dar falsas esperanças de que a tortura -fic- já estava no fim u.u heh
putz, mesmo já no fim da fic eu continuo com essa péssima habilidade de nomear capítulos ♥ ¬¬
BEEEM, muita coisa nesse capitulo u.u não me batam e nem me chicoteie por algumas coisas, e se caso tiver erros, me avisem (porque não estou tendo tempo de betar) foi mal Y.Y
espero que gostem ^^
Hoje foi realmente um dia maravilhoso... Mello e Near se entenderam –pelo menos é o que parece- e de agora em diante tudo será melhor... Na verdade, esse ‘de agora em diante tudo será melhor’ estava demorando, demorando MUITO MESMO sabe?
Me levantei do pequeno sofá –porque no grande estava Lana embriagada- e fui para o mesmo lugar onde gostava de refletir sobre a vida... Ao lado do meu amigo nu. O anão.
Até com ele eu me resolvi! Nós nos tornamos companheiros...
Sentei no primeiro degrau e saquei o game, ah, meu doce game!
Sabe... Se eu parar pra pensar, mudarei completamente minha opinião sobre minha vinda pra cá... Eu hoje agradeceria muito aos meus pais por serem o que são... Irresponsáveis. Se não fossem por eles eu nunca teria conhecido Lana como conheço agora...
Aquela mulher que todos punham o nome no meio das piores coisas existentes, aquela que era tão mal falada quanto vizinha barraqueira... Que tinha uma fama pior que de puta barata... Mas que realmente não passa de uma criança. Sim, uma criança que já passou dos 20, mas ainda assim uma criança... Carente, idiota, boba, lazarenta.
MALDITA!
Essa é a Lana que conheço, a tia de verdade... E sabe que ela tem caráter? Sim! Por incrível que pareça Lana tem seu lado bom... Ela se preocupa comigo.
Se você pensar bem e puxar na memória vai perceber isso e... Ta certo, não é verdade. Mas ela tem seus pontos positivos... Eu quero acreditar que tem.
E quanto a Near? Aquele garoto que me ofereceu sua amizade no meu primeiro dia de aula na nova escola onde todos me odiaram. Aquele que quis me proteger das crueldades do mundo, que me acolheu quando senti sono e vontade de comer... Que deixou seus puzzles para buscar bolinhos de chuva pra mim...
Eu posso dizer com todas as letras e certezas que Near é meu melhor amigo. Mesmo tendo feito aquelas coisas comigo... Mas sobre isso quero esquecer.
Só sinto pena do albino por sua convivência com Lawliet... Que parece ter mudado tanto devido a seu envolvimento com Raito... Aquele poço sem fim de voracidade por doces era um cara legal... Nem tanto, mas era...
Sobre ele e Raito eu não sei de nada, somente que são um casal estranho... Se eles têm boas ou más intenções não é da minha conta.
Sill... Ah grande, forte e corajoso Sill! Você fez coisas maravilhosas na minha vida! Se não fosse sua carona eu nunca teria conhecido Mello... Obrigada por me levar no Coruja!
Você é o cara que eu gostaria de ter como tio... Seria interessante se você e Lana tivessem uma história.
E Naomi? Certo, ela não fez parte dessa minha ‘fase’... Mas sempre foi uma pessoa maravilhosa.
EU TE QUERIA NAOMI! EU TE QUERIA!
Mas agora quero somente uma pessoa...
Oh mãe, pai, vovô que sempre me pediu massagens nos pés e que tanto me aconselhou para arranjar uma boa esposa...
Eu arranjei! Não uma esposa, mas uma pessoa especial que me ama.
Mello... A razão dos meus problemas, das minhas várias percas de sanidade, das minhas mais idiotas fantasias... O loiro que no principio pensei que era loira, o chocólatra, o contrabandista, o mal motorista, o péssimo consolo e o pior para se ter uma conversa descente...
Meu Mihael, meu garoto malvado, meu consumidor de xampus da Barbie, –ele nunca desconfiou mas mexi nas coisas dele e achei o xampu...- meu mal educado e boca suja...
Meu namorado...
Eu disse namoradO! Ok?
O cara que me fez mudar de time, -lembrarei de dar um chute nele depois por isso- e que me fez dar um FODA-SE para meus pensamentos gays... O Manolo do corpinho seduzente, ui, e aquele que tirou minha... Minha vir... Minha pureza e... NÃO IMPORTA! Foi ele quem eu comi e pronto.
E foi ele o primeiro a me comer...
Só não é mais constrangedor dizer isso porque eu o amo, o amo muito.
E amo tanto que seria capaz de fazer as piores entregas por ele... Amo tanto que aprenderia a dirigir só pra proteger nossas vidas.
Mello, você me faz suspirar...
O bar... Coruja. O lugar mais importante da minha vida! Pois é, a maioria das coisas que me levaram até aqui aconteceram lá...
Primeiro: Foi neste bar que conheci o loiro que tanto citei acima. Nele que falei com ele a primeira vez... E foi nele que tive minha mais idiota idéia –e a mais importante- que foi a de escrever a carta de amor para Mello...
Segundo: Foi neste bar que recebi a proposta de trabalho, sim, foi ali que comecei a fazer entregas ao lado do loiro... E foi a partir desse emprego que conheci Beyond, um cara bem legal...
Terceiro: Foi naquele estabelecimento que fiquei bêbado e... Cantei pela primeira vez na frente de alguém. Se bem que a musica era muito boa e... Enfim... Foi ali que fiquei embriagado e dei pro Mello em seqüência...
E confesso que não foi tão ruim assim sabe?
Mas deixando o bar de lado, falarei sobre mim. Além de descobrir muitas coisas que eu não sabia que me seria possível fazer, aprendi tantas coisas que é até difícil citar...
Aprendi que se você se separar do seu marido pode ser que o motivo não seja traição ou falta de amor, e sim consumo excessivo de doces.
Aprendi também que se você é o excluído da sala, significa que será capaz de fazer loucuras, como denunciar seu melhor amigo para a policia... Foi à melhor demonstração de Bullying que já vi na vida.
Aprendi que homens loiros e bonitos TAMBÉM são pobres e moram em casas com pouca iluminação, e que além de ter um trabalho sujo conseguem se passar por crossdresser nas horas vagas...
Aprendi que japoneses de boa aparência podem não ser o que você imagina, e sim um gay completamente imoral...
Aprendi que simples bares podem ser fachada de um mercado negro.
Aprendi que não importa se você for ruivo e lindo como eu, sofrerá preconceito na escola somente pelo fato de usar goggles na cabeça.
Aprendi que vinhos caros te deixam mais bêbado que o normal.
Aprendi que existem mais do que dois tipos de formas de caramelos... ELES SÃO INCRIVEIS! Você acha até em forma de taco de baseball. Não duvide!
Aprendi que quando o seu dia começa muito bem, significa que acabará muito mal.
Aprendi que madames loiras parecidas com frangas gritam o suficiente pra alarmar um hotel inteiro sobre ‘pessoas indesejadas’.
Aprendi que você pode comer a pessoa que gosta e não dizer um ‘eu te amo’ que no final tudo continuará bem.
Aprendi também que albinos podem ser pervertidos quando querem.
Aprendi que algumas pessoas podem amar tanto seus animais que os colocam dentro da calça dos outros.
Aprendi que sorrisos sinceros podem transformar seu humor.
Aprendi que quando você começa a odiar alguém, pode ser que no futuro vocês se amem... Sim... As chances são grandes.
Maiores do que você imagina.
E se você...
- Ei Matt! – E então um loiro maldito atrapalha minha filosofia sobre a vida. – Vamos pra dentro. – Me virei e... Mello tinha um doce sorriso nos lábios.
- Vai querer me estuprar? –
- Idiota... – Bufou. – Vamos, anda logo. Já esta tarde. – Não... Não tenho motivo pra desconfiar dele, pois hoje também foi um bom dia para esse garoto.
Oh! É mesmo... Aprendi também que sempre depois de um punhado de merda na vida da gente... Sempre, SEMPRE, sem exceção alguma, tudo ira melhorar.
Tomara...
(...)
Estava sonhando com a minha professora do pré, ela tinha comido uma sopa quente, eu apenas observava... Mas então acordei com um Mello pulando loucamente encima de mim.
Logo quando o sono estava tão bom. Maldição.
- Matt, acorda! Vamos! – Pulava com tanta força que meu corpo voava uns quarenta centímetros... Ta, nem tanto.
- Para cacete! –
- Anda! Temos trabalho... – Puxou minhas cobertas e meu travesseiro, puxou o lençol da cama e a barra da minha calça do pijama, fazendo meu belo traseiro ficar parcialmente a mostra.
Fez tudo do jeitinho que uma pessoa filha da puta faz quando te acorda. Sacas?
- Já to levantando! – Gritei antes que ele puxasse o resto da minha roupa. Levantei e vesti uma blusa listrada vermelha e branca junto de uma calça jeans escura, dessa vez coloquei os goggles no rosto, o que fez Mello me encarar por um instante com uma cara de bosta.
- Vai mesmo trabalhar com esses óculos ridículos? –
- Não são ridículos... Ridículo é um GAROTO loiro de chanel andar por ai com roupas pretas de couro e com 3 barras de chocolate na boca. – Chupa.
- Esse é meu estilo! –
- Tá certo, tá certo... Me fala onde vamos entregar dessa vez? –
- Nuns lugares aleatórios... Nenhum em especial. – Que bom né, porque o especial de Mello é perigoso para a vida.
Pegamos as caixas –eu peguei, Mello ficou de boa- e fomos para o possante do chocólatra. E como se não fosse novidade, ele acelerou aquela porcaria e sumimos rua afora...
Fizemos a primeira entrega... Era na casa de uma tiazinha... Sabe, eu me pergunto o que era a encomenda. Linhas de crochê? Afê.
A segunda foi num posto de saúde... Eu fico imaginando que tipo de coisas esse pessoal encomenda no Coruja...
A terceira e a quarta foram para ninguém mais que aquele cara tarado que compra pornôs infantis... VONTADE DE SOCAR AQUELES DVD’S NOS DIVERSOS ORIFICIOS DO SEU CORPO!
Depois dessas entregas não tinham mais nenhuma. Graças a...
- Coruja... –
- Vamos na casa dele ver se tem novas entregas? – Provavelmente.
- É. Senão ele acaba me forçando a fazer entregas em outra cidade. – E assim fomos... Em alta velocidade –como sempre.
Chegamos em frente a casa do maldito Raito e...
PUTA QUE VOS PARIU! MAS O QUE É ISSO?!!!!
Tinham algumas viaturas na frente da casa. Ou seja... A COISA TA PRETA!
Mello não ousou se aproximar mais da casa. Estacionou na esquina onde ninguém desconfiaria que estávamos somente espiando. Não demorou muito tempo e o japa apareceu na porta... Parecia estar tranqüilo, mesmo que tivesse tantos policiais do lado de fora.
- HAAA! SE FODEU! – Bem, só consigo pensar que estão lá pra pegá-lo.
- Cala a boca Matt! – Me deu um murro no braço... Vagabundo.
- Que foi?!! O Raito vai se detido! Você não fica feliz? –
- Claro que não! Afinal... Não sei se você percebeu, mas nós trabalhamos pra ele, ou seja, É BEM POSSIVEL QUE ESTEJAM A FIM DE DETER A GENTE TAMBÉM! – Não pensei nessa possibilidade.
Agora é que a porra ficou séria.
- Não tem como! – Me encarou com uma cara de idiota. – Não sei se VOCÊ percebeu, mas nós nunca mostramos nossos rostinhos para Raito. – Seus olhos brilharam.
Agora vejo como valeu à pena usar aquela touca e os goggles... AH DOCE E MILAGROSO DISFARCE!
- Tem razão... Desse jeito não tem como o Coruja dizer quem somos na verdade. – Disse ainda meio bobo. – Usar aqueles disfarces foi a melhor coisa que já fizemos sabia? –
- Sim... –
- Mas Matt... Você não pensa na possibilidade dele subornar os policiais? Já aconteceu várias vezes e... –
- Não mesmo... — Naquele mesmo momento em que Raito havia saído da casa vi uma pessoa indo em sua direção, uma pessoa que tinha saído de uma das viaturas, uma pessoa que jamais aceitaria suborno de alguém como ele...
Naomi.
- Eu sabia que ela era muito foda... – Sussurrei a mim mesmo. Então seu trabalho aqui foi descobrir os trambiques do Coruja... Cara, fala sério... QUE MUNDO PEQUENO!
Quer dizer que aquelas coisas de estar somente visitando uma amiga era mentira... Naomi é... Naomi é...
ELA É MINHA DIVA!
- Precisamos ir à casa do Lawliet... Ele e Near provavelmente não estão sabendo de nada. –
- Sim, mas não é melhor esperar um pouco e ver no que isso vai dar? – Cara! Ele ta curioso? Parece que nunca viu viaturas...
Mas apesar de que não precisamos ver o que vai acontecer... Porque é Naomi quem está tomando conta desse caso e...
- Beyond...? — Pronunciou o loiro com os olhos grudados no movimento mais a frente.
- Ein? – Cerrei meus olhos e mirei o local. Atrás de Raito estava uma figura torta de cabelos escuros com uma arma. Eu até podia ter dito que era Lawliet, mas pude diferenciar pelas roupas manchadas. – O QUE ELE ESTÁ FAZENDO LÁ?!! –
- Droga... – Mello ligou o carro e deu a ré, parecia apressado, nem mesmo tive tempo de perguntar o que estava acontecendo, ele acelerou novamente, talvez mais que o habitual, então seguiu para um lugar conhecido.
Não demorou nem mesmo um minuto e já estávamos em frente à casa de Near, que parecia estar completamente calma.
Descemos do carro e rumamos à porta... Toquei a campainha, mas Mello chegou por trás e chutou a porta, abrindo-a. Lá dentro estavam Near e Lana, sentados no sofá da sala, com expressões apreensivas.
- Você tem noção do que está acontecendo?!!! – Mello praticamente gritou visando Near.
O albino o encarou indiferente, como se tudo estivesse absolutamente em ordem –e como se um loiro escandaloso chutando portas fosse comum...
Todos estavam imóveis, esquisitos, fora do normal... Pareciam zumbis, é, zumbis... Tirando Mello que estava eufórico, mas do mesmo jeito estranho, parecia que um gato preto de sapatos tinha passado na sua frente –ou um fantasma né, pra ser menos exagerado...- e então a doce e velha curiosidade começou a me cutucar.
O que está havendo?
O telefone na mesinha ao lado do sofá tocou e Lana somente esticou o braço para atendê-lo. Near se virou, encarando-a.
- Sim? – Disse, tendo uma longa pausa, esperando a pessoa do outro lado da linha terminar de falar – Então deu certo? – E então mais uma pausa. – Não? Ah, eu sabia... Ele obviamente estaria lá. Dê um jeito nisso. –
- Com quem esta falando? – Perguntei para Near, que continuou no modo zumbi.
- Sill. – O careca do carro?
- Como? Afê grandão! Tenta demonstrar que o albino está com a gente... Vai dar certo... Ele vai se ligar no que está acontecendo. – Respondeu ao Sill. Será que estão falando daquilo...? Na situação do Raito?
- Conto contigo careca! – Oh! É mesmo aquele Sill.
Assim que Lana desligou o telefone fitou Near, ainda com um olhar indiferente, apenas acenou positivamente com a cabeça.
- Vocês... Fizeram mesmo? – Disse Mello. Quê? Agora todos sabem o que se passa menos o Matt? Não, não, não!
- Do que vocês estão falando?! –
- Do Bey-chan. – Disse a titia. – Se naquele dia, Matt, você não tivesse dito pra mim e pro Near o que Lawliet conversava com Raito no telefone, não teríamos confirmado a cachorrisse do Coruja. – ÃN?
Mello revirou os olhos, percebendo que eu ainda não tinha entendido nada.
- Ontem, eu te falei que faria uma entrega particular, ou seja, você não poderia ir comigo. Na verdade fui conversar com Sill, queria confirmar que aquelas armas do hotel faziam parte do atual trabalho do Beyond, e nisso Sill me contou tudo o que estava acontecendo. – Aquelas armas? Ah! Sim... Do dia em que comecei a trabalhar com Mello, mas, que ‘atual trabalho’ é esse?
- Trabalho?-
- Matt... – Começou Near. – Por minha causa Beyond se sujou com este Coruja, esse maldito. Por minha causa Beyond trabalha para o japonês, porque Beyond... Gosta muito de mim e... E por isso se sujeitou a juntar-se com aquela corja. – Então... Esse é o motivo daquela raiva toda pelo Raito? Por isso que na vez em que vi o Coruja pela primeira vez Near parecia tão incomodado? Isso quer dizer que... Near e Beyond são...
- Mas então por quê? – Perguntei num tom que o faria entender, meio que soou como um: ‘Porque você fez aquelas coisas comigo se estava com Beyond?’
- Sobre isso nós já nos entendemos... E você sabe muito bem o porquê. – Sei, sei. Queria me proteger e blá, blá, blá... (insira aqui um sermão do albino) É isso.
- O que importa agora é, Sill encontrará uma forma de dizer ao Beyond que está tudo bem e que não precisa mais ficar ao lado de Raito. –
- E o Lawliet? Ele não está envolvido? –
- Sim, mas Lana já deu um jeito nisso. – ? – A partir do momento em que ela contou para Lawliet que enfim o Coruja tinha sido pego por policiais competentes, fugiu, com medo de ir para a prisão junto ao namorado. –
- Parece que aquele ‘amor doentio’ não passava de simples vontade de trepar com um cara cafajeste. – Completou Lana com um tom de deboche.
Meu Deus, é vero? QUE MANCADA LAWLIET!
- E agora nem eu e Beyond precisaremos trabalhar para Raito, assim como Mello e você, Matt. –
- Mas aquele bar não é praticamente a fonte de sustendo de vocês três? Por que eu vivo com Lana e... – Pois é... Eles não vivem com o que o mercado negro lucra?
Esse é outro problema que Sill vai resolver, logo você fica sabendo. – Sorriu
Isso quer dizer então que... O diabético não era gente boa?
Que decepção.
Acho que compreendi tudo... Beyond, por causa de Near trabalha para Raito, mas contra a vontade do albino e dele mesmo... E que na verdade Silll...
- E o careca do possante me contou que numa noite de sábado você escreveu uma carta de amor para o Mell, por isso descobri o momento certo pra tirar esta magnífica foto! – Falou Lana tirando AQUELA foto do bolso e mostrando para Near.
Primeiro... O Sill tinha que contar aquilo? Segundo, ele conhecia a tia? Terceiro, porque ela anda com a foto no bolso?!!!! Quarto e último... O QUE ISSO TEM A VER COM O ASSUNTO?!
- Me arruma uma cópia depois, pode ser? –
- Que isso Mello?!! – Até ele?!!
Mas afinal... Vamos ver onde isso vai dar.
Notas finais
ainda não respondi algumas reviews do capitulo anterior, por isso, os reviews desse capitulo e o próximo vou deixar pra responder quando acabar de postar a fic... porque REALMENTE não estou tendo tempo Ç.Ç (nem pra jogar Osu! como pode?)
enfim... Mesmo assim mandem as reviews ok? U.U humpf...
KIIIIISSUS :*
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