Eros

3 A 'Garota' Loira


Notas iniciais
Oe ♥
Bem, aqui estou eu novamente mais cedo...
(hoje é quarta e eu devia postar na sexta u.u)
Goooomen! eu não consigo cumprir datas corretamente xD
Mas olha só, esse capitulo está 'interessante'
(tem meia dúzia de pervos que já pensou em lemon ¬¬)
mais não... Uma dica! O titulo já diz T-U-D-O née?
hehe
e há! vocÊ que é MUITO pervo... vai ficar na seca por um tempo, poque to escrevendo o 9º cap e ainda nem ta perto de um lemon certoo???
Gomen por isso também u.u
Mais ai está! desculpem se não está tão grande okaa?
Bejo bejo meu gostosos ♥
Até lá embaxu

Nos apresentamos normalmente. Ele parecia ser até mais simpático que o outro...

- Hm? – Esticou o braço e ofereceu a torta que tinha nas mãos. Ah, eu aceitei aliás, eu estava sem comer fazia um bom tempo.

- Obrigado. – Agradeci, com a boca cheia da torta de morango, com pedaços de fruta e glacê. Quem me dera se na casa da tia Lana tivesse essas coisas na geladeira em vez de bebidas e porcarias.

- É seu novo amigo Near? – Perguntou o maior meio sarcástico, virando-se para o baixinho.

- Só um colega. –

- Ah tá... – Novamente me fitou com um sorriso – Bem, tenho de fazer algumas coisas, então... Até mais. — Saiu do quarto, nos deixando sozinhos de novo.

- Ele é seu... –

- Amigo. – Completou. – Vivemos juntos. – Hm... Dois amigos convivendo juntos,é um pouco estranho. Não devia parecer mais sabe a tal de ‘primeira impressão’?

- Certo... Vivem com seus pais ou os dele? –

- Sozinhos. – Respondeu friamente.

- C-como? – Ta, sou curioso e daí?

- Matt... Não tem tarefas pra copiar? – Mudou de assunto. Nossa... É mesmo um garoto frio.

Não respondi, só fiz um bico e voltei ao que fazia. Meu pulso já estava dolorido de tanto escrever, ERAM MUITAS FOLHAS! Mas fazer o que... Mesmo que seja apenas para alguns meses de aula, é preciso ter.

Já era 17hrs 20min, e precisava voltar, pois cheguei aqui era uma da tarde... E Lana já deve estar sentindo minha falta.

- Acho que vou para casa... –

- Sim. – O garoto tinha ficado até agora ali, brincando com aquelas coisas. Montou três vezes o mesmo quebra cabeças, construiu várias torres com dados, e outras coisas que exigiam aquela paciência que só ele tinha.

- Como ainda não terminei, posso voltar aqui amanhã? –

- Certo. – INEXPRESSIVEL!

- Então... Até amanhã. – Me despedi, ele respondeu acenando com a cabeça. Peguei minhas coisas e sai do quarto, descendo as escadas e indo até a porta, abrindo-a.

- Matt! – Antes de sair dali, Lawliet me impediu. – Já está voltando pra casa? –

- Sim. – Respondi breve pra ir logo.

- Preciso falar com um amigo que mora na direção da sua casa, então iremos juntos. – Como ele sabe onde é ‘a direção que eu moro’?

- Como sabe onde moro? –

- Near contou. – Contou? — Ontem ele disse que um aluno novo o fez companhia na aula, e como isso não é comum, ele me contou. –

- Ah, entendi. – Não sei o porquê, mais me veio à imagem do menino sufite falando isso para Lawliet. Foi muito estranho...

- Vamos? – Me trouxe de volta a realidade me empurrando para fora junto a si.

Caminhávamos pela calçada. Era engraçado vê-lo andar, pois tinha uma postura bastante estranha. Seus olhos estavam meio arregalados, acho que isso é normal. Suas mãos repousavam no bolso da calça jeans, e seus cabelos pretos estavam totalmente bagunçados.

- Bem... – Quebrei o silencio. – Esse seu amigo... Quem é? – Acho que foi uma pergunta um tanto idiota, mais foi à única coisa que me veio à cabeça pra sair daquele clima silencioso.

- Se chama Yagami. Yagami Raito. –

- Ah tá. – Novamente o silencio.

- Você não é daqui é? – Perguntou. Como ele sabia disso também?

- Não, não sou. Só estou passando um tempo com uma parenta. –

- Sei... Lana não é? O que ela é sua? – Nossa! O quanto ele sabe sobre mim?

- S-sim... É minha tia. –

- Tia? Eu não sabia que ela tinha parentes, muito menos sobrinhos. – Soltou um riso.

- Então você a conhece? –

- Pode se dizer que nos vimos algumas vezes. – Será que ele é ‘um dos’ amantes da tia Lana?

- Vocês... – Tentei lhe perguntar qual era a relação que tinha com ela, mais fui interrompido.

- Somos apenas conhecidos. – UFA! Eu realmente não gostaria de saber que ela tinha um caso com um cara desses.

Chegamos à porta da minha casa, me despedi de Lawliet que mandou um abraço para Lana e seguiu até virar a esquina. Depois de alguns segundos, antes de entrar, avistei de novo aquele carro preto e velho que passou no pau ontem. Novamente passou correndo, na direção em que eu tinha vindo. Dessa vez pude ver quem era o piloto, era uma garota de mais ou menos a mesma idade que eu, 17. Tinha a franja reta e o cabelo loiro chanel nos ombros. Sua blusa justa parecia ser de couro e ela devorava com uma das mãos uma barra de chocolate, enquanto a outra permanecia no volante.

- Eu ein. – Pois é... Parece que a policia é mesmo lenta quanto a isso, não pôde nem mesmo se livrar de uma motorista imprudente como essa.

Entrei em casa, e estava lá tia Lana no sofá, de novo, assistindo a TV. Ela não faz nada da vida não?

- Chegou tarde e-Mail. – Falou sem tirar os olhos da televisão. E o que eu diria sobre esse trocadilho com meu nome?... Podre.

- Desculpe... E por favor, me chame só de Matt... –

- Tá bem... – Riu baixo. – Onde estava? –

- Pensei que não fosse minha mãe pra perguntar uma coisa dessas. – Disse sarcasticamente.

- AAAAH! DÁ LICENÇA NÉ! – Pulou do sofá e veio correndo até mim, agarrando com o braço meu pescoço e esfregando o punho fechado em minha cabeça. – Qual o problema de se preocupar com o sobrinho? – Falou carinhosamente. Só tenho duas coisas a dizer, ou está carente, ou está bêbada... Só pode ser isso.

- Tá certo ta certo! – Soltei-me do ‘carinhoso afago’ dela, que se sentou no chão e me puxou pra fazer o mesmo.

- Conta ai moleque! O que estava fazendo? –

- Estava na casa de um colega. – Disse tentando me levantar, em vão, pois ela segurava meu pulso impedindo que eu me erguesse.

- Que colega? – Perguntou animadamente.

- Um colega ora! – Gritei. Seus olhos se encheram de lágrimas, talvez por eu ter falado alto. Certo... Ela esta bêbada. – Q-que foi? –

- Eu estava... Preocupada com você e... Você grita com a titia! – Disse entre soluços.

- Ta bem... Desculpe! – Revirei os olhos.

- Não faz isso comigo Mailzinho da tia! –

- É Matt... MATT! –

- OWN MATT! Dá um abraço na Lana!! – Pulou em cima de mim. Sério... Já está ficando irritante.

Passei o resto da tarde e da noite tentando tirar ela de cima de mim, e quando consegui foi um saco mandá-la tomar um banho frio pra amenizar um pouco o efeito do álcool. E como não tinha outra alternativa, tive que jogá-la na cama e quase amarrá-la até que dormisse.

Acordei no sofá, como sempre... E o maldito Ik-chan também acordou. GATO IDIOTA! É CONFORTAVEL DORMIR NA MINHA CARA?? Bem que eu estava me sentindo sufocado no sonho... Ainda não estava atrasado, dava tempo de tomar um banho rápido e fazer um sanduíche de pão com bolacha dentro. É!! Vou ter de comprar algumas coisas pra comer ou vou acabar morrendo.

Quando sai de casa era 6hrs 50min, ainda tinha 10 minutos pra chegar na escola, e como era perto, podia ir sem pressa. No caminho, a locadora ainda estava fechada, o açougue estava abrindo as portas, e poucos carros passavam na rua.

Ah sim... Eu sempre reparo numa casa velha de madeira a dois quarteirões de casa. É estranho, pois é a única casa velha do bairro, as outras são bonitas e em bom estado, diferente daquela que falta telhas e está cheia de buracos na parede de madeira podre. Fico pensando em quem morava ali.

Passei devagar pela porta, e vi uma luz ligada lá dentro. Alguns barulhos vieram da casa, parecia de coisas se quebrando, tipo... Copos ou garrafas de vidro. O jeito era passar rápido ou alguma coisa voaria da janela na minha cabeça.

- Ãm? – Vi dentro de uma garagem o carro preto e velho que duas vezes passou pela rua de casa. Será que aquela garota morava aqui?

Fiquei escondido ao lado da casa, atrás do poste de luz pra ver se alguém saia de lá. Não tinha problemas quanto ao atraso, pois já estava perto da escola.

A porta se abriu com um chute que veio de dentro, e dali saiu à garota loira. Sua roupa era toda justa e de couro, tinha um crucifixo no pescoço e novamente uma barra de chocolate nas mãos, o qual mordia com raiva. Também tinha uma bolsa nas mãos, estaria indo pra escola?

Ainda escondido, esperei ela passar por mim, e continuei seguindo-a sem que percebesse. Era engraçado que a cada vez que terminava a barra de chocolate, pegava outra no bolso da calça... Isso se denomina uma chocólatra não é?

Quando percebi, estava na escola. Ela estudava lá então? Nunca havia percebido... Acho que é porque não saia muito no intervalo, e sempre quando chegava ia direto para a sala e na saída sempre era um dos últimos a deixar a escola.

Não foi diferente hoje... Fui direto para a sala de aula, pensando naquela pessoa. Como será que se chamava? Como vivia? Quem era? Foram perguntas que não saiam da minha cabeça. Na verdade são perguntas sobre os outros que nunca saem da minha cabeça.

Chegando lá, estava Near,como sempre sentado na última carteira do canto esquerdo, e a minha mesa, a última da segunda fileira ao lado da sua estava vazia, esperando o lindo dono a ocupar. Fui até ela e me sentei.

- Bom dia. – Cumprimentei o filhote de urso polar ao meu lado, que somente me olhou de canto e balançou a cabeça, como se correspondesse ao ‘bom dia’.

O sinal tocou, e logo a professora de ciências entrou na sala toda desengonçada com aquele papel enorme enrolado debaixo do braço.

- B-bom dia! – Gritou com aquela voz fina e desafinada, ajeitando os óculos no rosto.

- Bom dia... – Os alunos responderam sem animação nenhuma. Na verdade a professora era muito linda, tinha longos cabelos pretos cacheados, pele morena, rosto fino e delicado. Era realmente muito bonita, só que tipo... Professora não tem moral comigo.

A aula foi um lixo como sempre foi... Análise de plantas, ela apontava naquele papel que havia pendurado na lousa, e os alunos seguiam no livro. Não tinha um porque pra prestar atenção naquilo, pois havia estudado na minha antiga escola no bimestre passado. Só metade dos alunos prestavam atenção pra falar a verdade, o resto conversava, jogava papéis um nos outros, ou gritavam... Estavam sendo os animais que sempre foram.

- Ei Near... – É, ele também não fazia nada, já era inteligente e não precisava perder tempo com aquilo que provavelmente já sabia.

- Fala. –

- Você conhece uma garota loira que sempre come chocolates? – Ah, eu estava curioso né? A garota era bonita e... Vocês entenderam.

Ele riu baixo, um riso que eu nunca imaginava que veria naquela boca pálida e que quase nada pronunciava.

- Que foi? – Perguntei estranhando aquela reação... Eu falei algo engraçado?

- ‘A loira’ usa roupas de couro? – Questionou baixo, fazendo com que eu me inclinasse mais para perto de si para tentar ouvir as palavras.

- Sim! – Disse animado, estava chegando a algum lugar, parece que Near a conhece. Só não entendi a ênfase no ‘a loira’.

- Ele se chama Mello. – Ah... Então ela se chama Mel... O QUE?!!!!!

- E-ele? – O baixinho só pode testar confundindo... É uma garota poxa, é tão difícil de identificar?

- Mello é um garoto, não percebeu? –

- Tem certeza disso? –

- Sim. – Afirmou, brincando com os lápis.

- Nossa, eu jurava que era uma garota. – Acho que minha cara agora era certamente de puro espanto. Mais bem que percebi que ‘ela’ era... Uma tabua.

Notas finais
Oe again ♥
Gostaram? gostaram gostaram????
Por favor, mandem seus bons e ruins comentários...
Digam-me o que precisa ser melhorado e o que está deixando
essa fanfic um lixo u.u
É isso meu lindos leitores seduzentes!
Até a próxima segunda/terça/quarta/quinta/sexta... quem sabe ^^
SASHAUSHUASH'
Bejãaaaaao ~
REVIEWS?