Notas iniciais
Hm,um cap. mais leve hihi Espero que gostem (:

Por Layla Eu não sabia que Hillit e Bill queriam me dar tantas explicações que até invadiram a casa de Strify. Eles me falaram muitas coisas que eu nem imaginava que tinha sido daquele jeito. Eu tive que falar o que eu tinha com o Strify, mas para mim eles ainda estavam mais errados que eu. Bill parecia estar participando de um test-drive: brincava com os sentimentos de uma de cada vez para saber qual ele gostava mais. Certa hora durante a conversa, eu parei. Olhei para Hillit, para Bill e para Strify. Levantei-me do sofá e sai dá casa. Eu precisava de um ar e um tempo para pensar. Eu me senti culpada depois das coisas que Bill disse, mas isso não era certo. Se ele não me amava, eu também não tinha que amá-lo. Passei em frente de uma pequena capela que ficava a uns três quarteirões da casa de Strify. Ela era pequena e humilde, mas me atraiu por ser bem antiga e a sua pintura estava descascada e com cara de suja. Eu entrei e tinham algumas pessoas sentadas nos bancos. Fui em direção ao último e sentei-me. Uma senhorinha estava sentada na minha frente. Ela virou-se por um instante, me olhou e disse: — Por que está chorando, minha filha? — Eu... Bem... Ainda não sei porque direito. Estou confusa e me sentindo culpada por uma coisa que eu não tenho culpa, por inteiro. — abaixei a cabeça. Nunca tinha visto um rosto tão enrugado na minha vida. Ela parecia muito boa e calma. Queria que eu contasse o que estava acontecendo e ofereceu-se para me ajudar. Ela era uma estranha, mas eu sentia que a conhecia de muitos anos. Depois de alguns minutos que ficamos sentadas lá dentro conversando, eu ouvi alguém gritando o meu nome pela rua. Eu olhei para a senhora e ela fez um sinal para que eu fosse encontrar quem me chamava. Agradeci e fui até a porta. Strify estava correndo no meio da rua. Eu fui correndo até ele e ficamos em um abraço apertado. — Eu fiquei preocupado com você. Nunca mais faça isso. Não saia sem me falar para onde, ou melhor, sem mim. Não posso te perder. Está entendendo? — ele disse deixando uma lágrima cair dos olhos. Me senti perfeitamente bem e amada naquele abraço. Ele se importava comigo mesmo depois de toda essa história louca e dos acontecimentos estranhos que ele teve que passar ao meu lado. Onde eu poderia encontrar um homem desses? Eu empurrei o rosto dele lentamente fazendo-o olhar para mim. Limpei sua lágrima e nos beijamos com uma certa leveza. Eu senti o seu coração batendo forte e o vento em seu cabelo. Ouvi o barulho de umas folhas de árvore caindo e depois um silêncio. Queria ficar concentrada naquele beijo. Voltamos andando de mão dadas para a casa dele. Tudo estava aberto. Strify disse que conversou um pouco com Bill e Hillit depois que eu sai. Ele queria correr atrás de mim, mas ficou preso com o assunto que eles começaram. Ia ter uma festa fantasia depois de alguns dias e eles queriam que fossemos. Seria bom um ambiente mais descontraído para todas as diferenças irem embora e se possível, tudo voltar ao normal. Também, queria dançar um pouco e relaxar. Pensei que seria uma boa ideia e fui tomar o chá, que agora já estava frio. Strify colocou de volta no fogo por algum tempo. Tomei e deitei na cama. Ele veio ao meu lado e me abraçou dizendo bem baixo no meu ouvido: -Podemos passar uma parte da noite sentados na praia. Tem uma aqui perto que é muito boa. Virei-me para poder ver os seus olhos azuis. Ele falava tudo o que eu queria ouvir. Fazia o que eu pensava em fazer. Ele não podia ser melhor. Ficamos ali deitados por um tempo conversando sobre o passado. Do presente nem tanto, mas bastante do futuro. Quando o sol já tinha ido embora completamente, saímos da nossa casa para ir à praia. Vi que vários casais ficavam lá durante a noite e a lua estava perfeitamente linda. Nós sentamos na areia. Strify passou o braço pelo meu pescoço e me envolveu completamente. O mar não estava muito agitado e o reflexo da lua estava bem marcado nele. Depois de algum tempo, Strify estava tentando tirar alguma coisa do bolso. Levantou-se para conseguir se mover com mais facilidade. Vi uma caixinha vermelha de jóias. Eu não acreditei que ele teve tempo de comprar alguma coisa com toda essa confusão. Abaixei o meu rosto como se não estivesse acreditando mesmo naquilo que eu via. Ele sentou-se novamente ao meu lado e olhou para mim: -Isso era da minha mãe. Ela morreu a cinco anos e disse-me para dar para um pessoa que eu não queria viver sem. Uma pessoa que iria me fazer muita falta se desaparecesse. Eu não encontro alguém melhor do que você para ficar com isso. Quero passar a minha vida toda ao seu lado com todas essas confusões e tudo mais. Eu te amo Layla e é só você, certeza. Não sei como Strify conseguia ser perfeito e engraçado ao mesmo tempo. Ele conseguia tirar a tensão de tudo e deixar cada vez mais fácil para nós. Ele colocou aquele simples anel, mas de muito valor, em meu dedo e completou com um beijo. Eu estava sem palavras e só sabia que queria que aquele momento nunca acabasse. Até que enfim eu achei a pessoa ideal para mim e pode ter sido bem difícil, mas pelo mesmo agora eu tinha certeza de que Strify era o dono do meu coração.
Notas finais
AAAAAAh,eu AMO o próximo cap. *-* Mas não vou dizer nada sobre ele então...Até lá,küss ;*
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