Notas iniciais
Hihi cap. digamos...conturbado >_< Enjoy (:

Por Layla Acordei e eram umas oito da manhã. Eu estava envolvida nos braços de Strify e fiquei observando-o enquanto dormia. Ele tinha uma pele aveludada e branca. Eu estava muito confortável ali e se pudesse, não sairia dali nunca. — Bom dia. — ele disse abrindo os olhos devagar. — Bom dia. — respondi chegando perto da boca dele. Nos beijamos e depois ele me abraçou forte. Eu nunca me senti tão bem junto de alguém durante uma noite. Não sei como pensei em deixá-lo dormir no sofá. Acredito que eu iria buscá-lo durante a noite, mas isso não vem ao caso. — Podemos voltar hoje? — perguntei. — Claro. Tomamos um café e já decolamos. Comecei a colocar a minha roupa e ele me abraçou pelas costas dizendo: — Nunca me senti tão bem com alguém que conheci ontem mesmo. Você é mágica. Tem o poder de me deixar sem palavras e de fazer coisas sem pensar. Eu te amo, Layla. Aquelas palavras entravam pelos meus ouvidos e faziam nascer um sentimento muito mais forte por Strify. Ele era carinhoso, fofo, lindo e forte. Não forte de corpo, mas forte no coração. — Eu senti tudo o que eu queria essa noite. Obrigada e eu também te amo. Ele foi até a sala para pegar as suas coisas e eu coloquei o meu vestido vermelho e um sapato de salto não muito alto. Prendi o meu cabelo de qualquer jeito e fomos até a portaria com todas as nossas coisas. Margô veio se despedir de nós e desejou muitas felicidades e juízo. Chamamos um táxi e seguimos até o aeroporto. Strify deu a ideia de tomar um pequeno café no aeroporto mesmo e deixar para se alimentar melhor quando chegássemos em Paris. Ele pediu um café grande para nós dois e fomos andando até o lugar onde estava o jatinho. Eu tinha que agradecer muito a Rafael por ter mandado esse homem na minha vida. Strify me ajudou a subir no jato e quando estávamos prontos, me deu um beijo e decolamos. Chegando em Paris, ele encontrou um dos homens que trabalhavam para Rafael que ficou encarregado de devolver o jato. Pegamos um carro para o hotel. Eu queria tomar um banho e contar para Hillit tudo o que aconteceu. Eu não sabia mais se meu sentimento por Bill era tão forte assim. No hotel, eu perguntei para a recepsionista se Hill estava no quarto e ela informou que Hill estava tocando piano. Eu nunca soube que eles tinham um piano ali. Então, deixei minhas coisas e as de Strify com o carregador e fomos até lá. Corremos pelos corredores do hotel como se fôssemos duas crianças. A porta que dava para a sala do piano era bem grande e de madeira. Empurrei a porta brutalmente dizendo: — Hill, voltei e... — travei. Bill estava dividindo um pequeno banco que ficava na frente do piano com ela. Sua mão estava na cintura de Hillit. Trocavam um beijo profundo, até bonito de se ver. Tinham um sorriso doce no canto da boca. — Layla! Não, não é isso que está parecendo. — Bill disse desgrudando de Hillit rapidamente. Eu saí correndo dali. Não sabia pra onde ir ou mesmo porque corri. Bill estava vindo atrás de mim gritando o meu nome. Por que ele tinha feito isso comigo? Ele não devia ter me pedido em namoro se estivesse gostando dela. Eu fiz uma coisa errada, mas com um cara que eu conheci por acaso, mas Bill fez isso com a minha melhor amiga. Será que nada pesava na cabeça de Hillit? Senti uma pegada forte no braço. Bill me segurava e falava muitas coisas que eu mal conseguia entender. Para mim eram um monte de besteiras que eu me poupei de ouvir, até que: — Eu te amo. — ele disse apertando os olhos dentro dos meus. — Ama? Acho que você não está em seu juízo normal. Você estava beijando minha melhor amiga. O que espera disso? Que eu lhe dê um beijo e esqueça que ela e o Strify, que não está entendendo nada do que acontece aqui, veja? Olha, para mim você está morto. Eu saí dos braços dele, passei por Hillit com um olhar sério, segurei nos ombros de Strify, dei-lhe um beijo e saímos do saguão. Começamos a andar na rua sem dizer nada. Ele precisava de algumas respostas, mas eu queria fazer isso com mais calma, quando minha cabeça estivesse um pouco no lugar. — Obrigada por ainda estar aqui comigo depois de tudo o que aconteceu ali. Eu sei que te devo uma explicação, mas deixe-me ficar mais calma. — eu disse. Strify não estava bravo, nem triste, nem nada. Ele continuava com aquela cara fofa como se não tivesse visto nada. Nós sentamos num banco da praça, daquela praça que eu vi Bill pela primeira vez. Eu queria saber desde quando ele e Hillit estão nessa. — Bill é, era, meu namorado. Eu te enganei, isso mesmo. Eu não te contei sobre nada disso porque você simplesmente tomou conta de mim. Eu não quis parar o que eu estava fazendo com você porque eu queria. Eu queria aquela noite, eu queria aquele beijo. Eu queria você. Eu não sinto mais nada por ele, a não ser um ódio, ou uma pena. Não sei. — Sim, eu fui enganado, mas você foi forte: viu sua melhor amiga ali com o cara e não bateu nela. Acho que isso é a prova de que você é uma boa pessoa e eu sei que quero estar do sei lado nisso e em todas as coisas que você tiver que passar. Eu não estou ligando para esse Bill, se é assim o nome dele. Só quero que você se resolva e seja feliz, comigo ou quem quer que seja. Eu nunca tinha visto isso na minha vida. Strify parecia ser feito para mim com tudo o que eu poderia querer. Ele consiga me fazer esquecer de tudo para pensar em um futuro perfeito com ele. Eu o abracei muito forte e disse "obrigada" bem baixinho no ouvido dele. Ficamos mais um pouco sentados ali naquele banco e depois fomos para baixa da sombra de uma árvore bem grande. Strify pegou uma florzinha branca e colocou no meu cabelo. Ele ficava com a mão no meu rosto o tempo todo, me acariciando. Nós não precisávamos de palavras para dizer o que estavámos sentindo. Trocávamos olhares verdadeiros que deixavam bem claro que nós queríamos um ao outro, mas eu sabia que ainda não tinha me livrado daquele problema.
Notas finais
Próximo cap. promete ser fofo,mas isso não significa que as confusões terminaram... Até lá,Küss (:
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