Notas iniciais
AVISO ANTES DE COMEÇAREM A LER!!!! LEIAM ESTE CAPITULO OUVINDO ELVIS PRESLEY CAN'T HELP FOLLING IM LOVE ♡ PS:não consegui postar o link da música (sorry). Desculpem a demora, anda tudo muito corrido. E ainda meu irmão teve a proeza de xonseguir quebrar meu not, então tô tentando escrever pelo celular. Boa leitura Nosso objetiv é satisfazer baby ^^

–Christoph. -eu andei até perto dele. -É lindo.

Envolvi meus braços em volta do seu pescoço e o beijei, ele segurou minha cintura e me ergueu do chão, quando me colocou de volta, me beijou ainda mais. Logo depois ele se afastou um pouco, olhou pra mim com um sorriso de canto, então ele me ergueu e me colocou sobre os ombros.

–Christoph. Me larga. -eu gritava enquanto ele caminhava até o rio.

Ele não dizia nada, apenas seguia até o meio da água.

–Christoph, por favor me solta!!!

–Okay.

E então ele me soltou, caí dentro do rio, e afundei, mas logo imergi novamente. Assim que recuperei o ar, eu estava preparada para dar uma rasteira nele, mas olhei em volta, e ele tava bem longe.
Fiquei imóvel, observando o Christoph tirar a camisa, aqueles braços, aquela barriga bem definidos, a pele dele era tão macia, parecia seda, apenas de se olhar.
Ele começou a vir em minha direção, e eu não conseguia nem piscar, não podia perder de admirar essa vista deslumbrante que era o Christoph. Ele mergulhou na água, e eu o perdi de vista, de repente sinto algo puxar minhas pernas, e caio sentada na água. Quando voltei, ele estava rindo sem parar da minha cara, então eu coloquei minhas mãos sobre sua cabeça e o empurre para baixo.
Nós ficamos horas brincando na água, rindo um do outro, apostando corrida. Tenho que confessar que o Christoph sabe nadar muitíssimo bem, ele me deixou ganhar uma vez, mesmo que não confessasse que tinha feito de propósito.
Depois que saímos da água, peguei a toalha dentro na minha mochila, e a roupa reserva.

–Tem algum lugar pra mim se trocar?

–Você pode ir até o carro e se trocar lá dentro. -ele disse me entregando a chave.

–Tudo bem. -fui indo em direção do carro, quando ouvi o Christoph gritar.

–Qualquer coisa é só gritar, eu vou correndo.

Continuei andando, abri o carro e entrei no banco de trás. Com um pouco de dificuldade consegui me secar e colocar uma roupa seca. Quando voltei o Christoph estava sentado na toalha, com o cabelo humido e bagunçado, ele também trocou de roupa, estava com uma camisa cinza, e bermuda preta.

–Com fome?

–Muita. -eu disse me sentando junto dele.

Ele estendeu a mão com um pedaço de croissan, até minha boca. Realmente eu estava varada de fome, pois assim que o pedaço de comida caiu no meu estômago a fome começou a agir sobre meus comandos, peguei um sanduíche frio e devorei. Enquanto o Christoph me olhava satisfeito.

–Coma bem ma chéri. -ele disse com um sorriso no rosto.

–Tá querendo me deixar gorda senhor Vouhgan? -disse de boca cheia.

–De maneira alguma, só quero te ver bem e saudável.

–E com alguns quilinhos a mais. -disse em tom de brincadeira.

–Eu não iria reclamar. -ele falou rindo.

–Algum dia, quando eu tiver com mais idade, e começar a ficar sedentária, quem sabe.

–Ai eu vou estar careca e usando dentadura.

–Sendo que não deixe de tomar banho, pra mim está ótimo.

Ele começou a rir, e mordeu um pedaço de maçã.

–Precisamos ir, o sol ta começando a se pôr.

–Vai me levar pra casa?

–Não. -ele se levantou e começou a guardar as coisas.

Esse mistério todo que o Christoph faz combina perfeitamente com o perfil dele, e apenas quando ele faz isso, milagrosamente eu não fico curiosa. Adoro as surpresas dele, adoro me surpreender com as coisas que ele faz.
Caminhamos até o carro, ele guardou as coisas no porta-malas, enquanto eu entrava no carro, assim que ele voltou, deu partida e saiu.
Ficamos quietos por algum momento, até que ele quebrou o silêncio.

–Gostou da tarde?

–Foi a melhor tarde que já tive na vida. -eu disse observando ele dirigir.

Ele deu um sorriso torto, sem tirar os olhos da estrada, enquanto eu não tirava os olhos dele.

–Chegamos. -ele disse assim que parou o carro.

Olhei em volta, estávamos na praia, aquela mesma praia em que ele me encontrou aquela vez, e me pediu em namoro. Ele deixou o carro em cima do penhasco, antes de chegar na areia, abriu a porta deu a volta por trás do carro, assim que abriu a porta para mim, estendeu a mão para eu pegar. Ele me conduziu até a frente do carro, e apontou para que eu me sentasse no capô, e fez o mesmo.
O céu estava numa cor incrível, um azul quase se apagando, misturado com um tom de rosa bem clarinho e por fim um misto de lilás. Podia-se ver as estrelas aparecendo, e no ponto alto a lua.

–Prece o sorriso do gato. -eu disse mais pra mim.

–O que disse? -ele perguntou perto demais.

–Disse que a lua está parecendo com o sorriso do gato da Aline no país das maravilhas. -disse olhando pra ele.

Ele olhou onde eu estava olhando segundos atrás.

–Verdade. -ele sorriu. -É lindo, só não tanto quanto você.

Ele voltou a olhar para mim, senti minhas bochechas esquentarem, aposto que estava ficando vermelha.
Ele se aproximou um pouco mais e colocou a mão no meu rosto, parando na minha nuca, então trouxe meus lábios para os dele, e me beijou doce e lentamente, vez ou outra ele apertada os dedos no meu cabelo.
Quando nos afastamos, o sol já tinha definitivamente ido, agora as estrelas tomavam conta do céu inteiro, e a lua estava lá ainda sorrindo para nós.

–Você não tem noção do quanto te amo Pietra.

–Eu faço uma ideia.

–Eu não quero, nunca mais ficar longe de você, passe o tempo que for. Eu nunca vou te amar menos.

–Eu não sabia que você é do tipo romântico. -disse sem saber o que dizer. -Aos poucos vou te desvendando mais. -disse com olhar de mistério.

–Ah é? E o que tanto ja sabe sobre mim ma chéri?

–Prefiro deixar isso em segredo, são virtudes que eu prefiro apreciar sozinha.

–Pois bem. Também prefiro guardar só pra mim suas qualidades, e os bons defeitos também. -ele me deu uma piscadela.

–Aproveite bem as qualidades, pois os defeitos são em muita mais quantidade.

–Discordo. Mas são eles que te definem, e te fazem perfeita. Assim do jeitinho que você é, eu não mudaria nada.

–Ou você é muito modesto, ou quer me fazer se sentir convencida. -ele riu.

–Eu quero fazer você se sentir especial, e única ma chéri. É assim que você é pra mim.

–Sabe o que está faltando?

–O quê?

–Uma música, está quieto demais aqui.

–Como queira. -ele me deu um beijo e se levantou.

Ele abriu a porta do motorista e entrou no carro, encostei com as costas no vidro do carro e voltei a observar as estrelas.
De repente o som agradável da música começou a tocar, então uma voz masculina e irreconhecível começou a cantar. O Christoph apareceu do meu lado e estendeu a mão para mim pegar. Desci do capô, então ele me trouxe para mais perto dele, colocou uma mão na minha cintura, e eu coloquei a outra em seu ombro.
Ele começou a me conduzir com seus passos, enquanto Elvis Presley cantava. A música parou, mas em segundos começou a tocar novamente.
Estávamos dançando debaixo do lençol de estrelas que iluminava a noite. Ele me rodou uma vez, e voltou a colar nossos corpos, eu sentia sua respiração no meu ouvido, sua mão forte em minha cintura, eu não queria parar esse momento, estava perfeito demais, a música já estava chegando ao final novamente quando ele me beijou.

–Foi assim nosso primeiro beijo. -ele disse com um sorriso largo no rosto.

–Você me pegou de surpresa.

–Você não sabe o quão feliz eu fiquei naquele momento. Eu queria ter feito aquilo o resto da noite. Mas fiquei com medo.

–Do quê?

–Achei que ainda gostasse do Logan, e que depois de ter te beijado você não quisesse mais me ver.

–Que bobagem. Eu esperei por mais, mas no fim achei que tivesse feito aquilo só pra causar ciúmes a réplica falsa da Britney.

–Hei. Achei que tivessemos feito um trato, de nunca mais mencionar essa pessoa. -ele disse segurando meu rosto.

–Tem razão. Agora somos só eu e você. E o Elvis Presley.

Ele riu um pouco, e voltou a me beijar. Nesse momento não existia mais nada, nem o chão existia debaixo dos meus pés. Ficamos ali por mais um tempo, nos embalando a melodia da música.
Christoph disse que já estava ficando tarde e que precisava me levar para casa, ainda não era nem oito horas.

–Entra um pouco. -disse assim que ele parou em frente a minha casa.

–Acho melhor não.

–Só um pouco, pra cumprimentar meus pais pelo menos.

–Você Pietra, sabe muito bem como me chantagear não é?

Eu sorri convencida, sim eu sabia chantagea-lo, e adorava fazer isso. Entramos em casa e estavam todos na cozinha.
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