Era Uma Vez Um Talvez Felizes Pra Sempre
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Demorei um pouco k
Ficou bem legal esse capitulo. Pelo menos no início, hahaha.
Leiam logo :3
Nina deixou um beijo leve no meu pescoço, o que me fez arrepiar. Levantei o rosto dela em direção ao meu e a beijei longamente.
- Vamos terminar o que não terminamos ontem. – Ela sorriu meiga e mordeu meu lábio inferior.
Se levantou me puxando pela mão e eu levantei em seguida. Ela subiu na frente e eu fui logo atrás, beijando o pescoço dela e levantando sua blusa. Tirei a blusa dela e joguei na escada, chegamos ao quarto e ela virou, seus olhos mostravam desejo, e o desejo parecia ser de mim.
Sentamos uma de frente pra outra na cama, nos beijamos e ela foi me deitando. As mãos dela percorriam todo o meu corpo, até debaixo da blusa. Ela beijou mais o meu pescoço e tirou minha blusa, percorreu a mão pela minha cintura e desceu o corpo junto, beijando e chupando meus seios. Sentou-se em cima de mim e eu olhei com expressões dominadoras, fiquei por cima dela. Ela pôs a mão na minha cintura e escorregou até a minha bunda, por baixo da cueca e a tirou. Tirei a calcinha dela e passei minha mão por toda a perna dela. Quando finalmente cheguei onde queria, beijei o pescoço dela, mantive meu rosto colado ao dela, e a dedilhei. As mãos dela puxaram forte meu cabelo, e ela mordia o lábio de olhos fechados. Ela desceu as mãos para as minhas costas e arranhava cada vez mais forte e gemendo mais alto no meu ouvido.
- To te machu..
- Continua! – Ela me cortou.
Continuei e dando chupões no pescoço dela, e ao ápice, ela arranhou forte minhas costas e ambas gememos alto.
Relaxamos na cama, eu estava deitada em cima dela, ela beijou minha testa e fez cafuné. Virei pro lado dela e dei um selinho nela.
- Eu te amo. – Ela sussurrou.
“Eu te amo, eu te amo, eu te amo” A voz dela ecoava em mim. Sorri. Me senti infinita, me senti completa. Me senti muito bem com o que ela acabara de dizer.
- Eu te amo. – Respondi.
Dormimos e quando eu acordei já eram 21h, Nina já tinha acordado e tomado banho. Levantei preguiçosa, dei um selinho nela e fui tomar banho, quando eu voltei, lembrei que meu celular estava desligado e Rafa devia estar atrás de mim. Liguei e tinham mais de 30 SMS e umas 34 ligações perdidas. Mas se dividiam entre Rafa e minha mãe. Liguei pra Rafa.
- PUTA QUE PARIU, ONDE VOCÊ TA? CARALHO!
- Calma ow. To na Nina. Cê ta na Ems?
- To. To indo prai. Vou te matar porra, vê se deixa a merda do celular ligado. Me espera.
- Ok, ok. – Ri. – Até depois.
Desliguei e olhei Nina.
- Deu pra ouvir ela gritando daqui. – Ela riu.
Ri junto.
- Não quero ir pra casa, amor. – Fiz bico.
- Eu ia falar pra você ficar aqui... – Ela acariciou meu cabelo e me olhou nos olhos. – Mas ela é sua mãe. Você simplesmente sumiu, já ta a mais de um dia fora de casa e ela deve ta preocupada... Por mais que eu não goste nem um pouco da sua mãe, você não pode fazer isso, ta? Se quiser voltar depois de falar com ela, pode vir.
Balancei a cabeça e respirei fundo. Ela me ajudou a arrumar as coisas e então a campainha tocou, e Sra. Turner falou alto:
- Nina, sua amiga Rafaella ta aqui embaixo esperando você e a Bella.
Nós nos olhamos e descemos de mãos dadas. Soltei a mão de Nina e abracei a Rafa.
- Não some mais assim. – Ela brigou.
- Ok. – Olhei ela.
- É melhor a gente ir. – Ela olhou Nina e se cumprimentaram já se despedindo.
Despedi-me de Nina com um selinho rápido, pois ainda me incomodava com a presença dos pais dela.
- Eu te amo. – Sussurrei.
- Eu também te amo. – Ela sussurrou também. – Qualquer coisa me liga. – Ela disse agora em tom normal.
Sorri e sai com Rafa em direção a minha casa.
Quando cheguei, reparei que o carro do Henrique estava estacionado em frente. Bufei.
“Ela não deve nem ter sentido minha falta e deve estar aproveitando com o namorado dela”, pensei.
Respirei fundo e abri a porta de casa. Me assustei com a cena.
Minha mãe estava descabelada e a mesinha de centro estava cheia de lenços de papel. O rosto dela estava vermelho e com olheiras enormes, como as de quem passa a noite em claro e chorando aos prantos. Sim, ela estava chorando. Havia um copo de água e umas três cartelas de remédio ao lado. Henrique estava abraçando ela.
Ela me olhou como se eu fosse uma miragem. Se levantou do colo de Henrique e veio as pressas até mim. Tocou meu rosto e em seguida me abraçou forte, e chorou.
Não a abracei.
Ela se afastou e me olhou, tentou dizer algo, mas me abraçou e chorou mais. Ok, ela era minha mãe. Abracei-a.
Ela se afastou novamente e Henrique, que já estava de pé e mais próximo, me olhou com desaponto. Ignorei.
- Onde você estava Isabella? O que aconteceu? Por que sumiu? Aonde se meteu? – Tenho certeza absoluta que ela queria estar berrando comigo, mas ela mal conseguia falar.
- Fui numa festa ontem e dormi fora, só isso.
- Só isso? – Ela não gritou, mas elevou um pouco a voz. – SÓ? – Ela respirou fundo. – E me deixou aqui? Sozinha? Sem dar satisfação? Preocupada? Com medo?
- Preocupada e com medo de que? – Larguei a mochila no chão e olhei pra Rafa. Ela entendeu e puxou o Henrique antes que ele falasse qualquer coisa.
- Com medo de você ter fugido, sumido, ter acontecido alguma coisa com você, minha filha, você não me atendeu, não respondeu minhas mensagens, não deixou aviso, não deu sinal de vida e...
- Calma mãe. – Tive que interrompe-la, ela estava ficando sem ar. – Não aconteceu nada, ta? To bem, to viva e to feliz.
- Não faça mais isso. Você tem que me avisar, eu fiquei com medo, eu quase morri, eu não sabia o que fazer.
- Calma ow, relaxa, já to aqui.
- Onde você estava? – Ela pareceu mais séria agora, e já havia parado de chorar.
- Já falei, fui numa festa.
- Onde?
- Na casa do Max, e dormi na casa da minha namorada.
- Ah, claro, tinha que ser. Eu falei que essa menina não era um bom caminho pra você...
- PUTA QUE PARIU! – Interrompi de novo. Ela me encarou. – SÓ FALANDO ASSIM, CARALHO! TEM QUE CULPAR A MENINA, NÉ? – Respirei fundo. – Só pra você saber, eu só estou aqui em casa agora porque ela me pediu pra vir. Eu não queria te ver, eu to puta com você. E se você não quer me perder, sinto muito, mas se esse teu preconceito escroto continuar, é isso que vai acontecer, porque eu não vou abrir mão da minha felicidade por você. Agora, com licença, eu vou pro meu quarto. – Fui em direção à escada, parei e virei pra ela. – E não adianta me ameaçar ou me bater de novo. É, me faz mal, mas agora eu tenho a Nina do meu lado e ela me deixa bem. Eu não vou me machucar mais porque você ta me machucando, eu não vou mais deixar você me bater. Na próxima eu saio de casa. Pra sempre! – Dei ênfase no pra sempre e subi.
Estava com raiva e chorei.
Notas finais
Digam tudo o que acharam, mesmo se acharam uma bosta, sei lá.
Enfim, até depois.
Eu sou péssima com notas, mas ok.
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