Notas iniciais
Oiee queridos leitores!! :D Consegui postar hoje! E agradeço pelos comentários dos caps passados!! Obrigadaa!! Que tal mais um cap agora? Boa leitura! ;)

Pov Sanli

–No que posso ajuda-la minha senhora? — me curvo perante nossa rainha, Mérida, rainha das Feiticeiras da Luz.

–Alguma notícia? — ela pergunta esperançosa, e um tanto preucupada.

–Não senhora... — digo com o olhar cabisbaixo. — Tudo continua como antes, as Criaturas da Floresta Cinzenta, e as Feiticeiras das Trevas da Caverna de Bug; ainda se confrontam... — digo suavemente.

–Mas... Isso não gerou outra guerra, não é mesmo? — ela questiona preocupada.

–Não, não senhora. Pelo menos não como acontecera a última vez. — digo atenta. — Acontecem sempre, pequenas discórdias, quando há algum encontro dos povos, entre o Labirinto de Pequenas Montanhas, o Bosque de Cogumelos Gigantes, e a terra de Prounst. — explico atenciosa.

–Mas sem mortes, estou certa? — ela continua preocupada.

–Sim senhora. — assento.

–Céus! O que faremos... — exclama Mérida preocupada. E ela continua após uma longa pausa. — Mandem chamar Lilupse, o mais velho e sábio entre os Pnouns; e entre todo a Terra de Auyen!

–Sim senhora, mandarei chama-lo imediatamente. — me curvo novamente.

–Obrigada Sanli. — ela sorri. — Pode se retirar. — continua sorrindo.

–É sempre uma honra servi-la minha senhora. — novamente me curvo. — Com sua licença. — eu me viro, e saio.

~~*~~

Pov Gabriel

–Isso é inadmissível! — exclama Montloow aos nervos. — Quando é que aquelas bruxas irão nos deixar em paz?! — ele estava realmente muito nervoso.

–Senhor, se me permite... — digo com receio de olhar em seus olhos.

–Sim! Pronuncia-se Gabriel. — ele se senta em seu trono de galhos retorcidos úmidos; e apoia a cabeça sobre os dedos, os esfregando em sua testa.

–Tenho uma estratégia em mente. — olho para ele com esperança.

–Diga-me Gabriel! — indaga nervoso.

–Um de nós, apenas um de nós; poderia atravessar o limite, e colocar nossa honra do Trono de Reino Branco de Ólien! Assim como as Feiticeiras o fizeram! — exclamo um tanto orgulhoso de mim mesmo.

–Ora garoto! — ele se levanta. — O plano sempre fora este! Assim, com os dois povos aliados em um só reino, nosso confronto se quebraria! — provavelmente, o mesmo não entendera minha lógica corretamente.

–Sim, está certo senhor. — digo compreendendo sua situação. — Porém seria de bom grado, se apenas um de nós fosse; dessa forma, passaríamos quase imperceptíveis à elas!

–De certa forma... — ele anda de um lado à outro. — O garoto tem razão... — Montloow se senta mais calmo. — Porém, quem seria esta pessoa? Teria que conhecer Auyen de Montanha à Montanha, além de ter a bravura como a de Eliud! — ele soa pensativo.

–Eu poderia ir meu senhor. — digo me curvando.

–Está louco! — se levanta assustado, e arregala os olhos assustadoramente negros. — Prometi à Seelow que nada lhe aconteceria! Céus! Te lembras da última batalha? Além de ser o único da raça dos Homens com vida! — exclama preocupado. — Não, não posso permitir que um ato como este aconteça! — volta seu olhar preocupado e sombrio, para os meus.

–Mas senhor... Sou apto para esta tarefa, venho treinado a minha vida toda. — volto à pose. — Se me permite, sou um dos únicos que tem se mostrado competente à tamanha tarefa. — olho em seus olhos negros.

–Eu sei querido Gabriel... E admiro sua bravura. — Montloow se acalma novamente. — Porém é meu dever protege-lo, não quero que nada de mau lhe aconteça entende? — ele anda até mim, e apoia as mãos pesadas em meu ombro.

–Sim senhor, eu entendo... — indago com um olhar cabisbaixo. — Mas meu rei, não poderia me dar ao menos uma chance? — imploro. — Prometo não desaponta-lo... — soo convincente.

–Pensarei nisso meu jovem! — ele me solta com um enorme empurrão forte. — Agora volte para seus aposentos! Preciso ficar sozinho. — volta para seu trono lentamente, e parecendo exausto.

–Sim senhor. — digo me afastando, após se curvar.

–Espere Gabriel! — ele chama minha atenção. — É especial para mim, tanto como se fosse um filho! — ele me olha com olhos gentis.

–Assim como é como um pai para mim senhor! — eu assento com a cabeça; e me retiro.

~~*~~

Saindo de lá, me dirijo para um lugar mas longe do que meus aposentos. Um lugar, o qual me sentia mais seguro, e confiante.

~~*~~

Pov Tiena

–Eu não posso mais suportar isto! — exclama Malin exaltada. — Quando é que irá acabar? — questiona preocupada.

–Não sei mais o que fazer Malin. Esse confronto só acabaria, se eles passassem o limite do Reino Branco de Ólien, libertando assim, sua honra; e isso é inadmissível! — indaga Unim séria, e um tanto pensativa. — Nunca deixarei isso acontecer! — elas continuam à brigar.

Estava eu, olhando pela janela do enorme e escuro quarto de Unim. Uma janela um tanto pequena, nem possuía estrutura; era apenas como um buraco na parede da caverna, que ao olha-la, dava para o lado de fora; para ser mais precisa, o lado esquerdo, onde se via uma pequena parte do Rio Figim. Mas, era entretanto, uma enorme saída e distração, quando se tratava de uma discussão entre Unim e Malin. Não queria mais me intrometer, minha vontade é fugir de tamanho conflito que só aumentava; porém, se tratava do Reino de meu pai, e eu não poderei fazer isso; por enquanto.

Então, respiro fundo, até meus pulmões se encherem totalmente de ar; e me viro para as duas:

–Por favor! — balbucio, e elas me dão atenção. — Por favor, parem! Isso não irá nos levar à nada! — exclamo mais alto.

–Querida. — Unim se aproxima. — Nos desculpe, sei o que deve estar sentindo; porém é do destino de nossas vidas que estamos tratando. — ela tenta explicar-me.

–Eu seu Unim... Mas... — não consigo pronunciar o que sentia.

–Mas o quê criança? — pergunta Malin compreensiva.

–Mas por favor, sem brigas... — eu dou um pequeno passo, olho para elas, e digo. — Com licença. — saio lentamente, com uma lágrima escorrendo por entre meu rosto.

~~~*~~

Já do lado de fora, fecho a porta num movimento suave, não querendo jazer um alto barulho. Percebo que a briga acabara, provavelmente, elas estavam pensando o que gerara essa minha reação. Só consigo fechar os olhos, e deixar que as lágrimas quentes escorressem por todo o meu rosto.

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Notas finais
O que acharam? Críticas? Comentem! Suas opiniões são muito importantes!! :D Ah, favoritem! Recomendem! rs Até mais :* Bjs: #Safisaga