Equilibrium
5 O passado sempre retorna pra te atormentar!
Notas iniciais
Ben hesitou bater na porta dela. Já era 13:00 hora. Mas que droga! Não poderiam ter colocado o apartamento dela em outro lugar? Tinha que ser justo na frente do dele? Era como se algo o estivesse puxando de volta a ela. De volta o seu passado.
Ele encostou a cabeça na porta dela por um momento ainda indeciso
.
“- Qualé. A vida ta te dando uma nova chance’
Pensou consigo mesmo.
Virou se por um momento para pensar num jeito de falar com ela.
“Café”
Correu eufórico para dentro de seu apartamento. E voltou com uma xícara na mão. Bateu na porta confiante.
- Oi você tem café?
Hanie lançou um olhar desconfiado e der repente sorriu. Na verdade, gargalhou. — Que foi? Ele perguntou, sentindo- se um tremendo idiota no exato momento.
- Você... Bebe café? – e caiu na gargalhada novamente. – o que você quer realmente? – ela jogou antes que ele pudesse pensar em qualquer desculpa.
- Falar com você – sacudiu a cabeça sem certeza.
Ela olhou para ele, sem camisa na frente dela. Gotículas de água escorrendo pelo peito perfeito. Ela gemeu mordendo o lábio inferior.
Mas o que ela estava pensando? Louca...
- Não
- Não?
- Não
Ben colocou a mão sobre a porta quando Hanie tentou fechá-la.
- Por que fica fugindo e mim? Porque fugiu de mim? Você foi embora sem mais nem menos.
- E daí? Você virou um líder da Divisão Brasileira.
- Eu não teria aceitado se não tivesse me deixado. – ele empurrou a porta e entrou de uma vez.
- É mesmo? – ela debochou.
Porque ela sempre conseguia tira-lo do serio?
- Ficamos juntos por um tempo, curtimos, fazemos promessas. Então você desistiu de uma hora para outra?
- Eu não te devo explicações Ben. Pode sair.
- Você me deve todo tipo de explicações e eu não vou embora sem que tenha me dito. – ele se jogou no sofá disposto a mostrar que não mudaria de opinião.
- OK!
Hanie pegou o casaco e a bolsa e se encaminhou a porta. Ben entrou em sua frente e a segurou pelo punho.
- Você não vai a lugar algum ate que me diga o que aconteceu. Acha que é um jogo de criança?
- Sim eu acho. – ela desafiou o olhar dele enquanto lançava lhe um chute no joelho.
Ben empurrou com forca na porta. E ela deu lhe forte tapa no rosto.
Ele sorriu maliciosamente com o sangue fervendo. Empurrou a com forca na parede e socou a estrutura de madeira.
Hanie não se lembrava de te lo visto com tanta raiva, tão malicioso e sedutor. E ela tremeu diante a reação dele.
Olhou nos olhos dela como tantas vezes fizera. Tentava ler sua alma. E ainda que ela não dissesse palavra alguma, sabia que ainda havia algo naquele coração teimoso e duro de gelo. Sorriu mais uma vez esperando que ela sentisse medo dele e só então a beijou.
Foi um beijo voraz e furioso. Nada delicado.
Ele puxou a perna dela para seus quadris fazendo com que se agarrasse a ele, enquanto a beijava.
Hanie surpreendeu se com a atitude. Ben nunca foi tão voraz, era calmo, quase tímido...
Ele havia mudado mesmo tanto?
Ela então empurrou o com forca forçando o a afastar-se. E foi a vez dela esta no controle. Empurrou Ben na parede imitando seus movimentos. Ela o queria, o desejava, sempre haveria de amá-lo, ainda que o destino, não revelasse a ela, ele.
Agarrou-se a ele novamente pelos quadris. E ele a levou aonde ela queria estar com ele.
— Não fuja.
Ele quase ordenou entre dentes.
Ben beijou seu ombro e pescoço, afastando os cabelos para desfrutar ainda mais da pele dela. Baixou a alça da blusa. Branco sempre combinava com a pele dela. Fazia parecer um anjo, embora fosse anjo apenas enquanto dormia., pois, acordada, despertava demônios nele.
Hanie acariciou seu peito nu e beijou o também avidamente. E resolveu que era a vez dele ter controle. Queria entender o quanto ele havia mudado.
Ben desceu a mão para sua barriga e arrancou sua blusa em um repente, jogando Hanie na cama.
Ele deitou se sobre ela e beijou levemente seus lábios, enquanto sua mão encontrava agilmente o zíper da calça.
— Levante os quadris. – ele pediu.
Ela deu espaço para que ele tirasse a peça, enquanto fazia um caminho de beijos pelo seio, barriga, coxas, pernas, e pés.
Ben queria saboreá-la inteira. Olhou novamente para Hanie. Quanto tempo fazia? A pele morena, os cabelos cacheados, a lingerie preta e vermelha que nada combinavam? Ela nunca fora de usar pecas de cores iguais. Quanta vez não sonhara com ela?
Ele suspirou e Hanie tremeu quando beijou a parte interna de suas coxas.
— Porque fugiu Hanie?
Ela gemeu e ele continuou a provocá-la. Arrancou q peca minúscula e deu um pequeno beijou no triangulo de sua feminilidade.
-Porque fugiu?
— eu... Eu...
-Eu? — ele perguntou passando levemente a língua pela virilha.
-Por favor, Ben. – ela implorou.
— Por favor, Hanie?
-Eu deveria.
— por quê?
— Ben. – ela gritou de desejo implorando que ele fizesse o que ela desejava.
- Porque Hanie?
- Você não gostaria da resposta. – ela rebateu quando ele parou de provocá-la por um momento.
Então, ele beijou novamente seu sexo. Dessa vez introduzindo a língua, saboreando-a e provocando-a cada vez mais.
Queria que ela gritasse por ele. Deseja-se o novamente. Se lembrasse dele. Se lembrasse do Ben que sempre foi dela.
Hanie sentiu o clímax atingi-la e o céu explodiu junto com ela. Com esforço conseguiu ficar por cima dele. Beijou-lhe a boca e deixou que ele saboreasse seus seios. ele sugou e mordiscou o levemente fazendo a arquear-se para ele.
Ela sempre adorou que Ben usasse cuecas Box. E aquela preta deixava o simplesmente lindo, como uma escultura de Davi De Michelangelo. Embora, a escultura estivesse nua e nada excitada. Ela puxou a cueca dele e jogou a sobre a poltrona do quarto.
Ben rolou por sobre ela e os dois caíram no chão.
-Tudo bem?
- Sim. – ela gemeu puxando o pelos cabelos para beijá-la.
Isso o fazia desejá-la ainda mais. Passou a mão sobre seu ombro, seio e barriga. E então, encontrou a fenda úmida e quente pronta para ele. Beijou seus seios e introduziu um dedo em seu sexo.
- Eu amo você. Eu amava você Hanie
Ela suspirou perdida no desejo.
-Ben. – ela pediu.
E só então, ele afastou as pernas dela, guiando sua ereção para onde ela desejava.
Penetrou a tão fundo quanto pode e se permitiu chegar ao clímax junto com ela.
Notas finais
bjinhos cheios de curiosidade!
mereço um reviwzinho, nao mereço?
Fale com o autor