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26 Capítulo 26


Notas iniciais
Gente, definitivamente crianças não deveriam ler esse capítulo. Bom, a grande dica vai ser para ligarem para o número 193 (bombeiros) quando terminarem de ler esse cap. =9

Naquele momento eu precisava provar para mim mesma que isso tudo era verdade. Então fiz da melhor maneira que eu conhecia. Segurei o rosto dela entre minhas mãos e o puxei até que nossas bocas se encaixassem. Ah eu a beijei como nunca havia feito antes. Estava um pouco agressiva, meus lábios sobre os dela se movimentavam com fervor. Minha língua invadiu a boca declarando completo domínio sobre a dela. Uma de minhas mãos deslizou para o cabelo, meus dedos embolando naqueles fios negros e os puxando sempre que ela tentava controlar o beijo. Então Jenny suspirava e eu a dominava mais ainda. Eu chupava a sua língua, mordia os lábios, a devorava com aquele beijo enlouquecedor. Quando o ar faltou e minha boca doeu levemente por causa dos movimentos do beijo, separei nossos lábios e a fitei. Jenny gemeu perante o meu olhar e eu aproveitei o momento para girar nossos corpos e dessa vez ser eu a estar prensando aquele corpo gostoso contra a parede.

–Eu não posso aceitar a ideia de você com outra garota – murmurei completamente possessiva, descendo meus lábios até o pescoço dela – Nenhuma outra pode fazer isso – dei um forte chupão ali, sabendo que iria deixar uma bela marca, minha mão que ainda estava entrelaçada no cabelo dela puxou os fios a fazendo tombar o pescoço para trás e gemer – Ninguém pode ter esses gemidos.

Passei a ponta de minha língua por toda a garganta de Jenny, sentindo o local vibrar quando ela vocalizou um gemido baixo. Eu não saberia classificar ou descrever o estado em que eu estava naquele momento. O ciúme se mesclava com minha necessidade de possuir aquele corpo e extravasar toda tensão acumulada da saudade. Meus lábios se dedicavam ao pescoço alvo, mordendo, beijando e chupando. Minhas mãos desciam com toques pesados, pressionando aquele corpo contra minha palma para sentir cada curva dela. Assim que alcancei a calça de Jenny, não demorei em desabotoar e começar a descê-la junto com a calcinha. Felizmente Jenny estava bastante obediente e entregue, ajudando-me no processo chutando para longe aquela peça quando esta caiu em seus pés. Pressionei meu quadril no dela e a escutei suspirar de prazer, estava tão entregue e rendida a mim que só de senti-la daquele jeito o tesão tomava conta de cada poro de meu corpo.

Então deixei a sanidade de lado, precisava dar vasão a todos aqueles impulsos primitivos e luxuriosos ou morreria esmagada por eles. Minhas mãos foram até minha blusa, a arrancando ao mesmo tempo em que Jenny fazia o mesmo com a dela, em um movimento tão urgente quanto o meu. Nossos sutiãs foram logo puxados para fora, apenas para no momento seguinte nossos seios se encontrarem e pressionarem um ao outro. Minha boca não permitiu que o gemido dela fosse completado, eu ataquei aqueles lábios sedenta por aquele sabor que apenas eu podia sentir. Minhas mãos alcançaram as coxas de Jenny e agarraram aquela carne em um aperto gostoso o suficiente para fazê-la gemer contra minha boca, estremecer, prontamente me segurar para pegar impulso e envolver suas pernas em meu quadril.

Senti o sexo dela completamente molhado em meu ventre e aquilo teve um poder quase sobrenatural sobre mim, deixando ainda mais em alerta todos os meus sentidos e vontades. Uma de minhas mãos ficou apoiada na parede para manter meu equilíbrio próprio, a outra desceu serpenteando pelo corpo dela até encontrar aquele centro encharcado. Jenny gemeu alto e jogou a cabeça para trás quando sentiu meus dedos a tocarem descaradamente, explorando aqueles lábios internos e provocando o clitóris.

–Michelle – Jenny arfou e lançou um olhar carregado de desejo que terminou por me colocar em um incêndio interno – Não... Não torture!

–Então implore – ordenei e inclinei para bem próximo do ouvido dela – peça para mim o que você quer – lambi a orelha dela e a senti tremer forte em meus braços – implore!

–FODE LOGO! – Jenny me agarrou e mexeu o quadril implorando com todo o corpo.

Não poderia esperar mais nem mesmo se almejasse isso. Posicionei dois dedos na entrada dela e em um só movimento, rápido e forte, os coloquei o máximo possível dentro. Eu poderia imaginar que uma primeira investida daquele jeito poderia ter doído, mas Jenny agarrou meu cabelo e gemeu tão gostoso que provavelmente deve ter enlouquecido de prazer mesmo com a dor provocada. Eu não me fiz de rogada ou inocente, comecei a penetrar meus dedos em movimentos rápidos e impacientes, Jenny movia o quadril da melhor forma que conseguia naquela posição, sedenta e necessitada de mais e mais. Ela puxava meu cabelo, arranhava minhas costas, gemia fodidamente gostoso ao pé de meu ouvido. Eu retribuía, a tomava para mim com o máximo de vigor que conseguia, mordia o seu corpo onde minha boca pudesse alcançar, chupando e deixando várias marcas por sobre aquela pele esbranquiçada.

–MICHELLE! – Jenny gritou quando o orgasmo estava próximo – Porra eu... Eu...! – ela engasgou com as palavras, as costas bateram contra a parede e eu observei a cena mais linda e sensual que um ser humano poderia ver. Jenny estremecia, tinha os lábios abertos e gemia totalmente entregue ao forte orgasmo que eu proporcionei. Ela estava deliciosa, arfante, suada e absurdamente sexy – Oh meu Deus...

–Ainda não acabei – avisei em um tom firme.

Depois de ver aquilo, eu não conseguiria parar por ali. Retirei minha mão do centro dela, coberta por um gozo quente e forte, evidenciando o quanto ela havia se desmanchado em meus dedos. Aproximei a mão dos lábios dela e Jenny me olhou com malícia ao entender prontamente o que eu queria. Ela lambeu meus dedos lentamente antes de coloca-los dentro da boca e sorver com um pouco de força. Eu gemi com aquela imagem tão quente.

–Você é uma puta gostosa – não aguentei o baixo palavreado – Ah meu amor, eu vou te comer toda!

Dito isso, a segurei firme e afastei a carregando em meu colo. O peso dela era mínimo para o momento, a adrenalina parecia me deixar com a sensação de que eu poderia fazer qualquer tipo de loucura com ela. A carreguei até a cama e despenquei junto com ela sobre o colchão, ficando por cima.

–Michelle – Jenny chamou ofegando forte.

Eu a ignorei. Afastei meu corpo, abri aquelas pernas e a olhei completamente nua e vulnerável em uma cama. Deus, eu iria enlouquecer só de olhá-la! Minha boca salivou e eu fui abaixando meu corpo deixando claro meu intuito.

–Mitch... – Jenny chamou mais uma vez e novamente a ignorei, ergui meu olhar prendendo nos dela, deixando transparecer todo o meu lado safado – Michelle, você vai... – ela nunca conseguiu terminar a frase, pois assim que eu lambi toda a extensão de seu sexo ela gemeu alto e arqueou as costas – Michelle!

Ah o modo como ela estava chamando meu nome! Eu nunca havia gostado tanto do meu nome quanto naquele momento. Ela o gemia com tanto gosto que me deixava a beira de um orgasmo.

–Você está tão sensível – comentei e ri baixo com a boca próxima da intimidade, ela tremeu com isso – Isso me faz ficar mais faminta ainda.

Jenny gemeu em resposta e pareceu perder completamente o ar quando minha boca capturou o clitóris, começando uma sequência quase ininterrupta de gostosos chupões. Ela segurou minha cabeça pressionando com força, rebolando tentando criar alguma espécie de atrito. Jenny logo estava completamente entregue, com o corpo se movendo por vontade própria, respondendo a cada toque de minha boca e língua. Eu a devorava com voracidade, estava realmente faminta e desesperada por mais daquele sabor tão doce. Sugava, lambia, penetrava com minha língua, voltava a chupar forte e rápido, lambia novamente. Até que ela não aguentou e gozou em minha boca. Pela primeira vez eu via e sentia Jenny tendo um gozo tão forte e longo, seu corpo tremeu forte uma, duas, três vezes, denunciando os múltiplos orgasmos. Saber que eu era a culpada por isso, sentir o sabor dela em minha boca, foi o suficiente para eu alcançar o ápice de meu próprio prazer sem nem ao menos receber alguma espécie de toque físico.

Eu a bebi por completo, lambendo o local extremamente sensível até me dar por convencida de que estava limpo. Ergui meu corpo e fui engatinhando até cair meu corpo ao lado do dela. Jenny parecia absorta em outro mundo, encarando o teto com a respiração irregular, ela reluzia sexo e satisfação. Abri um sorriso orgulhoso e soltei um suspiro orgulhoso de mim mesmo. Deixei que ela se recuperasse do momento, que o apreciasse, enquanto isso comecei a retirar o resto de minhas roupas. Oh Deus, minha calcinha estava praticamente inutilizável. Estava terminando de jogá-la em um canto quando senti Jenny movendo-se. Ao contrário do que eu esperava, ela estava completamente acesa novamente, pois logo estava sobre mim e se pondo entre minhas pernas.

–Você vai pagar pelo que fez comigo – Jenny acusou e foi mexendo o corpo até que nossos sexos se encaixaram, gememos juntas com o prazer que sentimos ao mesmo tempo – Dessa vez eu quero gozar com você.

O pensamento me fez estremecer e suspirar. Jenny sorriu safada, mas com um carinho mesclado no repuxar de seus lábios. Ela começou a movimentar o quadril, para cima, para baixo, rebolava e me deixava na loucura. Prontamente eu estava na tensão do desejo novamente, tão forte como se eu não tivesse gozado menos de um minuto e meio atrás. Jenny abaixou o corpo e me fitou tão intenso que só aquele olhar me fez ir ao paraíso e voltar.

–Eu sou sua Michelle. Só sua como eu nunca fui de alguém, nem de mim mesma – ela declarou em um fio de voz – Eu te amo.

Toda a loucura da luxúria, do tesão pareceu minúsculo perante o sentimento que sufocou até mesmo minha alma. Eu a amava e eu a tinha apenas para mim. Pude sentir meus olhos embargarem ameaçando chorar, mas eu não me importei com isso. Não saberia como por em palavras os sentimentos que afloravam em mim naquele momento, então fiz a única coisa que me era permitida no momento. A abracei e beijei com todo o meu amor. Não foi um beijo desesperado, mas estava longe de ser inocente. Era quente, envolvente, enlouquecedor e carinhoso mesmo que avassalador. Nossas línguas sabiam como se mover juntas, nossa sincronia? Perfeita. Quando o beijo acabou e nossos olhares se encontraram, eu sabia que palavras já não eram mais suficientes. Então deixamos que nossos corpos se declarassem um para o outro.

Jenny retornou os movimentos e dessa vez estávamos tão conectadas que tudo parecia ainda mais intenso. Eu me movia no mesmo ritmo, gemia completamente entregue e rendida as ondas de prazer que consumiam meu corpo desde a pontinha dos pés aos meus fios de cabelo. Os movimentos aceleraram, Jenny rebolava cada vez mais com sofreguidão e abandono nas sensações. Nossos sexos se encontravam em um atrito tão gostoso e delirante! Levei minhas mãos até a bunda dela, agarrando aquela parte macia e sensível a impulsionando para fazer ainda mais forte. Jenny gemeu alto, ergueu um pouco o dorso apoiando ambas as mãos no colchão e me fitou. Seus movimentos ficaram frenéticos, mas era a visão de deusa do sexo que estava abalando com todo o meu espírito e sentidos. O cabelo negro dela estava jogado para o lado, o corpo suado parecia transpirar luxúria, os lábios entreabertos deixavam escapar gemidos repletos de prazer e sem nenhum controle. O corpo dela se movia rápido, fazendo os seios acompanharem aquele ritmo. Naquele momento eu me vi completamente fascinada pela imagem de Jenny fazendo amor comigo.

–Michelle!

Jenny apertou o lençol da cama e aumentou ao máximo o ritmo. Quando explodimos, foi como se o big bang estive sendo recriado dentro de mim. Tivemos um orgasmo poderoso, gritamos juntas e gememos em uníssono. O corpo dela tombou sobre o meu e eu a abracei com o resto de força que tínhamos. Nosso gozo se mesclava, assim como nossas respirações encontrava-se em seu limite.

Eu estava no paraíso.

Jenny demorou a começar a mover-se, despencando o corpo ao lado do meu com o rosto virado em minha direção. Seus olhos verdes se abriram e buscaram os meus castanho-esverdeados. Eu a fitei com tanto carinho e amor que já nem lembrava mais o porque de tudo aquilo ter sido iniciado. Foi inevitável começar a sorrir, assim como foi impossível para ela não retribuir o sorriso. Quando dei por mim, estava rindo e sendo acompanhada por Jenny, nossa felicidade reverberando pelo quarto em um som gostoso de uma gargalhada feliz. Ela me puxou com carinho, fazendo-me deitar ao seu lado e me aconchegar em seu corpo. Pouco tempo depois estávamos dormindo, nossos corpos cansados, nossas almas entrelaçadas.

Notas finais
Mais tarde tem outro.