Notas iniciais
Boa parte desse capitulo foi inspirado na ideia de uma leitora... Obrigado por acompanhar a historia de forma tão ativa, jess Di Angelo e todos quem tem postado comentarrios tão satisfeitos...

Leo

Quando cada um foi para seu canto, Leo seguiu em direção ao seu quarto. Ainda ria da situação um tanto embaraçosa que Percy se metera. Mesmo ele tentando negar, sair do quarto da namorada, no meio da noite, a camisa pelo avesso e o penes ereto... Não havia muita duvida do que eles estavam fazendo...

Era uma situação que, mesmo que engraçada, deixava uma suave pontada de inveja em Leo. Não que ele não estivesse feliz pelos amigos estarem avançando na relação, nem que ele tinha ciúme de Annabeth (ou de Percy), mas principalmente porque se lembrava que ele não tinha ninguém.

Nem mesmo chegara a beijar uma garota. Quanto mais fazer... seja lá o que Percy e Annabeth faziam...

Pensar daquela forma fez Leo mudar o seu curso. Ao invés de seguir ao seu quarto, foi na direção do de Hazel. Tinha que ir rápido antes que ele parasse para pensar no que estava fazendo. Não sabia o que queria, não sabia o que faria, mas sabia que seus pés o levavam lá...

Quando chegou à porta, pensou em bater, mas lembrou-se que estava no meio da noite. Não queria acordar ela. Além disso, corria o risco de Hazel pensar que estavam sob ataque e sair correndo pronta para combate. Aí seria impossível explicar que ele só batera à porta dela para um... “não sei”.

Ao invés disso, ele girou a maçaneta levemente e espiou pela fresta. Para sua surpresa, e completa decepção, Frank sentava à cama dela. O que acontecera com os casais naquele navio? Será que todos resolveram dar uma “fugidinha”...? Menos ele, que não tinha com quem “fugir”.

Normalmente ele conseguia mascarar bem a frustração de não ter uma namorada, até dele mesmo, mas naquela noite, vendo Percy com Annabeth, Jason com Pipper, Hazel com Frank e ele com... ninguém, se senti mais solitário que o de costume.

Pensou em ir embora. Era o sensato a fazer. Dar meia volta e deitar em sua cama, talvez até se masturbar... Era o que uma pessoa normal faria. Mas ele estava longe de ser normal. Encostou a porta de forma que o casal não conseguisse vê-lo e fixou os olhos em Hazel.

Sua pele cor de chocolate parecia brilhar mais, como se ela tivesse passado algum creme ou produto. Os cabelos ondulados estavam despenteados numa beleza natural e um sorriso iluminava seu rosto, normalmente sombrio, carregado pelas preocupações de seus segredos...

A aparente felicidade que ela tinha o fez perceber a triste realidade. Frank era o garoto ideal para ela. Não ele.

– Só estou dizendo... – falou o filho de Ares. – Encontrei os dois deitados no celeiro. Me disseram que não fizeram nada, mas com certeza pareceu que sim.

Hazel ajeitou os cabelos, colocando-os atrás da orelha.

– Eles estão apaixonados, Frank. E já têm dezessete anos. A qualquer momento... –ela parou de falar. Não dava para ver dali, mas Leo imaginou que ela estava um pouco corada.

Frank também ficou sem graça, possivelmente devido ao olhar da namorada. Ajeitou o corpo e cruzou as pernas, um pouco desajeitado.

–E... Quanto à... E quanto à nós?

Leo se surpreendeu pela iniciativa do garoto. Os olhos vidrados na conversa do casal.

Hazel não respondeu. Ficou encarando o garoto forte por alguns segundos, talvez até minutos. Leo se ajoelhara próximo a porta pois cansara de ficar em pé.

– Frank... – ela colocou a mão no braço do garoto. – Ainda é cedo. E tem muita coisa acontecendo...

Ele concordou imediatamente.

–Tudo bem... eu entendo.

Até para Leo, quem não fazia parte da conversa, a frustração do garoto havia sido aparente. Ele curvou a cabeça e olhou para os próprios pés descalços. Hazel o fitou.

A garota se aproximou dele e o beijou. Frank pareceu surpreso, pois quase caiu da cama com o gesto da garota, mas depois retribuiu. Passou a mão pelo pescoço dela, subindo até o rosto e depois descendo até as costas. Acariciavam-se cada vez com mais gosto. O beijo que começara como um consolo, agora virava algo mais.

Hazel engatinhou na cama, forçando Frank a deitar completamente, com ela por cima. A garota massageava seu peito por baixo de sua camisa. Ele fez o mesmo com suas costas.

Aos poucos, o garoto que era normalmente tão desajeitado parecia o mais experiente. Foi subindo a camisa de Hazel até que ela saiu por completo, revelando o sutiã verde que ela usava, além de sua barriga lisinha. Frank a agarrou, invertendo suas posições e ficando por cima dela. Os dois respiravam ofegantes.

O garoto foi ainda mais ansioso do que Leo imaginava e retirou o sutiã dela. Hazel acariciava os cabelos dele, depois pegou na parte de baixo da camisa dele e a removeu. Leo estava no maior dilema de sua vida. Não sabia se queria ver aquilo. Não era certo, mas simplesmente não conseguia sair dali, principalmente depois de ver os mamilos da garota no centro de seus seios bem desenvolvidos. Se fosse pego ali, seria o seu fim. Seria julgado com um “tarado” pelo o resto de sua vida.

Frank agora lambia os peitos dela e Hazel afagava suas costas...

– Frank... Frank... Frank! – Na terceira vez ele a escutou e parou. – Está bom... Precisamos parar por aí...

Imediatamente ele tirou as mãos do corpo dela.

– Me desculpe...

– Não. – ela falou voltando a se sentar e encarando ele. –Não se desculpe. Foi maravilhoso... Mas é cedo para irmos adiante.

Leo notou que ela cruzava os braços a fim de esconder as mamas.

– Desculpe se te dei a impressão errada...

– Não... Hazel, não se desculpe. Foi a melhor noite da minha vida... Obrigado.

Os dois riram. Depois eles começaram a falar baixinho e Leo não pôde ouvi-los. Depois Frank a beijou e se levantou. Leo encarou aquilo como o sinal de que deveria ir embora. Correu para o seu quarto e trancou a porta, depois se despiu e deitou à cama.

Ver aquilo foi melhor do que ele esperava. Antes ainda sentia um certo ciúme de Hazel, mas agora percebia que eles eram realmente feitos um para o outro. E um dia... Um dia ele encontraria alguém. Agora só restava aliviar aquela excitação...

Agradecimento...

(leiam até o final, em...KKKK)

Pessoal, obrigado pelos comentários sinceros, recomendações e dicas. Agradeço de verdade a paciência e disposição de vocês para lerem as besteiras que escrevo. KKKKK. Infelizmente, terei que acabar essa fic aqui, pois se seguir adiante sairei da proposta de permanecer nas “entrelinhas”. Não, esse não é um fim definitivo. Estou decidido a, depois que ler “A Casa de Hades”, fazer um “Entrelinhas 2” para continuar as aventuras eróticas dos personagens. Acontece também que escrever fics hots é incrivelmente difícil, ao menos para mim, pois tenho medo de desmoralizar os personagens que nem mesmo são de minha autoria, nem quero parecer um tarado (KKKKK). Mais uma vez agradeço toda a sua paciência de ler e comentar a minha primeira fic. Sei que parece estar terminando em aberto, mas é assim que tem que ser. O objetivo é dar a alternativa à vocês de encaixarem essa historia no meio de “A Marca de Atena”, então a continuação dessa fic é o próprio final do livro, da mesma forma que o inicio...

Espero ter conseguido encaixar esse conto na historia original. Recomendo, para quem ficou com um gostinho de “quero mais”, uma outra fic que estou fazendo, “Demigod Search Squad (D.S.S)”, pois, diferente de “Entrelinhas”, me sinto numa liberdade maior, já que não estou comprometido a permanecer dentro de eventos determinados, mas apenas manter a realidade dos que já ocorreram. Obvio que é só uma sugestão, pois é um historia diferente, não sendo focada no erotismo (mas que tem, tem – kkkk). Sabem também que há nesse site outras historias fantásticas, então sei que os deixarei em boas mãos. (kkkkk). O bom é que historias eróticas podem ser lidas e relidas, nos momentos excitantes de nossas vidas, e nunca ficam cançativas...

Em fim, agradeço pela milésima vez, e me despeço dessa fic com a promessa de um “Entrelinhas 2”.

Obrigado por toda a atenção,

W.R.R.S.

(Para quem já ta me xingando, achando sacanagem acabar desse jeito, deixei um capitulo surpresa para o final- kkkk, aproveitem!!!)

Percy

Quando acordou, Annabeth estava deitada ao seu lado, entrelaçada em seu corpo despido. A noite passada havia sido incrível e ele se sentia como se já pudesse morrer. Sua vida já valera à pena.

A garota inspirava e expirava profundamente, a face tão pacífica que nem parecia que ela tinha todos os problemas que tinha, nem a mania de tomar para si o peso de todos os problemas do mundo. Ele afagou seus cabelos suavemente e ela abriu os olhos. Levou um tempo para ela ficar completamente consciente. Sorriu para ele, mas quando se lembrou de onde estava e o que fizera na noite passada, levantou aos pulos.

Como tudo o que acontecera foi ela masturbando-o (o que havia sido muito bom), Annabeth estava vestida e foi se dirigindo para a porta do quarto dele.

– Onde está indo? – ele perguntou ainda dentro dos lençóis.

–Tenho que voltar para o meu quarto. Ou podem perceber que não dormi lá. Se Hedge descobrir, dessa vez ele nos tranca em aposentos separados até chegarmos às Portas da Morte.

– Ainda está cedo. – ele disse olhando seu relógio. –Ninguém vai acordar agora.

A garota parou de costas para ele segurando a maçaneta da porta, como se decidisse se ia ou não.

– Annabeth, está tudo bem?

Ele ouviu um clique na porta e pensou que era ela a abrindo, mas depois percebeu que ela estava na verdade trancando-a. Depois a garota se voltou em sua direção, retonando ao seu encontro velozmente, parou aos pés da cama e o beijou, acariciando seu peito...

– O que está fazendo? – Não era que ele não estava gostando, só não estava entendendo o que se passava na cabeça da namorada.

–Pensei no que disse, Percy... Sobre a vida que temos... Podemos estar mortos amanhã. E não quero... Quer dizer... Não vou morrer sem antes poder falar que te conheci por completo.

Ao falar isso ela se ergueu e puxou o lençol que o cobria, o deixando completamente desamparado.

Ela o fitou, da cabeça aos pés, e ele sentiu suas bochechas queimando e ficando vermelhas... A garota deu um sorriso satisfeita.

Se deitou na cama do namorado e voltou a beijá-lo. Mais uma vez acariciando o seu peito, mas dessa vez não parou por ai. Sua mão foi descendo até o umbigo até chegar ao penes que se erguia lentamente.

Percy, mesmo que ainda um pouco confuso, adorava o que acontecia. Também abraçava ela e não perdeu tempo em começar a despi-la e igualar as coisas. Retirou a blusa dela, depois o sutiã. Lambeu os mamilos perfeitos e acariciou o peito durinho, enquanto ia desabotoando os botões de seu short...

Annabeth começou a beijar seu peito e barriga, acariciando seu caminho da felicidade. Depois, sem nenhum aviso, de forma perfeita, colocou seu membro na boca. Percy gemeu e sentiu seu corpo tremer, caindo de costas na cama, quase perdendo todas as suas forças. Ela o beijava carinhosamente, lambia e continuava masturbando-o. Ficou alguns minutos apenas naquilo, Percy afagando os cabelos dela. Em fim ela voltou a beijá-lo na boca, sua língua com um gosto diferente, mas bom. Ele voltou a retirar seu short, abaixando o jeans e deixando apenas com a calcinha...

–Está pronto? – ela perguntou.

Ele sorriu e a fez se deitar lentamente, ficando por cima de seu corpo, lambendo seu seio, depois passou a língua por sua pele até o umbigo e finalmente retirou sua calcinha. Ela era linda, sua intimidade lisinha com alguns pelinhos dourados. Percy poderia apenas ficar admirando a garota completamente nua...

– O que? – ela estranhou sua expressão distraída.

–Você é... – ele tomou fôlego para falar. – Você é linda.

Ela sorriu.

Percy foi devagar abaixando a cabeça, sentindo o aroma do corpo dela, até que a beijou, Não na boca ou no corpo, mas em sua doce intimidade. Annabeth segurou seus cabelos, tentando conter e excitação, mas ele foi fazendo rápidos movimentos com a língua.

–Percy... – ela não se continha, gemendo seu nome. Ele provava de seu corpo e gostava mais que tudo, lambuzando-a por completo. – Por favor... Entra em mim.

Ao ouvir aquilo, ele parou de beijá-la, admirando mais uma vez a beleza do corpo dela. Se levantou da cama e apanhou uma camisinha em sua mochila. Depois retornou ao calor do abraço da namorada e a deixou vesti-lo.

Em fim, ele se posicionou sobre ela, fitando aqueles lindos olhos cinzentos.

–Está pronta? – perguntou. Ela fez que sim com a cabeça, abraçando-o, então, lentamente, ele a penetrou.

Foi entrando nela devagar, tentando não forçar e machucá-la. No inicio foi um pouco difícil, mas depois seu penes a penetrou com liberdade. Aos poucos, o movimento de vai e vem ia ficando mais rápido, os olhos dos dois conectados como se fossem um.

A cama tremia por minutos e minutos e, se não tivesse tão envolvido no momento, ele poderia ficar com medo de acordar alguém. Gemiam baixo, mas com vontade. Percy sentia ondas de calor e prazer subindo por seu corpo numa sensação indescritível. Finalmente, sentiu seu corpo estremecer e perdeu todas as suas forças no melhor orgasmo de sua vida. Apoiou a cabeça no seio de Annabeth e ela, também realizada, o abraçou. Os dois ficaram envolvidos, um nos braços e pernas do outro, apenas se recordando do melhor momento de suas vidas. Agora, uma coisa era certa, não importava o que acontecesse, nem que ele tivesse que seguir Annabeth ao fim do mundo ou ao fundo do Tartaro, não se separaria dela nunca mais...

– Eu te amo, Annabeth Chase.

– Eu te amo, Percy Jackson...

Notas finais
Leiam, recomendem, comentem!!!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!