Entrelinhas Percy Jackson E Os Heróis Do Olimpo
2 Argo II, Annabeth me flagra em um momento constran
Percy
Percy não gostava muito da ideia de ter que aliviar o tesão com sua própria mão, mas não havia outro jeito. Tirou o short e a cueca e se deitou na cama, se cobrindo com o lençol. Instantaneamente, sua mente tentou recriar o momento anterior. Relembrava de tocar a barriga macia de Annabeth, de sentir suas mãos suaves abraçarem seu corpo e acariciarem seu peito despido enquanto os dois se beijavam. Lembrava de fitar a garota e sentir a intensidade daqueles olhos cinzas, do sutiã preto tentando esconder os perfeito seios da garota...
Sua mão subia e descia em baixo do lençol em movimentos que aumentavam o ritmo a cada vez. Tentava imaginar como seria se as mãos que antes esfregavam suas costas, estivessem agora acariciando o seu penes.
Uma batida a porta interrompeu o seu momento. Seu coração deu um pulo e Percy colocou a mão para fora da coberta, e, antes que pudesse mandar esperar, a porta do quarto se abriu. Sempre esquecia de trancá-la.
Annabeth apareceu do outro lado e entrou no quarto, fechando a porta atrás dela.
– Percy, quero falar com você.
Percy sentiu suas bochechas queimarem. Como disfarçaria aquela situação? Tudo bem que ele sabia que Annabeth sabia que ele se masturbava, mas ser pego no ato era incrivelmente embaraçoso.
– Ah... Annabeth. Está tudo bem?
Ela hesitou antes de falar. Parecia calcular se devia ou não partilhar os pensamentos com o namorado. Se não se encontrasse em uma situação tão desconfortável, já teria abraçado a garota, mas se limitou a falar:
– Você pode me dizer...
Ela se aproximou e sentou-se a sua cama, ao lado de seus pés. Percy sentiu o coração acelerar ainda mais. A coberta conseguia escondê-lo por um tempo, mas a garota perceberia o que estava fazendo em breve...
– Só quero dizer que não foi minha intenção te parar daquela forma... – O jeito que ela falou fez Percy se perguntar se aquele era mesmo o motivo da visita, mas não a contestou. – Eu não quis te rejeitar, nem nada do tipo...
– Annabeth, tudo bem. Entendo que é difícil para você. Acho que não foi era a hora certa também. Tem muito acontecendo. Estamos no meio de uma guerra entre dois acampamentos, Gaia quer se erguer nos usando como pessas em seu jogo doentio e Nico Di Angelo é prisioneiros dos gigantes com suprimento de ar limitado e...
Annabeth se inclinou sobre seu corpo e colocou o dedo em seus lábios.
– Não precisa me lembrar dos problemas, Cabeça de Alga.
A outra mão dela se apoiou em sua perna e Percy ficou com medo que ela notasse que ele estava sem roupa.
– Desculpe.
– Não se preocupe. Vamos superar isso. E depois teremos todo o tempo para...
Os olhos dela se fixaram no chão do quarto. Ele notou que ela pisava sobre as roupas que ele retirara antes de deitar, a cueca branca escondida sob os pés descalços da garota.
– Percy... – ela franziu a testa raciocinando. Percy sentiu as bochechas queimarem ainda mais, o coração batia tão rápido que ele tinha medo de que suas veias explodissem em seu interior. – O que estava fazendo antes de eu entrar?
– Terminando o que você começou... – mesmo nervoso ele conseguiu brincar com sarcasmo.
Ela sorriu de uma forma que ele nunca vira antes. Uma certa malicia no canto de sua boca.
– Bonito, Percy Jackson... Enquanto eu me desculpava, você estava batendo punheta...
– Na verdade, isso foi antes de você chegar... – ele parou de falar quando a mão dela acariciou seu corpo por cima do lençol. – O que está fazendo?
– Terminando de me desculpar.
A mão dela alcançou o seu penes sob a coberta e ela começou a acariciá-lo. Logo o membro do filho de Netuno começou a se enrijecer novamente. Percy deu um leve gemido de surpresa e prazer. Mesmo que o contato fosse indireto, os movimentos de Annabeth eram deliciosos e inesperados.
– Eu posso não estar pronta para me entregar por completo por você, Percy. Mesmo que admita sonhar com isso nos meus momentos íntimos. Mas sempre tive a curiosidade de te tocar, Percy Jackson. – assim que ela falou isso, sua mão passou por dentro do lençol e tocou em seu pau diretamente. Mais uma vez, Percy gemeu, agora mais alto.
Annabeth o masturbava com prazer, causando prazer. Ela explorava todos os movimentos, como se os tivesse planejado a anos. Talvez tivesse. Não havia removido o lençol, pois haviam combinado que só se viriam por completo na noite em que transariam pela primeira vez.
Percy nunca havia sentido algo tão bom. Seu corpo tremia involuntariamente enquanto a namorada esfregava seu peito despido. Infelizmente, ele sentiu que estava perto do fim. Como já tinha começado a se masturbar antes de ela chegar, não aguentaria muito mais tempo.
– Eu... Eu vou...
Antes que conseguisse falar, ele gozou. Annabeth limpou a mão no lençol e deitou ao seu lado, abraçando-o.
– Eu te amo. – falou ela.
– Eu também te amo muito, Annabeth Chase.
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