Entregue-se Ao Amor
5 Capítulo 4
Notas iniciais
Obrigada por não me abandonarem e prometo que ira melhorar.. ja tenho ideais para mais adiante da fic e não para o próximo cap. por isso a demora.. HDSUAHDS
BOA LEITURA
Tainah e Esme estavam em uma conversa harmoniosa e tentavam incluir Renée e Tanya que ainda estavam furiosas com a chegada de Tainah. A vontade de Renée era ensinar a filha a lhe respeitar, mas infelizmente, agora, quem mandava na filha era o marido e por mais que Renée fosse da realeza, logo deixaria de ser e provavelmente iria para a forca, pois Tainah era rainha.
— Fiquei sabendo que você é uma ótima rainha para os Ostrogodos, Tainah. — Diz Esme.
— O povo é muito gentil. Confesso que às vezes eu não sei o que fazer, afinal minha mãe não me ensinou nada. Se não fosse por minha avó ir nos ensinar algumas coisas na abadia, não sei o que seria de mim e Bella. —
— Eu tinha que cuidar da sua irmã, Tainah. E também havia o reino. Não podia fazer viagens longas só para ver você e Isabella. —
Esme percebera o clima tenso que pairava sobre a sala. A rainha achava Renée uma mãe irresponsável e perceberá que Tainah guardava grande rancor. Era por esse motivo que jamais mandaria sua filha para uma abadia. Edward já estudara em um colégio interno por 16 primaveras e mesmo ela indo visitá-lo frequentemente morria de saudades do filho amado.
— E você Tanya? Não tem ninguém que se interesse? Aqui no reino temos belos homens solteiros que adorariam se casar com uma moça tão bela. — Pergunta Esme.
Antes mesmo de Tanya responder, Tainah fazia questão de dar a grande noticia a Tanya e ver sua reação.
— Pelo o que ouvi meu marido comentar, ele e Edward estão pensando em arrumar um noivo para ela. Afinal, assim que Edward e Bella se casarem eles tomaram posse do reino de nosso pai. —
— O que? — Grita Tanya a apavorada.
Como Tainah esperava ela ria por dentro. Ela suspeitava que a irmã estivesse metida em uma grande encrenca: suspeitava que Tanya fosse amante do rei dos Visigodos e isso complicaria seu casamento com qualquer outro homem. Tainah sentia até um pouco de pena da irmã; somente um pouco.
— Isso seria ótimo, não é querida?! — Disse Renée, tentando contornar a situação.
— Claro. Ótimo. —
Depois de se divertir com a cara da mãe e da irmã, Tainah precisava saber o que o marido e o futuro cunhado andavam fazendo. Tainah não era o tipo de noiva que sentava e obedecia. Até poderia parecer, mas tudo envolvia certo acordo. Ela acreditava que as mulheres deveriam ter os mesmos direitos dos homens e que eram todos iguais, assim como a irmã mais nova também pensava.
— Majestade, será que posso dar uma volta pelo jardim interno, está um dia tão lindo e gostaria de conhecer o castelo. Parece ser fabuloso. — Disse Tainah.
— Já disse que pode me chamar de Esme, querida. Pode sim. Alice irá lhe acompanhar. —
Alice que estava até então quieta comendo seus amaretti, saltou do sofá e dizia alegremente:
— Eu irei te mostrar a fonte, o gramado verdinho, o labirinto, tudo. Você vai adorar. —
Tainah adorava crianças e mal via a hora de dar muitos herdeiros a Emmett, mas já havia um ano e meio e nada de estar prenha. Suspeitara algumas vezes, mas todas falsas. Achara que ela tivesse algum problema e isso a deixava muito triste e fazia muitas perguntas, absurdas segundo a irmã, rondarem sua cabeça.
Ela e Alice saíram alegremente em direção ao jardim. O calor típico de verão fez ela e a pequena princesa abrirem seus leques. Tainah tinha certa adoração por leques, como uma paixão.
Logo que chegaram ao jardim Alice e Tainah correram pelo gramado, se perderão no labirinto e voltaram ao gramado, quando ela (Tainah) viu seu marido e Edward conversarem perto da fonte.
O que será que eles tanto conversam? Perguntou-se em pensamento.
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Emmett observava de longe a esposa brincar com a pequena Alice e sorrir. Ele havia notado que quando a esposa ficava perto de crianças ela se transformava e também havia notado que algo estava á perturbando. Já fazia um ano e meio desde o casamento e nada do tão querido herdeiro chegar. Gostaria de conversar com a esposa, mas ela parecia fechada quando este era o assunto.
— Emmett, confesso que sua esposa é muito linda, mas poderia prestar a atenção?! — Pergunta Edward, se divertindo com o amigo apaixonado.
— Me desculpe Edward. O que você dizia? —
— Perguntava o que iríamos fazer com Tanya assim que Charlie e Renée morressem. Afinal o reino ficara sobre nossa posse total após isso, segundo o que combinamos. —
Emmett tenta se lembrar do que eles haviam combinado e disse:
— Eu andei pensando nisso também e acho que deveríamos arranjar um casamento para Tanya o quanto antes, pois eu conheço a cunhada que tenho e não quero a guarda dela, aconselho a não querer também. — Disse Emmett ao se lembrar do que a cunhada aprontara quando fora passar umas semanas no castelo.
— Por que Emmett? Ela me parece ser bem educada. —
— Não se deixe levar pelo rostinho de anjo, mas vamos mudar de assunto. Como está se sentindo estando tão próximo do casamento? —
— Nem me fale Emmett. Isso é um absurdo. Terei que me casar com uma completa estranha. —
Emmett ri das palavras do amigo. Também achava o mesmo, mas depois que viu sua amada esposa pela primeira vez sua opinião mudou.
—Transar com a professora não foi um absurdo. —
— Nem me lembre desse episódio. Aquela mulher era louca. — Diz Edward lembrando-se de uma das suas professoras no internato. Aquela mulher deveria ser castigada, pois não agia como uma dama. — E vamos mudar de assunto, pois tenho certeza que você não ira gostar de uma possível conversa com sua esposa sobre seus anos de internato. —
Depois desse aviso prévio Emmett resolvera não citar mais aquele assunto. Edward era jovem e a professora sabia disso.
— Como ela é Emmett? — Pergunta Edward, perdido em devaneios.
— Ela quem? A professora?Eu que deveria perguntar não acha —
— Eu sei que você gostaria de estar no meu lugar naquela época, mas da pra focar um pouco. Estou perguntando de Isabella. —
Emmett ri do amigo atrapalhado e com vergonha de citar o nome da noiva e responde:
— Eu não sei... Nunca a vi. —
Edward ficou estupefato com a resposta do amigo.
— Como não? Ela não foi ao seu casamento? —
— Não. A abadessa achou imprudente Isabella sair da Abadia. Tainah me contou que elas nunca saíram de lá. —
Edward percebera que a mãe estava certa e se sentiu triste por saber que a noiva deveria estar muito mais apreensiva do que ele, mas ela era uma mulher e as mulheres sabem que seu dever é se casar e dar filhos ao marido. Nada mais.
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Enquanto Alice contava a Tainah tudo o que aprendera com a mãe e as primas, a morena tentava ler os lábios do marido para saber o assunto da conversa, mas nada conseguira. Ensinara a Alice algumas técnicas de pintura e prometera ensinar a garotinha a dançar a dança do ventre. Ela aprendera com uma hospede que estava de passagem pelo clã McCarthy e fizera muito resultado com o marido.
As duas voltaram para o interior do castelo e Tainah fora inspecionar o quarto oferecido a ela e ao marido, como Esme pedira. Estava deitada, pois se sentira um pouco tonta, quando escuta uma pequena e fraca batida na porta.
— Entre! —
A porta é aberta com dificuldade e a pequena princesa entra no quarto.
— Olá, Alice. — Cumprimenta Tainah. — Sente-se. —
A pequena sobe na cama alta e olha para a nova amiga.
— Aquela senhora rabugenta e a senhorita chata e feia são sua mãe e irmã? —
— Sim. Infelizmente sim. Eu também não gosto delas. — Cochicha Tainah, entrando na brincadeira de Alice. — Elas também não gosto da minha outra irmã. Sua futura cunhada. —
— Isabella é legal como você? —
— É claro. Bella adora crianças e se quer a amizade dela, chame-a de Bella. Mas eu acho que você não veio aqui para perguntar sobre ela não é?! —
Alice faz sua cara de quem esta aprontando uma, pega na mão da amiga e diz:
— Vem comigo. —
O que será que as duas iriam aprontar?
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Enquanto a carruagem se aproximava dos portões do castelo do clã Cullen, Isabella sentia-se cada vez mais apreensiva. Não sabia como agir na frente do noivo, o que fazer, o que dizer. Parecia que tudo o que havia acabado de aprender sumira; esvairá seu cérebro.
— Acalme-se, Bella. Logo você verá o excelente noivo que lhe arranjei e irá me agradecer. —
Isabella sabia muito bem que jamais agradeceria o pai por isso. Ela merecia escolher seu próprio noivo, o homem com quem viveria para sempre, o pai de seus filhos. Sempre sonhara com uma grande família, que preenchesse a mesa de jantar todos os dias. Só de imaginar ficar sozinha com um completo estranho, deixava Bella apreensiva.
— Eu sei que o senhor jamais me deixaria nas mãos de um assassino. — Diz Isabella sarcástica, mas sabia que o pai a amava ao contrario da mãe.
— Eu ainda sou seu responsável. Se me desobedecer mais uma vez... Sabe que só quero o melhor para você e a amo. —
A carruagem atravessa os grandes portões e Isabella vê um enorme e belo castelo, onde sonhara morar. Em seguida aparece um guarda que enxergara o brasão dos Swan e mandara uma criada avisar que eles haviam chegado hoje mesmo e não amanha como seria o mais provável.
E agora? Como Isabella e Edward irão reagir quando se virem pela primeira vez.
Notas finais
Reviews por favor.. façam esta autora reviver..
NÃO ME MANDEM PRA FORCA.. EU SOU MUITO NOVA PRA MORRER.
OBS.: se alguem souber algo sobre bruxas de salem ou algum feitiço em latim por favor mandem pra mim.. Pode ser qualquer tipo de bruxa, mas preferencia salem..
Obrigada.
Com amor,
tainabe
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