Entrega Ou Renúncia - A Usurpadora
12 Capítulo 12 - Sensação deSConhecida
Notas iniciais
Boa leitura! :D
...P – O que foi, Carlos Daniel?
O que ele estava sentindo era total inédito para ele.
CD – Ah, nada demais. É apenas que eu te amo loucamente, te desejo e quero que esse momento seja eterno, te quero pra sempre minha.
Paulina fechou os olhos como quem não queria ter escutado aquelas palavras, não agora, pois ela sabia que tudo não passava de um engano e ser pra sempre dele... Será que isso chegaria a acontecer algum dia? Ela sabia que era impossível!
Ele a viu fechar os olhos e no seu rosto viu algo mudar, mas foi tão repentino que não tinha a certeza de ter visto bem e ela era tão linda, que ele não podia resistir a percorrer cada parte do corpo dela com as suas mãos, não parava de acariciá-la, e de tocá-la carinhosamente. À medida que a tocava, ele olhava para a sua mão que era morena e forte e contrastava completamente com a by Text-Enhance\">pele clara e delicada dela.
Começou a beijá-la pela testa e logo desceu lentamente para o nariz, lábios, descendo delicadamente e sentiu que ela engolia em seco quando ele lhe beijou a garganta, além disso, dava pra sentir a pulsação dela acelerada. As mãos dela pareciam também ter vida própria, era como se não pudesse parar de tocá-lo e o alisavam, dando pausas nos by Text-Enhance\">músculos das costas e depois descendo para os quadris dele fazendo-o soltar um leve gemido.
A boca de Carlos Daniel desceu até os seus seios, onde dedicou igual atenção para cada um dos seus montes perfeitos.
CD – Quero sentir suas mãos por todo o meu corpo. – Ele sussurrou
P – É... um tormento – ela gemeu quando ele gentilmente lhe sugou o mamilo.
CD – Quer que eu pare? — perguntou sorrindo maliciosamente e fingindo parar de tocá-la.
P – Não, eu não suportaria se parasse. – disse completamente fora de si.
CD – Então é um bom tormento.
P – Ah, sim... É sim...
A mão dele desceu até sua barriga e, depois, seguiu ainda mais para by Text-Enhance\">baixo até as profundezas dos segredos de seu corpo.
CD – Isso também é um bom tormento?
Paulina gemeu.
– Sim, é mais que isso... – disse arqueando o corpo. – Carlos Daniel... Por favor...
Ele sabia o que ela estava pedindo e sabia também que depois que a tomasse poderia não demorar muito, e ele queria passar mais um tempo com ela daquele jeito.
CD – Calma, meu amor... – sussurrou.
Estava se contorcendo sob as inacreditáveis caricias que recebia, ela sentia o prazer se acumulando na base de seu abdômen, o inicio do fim.
P – Carlos Daniel, ah Carrrr..
Pela reação que o seu corpo teve com aquelas caricias, Paulina percebeu que fazer amor não era para nada do que tinha imaginado. Se isso era fazer amor, então ainda tinha muito que aprender. Nada tinha acontecido como imaginara nos seus sonhos mais íntimos. De fato era muito melhor, superava todas as suas expectativas e o verdadeiro ato, a verdadeira noção do verbo "fazer amor", ainda não tinha sido consumido.
Paulina ficou uns momentos tentando se recuperar daquele magnífico êxtase em que estava. Sentia como Carlos Daniel a olhava mas ela ainda não podia olha-lho nos olhos. Tinha sido um verdadeiro atrevimento da parte dele tocá-la assim e como ela tinha gritado. Senhor! Tinha gritado o nome dele como uma desesperada. O que ele pensaria dela? Primeiro tinha desembarcado no quarto dele sem avisar, logo se atirou nos braços dele como uma gata assanhada e como se aquilo não bastasse, ainda gritou como uma desesperada! Mas ela não podia pensar assim, Carlos Daniel não pensava assim, disso ela podia estar segura porque ele pensava que ela era a verdadeira Paola. Sabia que ele a olhava porque de certeza esperava a que ela lhe desse o mesmo que ele lhe deu.
Carlos Daniel ficou observando o rosto da ‘sua esposa’ ligeiramente rosado depois do prazer que lhe tinha dado. Ela respirava praticamente com dificuldade, tentava recobrar os seus cinco sentidos. Ele estava hipnotizado por seus cílios que formavam um leque no seu delicado rosto pálido. Era uma mulher linda, a qual nunca deixaria de amar, de admirar, tinha uma beleza natural única e a natureza tinha sido bem generosa com o seu corpo, pensou olhando as suas curvas e os seus deliciosos peitos que se levantavam e baixavam ao ritmo da sua ofegante respiração.
Paulina abriu finalmente os olhos mas bem lentamente e, como tinha sentido, viu que a olhava com luxuria e desejo. Então, quando Carlos Daniel menos esperava, ela agarrou-o pelos ombros e o fez cair ao seu lado podendo se por assim em cima dele como se estivesse a montar a cavalo. Pousou as mãos no másculo peito dele sentindo assim a sua respiração e as suas batidas do coração alteradas.
Lentamente foi se deitando em cima dele para poder beijá-lo. Beijou o rosto dele fazendo-o fechar os olhos e sentiu como ele apertava os dentes. Seguiu por a sua garganta, sentindo o caroço de Adão dele mexer quando lá o beijou e seguiu por o seu peito dedicando uma suave tortura nos seus pequenos e arrepiados mamilos escuros. Novamente o sentiu estremecer e ele, levantando os braços, acariciou-lhe as costas. Paulina desconhecia essa ousadia que acabara de ter, mas gostava do que estava fazendo, sentia-se ligeiramente orgulhosa e poderosa por ter agora o controle da situação.
Seguiu a sua exploração e voltou a endireitar-se, olhou-o nos olhos e tomou aquele sexo que se erguia esperando a que ela saciasse o seu desejo por ela. Acariciou-o lentamente, era a primeira vez que ela fazia aquilo, ficou olhando a forma em como a sua mão se movia como se tivesse feito isso toda a sua vida. Nesse momento, Carlos Daniel mexeu ligeiramente as pernas, tomando-a por surpresa e desequilibrado-a um pouco. Estava perdida na contemplação daquele forte membro que tinha entre a mão e não tinha se dado conta de que ele tinha fechado os olhos sentindo assim mais atentamente as suas caricias. Ela via como as narinas dele se mexiam freneticamente expulsando assim o ar que ele continha nos seus pulmões e que se ele não expulsasse, terminaria se sufocando por dentro. Ele estava apreciando as suas caricias e ela sentia como o seu membro parecia se tornar mais forte, mais palpitante e quente. Podia sentir que ele estava a ponto de explodir, podia sentir que o estava dando o mesmo prazer que ele lhe havia dado. Agora era ela quem não sabia nem entendia como podia ter a ousadia de fazer semelhante coisa, mas o caso é que a sua mão acelerou ainda mais os seus movimentos, até que ele deixou escapar um gemido dos seus lábios e arqueou as costas gritando o nome dela.
Ela estava tão envolvida que não se importou com o nome que acabara de escutar.
Carlos Daniel não se lembrava de ter sentido semelhante sensação de prazer, de bem estar, nem na época em que Paola ainda era a de antes, será que era porque essa Paola tinha voltado diferente de Houston? Não tinha certeza, mas agora isso era a ultima coisa que lhe preocupava, o único que ele queria agora era senti-la, estar no seu interior, penetrá-la até chegar à sua alma. Queria invadir o seu interior, queria fazê-la sua de corpo e alma como antes, queria senti-la como antes.
Consumida também pelas ondas crescentes de prazer que sentia e que o fazia sentir, Paulina mal conseguia respirar. Gemeu e deitou-se sobre ele, colocando o rosto em seu peito beijando-o e saboreando as deliciosas sensações que tomaram conta de seu corpo.
Ele ficou ali com ela abraçado por alguns minutos, dando-os tempo de recuperar um pouco as forças, porém, não por muito tempo. Ele se posicionou sobre ela. Sorrindo, ela o olhou e automaticamente posicionou o seus quadris para recebê-lo.
P- Você é um homem incrível!
Carlos Daniel sentiu o ego ir às nuvens. Um homem incrível. Sim, de fato ele era, mas ela também era.
CD – Meu amor... Minha vida...
Estavam se beijando novamente e seus corpos se mexiam na mais perfeita harmonia. Ele deslizou as mãos para baixo dos quadris dela.
– Ponha as pernas ao redor de mim... – sussurrou.
Ela o fez, as coisas realmente tinham fugido do controle e não tinha mais como voltar atrás. Não podia mais se conter e seus desejos se tornavam cada vez mais fortes, mais profundos.
P – Eu te amo, Carlos Daniel. – Disse gemendo olhando-o nos olhos, deixando assim cair gotículas de água de seus olhos. – Quero ser sua, me faça sua, por favor.
Carlos Daniel assentiu, era o que ele mais queria durante tanto tempo, era o que ele mais desejava, esperava, almejava. Olhando para ela cheio de desejo, beijando carinhosamente os seus lábios, massageando levemente os seus mamilos, deixando-a ainda mais excitada e sem proteção nenhuma, ele penetrou-a lentamente, porém com uma grande agilidade, percebendo que ela estava mais estreita do que antes, mesmo sentindo total diferença, prosseguiu fazendo-a gritar.
P – Aii! – Ela gritou sentindo um estranho beliscão na sua intimidade quando ele rompeu a barreira lá dentro dela.
Ele ficou parado observando-a enquanto estava dentro dela, e com os olhos brilhando em êxtase, gemeu.
CD – Você está tão apertada! Está tudo bem?
Ela estava sentindo dor, porém era uma dor que podia controlar. Era uma sensação jamais sentida, a qual tinha uma tremenda curiosidade mas não imaginava ser tão intensa quanto a que estava sentindo naquele momento. Não conseguia acreditar no que estava cometendo, sabia que correria muitos riscos, inclusive o de ser odiada por ele pelo resto da vida e sabia também que poderia se arrepender mas a única coisa que ela queria naquele momento era continuar sentindo-o dentro dela não importava o que estaria a acontecer depois, mas não queria nem pensar em parar, ela só queria continuar.
Arregalou os olhos levemente lacrimejados e fez que sim o respondendo e segurando seus braços. Sentia-se completa. Ele continuou parado para que ela se acostumasse com a sensação avassaladora de ‘senti-lo outra vez’ dentro dela, já que não faziam amor durante tanto tempo, ele foi o mais delicado e carinhoso possível, sendo suave com a boca, as mãos, amando-a de uma maneira que transbordava emoção e necessidade. Sabia que ela tinha algum problema de saúde, pelo que ela havia dito durante todo o tempo, então foi muito cauteloso e sentia como se fosse a primeira dez de ambos.
Ele se movimentou para trás extremamente devagar, fechando os olhos e gemendo, tornando a encaixar-se nela fazendo-a gritar alto.
P – Aii – apertando o rosto diante da sensação jamais vivida.
CD – Tudo bem mesmo, meu amor? – Disse num tom preocupado.
P – Sim! Não pare, por favor Carlos Daniel... – Gemeu.
Ele repete o movimento, parando novamente fazendo-a gemer com seu corpo aceitando-o... Ahhh, ela se sentia nos céus!
CD – De novo? – sussurra ele.
P – Simmmm! – Ela o implorava.
Ele se mexeu, dessa vez sem parar, apoiando-se nos cotovelos fazendo-a sentir o seu peso diante dela, apertando-a. Com movimentos de vaivém no inicio lentos e alternando à medida em que ela ia se acostumando com a sensação estranha e à medida em que se acostumava, mexia seus quadris acompanhando-o, correspondendo-o. Ele já se agitava ligeiramente e ela sentiu que algo dentro dela crescia, como antes. Ela não sabia que a sensação seria aquela, não sabia que seria tão bom... Sua mente estava dispersa, só existia aquela sensação, naquele momento só existia ele e ela.
CD – Te amo tanto!
Ela fincou as unhas nas costas dele.
P – Não pare, por favor. Não pare, Carlos Daniel!
CD – Nem que eu quisesse, minha vida...
Os gemidos de Paulina se tornaram gritos.
P – Carlos Daniel! Ahhh, Carlos Daniel, Te amoo!!
.Ele também atingiu o clímax.
CD – Paola...
Ele queria dizer mais alguma coisa mas só teve forças para se deixar cair sobre a cama, subitamente fazendo-a deitar-se em seu peito..
Uma eternidade pareceu passar antes que pudessem se mover. Paulina ficou ali, deitada sobre ele com os olhos fechados, escutando o próprio coração voltar ao batimento normal.
...
Fale com o autor