Notas iniciais
Comenta!! Não mordo ;)

Os galhos de uma árvore qualquer, balançavam em frente à casa da vovó.

Antes de ir para a escola, costumo tomar meu café na sala, enquanto vovó tricota em sua velha cadeira de balanço enferrujada. O dia estava nublado o que ajudava a compor o tema “TERROR” da casa que a princípio não é muito convidativa. A sala é escura, os móveis são rústicos e a TV chia o tempo todo.

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Voltei da escola. 12:45. Lembrei-me que tinha que fazer o almoço da vovó.

Entrei em casa, joguei a mochila na cama e voei para a cozinha. Quando passei pela sala, vi a vovó tricotando e pensei: “Do jeitinho que eu deixei”.

Pro almoço fiz o de sempre: salada, arroz e bife a milanesa. Vovó degustou a comida e foi descansar. Vovô, como sempre, chegou um pouco depois de seu trabalho em tempo integral, almoçou, e voltou para a fábrica.

Depois de lavar os pratos, fiz minhas tarefas e fui cuidar da horta da vovó.

Comecei a cuidar das alfaces, quando tive a sensação de estar sendo observada. Virei para trás e vi um vulto. “É só sua imaginação”. -pensei- “Você está lendo muitos livros de terror”.

Voltei a cuidar das verduras quando me liguei: “Esqueci a pá lá dentro”. Virei-me, vi o vulto de novo. Desta vez me assustei e fui correndo para dentro da casa. Ao chegar à porta me virei para ver a horta uma última vez. E estava lá, perto dos ramos e galhos da macieira, um homem de jaqueta e chapéu negros, me olhando mortalmente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.